É feriado, tem marcha contra à corrupção

 

Feriado nacional é dia para protestar. Tem sido assim desde o Sete de Setembro quando assistimos à primeira manifestação contra a corrupção organizada pelas redes sociais. E assim será ao comemoramos a Proclamação da República, nesta terça-feira. A convocação ocorre em ao menos 35 cidades de 15 estados, sendo que em São Paulo o encontro se dará no vão livre do Masp, na avenida Paulista, às 14h. Um dos grupos que chamam os paulistas para o protesto sugere o uso da cor preta e faixas com as seguintes palavras de ordem:

Ficha limpa, Já !

Abaixo a Impunidade

No Congresso, só voto aberto

Não ao foro privilegiado

CNJ sem amarras

Por falar em política e a reforma necessária, soube pelo Thiago Ermano, do Movimento #Euvotodistrital que o relatório do deputado Henrique Fontana (PT-RS), da Comissão da Reforma Política, que deveria ser votado semana passada seguirá aguardando decisão dos parlamentares. Há previsão de voto para logo após o feriado, no dia 16, o que duvido muito pois a maioria dos deputados vai permanecer em suas cidades em lugar de debater os assuntos, em Brasília.

Não se vota a reforma política nem os projetos de combate à corrupção, no Congresso Nacional. Parece que vão esperar as manifestações engrossarem nas ruas brasileiras para, então, reagirem.

Abacaxi na Câmara e Adote um Vereador no Pátio

 

Abacaxi na Câmara Municipal

Um sem-teto, com ar de tristeza, descansa com o saco de abacaxi no cola, diante da Câmara de Vereador de São Paulo, na manhã de sexta-feira. De acordo com nosso colaborador Devanir Amâncio, da ONG EducaSP, ele não sabia nada sobre as ações dos vereadores: “Lá dentro é uma gritaria só. O café é amargo, o leite estava com gosto de azedo”.

Hoje, sábado, é a vez do pessoal do Adote um Vereador descascar o abacaxi em seu encontro mensal, no Pátio do Colégio, das duas às quatro da tarde. Quem estiver interessado em ajudar na tarefa, é só comparecer por lá. É de graça. Ou melhor, tem que pagar o cafezinho.

Itu pressiona vereadores por incentivo à indústria

 

Os 12 vereadores de Itu serão alvo de campanha organizada pela sociedade para aprovação de projeto de lei que garante incentivos fiscais às indústrias que se instalarem na cidade paulista. Cidadãos organizados em torno da ideia do Adote um Vereador decidiram convidar outros moradores a enviar e-mails aos parlamentares pedindo o apoio para a ideia que, segundo eles, “pode beneficiar as empresas já existentes e ajudar a trazer novas empresas”. Na mensagem que pretende mobilizar a cidade, os integrantes do movimento lembram que a Câmara Municipal é “a linha de frente de qualquer cidade, onde estão as pessoas que nos representam … nós somos os chefes deles e precisamos estar presentes”

No e-mail que foi repassado ao Adote Um Vereador_SP por Jefferson Fernando está o texto completo do Projeto de lei de incentivo as indústrias e a relação dos vereadores com endereço eletrônico para onde podem ser enviadas as mensagens. Se você é de Itu, leia o texto do projeto de lei, entenda a intenção do prefeito Herculano Castilho e mande seu recado aos vereadores justificando sua opinião a favor ou contra a ideia.

Adauto Gonçalves PR 
vereadoradautoautoescola@yahoo.com.br  
Dito Roque PSDC 
ditoroque@hotmail.com
http://ditoroque.blogspot.com/
Dr. Emerson Cury 
PTB 
assessoria.dr.emerson@gmail.com  
Fátima Scavaccini PV 
fátima.scavacini@bol.com.br
Giva PV 
givaitu@hotmail.com
http://www.givaitu.com.br/  
Guilherme Gazzola PPS 
contato@guilhermegazzola.com.br
http://www.guilhermegazzola.com.br/
Luiz Costa DEM 
vereadorluizcosta@yahoo.com.br  
Nair Langue PRB 
vereadoranairlangue@hotmail.com
Neto Belici PP 
vereador@netobeluci.com.br  
Rick Schmidt 
PDT 
vereadorrick@gmail.com
http://www.rickitu.com.br/
Serginho da Saúde 
PP 
sergioluiscorsi@hotmail.com  
Sérgio Castanheira 
PV 
dr.sergiocastanheira@terra.com.br
http://drsergiocastanheira.blogspot.com/

Pressão faz vereadores de Vila Velha rever aumento de salário

 

Quando insistimos com a ideia de que a pressão da opinião pública pode mudar a política brasileira tem quem seja descrente. E há muitos fatos que justificam este comportamento. De vez em quando, porém, somos surpreendidos com atitudes que nos incentivam a seguir defendendo a presença do cidadão no Legislativo. Em Vila Velha, no Espírito Santo, os vereadores decidiram recuar no aumento de salário e de vagas que haviam aprovado há algumas semanas depois da repercussão negativa na sociedade e na mídia.

A Câmara Municipal de Vila Velha havia reajustado o salário dos vereadores de R$ 7.430 para R$ 12 mil, valor que seria pago a partir de 2013. A nova legislatura também contaria com 21 vereadores em lugar dos atuais 17, em aumento permitido por lei aprovado no Congresso Nacional que levou os legislativo municipais de todo o Brasil a recalcular o número de parlamentares. Nesta semana, o presidente da Câmara, Ivan Carlini (PR), teve de explicar as duas decisões em entrevista ao jornalista Mário Bonella, do Bom Dia Espírito Santo, da TV Globo, e protagonizou uma das performances mais caricatas que já vi nestes últimos tempos.

A imagem dos vereadores da cidade capixaba não anda muito bem desde que tiveram seus nomes envolvidos no Escândalo da Moqueca, no qual auditoria do Tribunal de Contas do Estado identificou gastos irregulares de R$ 1,1 milhão com as verbas de gabinete, em 2009. Parte do dinheiro comprou moqueca, casquinha de siri e doces. O presidente da Casa, por exemplo, pagou R$ 466 em bombons, dinheiro que, segundo ele defendeu na entrevista ao Bom Dia Espírito Santo, foi muito bem gasto, pois as guloseimas serviam para atender melhor o povo que vai até o gabinete – e os jornalistas e auditories do TCE, também.

Não deixe de assistir a reportagem que você acessa neste link

Inúmeras reclamações levaram o prefeito Neucimar Vargas a se reunir com um grupo de vereadores, nessa segunda-feira. De lá, os parlamentares saíram convencidos de que o melhor era recuar e cancelar o reajuste de 61,8% nos vencimentos e o aumento no número de vagas, na Câmara. De acordo com Neucimar foi possível mostrar aos parlamentares de que a cidade não teria condições financeiras para arcar com o custo que as duas mudanças provocariam. A decisão deve ser ratificada em sessão, quinta-feira, na Câmara.

Mesmo quando voltam atrás, os vereadores de Vila Velha revelam um traço comum e triste de parte dos Legislativos, no Brasil, que é a forte relação que mantém com o Executivo, apesar de serem poderes que deveriam atuar de maneira independente. Destaco que isto não é privilégio da cidade capixaba, nas capitais brasileiras e no Distrito Federal o cenário é muito semelhante.

Há uma semana, a indignação do eleitor fez com que surgisse o primeiro vereador “adotado” em Vila Velha. A iniciativa foi do ouvinte-internauta Jonas Lorenzini que decidiu acompanhar e fiscalizar o trabalho do vereador Almir Neres (PSD), também citado no Escândalo da Moqueca.

Que novos cidadãos sigam esta ideia.

Divulgação de mandato não é propaganda

 

Por Antônio Augusto Mayer dos Santos

Aproxima-se o processo eleitoral e com ele as inevitáveis confusões de interpretação sobre temas comuns do cotidiano. No entanto, é preciso lembrar que algumas relações são mais claras do que o óbvio. Neste aspecto, uma paranóia que ocorre com freqüência está na divulgação das atividades do mandato.

É essencial lembrar aos mais afoitos ou críticos pela crítica que se vive num país democrático cuja regra básica das atividades públicas é – ou deveria ser – a transparência. Por outra, também é necessário ter presente que os políticos não são todos iguais. Na condição de mandatários, os representantes eleitos tem não o direito mas dever de prestar contas das suas atividades e ações políticas.

De acordo com a legislação eleitoral, os parlamentares no exercício do mandato podem divulgar os seus atos públicos sem que isto caracterize propaganda antecipada ou abuso, desde que não se mencione a possível candidatura ou se faça pedido de votos ou de apoio eleitoral. Neste cenário, a modalidade mais difundida é dos boletins impressos ou eletrônicos. Se o informativo, ainda que ilustrado por fotografias, declarações ou opiniões de terceiros não fizer referência sobre o pleito que se anuncia, se não mencionar candidaturas e não desenvolver apologias de votos ou apoios, requisitos tidos como indispensáveis para a caracterização da propaganda eleitoral, não há que se falar em punição. Somente os excessos e desvios de finalidade é que estão submetidos à repressão da Justiça Eleitoral.

Também a manutenção de site pessoal na internet ou perfil biográfico hospedado no endereço eletrônico do Executivo ou Legislativo contendo o currículo do mandatário não caracteriza propaganda vedada. Segundo inúmeras decisões do Tribunal Superior Eleitoral, “entende-se como ato de propaganda eleitoral aquele que leva ao conhecimento geral, embora de forma dissimulada, a candidatura, mesmo apenas postulada, e a ação política que se pretende desenvolver ou razões que induzam a concluir que o beneficiário é o mais apto ao exercício de função pública. Sem tais características, poderá haver mera promoção pessoal – apta, em determinadas circunstâncias, a configurar abuso de poder econômico – mas não propaganda eleitoral”.

Por outra e sempre tendo em vista o regime democrático, é incontroverso que ao divulgar as suas atividades, projetos ou similares, o parlamentar está se promovendo. Mais: é evidente que a propagação de seus trabalhos e atuação estão diretamente ligados a sua pessoa. Portanto, é inexorável ocorrer a projeção pessoal do protagonista. Contudo, não há que se confundir propaganda pessoal com propaganda eleitoral.

Sendo de relevo crescente a exigência da sociedade por transparência nas ações dos agentes políticos e dada a disseminação e inequívoca utilidade dos endereços eletrônicos dos Parlamentos na internet, este serviço não caracteriza publicidade institucional e tampouco propaganda eleitoral antecipada.

Assim, ainda que possa haver dificuldade de entendimento ou aceitação por alguns, o TSE, num voto proferido pelo Ministro Gilmar Mendes, já decidiu que “Um político que não possa dizer que está engajado em uma determinada atividade ou que defende certas idéias, sem dúvida, não é digno dessa atividade”.

Antônio Augusto Mayer dos Santos é advogado especialista em direito eleitoral, professor e autor dos livros “Reforma Política – inércia e controvérsias” (Editora Age) e “Vereança e Câmaras Municipais – questões legais e constitucionais” (Editora Verbo Jurídico). Às segundas, escreve no Blog do Mílton Jung.

Deputado tira placa que feria Lei Eleitoral

 

Apesar de garantir que não feria a Lei Cidade Limpa e a Lei Eleitoral, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB) recuou e decidiu retirar a placa que estava na fachada do escritório político dele, na Avenida Eng. George Corbisier, 1127. A denúncia do uso indevido do material em local onde atende eleitores foi feita por um colaborador do Adote um Vereador que nos informou que a publicidade foi sacada na noite de quinta-feira. A prefeitura de São Paulo, em nota, avisou que a subprefeitura da região iria ao local para identificar se havia alguma irregularidade. Mas depois não deu nenhuma informação sobre as medidas adotadas.

Veja como ficou:

Deputado tira propaganda

Veja como estava:

Deputado faz propaganda

‘Conselheiro cidadão’ no TCM para conter dívida de SP

 

Pacaembu

No ano que vem, a cidade de São Paulo terá oportunidade de viver um momento muito rico. Refiro-me a riqueza de obras e criatividade. As obras estarão a cargo do prefeito Gilberto Kassab (PSD) que vai botar cada tostão dos nossos impostos para eleger seu sucessor – seja ele quem for. A criatividade será dos candidatos a prefeito que apresentarão planos mirabolantes e ideias geniais para resolver todos os nossos problemas. Nenhum nem os outros darão a menor pelota para o fato de a dívida da prefeitura bater a casa dos R$ 60 bilhões, conforme cálculo do consultor Stephen Kanitz, ou R$ 48 bilhões, nas contas do Tesouro Municipal. Para ter ideia do quanto isso representa: o Orçamento de 2012 previsto pela prefeitura é de apenas R$ 38 bilhões.

Esta conta começou nos descontroles dos prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta que tiveram de renegociar os R$ 11 bilhões de dívida que a cidade tinha com a União. Ao não cumprir com parte de suas obrigações nos governos seguintes, este valor simplesmente explodiu e, mantidas as regras atuais, o subsecretário do Tesouro Municipal, Rogério Ceron, diz que é impossível fechar a conta.

Para não me alongar nesta matemática, explico o problema da seguinte maneira: São Paulo está no cheque especial há muito tempo, recebe bem menos do que tem para pagar, os juros são absurdos e os gastos somente aumentam. Você conhece alguém mais que passa por esta situação? Em lugar de economizar, damos benefícios para construir estádio de futebol e reservamos dinheiro para túneis e avenidas que não resolverão o problema da mobilidade.

Saiba como o “conselheiro cidadão” pode ajudar no combate a dívida de SP lendo o artigo completo no Blog Adote São Paulo, da revista Época São Paulo

Deputado faz “propaganda” e atende eleitor

 

Propaganda eleitoral ilegal

A pouco mais de 2,5 km do Cartório Eleitoral da 320ª Zona Eleitoral, no Jabaquara, São Paulo, o escritório do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá (PTB), que fica na Avenida Eng. George Corbisier, 1127, mantém instalada uma faixa com foto e número da legenda do parlamentar, segundo revela um colaborador do Adote um Vereador. No escritório, sediado na zona sul da capital, o deputado presta atendimento à população. Aos sábados, o local é procurado por dezenas em busca de encaminhamentos médicos, vagas para empregos e outros auxílios. De acordo com populares, o cartaz substitui um semelhante, que estava gasto.

Segundo a Lei Eleitoral, a prática do parlmentar é considerada propaganda antecipada (ou seria atrasada?) – já que não estamos em ano de eleições. Faria de Sá foi reeleito deputado federal em 2010 pela sexta vez.

O exemplo de Jaraguá e outras cidades

 

Antonio Knopf
Ouvinte-internauta do Jornal da CBN

Sou morador de uma pequena cidade do médio vale do Itajaí, Indaial, próxima de Blumenau, onde está ocorrendo uma das maiores festas da América Latina, a Oktoberfest simplesmente indiscritível. A discussão sobre a emenda parlamentar que permite o aumento no número de vereadores, teve repercussão nacional devido a manifestação das entidades organizadas da cidade de Jaraguá do Sul, no norte de Santa Catarina. Ali, a vontade das entidades e da comunidade foi atendida. O número de vereadores permaneceu o mesmo, pois se entendeu que havia outras prioridades: saúde, educação e segurança pública.

Com o sucesso alcançado em Jaraguá do Sul, as demais cidades próximas também se organizaram no sentido de se manifestar contra este aumento. Aqui na minha cidade, Indaial, onde vivem 54.794 pessoas, já tinha ocorrido a primeira votação, que autorizava o aumento de 11 para 15 vereadores. Efetuaram-se enquetes e a comunidade manifestou-se contrária – 92,8% disseram não. Na segunda votação, em 20 de setembro, os nobres vereadores decidiram ficar no meio do caminho: ampliaram para 13 vagas, na Câmara, contrariando a expectativa da maioria do povo indaialense.

O mais constrangedor foram os argumentos apresentados no sentido de justificar este aumento:

Que não haverá mais despesas. O que é inadmissível, pois ninguém trabalhará de graça. E os assessores? As despesas de ofício? O repasse para o legislativo, por tratar-se de município de até 100.000 habitantes é de 7% .

– Melhoria da representetividade. Outra enganação. Faço um paradoxo a cidade de São Paulo (capital) com mais de 11 milhões de habitantes. Seriam, então, necessários 2.946 vereadores? Inadmissível.

Na verdade, o que estes nobres parlamentares pretendem é reduzir o coeficiente eleitoral para que, com menor quantidade de votos, possam se eleger, contando então com os votos da legenda.

Alegaram, também, que o problema relacionado a contenção de despesa está vinculado aos cargos de confiança e/ou comissionados. Resta-me outro questionamento: por que não estabelecer regras claras na lei orgânica do município, quanto a estas contratações? Lei orgânica é de “exclusividade”do “Poder Legislativo”, mas sabem por que não o fazem? Simples, usam como moeda de troca para empregar, acomodar seus cabos eleitorais.

Em  tempo: Blumenau com seus 309.214 habitantes permanecerá com os atuais 15 vereadores; poderiam ser 23 mas atenderam a pressão popular.     

Cidadão adota vereador do Escândalo da Moqueca

                                              

 

Há pouco mais de um ano da eleição municipal, cidadãos começam a pensar como melhorar o legislativo de sua cidade. Incentivado pelo Adote um Vereador, o ouvinte-internauta Jonas Lorenzini decidiu fiscalizar o trabalho legislativo do vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Velha (ES), Almir Neres (PSD). Não precisou muito esforço para descobrir que o nome de seu “adotado” fazia parte de lista de vereadores suspeitos de participarem do Escândalo da Moqueca:

“Levantamento feito pelo Tribunal de Contas na Câmara de Vila Velha, referente ao ano de 2009, apontou gastos irregulares no valor de R$ 1,1 milhão. Entre as despesas dos parlamentares com a verba de gabinete de R$ 7 mil tinham pagamento de casquinhas de siri, moqueca e churrasco” – registra reportagem no site da Rádio CBN de Vitória.

Jonas pede algumas dicas para desenvolver seu trabalho de cidadão. E eu aproveito para reforçar a receita simples do Adote um Vereador:

1. Escolha o nome de um vereador;
2. Levante informações sobre ele no Google, nos jornais, nas emissoras de rádio e nos programas de televisão;
3. Procure dados sobre o vereador no site da Câmara: projeto de lei, presença em plenário, participação em comissões, gastos com verba indenizatória;
4. Mande e-mail e faça perguntas sobre planos para a cidade e outros assuntos que sejam do seu interesse;
5. Ligue para o gabinete e peça explicações sobre o comportamento dele;
6. Publique estas informações em um blog;
7. Divulgue seu blog nas redes sociais

Importante, também, que o “padrinho” dê sua opinião sobre os temas publicados no blog, exercitando sua capacidade de reflexão. Todo este conteúdo ajudará outros eleitores a pensar melhor sobre o seu voto na próxima eleição.

Um último recado para o Jonas: não deixe de nos avisar quando seu blog estiver no ar para que nós possamos inclui-lo na rede do Adote um Vereador