Foto-ouvinte 1: Cabide de bicicleta

O uso de bicicletas na cidade seria incentivado se os ciclistas tivessem pontos estratégicos e seguros para estacionar seus veículos. A situação começa a melhorar para a turma que necessita da linha de metrô, em Itaquera. Naquela estação começa a ser construído um bicicletário, segundo registrou o ouvinte-internauta Daniel Aveiro, nosso colaborador.

Conte Sua História: Sexo reciclável

Em suas andanças pela madrugada, o cartunista Maia levou um susto ao se deparar com inusitada cena de amor explícito. Esta é a história que esse paulistano escolheu para a edição especial em homenagem ao aniversário da cidade do “Conte Sua História de São Paulo” que foi ao ar no ano passado:

Todo sábado no CBN SP, todos os dias aqui no blog e a qualquer momento na livraria mais legal do seu bairro, você encotra o “Conte Sua História de São Paulo”. Participe e escreva para contesuahistoria@cbn.com.br

De tempo e mulher

Por Maria Lucia Solla

Olá,

Pois é, a questão do tempo não pára de me rondar. Fica me convidando à reflexão, e à viagem por plagas – como diria Castro Alves – esvanecentes, quase esquecidas, e também a passeio por memórias que nunca deixaram meu coração e clamam por atenção. Aceito a carona, é claro, e embarco na viagem, antes de piscar.

Enquanto me entrego aos convites, tenho mais uma confirmação de que somos nós que decidimos sobre experiências, e muitos dos acontecimentos do nosso dia-a-dia. É questão de abrir ou fechar as portas. No caso, escolhi abrir, e vivo encontrando amigos de longa data, amigos mais recentes e outros recentíssimos, e entro, sem medo, numa ciranda de incríveis emoções. As memórias recuperam seu colorido, e vão sendo projetadas em minha tela mental, com qualidade de imagem de altíssima resolução. Tudo de última geração. É o digital do futuro me mostrando cenas do passado. Posso ouvir som de vozes, sentir perfumes, texturas e toques. De repente aparece alguém, de uma história lá de trás, e enriquece mais um fragmento da minha vida. Se bem que há pessoas que saem da história e, sabe-se lá quando, e se, vão aparecer outra vez; e outros ainda que deleto sem dó nem piedade, num toque de tecla, por puro instinto de sobrevivência.

Ainda no embalo da viagem, não contente com as estradas pelas quais já passei, vou me embrenhando por realidades que não vivi, e me dou conta de que o mundo melhora a cada dia, na direção contrária à dos pessimistas de plantão. Deixando de lado meus óculos de lentes cor-de-rosa, tento me ater a dados concretos, e chego à conclusão de que apesar de ainda termos muito para aprender – e põe muito nisso -, já aprendemos um bom bocado. Somos mais asseados do que éramos na Idade Média, por exemplo, quando o lixo, em parceria com o excremento de humanos e animais, se acumulava em volta das casas e ao longo dos caminhos. Nossa consciência também jazia em sono muito mais profundo do que hoje, e poucos se preocupavam em procurar alternativas à progressão geométrica de baratas, ratos e epidemias.

Percebi isso, e muito mais, que deixo para você refletir, no carro com uma amiga de muitos e muitos anos, indo a uma festa, sexta-feira tarde da noite. Duas mulheres, uma casada e uma divorciada, em plena Marginal Pinheiros, papeando sobre coisas sérias e rindo das bobagens da vida, já no espírito da festa. Duas eleitoras, motoristas, independentes, empreendedoras, uma delas com a defesa de seu doutorado em Economia marcado para esta semana, as duas com um tanto considerável de experiência de mundo, e de consciência desperta, e cheias de planos para o futuro. Há não muito tempo, isso teria sido impensável.

Então, concluí, para sermos úteis, não é preciso grande sofisticação. É só usar as experiências do passado, viver intensamente o presente, e criar um futuro melhor. Como? Fazendo o que sabemos fazer, dando o melhor de nós, criando, falando, escrevendo, ensinando, ou simplesmente dando o exemplo de que é possível sermos dignas da liberdade que conquistamos, sem deixarmos de ser femininas, mães, amigas, amantes, vaidosas e competentes.

Pense nisso, e até a semana que vem.


Maria Lucia Solla é professora, terapeuta e autora do livro “De bem com a vida mesmo que doa”, lançado pela editora Libratrês. Aos domingos, está neste blog com textos sobre o cotidiano

Quintanares: Lunar



Clique na imagem e visite o site pelo Centenário de Mário Quintana (Foto: Liane Neves)

A noite chega e o poeta se inspira. E traduz seus pensamentos nos versos de Lunar, texto interpretado por Milton Ferretti Jung, no programa Quintanares, que foi ao ar na Rádio Guaíba de Porto Alegre. Mário Quintana publicou este poema no livro “Apontamentos de história sobrenatural”, de 1976, e relançado pela Editora Globo, em 2005:

Toda terça e sábado, tem novo Quintanares neste blog. Se quiser ouvir os poemar de Mário Quintana navegue na área destinada aos arquivos aí ao lado.

Conte Sua História: Aviões e gays em Congonhas

Os bailes de Carnaval e seu público diversificado divertiam os moradores de Moema, vizinhos ao aeroporto de Congonhas, em uma época em que o movimento de aviões era atração, não preocupação, Esta é a história contada de São Paulo pela líder comunitária Ligia Horta neste capítulo que foi ao ar no CBN SP, em homenagem ao aniversário da cidade:

Aos sábados no CBN SP, todos os dias aqui no blog e na livraria mais bacana do seu bairro, você encontra o “Conte Sua História de São Paulo”. Escreva, também, e envie seu texto para contesuahistoria@cbn.com.br

Foto-ouvinte 1: Urubuzando


Urubu no telhado mira …


… alvo em cima da mesa

Um ramo de flores e uma pequena estátua sobre a mesa chamaram atenção de um urubu que sobrevoava o apartamento da nossa colaboradora dominical Maria Lucia Solla, autora do livro “De Bem Com a Vida Mesmo Que Doa”. Nem a máquina de fotografia assustou o insólito visitante que pousou sobre o telhado de vidro a espera da oportunidade de se aproximar do alvo. Desistiu do ataque após posar para a fotografia que agora ilustra a coluna foto-ouvinte.

Avalanche Tricolor: Happy hour de outono


Paulo Sérgio fez um “chocolate” de falta


Grêmio 2 x 0 Sapucaiense

Campeonato Gaúcho – Estádio Olímpico

Torcedores gremistas tiveram um fim de tarde especial na véspera de feriado de Páscoa e assistiram ao mais amado do Brasil seguir sua trajetória invicta, neste ano. Terminou o verão, chegou o outono, o Carnaval se foi faz tempo, a Quaresma está para acabar e o Grêmio não sabe ainda o que é perder. Já são 17 partidas sem derrota, desde o ano passado, incluindo Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho.

No happy hour, Perea e o velocista Paulo Sérgio fizeram os dois gols para comemorar ao lado da torcida a Páscoa antecipada. O adversário de hoje pode ser comparado com um desses times do interior de São Paulo, uma espécie de Guaratinguetá (aliás, líder do Campeonato Paulista).