De quadrilha

 

Por Maria Lucia Solla

 

Olá,

 

nem sempre é possível ir a festa com vestido novo, e tem vezes em que um vestido usado dá de dez a zero em qualquer novo. Assim escolhi me apresentar a você, mais uma vez, com um texto já publicado no blog do Mílton Jung em 12.06.2011

 

Beijo com a boca de alegria,

 

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16 comentários sobre “De quadrilha

  1. Maluzinha,
    o erro está na divisão. Não existe rico e pobre se do que se trata é Democracia.
    E se existir, nunca se há de aceitar que ela fica é com a minoria e fora dela a parte da massa que não é cheirosa.
    Sou pelo respeito a quem luta e conquista o que tem, você bem sabe. Este é o diferencial, é o que deveria ser nosso pequeno luxo de cada dia!
    Nunca a comida, roupa, escola ou casa que se queime, dignidade.
    Tivéssemos a clareza que não existe Democracia sem cidadania, talvez lutássemos por ela. Quiçá a nutríssemos com Saúde, Habitação, Transporte, Educação, Cultura.
    Poderíamos caminhar na calçada sem medo da quadrilha que sempre espreita por uma vantagem, uma competição viciada um serviço que venda sem que se tenha que pagar o ágio ou que este seja o que decidiu menos de meia dúzia.
    A Democracia não cobra cultura e oferece bobagens. A Democracia informa e cobra a opinião clara. Paga o cidadão com paz, ordem e progresso.
    Bom dia de votar minha querida.

  2. AMIGA MARIA LUCIA,
    BOA TARDE.
    HOJE É DIA DE ELEIÇÃO,PORÉM EU FICARIA MAIS FELIZ SE TODOS NÓS SOUBÉSSEMOS DECLAMAR-
    ULTIMA FLOR DO LÁCIO DE NOSSO OLAVO BILAC.
    BEIJOS
    FARININHA

  3. Oi Lùzinha bom te re-encontrar por aqui. Grande texto, lúcido, real, dolorido,mas sem perder a esperança. É isto aí, precisamos continuar votando e acreditando ao menos na independência do Judiciário. Bjs, Maryur

  4. Maria Lúcia, que bom poder voltar a ler seus textos, sempre profundos, verdadeiros e atuais, mesmo que tenham sido escritos há muito tempo.
    Choremos nós, por esse povo que ainda não parece ter entendido que aquele que diz que lhe ofereceu tanto, só fez isso pela oportunidade que, com essa ação, teve para ganhar (gentil, né?), não em dobro, mas em milhares de vezes.
    Mas sabe aquele ditado que diz: “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”? Então, vamos continuar batendo, mas cada vez mais forte, com mais energia, que logo deverá furar!
    Beijos e bom retorno!
    Norma

  5. Seja muito re-bem-vinda Mike Lima e com céu totalmente cavok p vc

    Ate uns tempos quadrilha era somente dança de festa junina

    Depois quadrilha se estendeu para gangs de marginais

    Hoje lemos, ouvimos na midia sobre as quadrilhas nos meios politicos!

    E as leis penais ainda são dos tempos da quadrilha das festas juninas

    FAz teeeeemmmmmpooooo”

    Bjus e oia nóia aqui traveis!!

  6. Uai, voltou? Achei que havia se despedido da coluna, um adeus às armas…Parou para se recompor inteiramente do acidente? Cansaço momentâneo? Simplesmente férias que se deu? Como quer que seja, bem vinda. Já anulou seu voto? Eu aguardo que a fila diminua, até às 17 hs. há tempo. Maldita democracia que nos obriga a votar! Para os helenos da época de Péricles ela foi governo do povo, para nós é cracia do demo, das quadrilhas. Acertado o teu escrito, salvo por este contraponto: a fonte do mal está no povo (todas as classes sociais), o povo é o mal, essa inconsciência social hegemônica, orfandade tresloucada que sabemos explicar, mas não sanar porque isso continua nas mãos do acaso, um belo dia acontece o milagre grego, outro belo dia o palestino, ainda outro o europeu de cinco centúrias passadas…, mas como exatamente foram forjados a tragédia e a olimpíada, o Mito de Cristo, a plêiade de gênios tendo à cabeça um Da Vinci? Como exatamente o rastilho de pólvora divinal deu lugar ao grande incêndio de sagrada beleza, à consciência criadora comunal, ao ritual de todos os dias humanizando milhões? Ai, ai, ai…O mundo só pode ser dos que têm razão. Mas a razão é todo um maravilhoso esforço, toda uma dilacerada paciência, toda uma santidade conquistada, toda uma desesperada lucidez (Nelson Rodrigues). Beijo em ti e no filhão.

  7. Sérgio, amigo de sempre,

    Concordo com você.
    A divisão só é boa quando faz multiplicar, e gente é gente, independente da carteira e do guarda-roupa. Isso é básico, ou deveria ser, mas meus ouvidos já estão fartos de ouvir a ladainha da elite contra o povo, acirrando ânimos entre irmãos.

    No meu lindo dia de votar, almoçar com amigas mega queridas e ouvir meu filho – eu nunca me canso – senti saudade de você.

    Beijo com a boca de satisfação

  8. Farina, meu amigo,

    vai aqui um presentinho do POETA, pra você:

    Justiça

    Chega à casa, chorando, o Oscar. Abraça
    Em prantos a Mamãe.
    “Que foi, meu filho?”
    —“Sucedeu-me, Mamãe, uma desgraça!
    Outros, no meu colégio, com mais brilho,
    Tiveram prêmios, livros e medalhas…
    Só eu não tive nada!”
    —“Mas porque não trabalhas?
    porque é que, a uma existência dedicada
    Ao trabalho e ao estudo,
    Preferes os passeios ociosos?
    Os outros, filho, mais estudiosos,
    Pelas suas lições desprezam tudo…
    Pois querias então que, vadiando,
    Os outros humilhasses,
    E que, os melhores prêmios conquistando,
    Mais que os outros brilhasses?
    Para outra vez, ao teu prazer prefere
    O estudo! e o prêmio alcançarás sem custo:
    E aprende: mesmo quando isso te fere,
    É preciso ser justo!”.

    Beijo com a boca de boa semana,

  9. Maryur querida,

    independência traz pela mão a intrincada e nada simples liberdade.

    Me lembrei de como, no ginásio, num dia 14 de julho a gente saiu em revoada pela Rua Teodoro Sampaio, como sempre fazia depois da aula. Parávamos um táxi aqui, outro ali e perguntava: Está livre? Ouvindo a resposta afirmativa do motorista desavisado, a gente se punha a gritar, abanado os braços em direção aos céus: viva a liberdade!!! E continuava a revoada, aos risos com as faces vermelhas.

    beijo com a boca de esperança,

  10. Norma,

    obrigada pelas boas-vindas. Faz um bem!

    Também estou feliz de voltar.

    Sim, água mole em pedra dura.
    Flexibilidade sobre a rigidez.
    Incerteza, dez a zero na certeza empedernida e irracional.
    Carinho que amansa fera.
    Amor, amor, amor.

    Beijo com a boca de volta,

  11. Francisco,

    Francisco Solano, Francisco Solano Carneiro, Francisco Solano Carneiro da Cunha, Francisco Solano Carneiro da Cunha Neto.

    Admirei você na adolescência, na pós adolescência e vou continuar admirando. Adoro a tua louca lucidez, tua esperança despedaçada pela dor do que não pode ser curado e nunca poderá. Tua entrega a uma luta partidária que só fez partir o teu nobre e delicado coração. Adoro você!

    Sim, voltei. Não, votei.

    Beijos recebidos e saboreados,
    ml e lf

  12. Oi prima, que bom reler seus textos, especialmente este, bem oportuno p/época. Como diz o ditado “Cada um tem o governante que merece”, por isso é importante educar o povo para que a situação do país melhore.
    Vamos torcer para isto!
    Bjs no seu coração
    Magutcha

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