
Autor: miltonjung
“Não adianta gastar o seu português porque não tem como mudar o painel”
A frase é de um dos funcionários do gabinete do presidente da Câmara dos Vereadores para a representante do Voto Consciente Sônia Barbosa que reclamou no CBN SP do painel eletrônico que custou R$ 900 mil e não funciona direito.
Vereadora alega pobreza para não pagar exumação
“Com patrimônio de quase R$ 440 mil, a vereadora Myryam Athie (PDT) assinou, em junho deste ano, uma declaração de pobreza para não pagar a taxa de R$ 251,10 cobrada pela exumação do corpo de um familiar no cemitério de Quarta Parada, zona leste de São Paulo”
A reportagem está na Folha de hoje.
Do gabinete da vereadora, o jornal conseguiu apenas a informação de que ela desconhece o documento, apesar de o atestado levar a assinatura dela. Pela falsa declaração de pobreza não deve sofrer nenhuma acusação formal, mas Myryam Athie já responde a processos por corrupção passiva, que está tramitando na 14ª Vara Criminal do TJ-SP.
Myryam (assim mesmo, com dois ipsilones) não conseguiu se reeleger após ter cumprido três mandatos na Câmara Municipal.
Foto-ouvinte 1: Deu a louca no motorista
O flagrante foi feito pelo ouvinte-internauta Manuel Correia Jr na rua Matias Aires com a Consolação. Um motorista aparentemente embriagado estacionou o carro sobre a faixa de segurança interrompendo a passagem não apenas dos pedestres como dos carros que saiam da Matias Aires.
Manuel Correia conta que o motorista discutiu com algumas pessoas que estavam em um bar, enquanto o carro atravancava o caminho de quem nada tinha a ver com a história. Um agente da CET assistiu a tudo e se limitou a multar o motorista pelas infrações cometidas. Ele questiona, porém, se não seria o caso de chamar a polícia e impedi-lo de voltar a dirigir.
Voto Consciente ajuda quem entrar no Adote um Vereador
Uma das entidades que acompanham o trabalho na Câmara de Vereadores é a ONG Voto Consciente. A organização pode ajudar os ouvintes-internautas que decidiram participar da campanha Adote um Vereador, na qual você escolhe um dos eleitos para a próxima legislatura e passa a acompanhar o trabalho dele através de blogs, sites, comunidades virtuais ou, simplesmente, enviado e-mails aos seus contatos.
Sonia Barbosa, do Voto Consciente, diz que o grupo também está precisando do apoio de voluntários:
Eu já sabia
Um estudo encomendado pelo governador Franco Montoro, de São Paulo, em 1983, apontou verdades sobre o sistema de ensino que podem ser lidas ainda hoje nas escolas da rede pública. O trabalho foi citado pelo colunista Carlos Magno Gibrail no artigo Aos mestres, sem carinho, publicado nesta terça-feira aqui no blog.
O consultor Julio Tannus, que atua no setor de pesquisas há mais de 30 anos, foi o responsável pelo levantamento pedido pelo governador Montoro e encaminhou para nós, através do Carlos Magno, um resumo dos resultados obtidos naquela época.
Acompanhe o texto:
Ou
Lugar Público, Terra de Ninguém
As depredações nas escolas públicas em nossa cidade não são de hoje, e também não é nosso privilégio. No início da década de 80, no Governo Franco Montoro, e a pedido do então Governador de São Paulo, através de sua Secretaria de Educação, foi-se a campo para levantar o máximo de informações sobre essa questão. Falou-se com diretores de escola, educadores, alunos e todo o elenco participante desse espaço vital para a sociedade como um todo.
Desde então, vários problemas vem sendo levantados, e entre outros, relacionados à:
Vagas
A instabilidade e a incerteza quanto às vagas geram mal-estar no seio da população, que termina por imprimir sua revolta contra o prédio escolar. Qualquer tentativa de negociação para resolver a questão passa, necessariamente, pela ampliação do número de vagas oferecidas.
Local
As favelas e os bairros desfavorecidos fazem com que a escola seja um lugar privilegiado, pelo seu tamanho em relação aos barracos, pelo seu prédio mais bem equipado que as moradias populares e, principalmente, por representar o Estado e ser patrimônio público.
Por precárias que sejam as instalações escolares contam com salas de aula e cadeiras para acolher um número importante de pessoas.
Apesar da precariedade das instalações elétricas, elas existem e, mesmo não sendo um modelo apropriado, podem ser utilizadas. Enfim, a escola tem sanitários, água encanada e outros pequenos benefícios que os barracos dos moradores nem sempre possuem.
Diferenças Sociais
Escolas localizadas em áreas onde subsistem sociedades diferentes, umas mais pobres que outras, um mais desfavorecido que o outro – miseráveis e pobres. E aí se formam grupos ou panelas, gerando-se conflitos permanentes. E os conflitos entre grupos são fatores que contribuem para o surgimento da depredação escolar.
Manutenção
Qualquer dano no prédio escolar é estímulo para a promoção reprodutiva de depredações. Desta forma, os banheiros, as descargas, os azulejos, as torneiras, os vidros, e outros objetos danificados devem ser reparados o mais breve possível.
É dessa época a idéia de ocupar os prédios escolares nos fins de semana com várias atividades esportes, cultura, lazer a fim de se coibir tais depredações, que nesse período são mais agudas.
Várias outras iniciativas têm sido tomadas, entretanto, todas elas incapazes de solucionar o problema.
Dois textos cobrem de forma ampla o assunto:
Formas contemporâneas de negociação com a depredação
Hélio Iveson Passos Medrado
Iniciativas públicas de redução da violência escolar no Brasil
Luiz Alberto Oliveira Gonçalves
Marilia Pontes Sposito
Escolha o personagem para Heródoto Barbeiro
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Entusiasmado com a possibilidade de realizar um curso de cinema, a partir desta semana, em São Paulo, Heródoto Barbeiro já pensa qual será o primeiro papel que irá estrelar na grande tela.
Nós resolvemos fazer uma pesquisa de opinião pública e colocamos à sua disposição quatro opções:
1. Heródoto Bogart
2. Gene Barbeiro Kelly
3. Heródoto, O Gordo, e Barbeiro, o Magro
4. Heródoto Dercy Gonçalves Barbeiro
Para inspirar suas resposta ouça nossa enquete que foi ao ar com a sonoplastia de Paschoal Junior:
Líder do Governo defende “cheque em branco” de Kassab
Apesar de considerar alto o índice de 15% para a verba de remanejamento, o líder do governo na Câmara, vereador José Police Neto (PSDB), defende a manutenção deste percentual devido a insegurança provocada pela crise econômica. Foi uma resposta a crítica feita pelo vereador Paulo Fiorilo do PT entrevistado pelo CBN SP nessa terça-feira.
A verba de remanejamento é vista como um “cheque em branco” nas mãos do prefeito, pois permite que ele mude o destino do dinheiro que faz parte do Orçamento do Município sem pedir licença para a Câmara. Para entender melhor, ouça a entrevista de ontem do Paulo Fiorilo disponível aqui no blog.
José Police Neto também falou sobre a verba de R$ 2 milhões destina aos vereadores, inclusive os que assumirão no ano que vem, que cada um terá direito de usar nas emendas parlamentares. O tucano disse o que pretende fazer com o seu “cheque” de RR$ 2 milhões:
Saiba o que fazer se tiver problema para desbloquear o celular
Atendendo a reclamação de vários ouvintes-internaus, o CBN São Paulo ouviu o IDEC para esclarecer os clientes das empresas de telefonia celular que estão enfrentando dificuldades para conseguir o desbloqueio do aparelho.
Ouça a entrevista com Estela Guerrini, advogada do IDEC:
Câmara de Cotia não trabalha há 4 meses para evitar CPI
A denúncia é do vereador Toninho Kalunga, do PT, autor da CPI da Educação que pretende investigar pelo menos três casos envolvendo desvio de verba pública na Secretaria Municipal de Educação da cidade na região metropolitana de São Paulo.
Ouça a entrevista com Kalunga para entender como a Câmara tem evitado discutir o tema:
No You Tube é possível encontrar uma série de reportagens com denúncias contra a prefeitura de Cotia. Uma delas coloco à sua disposição aqui no blog:
