Dois grandes restaurantes abrem filiais

E a Ailin Aleixo foi visitá-los para contar para a gente, no Época SP na CBN:

Pobre Juan HIgienópolis

Quatro anos após a inauguração na Vila Olímpia, a casa de carnes abriu sua primeira filial em Higienópolis. A escolha do imóvel não poderia ter sido mais feliz: uma casa antigona na Rua Tupi, com quintal sombreado por árvores frutíferas, onde ficam as mesas mais agradáveis. O cardápio é o mesmo, com foco em cortes argentinos preparados na parrilla. Ojo de bife, bife ancho, chorizo, t-bone, tapa de cuadril e lomo, entre outros, são servidos no ponto preciso e em dois tamanhos: mulher (300 g em média) e homem (400 g em média). Os acompanhamentos vêm à parte: o mais pedido é a porção de batatas suflê. Da lista de sobremesas, é uma maravilha a seleção de receitas com doce de leite Havanna. Tem flan, panqueca e mil folhas, três pecados que todo mundo deve cometer de vez em quando. No segundo andar, onde também há mesas, foi instalada a adega climatizada com 170 rótulos, sobretudo argentinos e chilenos.
R. Tupi, 979, Higienópolis,3825-0917

Due Cuochi Jardim

Abriu as portas no começo de novembro a primeira filial do restaurante, que também leva a grife do premiado chef Paulo Barros. O lugar é de tirar o fôlego. Fica no terceiro piso do Shopping Cidade Jardim, em um salão envidraçado do chão ao teto, debruçado sobre a Marginal Pinheiros. À noite, o efeito é deslumbrante. Como na casa mãe, é difícil conseguir uma mesa – se no Itaim a fila para reservas chega a cinco, seis dias, no shopping só resta ao cliente esperar na porta, pois ali não se aceitam reservas, uma pena. O jeito é chegar cedo para, pelo menos, conseguir uma das mesinhas do bar de espera. Cedo mesmo: às 20h, não sobra mais lugar. Mas vamos à comida, o que mais interessa. Da cozinha envidraçada, cujo comando foi entregue ao chef Ivo Lopes, saem os mesmos pratos da matriz, com algumas criações exclusivas do novo endereço. O delicado spaghettini com ratatouille de legumes, mussarela de búfala e pesto, de massa beeeem fininha e cozida no ponto exato; o tagliatelle com shiitake, alcachofrinha e camarão; e alguns petiscos perfeitos para beliscar na happy hour (ou durante a espera…), como as bruschettas em cinco sabores à escolha. O prato de queijos com mel tartufado é outro pedido que vai muito bem, tanto ao fim da refeição, como fazem os italianos, ou no começo de tudo, à brasileira. Da lista de sobremesas, a panna cotta decepcionou: apesar de saborosa, tinha textura pouco cremosa, muito mais para gelatina.
Shopping Cidade Jardim, 3º piso, 3758-2731

Cidade de Mauá é obrigada a ter Carnaval, decidem vereadores

A informação chega pelo Blog Mauá News, mantido por Irineu Evangelista:

“Agora é Lei, o Carnaval em Mauá é obrigatório e a Prefeitura deverá arcar com todas as despesas e subvenções das Escolas de Samba da cidade. Dinheiro que seria aplicado em áreas mais prioritárias na cidade. O prefeito eleito Oswaldo Dias (PT) publicou que é contra a subvenção do Carnaval em Mauá. Quando foi prefeito em 8 anos não realizou a festa com recursos municipais. O atual prefeito, ao contrário, realizou a festa com recursos municipais. Vereadores que votaram A FAVOR do Carnaval em Mauá: ÁTILA JACOMUSSI (PSB), DINIZ LOPES (Sem Partido), CARLINHOS POLISEL (PSDB), CÁSSIA RUBINELLI (PPS), DR. CINCINATO (PSDC), EUGÊNIO RUFINO (PTB), LOLÔ FARGIANI (PDT), SIMÃO (PSB), MANOEL LOPES (DEM), EDGARD GRECCO (PDT), DR. SILVAR (PV) Votaram CONTRA: ALTINO MOREIRA (PRB), JOSÉ LUIZ CASSIMIRO, (PT) IRMÃO OZELITO (PSB), PAULO EUGÊNIO (PT) E ROGÉRIO SANTANA (PT).”

O Brasil não é para principiantes

Por Carlos Magno Gibrail

“As únicas coisas que negros sabem fazer bem são música e esporte”. É o que acreditam 20% dos brasileiros, segundo os recentes dados do Datafolha.

Ficou faltando quantificar o percentual daqueles que nem nisso acreditam. Sugiro que comecem nova pesquisa no “sofisticado” Clube Paulistano na cidade de São Paulo.

E, além do “quatrocentão” Paulistano passem pelo “contemporâneo” Paineiras do Morumby e analisem a necessidade deste aviso: “É proibida a permanência sem camisa e de maiô, no Restaurante Social” .

O velho Chacrinha, mestre da comunicação dizia que só gostava de ir à casa de pobre ou de gente muito rica, pois são autênticos.

Nas vésperas do terceiro Jornarilismo que debaterá “Popular x Sofisticado” eis que sócios do Paulistano contra o show de Zeca Pagodinho se manifestam: “Esse cachaceiro que vá se apresentar no Corinthians”.

Evidente falta de conhecimento e de educação carregada de preconceito, destes associados de clubes de São Paulo, que é a maior cidade japonesa fora do Japão, maior cidade portuguesa fora de Portugal, maior cidade espanhola fora da Espanha, terceira maior cidade libanesa fora do Líbano e terceira maior cidade italiana do mundo.

Tamanho “blend” deveria resultar em exuberante receita de amistosidade. Entretanto os fatos mostram que ainda falta fortalecer conceitos saudáveis para evitar preconceitos maldosos.

O sofisticado é algo refinado, apurado e pode ser encontrado em tudo aquilo que se trabalhou para melhoria. Quer serviço ou produto.

Música, vinho, prosa, verso. Através de cultura ou erudição, ou seja, apreendido por observação natural ou por metodologia.

Sofisticação, portanto, é sintonia fina, rara, como uma refrescante água cristalina direto da nascente, um perfume exaustivamente elaborado, uma partitura magistralmente executada de música erudita, uma cachaça de Paraty destilada artesanalmente pelo Príncipe de Orleans e Bragança ou pela Maria Izabel, sucessora da Branca do Peroca.

Luis Nassif dá um gole final: “Apesar das Brahmas e Schincariois, sou fã do Zeca Pagodinho, que considero da mais fina estirpe do samba de roda”.

O popular pode ser sofisticado e o sofisticado pode ser popular.

Graças à democracia e aos bons costumes.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e toda quarta-feira está aqui com artigos sofisticados que já se transformaram nos mais populares do blog.

Gays vão parar dia 10, nos Estados Unidos

No Brasil, a idéia é inimaginável. Neste país que se diz libertário, moderno e avançado, assumir a homossexualidade ainda é tarefa das mais difíceis. Um simples beijo de dois homens em telenovela é capaz de gerar debate nacional. E acaba reprimido, no último capítulo.

Nos Estados Unidos, que muitos enxergam como país conservador, os gays já obtiveram importantes avanços. Nos seriados de TV pessoas do mesmo sexo viverem como um casal feliz e possível não é mais novidade faz bastante tempo. Recentemente, assisti a episódio de Brothers and Sisters no qual um dos filhos da família Walker se uniu a outro rapaz em uma festa de “casamento”. Cenas explícitas de amor – não de sexo – são freqüentes.

Nesta última eleição americana, contudo, a união de afro-decendentes com mormons e católicos levou a rejeição de uma série de medidas a favor dos gays. Na Califórnia, Flórida e Arizona, a maioria dos eleitores foi contrária à união formal de casais gays. No Arkansas, pelo referendo, venceu a corrente que não aceita a adoção de crianças por gays.

No Justiça e Cidadania, Walter Maierovitch chamou atenção, hoje, para o protesto que gays, de todos os sexos, promovem no dia 10 de dezembro, para chamar atenção para o retrocesso da sociedade americana. Será o Day Without a Gay ou o Dia Sem Gay, no qual todos são convidados a deixar de consumir durante um dia e deixar de produzir, também. Não comparecer ao local do trabalho, por exemplo.

A economia sofrida dos Estados Unidos provavelmente vai se ressentir nesta data pela importância dos homossexuais na produção do país. Se você quiser aderir ao movimento, basta clicar na imagem lá de cima ou acessar o Blog do Maierovitch.

Cai máscara verde da Petrobrás, diz Greenpeace

Por e-mail, a diretoria do Greenpeace no Brasil destaca a decisão contrária a Petrobrás. Reproduzo aqui parte do texto assinado pela ONG:

“Essa decisão mostra que não basta que as empresas sejam viáveis economicamente, elas precisam de uma licença junto à sociedade para operar com responsabilidade socioambiental”, diz Marcelo Furtado,
diretor-executivo do Greenpeace.

O principal argumento contra a Petrobras citado no documento das Ongs foi o descumprimento da resolução 315 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que em 2002 determinou que a partir de janeiro de 2009, a quantidade de enxofre no diesel baixasse de 2.000 ppm -quando vendido nas áreas não urbanas (70% do total)- e de 500 ppm -vendido nas áreas
metropolitanas- para 50 ppm. Apesar de ter quase sete anos para se preparar, a Petrobras, assim como a Anfavea (representando a indústria automobilística), declarou que não cumprirá a resolução. A Petrobras conseguiu, ainda, um acordo muito menos rigoroso que a resolução do
Conama, junto ao Ministério Público Federal, o que foi considerado pelas ONGs lesivo ao meio ambiente e a saúde pública.

A artimanha da Petrobras contrariou o compromisso que a empresa havia assumido anteriormente com o próprio ISE. “Uma empresa como a Petrobras que não cumpre nem a legislação não pode ser considerada um modelo de responsabilidade”, afirma Furtado.

O documento também cita o episódio em que o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) decidiu suspender dois anúncios da empresa petrolífera por divulgar uma idéia falsa de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável
do país.”

Petrobrás é excluída de índice de sustentabilidade

Por persistir com a idéia de produzir diesel mais sujo para os carros brasileiros, a Petrobrás sofre o primeiro duro golpe em sua imagem de empresa socialmente responsável. Hoje, foi excluída do Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa.

Leia o texto enviado por Oded Grajew, do Movimento Nossa São Paulo:

“A Petrobras acaba de ser excluída do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), índice que reúne empresas que se destacam por seu compromisso com a responsabilidade social e a sustentabilidade. O motivo da exclusão é o não cumprimento por parte da empresa da resolução 315/2002 do Conama, que determina a redução do teor do enxofre no diesel comercializado no Brasil a partir de janeiro de 2009.

A decisão foi tomada pelo Conselho do ISE, composto por Bovespa, International Finance Corporation (IFC), Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ABRAPP), Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (APIMEC), Associação Nacional de Bancos de Investimentos (ANBID), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Instituto Brasil PNUMA). Visto que o Governo Federal é sócio majoritário da Petrobras, o MMA se absteve da votação. Todos os outros membros votaram pela exclusão da Petrobras.

Em seis de novembro foi encaminhada ao Conselho do ISE uma carta assinada por onze entidades: Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais, Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade, Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo, Movimento Nossa São Paulo, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável, SOS Mata Atlântica, Greenpeace-Brasil, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e Instituto Brasileiro de Advocacia Pública (a íntegra da carta poderá ser acessada pelo site http://www.nossasaopaulo.org.br). O documento relata a postura da Petrobrás em relação à resolução do Conama.

Infelizmente, tal postura resultou no não cumprimento da resolução e na postergação por vários anos do início de uso de diesel mais limpo em nosso país. A grande quantidade de partículas de enxofre no diesel brasileiro é responsável por graves doenças respiratórias na população (especialmente crianças e idosos) e pela morte prematura de aproximadamente 10 mil pessoas por ano.

Esta notícia não nos alegra. Muito pelo contrário. Lamentamos que a postura arrogante e prepotente da atual direção da Petrobras, menosprezando o diálogo com a sociedade e insensível a um problema tão grave de saúde pública, manche de forma tão profunda a história de uma empresa brasileira que já deu tanto orgulho a todos nós por sua excelência tecnológica (mas que atualmente distribui combustíveis que se situam qualitativamente entre os piores do mundo) e seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do país.

Oded Grajew
Movimento Nossa São Paulo”

Shoppings não estão preparados para carga

Pelo menos três shoppings da cidade de São Paulo não têm área apropriada para a descarregar a carga que vai abastecer as lojas. Dos 35, 13 só tem uma doca onde os caminhões podem parar. Estes são alguns dos dados levantados pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região (SETCESP) em pesquisa na capital para identificar as dificuldades dos entregadores, principalmente neste período de Natal.

Ouça a entrevista com o presidente do Setcesp, Francisco Pelucio, ao CBN São Paulo:

Agora o outro lado

Um dos fatos que chamam a atenção na pesquisa dos transportadores de carga é que a prefeitura de São Paulo autoriza a construção de shoppings na cidade sem exigir áreas apropriadas para as entregas e manobras de caminhões. A produção do CBN São Paulo foi atrás de uma resposta e a Secretaria Municipal das Subprefeitura enviou o seguinte esclarecimento que, para mim, não explicou o ponto principal desta discussão. Seja como for, lá vai o que pensa a Secretaria:

“É importante esclarecer que os shoppings acima de 25 mil metros quadrados de área construída (sem contar a área das garagens e estacionamentos cobertos) podem fazer carga e descarga a qualquer horário com tanto que o trabalho seja realizado com veículos pequenos como caminhonetes e pequenos caminhões, conforme decreto municipal (46.049). Quando o descarregamento de produtos é realizado com veículos de grande porte, os shoppings precisam respeitar o horário das 22h às 06h, de segunda à sexta-feira, e das 14h às 24h aos sábados, sendo livre o trabalho de carga e descarga aos domingos e feriados. O não cumprimento da legislação estabelecida pode acarretar multa de R$ 2,00 a R$ 10,00 por metro quadrado da área do estabelecimento, conforme constatação dos fiscais das subprefeituras. Lembramos também que os estabelecimentos localizados na Zona Máxima de Restrição a Caminhões também precisam respeitar as condições desta legislação na região, passível de vistoria pelo órgão fiscalizador de trânsito”

Adote um vereador: Marco Aurélio não é do São Paulo

Conhecido pelo trabalho como dirigente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha se elegeu vereador na capital paulista. No entanto, se esforça para mostrar que a vitória nas urnas extrapola sua proximidade com o clube. Fala das atividades como médico, atuante em serviços sociais e o reconhecimento dos moradores da zona oeste para ter alcançado os 38.421 votos que lhe garantiram uma cadeira na Câmara Municipal, a partir do ano que vem, representando o DEM.

Interessante que durante a entrevista, já chegava na caixa de correio do CBN São Paulo mensagem de eleitor de Marco Aurélio decepcionado com as afirmações dele. Edison Goulart, por exemplo, escreveu que duvida que o ex-dirigente são-paulino tenha conquistado os mais de 38 mil votos entre pacientes, clientes e amigos.

Seja como for, Marco Aurélio Cunha diz que pretende investir sua legislatura em ações em favor da educação.

Ouça a entrevista do vereador eleito Marco Aurélio Cunha (DEM), ao CBN São Paulo:

Marco Aurélio é um dos nomes da lista dos 55 que tomarão posse no ano que vem e podem ser o seu escolhido na campanha Adote um Vereador. Alguns ouvintes-internautas já fizeram esta escolha e estão acompanhando o trabalho dos representantes no legislativo municipal através de blogs e redes comunitárias.

Franceses: novidades nos cardápios

Olhar atento, Ailin Aleixo foi descobrir os sabores que chegam à mesa dos restaurantes franceses de São Paulo. Acompanhe as dicas de hoje no ÉpocaSP na CBN:

Allez, Allez!

O chef Luiz Emanuel, mineiro de boa estirpe que se bandeou para a cozinha francesa, comanda um dos bistrôs mais agradáveis da cidade. Ambiente uma casinha pequena e aconchegante, sempre lotada, freqüentada por gente bonita e interessante e cardápio são clássicos que fazem qualquer um se sentir transportado para a França. A refeição começa muito bem com as vieiras ao gratin recheadas com trufas brancas, ou ainda com a ótima terrine de foie gras com chutney de figo e torrada de brioche. Nos principais, arrisque sem medo, não há como se arrepender. O navarin de cordeiro com cuscuz de castanha e frutas secas não passa da carne do pescoço do animal, mas você vai mudar seu entendimento sobre o que seja carne de pescoço: macia e suculenta, desfia ao simples toque do garfo e derrete na boca. Amantes de peixes vão adorar o steak de atum em pissaladière de cebola e tomate confit. Para encerrar, um conselho valioso é optar pelo menu degustação que une pequenas porções de doces sensacionais. Tem pêras ao zabaione com sorvete de pistache, gateau ao chocolate fondant com sorvete de baunilha, creme brûlée, profiteroles recheados com Nutella e sorvete crocante…
R. Wisard, 288, Vila Madalena, 3032-3325

Le Petit Trou

O chef Fabio Oliveira finalmente fez mudanças no cardápio concebido por Luiz Emanuel desde a abertura da casa, em 2007. E acerta, mantendo o menu focado na cozinha da Bretanha. Um dos destaques é a refrescante salada de lagostin ao caramelo de sidra servida como entrada.Sidra, aliás, é um charme do Le Petit Trou: dê uma variada no tradicional vinho e peça uma caneca da importada para acompanhar a refeição. Entre os pratos principais, o magret a L´orange estava deliciosamente macio e ácido na medida; para quem prefere frutos do mar, o risoto de açafrão acompanhado por camarões grelhados trazia o arroz arbóreo e os camarões perfeitamente cozidos. Na sobremesa, houve a inclusão de sorvetes e petit gateau, mas fique com a antiga e melhor da casa, o far breton de maçã caramelizada, espécie de flan cremoso com pedaços da fruta e uma suave calda.
R. Vupabuçu, 71, Pinheiros, 3097-8589