Foto-ouvinte 2: Pizzaria “planta” lenha na calçada




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A calçada da Pizzaria Juan de Marco foi transformada em depósito de lenha que mais tarde deverá ir para o forno. A casa fica na rua Luiz Gonzaga de Azevedo, próximo da Ponte do Morumbi. O autor da foto é o ouvinte-internauta Sérgio Gigli que escreve: “ao invés de plantar uma árvore na calçada colocou logo uma floresta inteira, ou boa parte dela”.

Foto-ouvinte 1: E vem chuva por aí


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A seqüência de imagens da chuva que se aproximava do centro de São Paulo é do ouvinte-internauta Léo Pinheiro que acompanhou a cena da sala que ocupa no prédio da Câmara Municipal de São Paulo. De acordo com Léo, após o primeiro sional no horizonte, o temporal chegou rapidamente na região. O intervalo entre uma foto e outra não passa de três minutos

Monopólio postal: Correios dá tiro no pé, diz professor

O Correios denuncia a Sabesp de estar cometendo crime ao entregar a conta de água com equipe própria já que entende que este é um serviço postal que, por lei, deve ser realizado pela empresa federal. No entanto, comete o mesmo erro ao transferir para particulares a captação de correspondência. Portanto, o Correios estaria dando um tiro no pé.

A conclusão é do professor de Direito Constitucional da PUC-SP Pedro Serrano, entrevistado pelo CBN SP, sobre debate entre Correios e Sabesp que impede a entrega da conta de água para mais de 90 mil moradores da zona norte da cidade de São Paulo:

Para entender melhor este assunto, ouça as entrevistas com o Correios e a Sabesp postadas neste blog, ontem.

Unicef vai fiscalizar política para crianças no Governo Kassab

No bairro do Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, a mortalidade infantil é de 17 para cada mil crianças nascidas vivas. Em Pinheiro, na zona oeste, é de seis para cada 1.000. Combater esta desigualdade é uma das metas que o prefeito Gilberto Kassab assumiu durante a campanha eleitoral e agora será cobrado pelo Unicef.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância lança na capital paulista a Plataforma dos Centros Urbanos que tem como intenção garantir os direitos de crianças, adolescentes e suas famílias.

No CBN São Paulo, a coordenadora do Unicef em São Paulo Ana Penido comentou sobre três temas que estão no noticiário nestes dois últimos dias: a Caverna da Bandeira usada de refugio para 30 crianças no centro da cidade; a morte do rapaz de 23 anos por um segurança das Casas Bahia; e a violência na Escola Estadual Amadeu Aguiar:

Leitores aprovam edição falsa do New York Times

B-roll of fake New York Times Distribution, November 12, 2008 from H Schweppes on Vimeo.

Protesto promovido por um grupo chamado Yes Men que anunciou o fim da guerra do Iraque em uma edição falsa do jornal The New York Times foi bem recebido por leitores. Os cerca de 1,2 milhão de exemplares entregues de graça fizeram alguns americanos acreditar na manchete da primeira página. Nas 14 páginas do NYT pirata era possível encontrar notícias como um processo por traição contra o presidente dos Estados Unidos George Bush.

Detalhe: a edição é de 4 de julho de 2009.

Os Yes Men é identificado como um grupo liberal. Eles foram retratados em um livro e um documentário em 2004, e também já se fizeram passar por executivos da ExxonMobil e do Conselho Nacional do Petróleo para discursar numa conferência canadense sobre o petróleo.

Educar é melhor do que punir, diz Núcleo de Violência

Para a socióloga da USP Caren Ruotti a violência na escola ocorre em diferentes dimensões, desde o tratamento entre alunos que se inicia em tom de brincadeira mas se transforma em humilhação até no distanciamento do professores às demandas dos estudantes.

Co-autora do livro “Violência na Escola – um guia para pais e mestres” ela foi entrevistada pelo CBN São Paulo para falar sobre o que ocorreu na Escola Estadual Amadeu Aguiar, na zona leste da capital:

Violência na escola não será discutida em sala de aula

Marco Antônio volta à sala de aula na segunda-feira. Terá ficado cinco dias em casa de folga desde que a escola em que estuda foi alvo de vandalismo e colegas vítimas de agressão física. Assim que chegar no prédio ainda verá resquícios da violência provocada por colegas. E talvez não encontre alguns deles que não comparecerão porque correm risco de serem punidos ou por medo.

Quando começar a aula de matemática a professora abrirá a cartilha e começara a despejar sobre os alunos novas fórmulas; a de português chamará atenção para a importância da coerência no texto; o de história talvez lembre das revoluções que marcaram o Brasil Colonial.

“E a briga que rolou aqui, professora ?”

A professora talvez olhe para o caderno sobre a mesa em busca de uma resposta. Depois de alguns segundos se voltará ao quadro negro e seguirá a cartilha. Afinal, falar sobre o que aconteceu com a comunidade escolar não é assunto para a sala de aula.

O personagem acima eu é que inventei. O roteiro do aluno, também. Já o fim da história é de autoria do chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Educação Fernando Padula entrevistado no CBN São Paulo. Ele falou sobre os atos de vandalismo e agressão física que ocorreram na Escola Estadual Amadeu Amaral, no Belém, na zona leste de São Paulo, nessa quarta-feira.

Na entrevista deixou claro que as principais atitudes da Secretaria em relação ao caso são punitivas. Em nenhum momento demonstrou interesse em discutir as questões pedagógicas que devem ser adotadas para se evitar que novos confrontos ocorram. E foi taxativo: esse não é um assunto para ser discutido em sala de aula.

Sei que a responsabilidade da violência escolar não é culpa de um só fator. Seria tornar pequena demais a discussão. Mas ao ouvir a opinião do representante da Secretaria Estadual da Educação passei a entender melhor por que casos como o da Amadeu Amaral acontecem.

Ouça a entrevista com Fernando Padula:

Lucia Hippolitto é nova âncora na CBN Rio

Cientista política, historiadora e jornalista “temporona” – conforme ela própria se define -, Lucia Hippolito assumirá a apresentação do CBN Rio, na segunda-feira, dia 24. Ela estará no comando do programa que é a versão carioca do CBN São Paulo e vai ao ar das 9h30 ao meio-dia.

A caminhada da Lucia no jornalismo é interessante porque começou há pouco tempo e conseguiu um destaque que impressiona. Em 2007, já levantava o primeiro prêmio Comunique-se como melhor jornalista política em mídia eletrônica. Foi, também, três vezes vencedora do Troféu Mulher Imprensa, na categoria comentarista de rádio, além de diversos prêmios no trabalho de cobertura política.

Lúcia seguirá com os comentários políticos no Jornal da CBN e na Globonews.

Brasileiríssimos!

Ailin Aleixo fecha a semana com pratos verde-amarelos nas mesas paulistanas:

Cordel

Fazer uma cozinha pernambucana de pegada contemporânea é a proposta bem sucedida deste simpático restaurante. É lugar para se fazer uma refeição comprida, de várias etapas, sem olho no relógio. Comece pelos petiscos: o caldinho de gerimum (ou abóbora, se preferir) não tem dia certo para aparecer e vai muito bem na combinação ele ela, ou seja, com uma dose de cachaça junto. Mas fique de olho peça uma pinga artesanal, pois a escolhida pela casa, sabe-se lá por que, é uma marca bacana, só que industrializada. Agora vamos às entradas. Tem baião de dois, escondidinho de charque, arrumadinho (charque com feijão de corda)… sim, essas são apenas as entradas. Na lista dos principais, a conversa fica ainda mais séria. A picanha de sol na chapa, acompanhada de macaxeira (frita ou cozida), farofa, feijão de corda e vinagrete, alimenta duas pessoas e deixa gosto de quero mais. Encerre o repasto com uma sobremesa famosa em todo território pernambucano, mas difícil de encontrar por aqui. Trata-se do capote, composto de uma grossa fatia de queijo de manteiga, bem amarelo e torradinho na chapa, sobre doce de banana, tudo salpicado de açúcar e canela..
R. Aspicuelta, 471, Vila Madalena, 3375-0471

Sobaria

Engana-se quem imagina que sobá é apenas coisa de cardápio de japonês. A receita trazida pelos imigrantes de Okinawa também virou comida típica de Campo Grande. Naquelas bandas, se come sobá em barraquinhas de rua e nas casas especializadas, as sobarias. Inspirado nos sabores da sua terra, o campo-grandense Jean Rodrigo Haddad abriu esse restaurante de comida sul-mato-grossense. Para garantir a autenticidade, todos os ingredientes vêm daquele estado: a massa, as carnes, os peixes e a lingüiça de maracaju, um embutido de picanha, fraldinha, filé mignon, suco de laranja azedíssima, alho e cebola, servida com mandioca amarela cozida, shoyu e vinagrete. Outra pedida obrigatória é a sopa paraguaia, na verdade um bolo de milho com queijo e cebola. Estava um pouco sequinho, porém saboroso. E o sobá? O prato feito com macarrão artesanal de trigo sarraceno, omelete e cebolinha ganha quatro versões: lombo bovino, filé mignon, cogumelos e camarão de água doce. Acrescente shoyu e gengibre, para dar um gostinho ainda melhor ao caldo. Não perca a chance de provar o tererê, bebida gelada de erva-mate com gotas de limão, servida na guampa – recipiente fabricado com parte do chifre bovino. Fecha nos dias 24, 25, 31 e 1º.
R. Áurea, 343, Vila Mariana, 5084-8014
SP