Vozes da Operação Lava Jato: você reconhece esses personagens da história do Brasil

 

 

A Operação Lava Jato completa 3 anos.

 

Depois de 38 fases, a Operação prendeu 198 pessoas e recuperou mais de R$ 10 bilhões de reais, entre multas, indenizações e recursos mantidos no exterior.

 

Em bens bloqueados pela Justiça são de mais de R$ 3 bilhões.

 

O juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo em primeira instância, já condenou 89 pessoas.

 

Alguns vozes passaram a fazer parte desta história do Brasil, outras já eram de velhos conhecidos do Brasil. A produção do Jornal da CBN fez um clipe com algumas frases que marcaram esses 3 anos.

 

Você reconhece todas elas?

Geraldo Alckmin diz que Caixa 2 é diferente de corrupção mas é crime, e é contra anistia a partidos e políticos

 

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Crédito: amauri Nehn/Brazil Photo Press/Agência O Globo no site CBN

 

 

Foi o ex-presidente Fernando Henrique quem escreveu recentemente:”Há uma diferença entre quem recebeu recursos de Caixa 2 para financiamento de atividades político-eleitorais, erro que precisa ser reconhecido, reparado ou punido, daquele que obteve recursos para enriquecimento pessoal, crime puro e simples de corrupção”. E foi baseado nestas afirmações que perguntei ao governador de São Paulo Geraldo Alckmin, também do PSDB, a opinião dele sobre Caixa 2, anistia a este tipo de crime e casos de corrupção.

 

 

A entrevista de Alckmin foi ao âncora Roberto Nonato, do Jornal da CBN 2a Edição, e teve a participação de jornalistas e comentaristas da rádio CBN.

 

 

Pelo tempo que tinha, fiz duas perguntas em uma:

1. O senhor concorda com o ex-presidente Fernando Henrique que Caixa 2 para financiar partido e político é erro; mas não é crime. Crime é embolsar dinheiro pra enriquecer de forma ilegal?

 

 

2. Diante do acontecido até aqui, o senhor é a favor de projeto de lei que anistia o Caixa 2; zera tudo e começa de novo sob nova lei?

O que respondeu o governador, considerado uma dos principais pré-candidatos do PSDB para a eleição presidencial de 2018:

 

 

 

 

Aqui você ouve a entrevista completa.

Avalanche Tricolor: saldo positivo em empate, no Bento Freitas

 

 

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Gaúcho – Bento Freitas/Pelotas

  

 

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Ramiro voltou a marcar, em foto de Lucas Uebel/GrêmioFBPA


 

 

Tem alguns recantos do Rio Grande que dão saudades. Pelotas é assim. Assim também é o Bento Freitas, estádio onde já fui torcedor e repórter – cada coisa ao seu tempo, às vezes ao mesmo tempo. Assisti a algumas partidas do Grêmio na carona da Veraneio que levava para o interior a equipe da Rádio Guaíba. E em outras trabalhei como jornalista de rádio pela própria Guaíba, lá pelos anos de 1980.
 

 

A viagem era longa e os jogos duros. Uma das mais fanáticas torcidas do futebol rio-grandense está por lá. E ter essa turma no cangote enquanto se tentava reportar as coisas que aconteciam dentro do gramado era um desafio. Em um tempo no qual o radinho de pilha ficava colado no ouvido do torcedor qualquer informação que colocasse o time da casa sob suspeita era imediatamente respondida aos palavrões.
 

 

Sabe essas coisas que se assiste nas redes sociais? No Bento Freitas, era ao vivo e a cores, como costumam dizer os mais antigos.
 

 

Por tudo isso, ver o Bento Freitas nas imagens de televisão hoje, no início da noite foi curioso, pois me fez lembrar de muitos dos momentos vividos lá em Pelotas. E não me surpreendeu, apesar de ser informado que o estádio está com uma nova ala para a torcida. Time e torcedores disputam cada bola como se fosse a última. E se o árbitro não tiver pulso, a partida corre o risco de descambar para a violência. Intimidar o adversário no berro e no pontapé faz parte do negócio.
 

 

Até que o Grêmio se comportou bem diante de um adversário disposto a tudo. Colocou a bola no chão, trocou passes, se movimentou, fez tabelas bonitas na entrada na área e chegou ao gol inimigo algumas vezes. Marcou em uma jogada típica das partidas encrespadas: Ramiro, Ramito – novamente ele – não teve medo de dividir uma bola na entrada da área e meteu o pé do jeito que dava; a bola desviou no zagueiro e encobriu o goleiro.
 

 

Pena nos ter faltado precisão nos chutes, termos encontrado um goleiro inspirado e tomado o gol de empate ainda no primeiro tempo. Merecíamos mais sorte.
 

 

Diante do resultado final e da posição em que estamos ao fim da sétima rodada do Campeonato Gaúcho, o placar pode ser comemorado – apesar de esse negócio de comemorar empate ser esporte preferido de uma outra turma que está mais embaixo – aliás, bem embaixo – da tabela.
 

 

Meu maior temor nesta noite era mesmo colocar mais alguém na temida lista dos lesionados, principalmente pela forma violenta com que o jogo se desenvolvia. Já bastava ter sido informado que Marcelo Grohe foi obrigado a ficar no banco porque sentiu lesão muscular antes da partida.
 

 

Manter a integradade dos nossos titulares e nos mantermos no alto da tabela a poucas rodadas do fim desta fase foram o saldo positivo desta jornada.

Adote um Vereador: a gente faz barulho porque não aceita “silêncio” na Câmara

 

Por Mílton Jung

 

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Havia muito barulho desde cedo na mesa reservada para o Adote um Vereador, no café do Pateo do Collegio, centro de São Paulo, onde nos encontramos todo segundo sábado do mês. E tinha barulho porque tinha muita gente. E foi tanta gente que precisou de mais uma mesa e depois de mais outra. E quando muitas mesas se juntam e nelas sentam-se pessoas interessadas em melhorar a vida de sua cidade, todas querem contar o que fazem e como fazem. E, portanto, todos juntos fazem muito barulho.

 

O Adote tem de ser um fazedor de barulho para que os vereadores nos ouçam e atendam nossas reclamações. O silêncio deles jamais deve nos desestimular; tem de nos provocar. Por isso, queremos cada vez mais gente ao nosso lado ou disposta a fiscalizar o trabalho deles na Câmara Municipal de São Paulo.

 

O Alecir Macedo, barulhento por natureza, está controlando a Adriana Ramalho-PSDB e transformou o blog Fiscalizando a Câmara em seu “alto-falante”. Em um dos últimos posts que havia publicado, reproduziu a tabela de gastos da verba indenizatória, de janeiro, que encontrou no site do legislativo. Essa prática deveria ser reproduzida por todos os que pretendem participar do Adote e mensalmente, pois é uma forma de identificarmos como os vereadores estão gastando nosso dinheiro.

 

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Para saber onde encontrar a declaração de gastos do seu vereador, basta entrar aqui e seguir os passos ensinados pelo Adote um Vereador.

 

No Fiscalizando a Câmara também está publicada em destaque a tabela com os salários e o nome dos funcionários que trabalham no gabinete da vereadora. Lá se fica sabendo que os vencimentos variam de R$ 1.000 a R$ 14.000 mensais.

 

O Ricardo Viana, que está começando a fazer barulho este ano, mandou muito bem com as informações que reuniu na página dele no Facebook e no blog onde publica o que sabe ou quer saber da vereadora Aline Cardoso PSDB. Foi ele quem teve a iniciativa de procurar a vereadora e preparar um questionário para conhecer um pouco mais do trabalho que Cardoso pretende realizar nesta legislatura. Eis aí outra prática interessante que deveria ser reproduzida por todos os demais participantes do Adote.

 

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Nós preparamos aqui um questionário que pode ser enviado ao seu vereador

 

Verdade que nem todos têm a sorte de escolher um vereador que ouça o cidadão. Nesses últimos dias, um participante do Adote, que não costuma sentar em nossa mesa para fazer barulho em conjunto, mas tenta se fazer ouvir na Câmara, relatou dificuldades que vêm enfrentando com seu vereador.

 

Francisco Pizarro, que adotou Eduardo Tuma PSDB, enviou mensagem para eduardotuma@camara.sp.gov.sp e queria saber, por exemplo, por que o vereador não havia aparecido para trabalhar em um dia qualquer de expediente. Ficou no vazio. E escreveu para nós:

 

“Eu adotei este político, e ele não se importa. Na próxima eleição quem não vai se importar com ele será eu….. Descobri que ele é autor de uma lei para mudar o nome de uma ponte, de Bandeira para Romeu Tuma. Isso é algo muuuuuito importante para a cidade”

 

Wilson Takeo, que está de olho em Janaína Lima do Partido Novo, tem insistido: manda pergunta, a resposta vem; manda de novo, a resposta não vem. Se vem, publica no blog e dá opinião; se não vem, alerta os leitores.

 

Post

 

No sábado, além da turma que sempre está com a gente, apareceram caras novas. Uma delas é a de Jefferson Paiva que já tem atuação política na cidade e agora está disposto a acompanhar mais de perto um vereador. Fez perguntas e ouviu nossa barulheira. Espero que tenhamos servido para alguma coisa nem que seja para inspirá-lo a seguir um caminho próprio na fiscalização do vereador que escolher.

 

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No Adote somos assim: fazemos nosso barulho através das estratégias que entendemos ser viáveis, mas não impomos regra. Você pode escolher um vereador e segui-lo; pode apenas se juntar a nós para dar ideias; ou ainda trazer suas demandas para ver se alguém leva à frente seu pleito.

 

A gente só não aceita silêncio de vereador!

 

Em tempo: o ‘barulhento’ Alecir Macedo me informa que o Jefferson Paiva já tem vereador adotado. Está acompanhando o mandato de Isac Felix-PR e você pode curtir a página dele no Facebook. Conte com a gente Jefferson.

A necessária discussão sobre as bagagens aéreas

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Em boa hora o juiz José Henrique Prescendo, a pedido do Ministério Público Federal, suspendeu a resolução da ANAC sobre a cobrança de bagagens despachadas, possibilitando o debate vigoroso que temos assistido entre as partes envolvidas.

 

O princípio em decompor os preços dos serviços é salutar e imprime clareza ao sistema. Entretanto, se ontem valesse a nova regulamentação certamente teríamos prejuízos operacionais e financeiros à parte mais importante desta relação: o consumidor.

 

O passageiro que tivesse optado pela bagagem de mão teria pagado o valor cheio do tíquete, sem o desconto pela não utilização do serviço de despacho.

 

O passageiro que tivesse despachado a bagagem teria pagado o valor do despacho dobrado, pois o tíquete já incluía o serviço.

 

Estas são apenas algumas das consequências das novas normas, baseadas em pressupostos da ANAC.

 

Argumentar que a maiorias dos países adotam a cobrança é inaceitável, pois temos oferta em regime oligopolizado e até para algumas rotas, monopolizado.

 

Sabe-se que empresas estrangeiras de baixo preço vão além, cobrando pela marcação de assentos, embarque prioritário, check-in no aeroporto, correção de nome, fura fila no raios-X, e até mesmo pelo peso da pessoa. Trata-se, porém de mercados mais competitivos e de culturas diferentes.

 

O fato de nenhuma das companhias nacionais ter baixado o preço da passagem é significativo, pois contraria a lógica da formação de preço e comprova que a esperada competição considerada pela ANAC não virá naturalmente.

 

Hoje, a capacidade de armazenamento das malas de mão nos bagageiros acima dos passageiros, e a demora em ordená-las nos voos lotados, são problemas não solucionados.

 

Se considerarmos um voo lotado dentro da proposta da ANAC, certamente não haverá espaço suficiente para a bagagem de mão, o que exigirá transferir a excedente ao compartimento de carga. Os passageiros que se submeteram a espera maior para acomodação terão que arcar com mais este acréscimo.

 

As viagens aéreas, antes um luxo, mas pouco acessíveis, se tornaram mais populares, mas sem luxo.

 

Até agora um avanço.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Indignação tributária e política

 

Por Julio Tannus

 

De acordo com a Associação Comercial de São Paulo, através do “impostômetro”, nós brasileiros e brasileiras pagamos nos dois primeiros meses desse ano de 2017 a quantia de R$ 400 bilhões em impostos, incluindo governo federal, estaduais e municipais.

 

Se fizermos a projeção, com base nesse valor, para o ano de 2017 chegaremos a um total de R$ 2,4 trilhões!!!

 

A nossa imensa indignação é que a maior parte desse dinheiro paga por nós, ao invés de retornar com benefícios para a população brasileira, vai parar nas mãos de corruptos de nossa administração ou se perde na má administração, sem responsáveis técnicos capacitados e sim políticos e respectivos conchavos, na maioria das vezes visando a manutenção desse podre poder.

 

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário nos mostra que o Brasil é o pior país do mundo em se considerando o retorno oferecido ao serviço público.

 

Lembro-me que em visita a alguns países do norte europeu o que me impressionou muito é que não existe carreira política. Ou seja, o cidadão/cidadã se candidata e uma vez eleito permanece no poder com o compromisso de cumprir as promessas de campanha que o elegeu. Se isso não ocorrer, de acordo com a constituição local, fica sujeito a perda de mandato.

 

Assim penso que, entre outras mudanças, seria preciso acabar com a carreira política no Brasil.

 

O candidato a vereador, a deputado federal e estadual, a senador, e todos os outros cargos políticos, permaneceriam no poder apenas até o fim do mandato a que foi eleito. E na próxima eleição ficariam sujeito a avaliação de sua administração pela população.

 

Dentro deste contexto, penso também que seria importante acabar com as composições partidárias. Ou seja, cada partido político teria sua plataforma e uma vez seu candidato eleito não haveria composição partidária para sua manutenção no poder.

 

João Cruz Costa em seu livro “Uma Contribuição à História das Idéias no Brasil” (Editora José Olympio, 1954), diz que a questão institucional no Brasil remonta aos anos 1500. Em seu pensamento, o Brasil, desde sempre, se vê envolto nessa mesmice de “as instituições brasileiras não dão cabo de sua realidade”.

 

Em seu esforço de compreensão dessas dificuldades, conjectura se elas não seriam consequência das razões de nossa origem brasileira, ou seja, pelo fato da fundação de nossa nacionalidade ter sido cunhada sob a égide de fatores puramente mercadológicos.

 

Cita como exemplo a própria designação de nossa nacionalidade (Brasil, brasileiros, brasileiras), que, a seu ver, tem raízes em aspectos comerciais, a saber, o pau-brasil, de alto valor comercial à época de nossa fundação.

 

Essa realidade que nos conta Cruz Costa agudiza-se à medida que avançamos em nossa história. Ou por motivos internos de nossa própria existência, ou por fatores exógenos à nossa cultura.

 

No caso desta última, os intercâmbios culturais e comerciais, possibilitados pela rapidíssima evolução das comunicações, acentuaram a influência do “estrangeiro” no nosso dia-a-dia, contribuindo sobremaneira para nos afastar cada vez mais do “institucional”.

 

A noção de instituição, em seu significado prático de dar conta de nosso coletivo, nas suas mais variadas formas (Governo, Política, Trabalho, Segurança, Cidadania), continuou absolutamente enfraquecida até os dias de hoje.

 

Concluindo, e parafraseando Olavo Bilac, “não verás nenhum país como este! ”.

 

Julio Tannus é consultor em estudos e pesquisa aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier), autor do livro “Razão e Emoção” (Scortecci Editora)

Conte Sua História de São Paulo:

 

Por Neivia Justa
Ouvinte-internauta da CBN

 

 

Era 1984 e eu passava férias na cidade de São Paulo, pela primeira vez, na casa de amigos dos meus pais. O Brasil fervilhava com o comício das Diretas Já na Praça da Sé.  Fiquei fascinada pelo astral e o mundo de possibilidade da terra da garoa.

 

Foi nessa época que também caí de amores pelos sabores do Almanara, o friozinho e os morangos de Atibaia, e a maestria do Fagundes encenando Morte Acidental de um Anarquista.

 

Política, comida, diversão e arte.

 

Tive a certeza de que São Paulo era o meu lugar no mundo, apesar da inexistência de qualquer vínculo ou passado que nos unisse. Não nasci aqui. Meus amigos de infância, adolescência e faculdade não são daqui. Sou do Nordeste, do Ceará, de Fortaleza, Santa Quitéria, João Pessoa, Natal, Recife, Garanhuns, Maceió.  Minhas lembranças dessa fase têm cheiro e sabor de maresia, dunas de areia branca, sol, brisa, cores fortes, música, alegria e uma família gigante.

 

São Paulo foi a minha escolha de vida adulta. Minha alma paulistana falou mais alto que qualquer raiz. Aqui eu construi minha carreira e minha família.  Sou completamente apaixonada por essa cidade, onde tudo é possível.

 

Um extrato do mundo. Uma megalópole que nunca me intimidou. Ao contrário, me desafia e me seduz um pouco mais a cada dia. Há quase 24 anos. Apesar dos pesares. Do cinza. Do céu sem estrelas. Do trânsito caótico. Da violência urbana.

 

Adoro a diversidade cultural, intelectual, religiosa, gastronômica, espiritual, sensorial, profissional que a cidade oferece. Sempre me emociono com a beleza das árvores, do pôr do sol e das noites de lua cheia que vejo e vivo por aqui.

 

Morro de orgulho das minhas filhas paulistanas.

 

Neivia Justa é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Cláudio Antonio. Conte você também mais um capítulo da nossa cidade: escreva para milton@cbn.com.br. A narração é de Mílton Jung e a sonorização de Cláudio Antonio.

Como saber se você tem dinheiro para sacar em conta inativa do FGTS

 

 

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Qual a forma mais segura de saber quanto e se tenho direito a sacar o dinheiro de contas inativas do FGTS?

 

 

Não tenho cartão do trabalhador, posso sacar o dinheiro apenas com o documento de identidade?

 

 

Pedi demissão da empresa, antes de dezembro de 2015, porém minha conta no FGTS ainda aparece como ativa: como devo proceder?

 

 

Tenho ações da Petrobras e Vale, compradas com dinheiro do FGTS: se fizer o resgate, este dinheiro volta para a conta que estava inativa; ou para conta atual que ainda está ativa?

 

 

Essas foram algumas das perguntas respondidas pelo diretor de Fundos da Caixa Econômica Federal, Valter Nunes, ao vivo, no Jornal da CBN, em entrevista que você pode ouvir aqui:

 

 

Como saber quanto o vereador gasta por mês do seu dinheiro

 

Por Mílton Jung

 

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Que o dinheiro que sustenta a Câmara Municipal é o seu, imagino, não haja mais dúvida. A Casa é pública e, portanto, para funcionar o dinheiro é público ou seja é do cidadão. É nosso. É dos nossos impostos.

 

Agora, você tem ideia de quanto o vereador que você elegeu gasta do seu dinheiro?

 

Em São Paulo, é possível fazer esta consulta no site da Câmara Municipal. Talvez seja preciso um pouco de paciência mas os dados estão todos por lá.

 

O nosso colega Alecir Macedo, um dos fundadores do Adote um Vereador de São Paulo, nos ajuda a fazer essa busca em poucos passos. Ele próprio fez este trabalho na fiscalização da vereadora que decidiu adotar nesta legislatura: ADRIANA RAMALHO PSDB.

 

Lá no blog Fiscalizando a Câmara, mantido pelo Alecir, está em destaque o relatório mensal de gastos da vereadora, neste início de legislatura. Dos R$ 23.503,13 disponíveis para manter o gabinete dela foram pagos R$ 4.232,89, no mês de janeiro.

 

O valor está bem abaixo do que os maiores gastadores da Câmara nesse início de ano: DALTON SILVANO DEM com R$ 19.849,15 e TONINHO PAIVA PR com R$ 19.721,73.

 

Este dinheiro paga combustível, material de correio e material de escritório entre outras despesas. O valor gasto é ressarcido ao vereador a medida que apresenta as notas fiscais, que também devem ser publicadas no site. Caso ele não use esta verba no mês, o que sobrou pode ser usado nos meses seguintes

 

Como você pode encontrar este valor?

 

Entre no site da CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO e clique no ícone TRANSPARÊNCIA que aparece no alto da página:

 

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Vai aparecer um menu.

 

Clique em CUSTOS DE MANDATO.

 

Em seguida em “Clique aqui e saiba como o seu vereador utiliza o Auxílio-Encargo Geral (a partir de 2015)”

 

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Na página RELATÓRIO POR NATUREZA DE DESPESA (A PARTIR DE 2015) você põe o mês em que pretende fazer a consulta e clica em RELATÓRIO.

 

CAMARA 3Vai abrir uma página com todos os valores declarados pelos vereadores, em ordem alfabética, e dos gabinetes de liderança.

 

Para achar o seu vereador ou você corre a lista para baixo ou dá um F5 no seu computador e coloque o nome de quem você está procurando.

 

No exemplo, procuramos os gastos do vereador DALTON SILVANO DEM:

 

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Se você já se decidiu por fiscalizar um vereador, abra uma página no Facebook, um site, um blog ou um Tumblr e publique esta tela de gastos.

 

Avalie se os valores são razoáveis. E se considerar algum gasto fora do normal, mande um email para o vereador cobrando uma justificativa.

 

Caso queira ir um pouco mais fundo na fiscalização, compare os valores registrados na tabela com as notas fiscais que os vereadores são obrigados a divulgar no site. Volte para CUSTOS DO MANDATO e, em seguida, vá até Clique aqui para visualizar os comprovantes.

 

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Lembre-se: o dinheiro é seu!

 

Avalanche Tricolor: começamos bem na Copa que queremos

 

 

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Libertadores – Agustín Tovar/Barinas-VEN

 

 

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Leo Moura comemora seu primeiro gol, em foto de LUCASUEBEL/GRÊMIOFBPA

 

 

#QueremosACopa

 

 

A hashtag que nos embalou no título da Copa do Brasil se renova e veio para nos motivar na Libertadores.

 

 

Como a do Brasil, a Libertadores também é Copa. E a Copa que sempre quisemos ter. São 17 participações, quatro finais e dois títulos. Tem a nossa cara.

 

 

E foi com os caras que temos hoje é que vencemos na estreia, fora de casa e sob calor de mais de 30 graus, apesar de ser início de noite na Venezuela.

 

 

E olha que os nossos caras não puderam contar com ao menos cinco dos titulares que venceram a Copa do Brasil há cerca de três meses. Algumas das ausências foram figuras cruciais no título nacional: Geromel e Douglas, por exemplo.

 

 

Por tudo isso, pelas mudanças de última hora e pela necessidade de reencontrar o entrosamento que nos fez destaque do Brasil, em 2016, não deveríamos esperar muito da atuação gremista nesse primeiro jogo.

 

 

O início titubeante e com espaço para o toque de bola adversário, porém, não durou muito. A medida que o tempo avançava, passamos a dominar o jogo, trocar passes de um lado para o outro e ameaçar algumas investidas. A paciência foi nosso mérito e permitiu que impuséssemos nossa superioridade.

 

 

O gol quase ao fim do primeiro tempo teve a cara do Grêmio que ganhou a Copa do Brasil. A triangulação pelo lado direito e o passe preciso permitiram que Leo Moura, nosso ala, aparecesse na frente para receber a bola, surpreendendo a defesa. O giro e o chute bem executados completaram a jogada. Foi o primeiro dele com a camisa do Grêmio.

 

 

No segundo tempo, o time já era senhor do jogo. Com a defesa mais bem protegida e as escapadas para o ataque feitas com prudência, não demorou para construirmos jogada pelo lado esquerdo: a velocidade de Pedro Rocha e o surgimento de Ramiro à frente dos zagueiros provocaram o pênalti convertido por Luan.

 

 

Sem alternativa, o adversário partiu para cima do jeito que podia. Apesar dos sustos e da pressão que sofremos, eles esbarraram em um sistema defensivo muito mais firme e valente: Kannemann, Ramiro e Thyere, nesta ordem, tiraram bolas que tinham nosso gol como destino. O primeiro fez as vezes de goleiro ao ver que Marcelo Grohe já estava batido; o segundo meteu a cara quando a bola se encaminhava para as redes; e o terceiro abortou com os pés jogada na entrada da pequena área.

 

 

Era evidente o cansaço pelo desgaste da viagem, da estreia e do calor. Tudo, porém, foi superado pelo desejo de iniciar muito bem uma Libertadores, pois os nossos caras – e todos os demais que estão chegando ao grupo apenas agora – sabem o que eu, você e toda a torcida do Grêmio querem neste ano:

 

 

#QueremosACopa