Eletropaulo confirma nome na Serasa após 20 dias de atraso

A concessionária de energia elétrica no Estado de São Paulo, AES Eletropaulo, disse que o nome dos devedores da empresa realmente vão para a lista da Serasa se o pagamento não for feito em 20 dias. A medida teria o respaldo do Código de Defesa do Consumidor e da Aneel.

Leia a resposta da Eletropaulo:

“A AES Eletropaulo informa que, antes da inclusão do nome na Serasa, o cliente é comunicado por telefone – após cinco dias do vencimento da fatura – sobre o débito existente. Esta comunicação é realizada quando os consumidores mantêm o cadastro atualizado junto à concessionária. Após 20 dias corridos do vencimento, o débito é informado à Serasa, que envia correspondência ao cliente para esclarecer que o nome será negativado, caso o pagamento não seja efetuado num prazo de 10 dias corridos.

Trinta dias corridos após o vencimento, a AES Eletropaulo comunica por escrito – na conta de energia elétrica subseqüente – sobre a possibilidade de suspensão no fornecimento. Após 45 dias corridos do vencimento, o consumidor já está sujeito à interrupção no fornecimento, caso ainda não tenha pagado a fatura.

A concessionária ressalta que o consumidor da AES Eletropaulo pode negociar seus débitos junto à empresa, antes e depois de processada a inclusão de seus dados na Serasa ou de efetuada a suspensão no fornecimento de energia elétrica. Nestes casos, a empresa orienta o cliente a entrar em contato com a Central de Atendimento Comercial no telefone 0800 72 72 120 ou comparecer na Loja de Atendimento mais próxima (o endereço está impresso na conta) para obter mais informações sobre o parcelamento do débito.

A distribuidora esclarece ainda que a inclusão do nome na Serasa está prevista no Código de Defesa do Consumidor, Artigo 43, além do parecer nº 364/2007 expedido pela Procuradoria Federal da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).”

Leia mais sobre o assunto três posts abaixo.

Árabes não tão conhecidos mas incrivelmente bons

São as dicas da Ailin Aleixo, no “Epoca SP na CBN”, para abrir a semana:

Carlinhos Restaurante

O Carlinhos em questão, que aos 63 anos ainda pilota a cozinha, se chama Missak Yaroussalian. Descendente de armênios, ele ganhou o segundo nome quando veio da Síria natal para o Brasil, lá se vão 60 anos. A casa, inaugurada em 71, já foi uma pequena lanchonete no Brás, onde permaneceu por quase três décadas. De lá, mudou-se para o Pari, onde dobrou de tamanho hoje, o salão ainda tem jeitão de lanchonete, mas com 130 lugares dos mais concorridos, mesmo abrindo apenas para almoço. O cardápio é engraçado: grande, atira para todos os lados. Tem picanha com farofa e filé mignon com fritas, tem risotos italianos e muitas massas. A lista de pratos armênios é curtinha, mas não se engane, é ali que ficam as pérolas da casa. Mal o cliente se senta, o garçom já oferece o arais, uma cria da casa que consiste em uma kafta assada em formato chatinho dentro de pão sírio. Para se ter uma idéia, saem mais ou menos 900 por dia. Outro pedido de sucesso é a kafta no vapor, que vai ao forno com rodelas de tomate dentro de uma embalagem de alumínio tipo marmitex a dita-cuja é aberta na mesa, pelo garçom, com pompa e circunstância. O chef também indica o basturma lã, carne bovina curada em temperos, cortada finamente e frita na manteiga, coberta com um ovo de gema mole. Grupos grandes, porém, devem se antecipar e encomendar (com pelo menos cinco dias de antecedência) o carneiro assado recheado com arroz de açafrão e amêndoas na manteiga. O bicho vem inteiro, acompanhado de brócolis ao alho e óleo e batatas coradas, e alimenta 12 comensais. Preço da extravagância: R$ 580 (o que dá R$ 48 por pessoa).

R. Rio Bonito, 1.641 – Pari – São Paulo – SP, 3315-9474

NUR

O pequeno restaurante recepciona a clientela em um delicioso pátio com sofás e apenas duas mesas, em um dos recantos mais agradáveis de Higienópolis. O proprietário é o marroquino Daniel Marciano, o mesmo do vizinho De La Paix. Só que, neste endereço, o foco é a culinária árabe – embora o cardápio tenha recebido alguns reforços mediterrâneos recentemente, inclusive com pratos kasher. No almoço, serve em sistema de bufê com opções mais clássicas, como tabule, cafta e quibe. Os pedidos à la carte são mais interessantes: o cuscuz marroquino com amêndoas e damascos é bem gostoso, assim como o steak au poivre e a porção de falafel, que chega à mesa bem sequinha

R. Tupi, 792 – Higienópolis – São Paulo – SP, 3666-4992

Ambiente Urbano: Carro velho, diesel novo, ar mais limpo

Por Osvaldo Stella

“O ar da nossa cidade estaria mais puro se a resolução Conama 315 fosse cumprida e o diesel S-50 (com concentração de 50 partículas por milhão de enxofre) distribuído e utilizado no País, a partir de janeiro.

O MPF encabeçou as negociações para o acordo que adiou a oferta do S-50, já que
Petrobras e montadoras de veículos alegaram que não conseguiriam cumprir o prazo previsto na resolução. O acordo foi firmado entre Ministério Público Federal, governo do Estado de São Paulo, Ibama, Cetesb, Agência Nacional do Petróleo, Petrobras, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e 17 fabricantes de veículos e motores.

O acordo homologado no dia 5 de novembro pela Justiça, prevê o uso do diesel mais limpo somente nas frotas de ônibus urbanos dos municípios de São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2011 será ampliado para as cidades de Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e para as regiões metropolitanas de São Paulo, da Baixada Santista, Campinas, São José dos Campos e Rio de
Janeiro.

A frota de São Paulo que passará a usar o diesel menos poluentes é de apenas 20 mil ônibus, enquanto a cidade tem cerca de 400 mil veículos – carros, caminhonetes e caminhões – que seguirão rodando com o diesel mais sujo. O impacto será pequeno na qualidade do ar.

Um estudo do IPT provou que se os carros com motor antigo, não adaptados para o novo diesel, usassem este combustível já estariam colaborando com a redução do nível de poluição no ar. O trabalho do IPT mostrou redução de até 50% na emissão de materiais particulados.”

Assembléias civilizadas, um desafio aos condomínios

Por Márcio Rachkorsky

Aos milhões de brasileiros que moram em condomínios, lanço um grandioso desafio: ASSEMBLÉIAS MAIS CIVILIZADAS !

Neste ano de 2.008, participei de assembléias extremamente desgastantes, com brigas e embates desnecessários. Ofensas, palavras de baixo calão, acusações, perseguições, enfim, atitudes que não combinam com a vida em comunidade. Paradoxal pensar que os moradores que se engalfinham nas assembléias, horas depois, estarão juntos no elevador, nas áreas sociais, com aquele “climão”. E provavelmente seus filhos estarão brincando juntos, alheios à falta de habilidade dos seus pais.

O Brasil vive hoje o maior “boom” imobiliário de sua história e as pessoas precisam aprender a viver em condomínio e, sobretudo, precisam entender o quão dura é a missão do síndico ! Criticar, acusar, tumultuar é fácil. Ajudar, cooperar, participar, se envolver, criticar construtivamente é bem mais difícil.

Não tenho dúvida em afirmar que civilidade e respeito ao próximo são questões de berço, mas há alguns pontos fundamentais, premissas básicas para que uma assembléia transcorra bem:

– VONTADE DE AJUDAR E ESPÍRITO DE GRUPO
– RESPEITO À OPINIÃO DO PRÓXIMO
– FOCO NOS INTERESSES COLETIVOS
– TRANSPARÊNCIA E CLAREZA NAS INFORMAÇÕES

Márcio Rachkorsky é advogado e comentarista do programa Condomínio Legal que vai ao ar na CBN, quartas e quintas, às 11 da manhã. Toda segunda-feira escreve um texto inédido aqui no blog.

Conta de luz atrasada suja ficha de cliente

Foi um susto para o ouvinte-internauta Marcos R. Kanaji descobrir que o nome dele estava na “Ficha Suja” da Serasa. A conta de luz dele estava atrasada 20 dias e a energia não havia sido cortada ainda, mas jé estava “fichado”, segundo conta em mensagem encaminhada ao CBN São Paulo.

A Serasa, consultada, esclarece que “quando vencida uma obrigação financeira e não havendo pagamento, o credo com base na Lei Complementar 105/2001, art 1º, parágrafo 3º, inciso II, tem o direito de solicitar a anotação desse fato na base de dívidas vencidas e não pagas. A quantidade de dias de atraso em que ocorre essa solicitação é de exclusiva decisão do credor e pode variar em cada instituição ou segmento de atividade empresarial e/ou financeira”.

A exceção é com as empresas de telefonia que, conforme regulamento, têm prazo de 90 dias de inadimplência para que o nome do consumidor seja enviado aos bancos de dados.

Kanaji questiona se o procedimento é abusivo e se a Eletropaulo adota mesmo procedimento com órgãos públicos e empresas que atrasam o pagamento da conta de luz.

Nesta segunda-feira, vamos discutir o assunto no CBN São Paulo e saber qual o critério usado pela Eletropaulo e o que o Procon tem a dizer sobre a medida.

Netinho de Paula é adotado

Após ler entrevista do vereador eleito Netinho de Paula na qual diz que já pensa em sair candidato ao Senado, o ouvinte-internauta Alecir Macedo decidiu aderir a campanha “Adote um Vereador”. O blog dele já está no ar e se chama “Cuidando da Cidadania”.

Wadih Mutran, também

“Com tanta informação e ferramentas tecnológicas poderosas à mão; Internet, blogs, fotoblog e a proximidade com a mídia local promovida pelo nascimento da Internet, ficou mais fácil aderir ao desafio proposto. Descobri que posso, sem sair de casa, pesquisar on-line os passos do meu vereador blogado, checar o site da Câmara, os projetos que estão na fila de votação, verificar como votou em determinados projetos de interesse do cidadão paulistano, bem como os projetos apresentados pelo vereador e sua relevância e registrar aqui no blog”.

O recado é do ouvinte-internauta Adílson Rodrigues anunciou adesão a campanha “Adote um Vereador”. Os passos do vereador eleito para a quinta legislatura Wadih Mutran serão acompanhado no Blog Confissões de um Ignorante

Blog de Vera Helena está ótimo

A ouvinte-internauta Vera Helena foi a primeira a abrir blog para acompanha o vereador adotado No caso dela, Mara Gabrilli, do PSDB. O blog é atualizado com frequência e traz boas informações e curiosidades sobre cidadania. Acesse aqui.

Avalanche Tricolor: Não te micha, Grêmio


Grêmio 2 x 1 Coritiba

Brasileiro – Olímpico Monumental


Mini-documentário em homenagem a Geral do Grêmio

Jefferson chegou antes sempre que precisou. Não foi diferente neste domingo. Carlos não perdeu uma. E estava presente sempre que o time precisou. Catarino saltou mais alto do que todos os demais. Morais parecia o capitão do time. Comandava a todos no grito. E Marcos Pompeu corria de cima a baixo sempre pronto para ajudar os colegas.

Você que conhece um pouco da escalação do Grêmio deve estranhar os nomes do parágrafo acima. Nunca ouviu falar deles. Não os viu marcar gol. E se fosse para falar daqueles que marcam presença em campo certamente era de se esperar a citação de Tcheco, que voltou a fazer gol neste domingo, de Héverton, menino que jogou sua segunda partida entre os profissionais e marcou o seu, também, de Rodrigo Carioca e Willian Magrão, nossos volantes de categoria, de Souza que se encontrou na ala direita, ou mesmo de Vitor que dá a segurança que todos precisamos lá na goleira.

Falar do time do Grêmio não é meu objetivo hoje quando praticamente confirmamos nossa chances de disputar a Libertadores – maior de nossos objetivos. Este texto é para homenagear a torcida que inspirou o nome de batismo desta coluna que jamais será escrita com parcialidade.

Jefferson, Carlos, Catarino, Morais e Marcos Pompeu são cinco dos mais de 40 mil torcedores que foram ao estádio, neste domingo. Uma torcida que me emocionou muito mais do que qualquer um dos dois gols que marcamos, dos gols que evitamos, dos carrinhos que demos, das roubadas de bola, dos dribles, e dos cabeceios.

Uma turma que não desiste nunca, que lembra a todo o momento que vestir a camisa do Grêmio exige sacrifício, que toda a partida é uma guerra, que não nos matarão jamais, como escrito em uma das muitas faixas espalhadas nas arquibancadas do Olímpico Monumental.

Uma Nação Tricolor a dizer, em tom apropriadamente gauchesco, ao seu time: Não te micha, Grêmio !

De antes, durante e depois

Por Maria Lucia Solla

Olá,

Você ouve o ruído? Natal e Ano Novo chegam derrapando, e o burburinho não pára de crescer. As ruas ficam mais lentas para quem tem pressa, e mais cheias para quem não tem juízo e continua indo atrás do que não gosta. É sério; todo mundo conhece ao menos uma pessoa que todo ano reclama de ter que sair e se enfiar num lugar lotado, seja na vizinhança da 25 de Março, do Largo 13 ou de um centro de compras sofisticado. Puro condicionamento. Aprendeu que é assim, e pronto! Não muda nem que a vaca tussa. A gente parece que empaca sempre no pior lugar, e ainda se pergunta como é que caiu no buraco que ficou cavando. Tremenda incoerência. A gente vai aonde não quer, e reclama antes, durante e depois, para não quebrar o ciclo vicioso. Assim a vida vai ficando parecida com um disco riscado que a gente toca assim mesmo, repetidas vezes, acostumando pouco a pouco com o pior de tudo. Dói e a gente pergunta ao outro ou a Deus: por quê?!

É que mudar é complicado! Mais do que se imagina. Todo mundo se senta no mesmo lugar à mesa e vê a sala de um único ângulo, o tempo todo. A faxineira arrasta o aparelho de telefone um pouquinho mais para lá e a gente se sente insegura, tendo sido invadida na mesmice que é sua e ninguém tasca. Entalada na dolorosa zona de conforto. O pé começa a dormir e o cidadão não muda de posição e não dá dois passos, para não perder o lugar. E muita gente vive assim, feito os agarradinhos de pelúcia, lembra? Apegados à mesmice, sua velha conhecida, lendo script alheio, exalando tédio e cheirando a naftalina.

Se o mais vivido sente-lhes o aroma nauseabundo, imagine o jovem. Chega cheio de energia, curiosidade, ansiedade e medo, querendo testar limites para ver até onde pode chegar. O jovem quer encontrar, no ambiente onde foi gerado, o que o próprio ambiente lhe promete. A modernidade da Era Digital, da rapidez, do funcional, do virtual que se confunde com o material. Feito o desejo. E o que encontra? Na educação, pelo que temos visto e ouvido, encontra no máximo a Era Paleolítica, o Teorema de Pitágoras e o Quadrado da Hipotenusa. No virtual, percebe o mundo tão rápido quanto seu pensamento, mas no real, e “na real”, encontram em casa um vazio impossível de preencher e na escola uma pasmaceira de dar dó. Aí dá no que deu e no que tem dado sempre. Revolta e violência. Tem como reverter esse processo? Ah, tem. Só que sair do gabinete para encarar o que ontem era a criança e hoje é o monstro inimigo, nem pensar. Dá trabalho e leva tempo. Há que ter disponibilidade e oferecer generosidade, e isso é coisa que o dinheiro não compra. E então, você sabe tanto quanto eu, o que é que tem acontecido. Alunos surram professores, ameaçam-nos de morte, destroem escolas, curram colegas, andam armados, consomem drogas nas dependências de ensino e o que é que se faz? O mesmo que se faz nas cadeias. Decide-se reconstruir o destruído -porque isso sim o dinheiro compra. Que vergonha! O educador foge do educando porque nem sabe como chegar nele. Finge que nada aconteceu e volta a roncar sua matéria, esperando por um sinal libertador. Reclama antes, durante e depois. Valha-nos Deus!

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

Ouça aqui este texto na voz da autora”:


Maria Lucia Solla
é terapeuta e professora de inglês e tira os domingos para escrever aqui no blog e nos perguntar “por quê ?!”

Eu tenho um sonho

O comentário de Wálter Maierovitch, no Justiça e Cidadania, nesta semana, sobre a eleição de Barack Obama, me dá oportunidade de apresentar a você, neste blog, gravação que marcou o início da cobertura da eleição dos Estados Unidos, na Rádio Guaíba de Porto Alegre. A emissora gaúcha, onde comecei minha carreira, fez homenagem ao líder Martin Luther King, reproduzindo o mais lembrado dos discursos da história americana. A tradução para o português é apresentada por Mílton Ferretti Jung, pai e mestre deste que lhe escreve:

Pombos e e-mails não correm mais risco

Você acompanhou neste blog reprodução do debate que ocorreu no CBN São Paulo sobre intenção do Correios de proibir a entrega da conta de água pelos funcionários da Sabesp que fazem a leitura do hidrômetro na sua casa, em São Paulo. Ouvintes-internautas logo se posicionaram nesta discussão e houve quem de maneira bem humorada apresentasse seu medo de que os carteiros passassem a atacar os pombos-correio no momento em que levassem as missivas. Mais ainda: que a empresa decidisse impedir o envio de mensagens eletrônicas já que o monopólio das entrega postal era do Correios.

Brincadeira é lógico, com graça. A sem graça, foi a ação na justiça do Correios.

Neste sábado, a insensatez acabou, parcialmente. Os funcionários da Sabesp voltaram a entregar a conta de água, na zona norte da capital, devido a decisão do desembargador Fábio Prieto de Souza, da 4.ª Turma do Tribunal Regional da 3.ª Região, que concedeu efeito suspensivo no agravo da Sabesp contra liminar obtida pelo Correios.

Com essa decisão a Sabesp pode continuar a prestar os seus serviços à população, medindo e entregando as contas de água aos consumidores.

Interessante no texto da decisão do desembargador é a lucidez em favor da tecnologia:

“Ressaltadas, repita-se, a natureza jurídica da utilidade e a qualidade das partes vinculadas ao serviço de água e esgoto, não parece possível a submissão do tecnológico e eficiente (destaque em negrito no despacho) sistema de apuração e entrega de conta de consumo ao ritual burocrático e pedestre (destaque em negrito no despacho) pretendido pela defesa do monopólio postal”.

“Não parecia razoável o entendimento que a Sabesp deveria dar às costas ao usuário, envelopar o documento e remetê-lo ao local da prestação do serviço”.

“Parece claro que a imposição de ineficiência operacional implicaria um acréscimo de custos econômicos suplementares desnecessários em manifesta ofensa ao Código do Consumidor”.

“Não pode o alegado monopólio postal enclausurar os benefícios tecnológicos disponibilizados ao consumidor de serviços essenciais”