Foto-ouvinte: Placa azul, o retorno

Placa Azul

O “Placa Azul” voltou a atacar e foi visto sobre a calçada da avenida Paulista, na esquina da Peixoto Gomide. O ouvinte-internauta Allan Reisler chama atenção, ainda, para o posto policial que está bem próximo da ocorrência. Coloque “placa azul” na busca do blog e você verá outros flagrantes desses Objetos Rasteiros Não-Identificados.

Não-identificados pois apesar de termos a placa é impossível saber de qual consulado pertence.

Info Exame compara vereador a Tamagotchi

Adote um Vereador na Info

Das mais importantes revistas de informática do País, a Info Exame deste mês, fez reportagem sobre a campanha Adote um Vereador, lançada pelo CBN SP e encampada por voluntários com a criação de um wikisite que reúne informações dos parlamentares de várias cidades brasileiras. Criativos foram os repórteres ao comparar os vereadores adotados aos Tamagotchis, bichinhos de estimação virtuais controlados pelos donos através da internet. A nota destaca, também, o vereador Agnaldo Timóteo (PR) um dos adotados na capital paulista. A ouvinte-internauta Carol Goy é quem mantém o Blog Na Cola do Timoteo. Adote o seu Tamagotchi, também. A cidade real agradece.

Fabricante de sala de madeira baniu amianto, em 1990

As salas de aula de madeirite, registradas pelo jornal Folha de São Paulo em reportagem que causou azia no governador José Serra (PSDB), provocaram reações diversas nos ouvintes-internautas. Uma das preocupações foi em relação as telhas usadas na construção provisória. A cobertura poderia conter amianto, produto condenado em vários países e no estado de São Paulo, também, por provocar doenças pulmonares. A Secretaria Estadual de Educação se apressou em negar esta possibilidade. E, neste fim de semana, recebi mensagem da Brasilit, responsável pelas telhas usadas nas salas, explicando que o produto nocivo à saúde foi substituido no processo de fabricação desde os anos 1990.

Leia a nota enviada pela empresa:

“Prezados senhores:


Na edição de terça-feira, pela manhã, do rádiojornal CBN São Paulo, da nossa prezada Rádio CBN, foi levantada questão por um ouvinte a respeito de se salas de madeira de determinada escola de São Paulo (da Escola Estadual Professora Eulália Silva, no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo) estariam sendo construídas com telhas de Brasilit e se estas estariam ou não isentas de amianto.
 
Nesse sentido, nós da Brasilit gostaríamos de  informar e de dar uma explicação ao grande público, uma vez que o assunto voltou várias vezes à baila.
 
Anos atrás, ainda na década de 90, a Brasilit assumiu atitude pioneira ao substituir totalmente o uso do amianto crisotila – e de seus efeitos à saúde – e investir milhões de reais na produção do composto (PP) Fio de Polipropileno, em seu lugar – em sua unidade de Jacareí, São Paulo. O composto PP, é aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), atendendo ao previsto na Convenção nº. 162 da OIT, de 1986, da qual o Brasil é signatário.
 
Apesar de seu uso milenar e mais especificamente como matéria prima na manufatura de telhas na indústria de fibrocimento, pesquisas internacionais mostram sem sombra de dúvida os efeitos do amianto em doenças pulmonares. Por isso, a Brasilit não hesitou em eliminá-lo da produção de seus materiais, mesmo sofrendo forte concorrência até hoje de produtos que mantém o uso desta fibra cancerígena de origem mineral.
 
Fizemos tal opção em respeito aos consumidores, aos trabalhadores e aos brasileiros e temos assumido uma posição inequivocamente clara e contrária a seu uso, apoiando qualquer iniciativa da ampla divulgação de seus efeitos às pessoas.
 
Estejam tranqüilos, portanto, os paulistanos – e os brasileiros –  de que, se forem utilizadas telhas Brasilit na construção de escolas, não haverá qualquer perigo à saúde dos estudantes.
 
BRASILIT”
 

Canto da Cátia: Pobre da zebra

Desrespeito no trânsito

Por esta rua, os carros chegam a avenida Francisco Matarazzo, na Lapa. A atenta Fernanda Toffoletto, filha da famosa Cátia, sacou o celular para registrar o carro que passava pela faixa zebrada, proibida para circulação. A cena lembra o que veremos aos montes nesta sexta-feira com a saída para o litoral e interior, no feriado de Carnaval: motoristas invadindo o acostamento para escapar do congestionamento. Outra constatação da foto feita pela repórter-mirim: tem de reforçar a sinalização de pista. Sobre isso, aliás, já falamos bastante nesta semana.

Serviço no asfalto é muito ruim, dizem autoridades

A avenida acaba de receber o recapeamento, nem chegou a ser pintada a sinalição na pista (o que demora muito, conforme falamos em post mais abaixo) e daqui a pouco chega um caminhão da Sabesp, descem os funcionários e começam a arrombar o piso, novamente. Para piorar, quando vão embora deixam aquela cicatriz na avenida que se revela na figura de um calombo no asfalto.

A cena é muito comum na cidade de São Paulo e protagonizada pela má-qualidade do serviço de recuperação do asfalto. A prefeitura e a Sabesp concordam que o trabalho feito é ruim, dizem que já sentaram várias vezes para falar sobre o problema, e acreditam que a situação está melhor (?).

O secretário das Subprefeitura Andrea Matarazzo  afirmou ao CBN SP que a multa é uma das maneiras de fazer com que as concessionárias como Sabesp e Congás melhorem o serviço prestado. O diretor de Sistemas Regionais da Sabesp Humberto Semeghini admite a má-qualidade do serviço.

A prefeitura nem pode reclamar tanto assim das empresas, pois ela própria realiza um trabalho de baixo nível na Operação Tapa-Buraco. Aliás, interessante notar que tanto o secretário Matarazzo e o diretor da Sabesp dizem que as empresas que prestam este serviço de recapeamento são muito ruins.

 Ouça a entrevista do secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo

 Aqui você tem a resposta de Humberto Semeghini, da Sabesp

Aviso aos navegantes e carnavalescos, também

Terça-feira de Carnaval não é feriado oficial. Não quer dizer que você terá de se apresentar no escritório de terno e gravata. Mesmo porque se o fizer talvez dê de cara na porta. Mas se for convocado para trabalhar, será obrigado a tirar a fantasia e não vai receber o dia trabalhado em dobro. Quem afirma é Ana Palmira Arruda Camargo, chefe da fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo.

Italianos novinhos em folha

Por Ailin Aleixo
No Época SP na CBN

Amaroni

O lugar ainda tem cheiro de tinta fresca. Abriu as portas em janeiro, com a proposta de oferecer uma cozinha italiana simples, com uma ou outra pitada criativa. As saladas socorrem quem procura um almoço mais leve e também fazem o papel de entradas. Com preço de prato principal (R$ 26,50), a salada brasiliana combina folhas, surubim defumado, castanhas salteadas com ervas e vinagrete de laranja. A receita só desanda na quantidade exagerada de um creme azedo que esconde o gosto delicado do peixe. Entre as massas, fique com os tradicionais nhoque e lasanha. A cozinha do chef João Velasco ainda peca por alguns preparados pesados e um tanto ácidos, como o molho de limão que acompanha o conchiglione de alcachofra. De sobremesa, ponto altíssimo para a torta de maçã servida quente com calda de doce de leite e sorvete de canela.
R. Clodomiro Amazonas, 77, Itaim-Bibi

Antonietta

Mais um restaurante abre as portas na R. Mato Grosso, região em torno do Cemitério da Consolação que virou reduto gastronômico. A nova casa é de dois ex-sócios do Genova, Eduardo Ursini e Mario Martini, que desta vez apostaram num perfil mais moderninho, com menos jeito de cantina. O cardápio é reduzidíssimo, uma única folha que lista cerca de 20 pratos de massa, carne e peixe, do clássico spaghetti a carbonara, servido al dente, bem gostoso, ao atum crestado, selado na chapa, acompanhado de refogado de tomates. Os preços não são baratos: o prato mais em conta sai por R$ 38. Para a sobremesa, poucas escolhas: frutas assadas com sorvete de creme (muito sequinhas, sem graça), torta de chocolate cremosa, sem farinha, ou pudim de pão à italiana, a opção mais saborosa. No subsolo funciona uma pequena adega, onde são armazenados os vinhos da Itália, França, Chile e Argentinos. Só que o ambiente ainda não está climatizado, as garrafas são resfriadas à mesa, o que nem sempre funciona a contento.
R. Mato Grosso, 402, Higienópolis

Cara feia prá mim é intestino preso

Por Abigail Costa

Não sei se você já se deu conta de quantas pessoas com as quais cruzamos corredor a fora tem a mesma cara:  fechada, de mau humor, sem paciência.

Um dia ou outro, vá lá. É a enxaqueca que persiste. O cheque especial explodindo. A conta no vermelho. O tempo mais apertado do que o orçamento. Mas não me refiro desses de-vez-em-quando. E sim da cara fechada de-vez-em-sempre.

Pode estar certa, na maioria dos casos esse fenômeno vem com segundas intenções: provar autoridade, querer se impor.

A grosseria é um torto pedido de respeito. “Eles” se esquecem de um detalhe; SOMOS PARCEIROS APENAS DE QUEM ADMIRAMOS. Aí sim, de forma respeitosa.

Se eles e elas conhecessem o diagnóstico médico do mau humor tenha certeza que a cara ENFEZADA seria amenizada.

Enfezado (a), vem de IRADO (A), ENRAIVECIDO (A), BRAVO (A), MUITO NERVOSO (A). Literalmente quer dizer “CHEIO DE FEZES”,  situação que provoca rancor na pessoa quando esta acumula muitas fezes no organismo.

Olhando por este lado fica mais fácil de compreender. Aceitar já são outros tostões.

Essa é mais uma bobagem que alguém copiou de alguém que pensa que deu certo e passou a diante.

Bom humor é para poucos e bons. Se você é uma delas, não se intimide, passe a frente.

Como de louco e médico cada um tem um pouco, se cruzar com alguém enfezado por aí, sugira um laxante (no mercado há vários naturais, sem efeito  colateral).

Ao persistirem os sintomas, um médico deverá ser consultado.

Abigail Costa é jornalista e toda quinta-feira escreve aqui no blog porque nunca teve medo de cara feia.

Buraco e falta de sinalização põem motorista em risco

Pista na USP

Buraco demais, sinalização de menos. Em um caso ou em outro, os motoristas correm risco de acidentes, além de haver prejuízo para a fluidez do trânsito. E São Paulo é campeã nestes quesitos. Com o período de chuva, a situação se agrava. No entanto, mesmo com tempo seco a falta de conservação das ruas e avenidas é evidente. No início da administração Serra/Kassab se tentou acelerar o ritmo das obras de recuperação de pistas, principalmente nas vias de maior movimento. Os números de quilômetros asfaltados porém são insuficientes para amenizar o drama de quem anda de carro pela cidade.

Nesta semana, os dois casos ganharam destaque no CBN SP. Os buracos chegaram na bronca do diretor da ONG Transparência Brasil  Cláudio Weber Abramo durante entrevista no programa. Apesar de o tema ser o comportamento ético de vereadores, Abramo não se conteve ao ouvir a leitura de e-mail de um ouvinte-internauta, pediu licença e tascou a criticar a prefeitura pela falta de manutenção das pistas: “tem de andar de caminhão para suportar os buracos”, disse ele.

De acordo com o ouvinte-internauta   Fernando Garcia mesmo avenidas há pouco tempo recapeadas sofrem com os buracos. Ele cita em mensagem as avenidas Marechal Tito (São Miguel), Pires do Rio (Itaquera) e a Rua Mohamad Ibrahin Saleh (Vila Curuçá)  que “estão se esfacelando, com enormes buracos e ondulações, principalmente na faixa de rodagem dos ônibus”. Fernando pergunta se a empresa que presta o serviço não deve oferecer garantias para a prefeitura.

O Fábio Eduardo Flório diz que este é o mesmo caso da rua Tabapuã que foi recuperada, em seguida apresentou buracos e agora “a prefeitura faz a operação tapa-buraco de maneira porca”.

Fora quando a prefeitura recupera e chega uma das concessionárias (Sabesp e Congás, principalmente) que resolve fazer obras no local, como lembra Daniel Aveiro. Na rua Marechal Mallet, na Vila Zelina, o trabalho da Sabesp chegou a ser realizado duas vezes seguidas, com diferença de 30 dias, afirma Claudinei Di Angelis, logo após a recuperação das calçadas e da via pela prefeitura.

A falta de sinalização também foi tema provocado pelos ouvintes-internautas.

“A sinalização horizontal tem a finalidade de transmitir e orientar os usuários sobre as condições de utilização adequada da via, compreendendo as proibições, restrições e informações que lhes permitam adotar comportamento adequado, de forma a aumentar a segurança e ordenar os fluxos de tráfego”. (Resolução nº 236/07 do Contran).

Portanto, a prefeitura ao permitir que avenidas de grande fluxo fiquem sem a sinalização na pista está infringindo o Código Brasileiro de Trânsito. E não apenas nesta via da zona sul.

De acordo com o ouvinte-internauta Renato Primi também não há pintura na Estrada de Itapecerica, entre os números 5 mil e 8 mil e 500. Júlio Melo diz que na rua da Mooca, no Brás, a situação é semelhante. Lembra, ainda, da avenida Zachi Narchi, onde inclusive as lombadas não estão sinalizadas.

Problemas foram constatados, também, na avenida Nossa Senhora do Sabará, na zona sul da cidade, recentemente recapeada em um de seus trechos. Aliás, o registro desta reclamação no ar gerou uma incrível resposta da Companhia de Engenharia de Tráfego: “o serviço se iniciará em 45 dias”. Não bastasse a demora para fazer a pintura na pista, a CET ainda pede um mês e meio para executar o trabalho. Haja paciência !

Agora o outro lado: “Temos prioridades”

Ouça a resposta do Secretário Municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes

Foto-ouvinte: Mais um lançamento imobiliário

área verde à disposição

Fácil acesso ao centro da capital, vista para o rio, ampla área verde, vagas ilimitadas na garagem e energia elétrica gratuita são algumas das vantagens oferecidas a estas famílias que estacaram suas barracas na alça de acesso da Ponte do Limão, zona norte da capital paulista. As imagens (clique acima e você verá as demais) foram enviadas pelo ouvinte-internauta Alexandre Távora de Matos Mangueira e mostram o início de mais um empreendimento imobiliário irregular na capital paulista.