Câmara tá com a caçamba cheia

 

Lixo da Câmara Municipal SP

Por Devanir Amâncio
ONG Educa SP

O lixo que sai de uma obra da Câmara Municipal de São Paulo está transbordando em duas caçambas(20/9), em frente ao número 211 da rua Santo Antônio, entrada oficial dos vereadores. O mau cheiro está insuportável.

Um gari disse: “A gente  já varreu umas três vezes hoje ao redor dessas caçambas…daqui a pouco tem lixo no chão. Fui falar com o pessoal da portaria para retirar as caçambas. ..o homem disse: – gari , vai cuidar do seu serviço”.
 
O morador de rua Cristiano Leandro Brás, 23 anos, revirava  uma delas  em busca de pedaços de madeira para fazer caixa de engraxate.
 
“Pode me chamar de Negrinho !.. Todo mundo me chama assim.  Sou filho de Araraquara,interior de São Paulo. Estou na rua um tempão… frequento o SEFRAS (Serviço Fraciscano de Solidariedade) na  Riachuelo. Fotografar? Pode!.. Minha Ficha é Limpa. O que pode acontecer é minha família descobrir  o meu paradeiro.”
 
Agora o outro lado (publicado às 17h43)     

“A respeito da reclamação encaminhada pelo Sr. Devanir Amâncio, da ONG Educa São Paulo, esclareço:
 
As duas caçambas citadas pertenciam à empresa contratada para execução de serviço de remoção de entulho, deixado por obra em andamento na Câmara Municipal de São Paulo.
Elas foram retiradas no mesmo dia 20 de setembro que o ouvinte faz referência. Não continham lixo, somente entulho de obra.
A empresa contratada colocou uma nova caçamba. Foi advertida para que seus funcionários adotem todas as medidas destinadas a manter limpo o local ao redor da caçamba.  
 
Assessoria de Imprensa da Presidência da Câmara Municipal de São Paulo”
                                 

Adote um Vereador destacado em jornal do NE

 

Webcidadania

A dificuldade que partidos e políticos têm encontrado para explorar de maneira apropriada a internet se contrapõe ao uso que o cidadão faz das ferramentas que tem à sua disposição. Quem reforça esta ideia que tenho há algum tempo, é o jornalista Charles Cadé, consultor e especialista em redes sociais, em entrevista ao jornal Diário do Nordeste – indicada ao Blog por Claudio Vieira pelo Twitter

Dentre as várias experiências que permitem a participacão política dos usuários da rede, apontadas na reportagem, Cadé destaca o trabalho do Adote um Vereador e o jornal explica que a ideia do projeto desenvolvido em São Paulo “é o usuário acompanhar o mandato do parlamentar e postar, em uma plataforma tipo enciclopédia virtual, todas as ações referentes ao mandato do vereador da Capital”.

Cadé constata que “O cidadão não pode participar da democracia só de dois em dois anos, com o voto. Esse trabalho de engajamento deve ser diário. É realmente um grande desafio”.

Veja outros projetos citados pelo Diário Do Nordeste:

Eleitor2010

Espaço para que o internauta acompanhe detalhes da legislação e dos crimes eleitorais e denuncie qualquer prática criminosa, apontando no mapa (Google Maps) os locais em que ocorreram os atos ilícitos.

Sem Sujeira

O blog posta imagens de poluição visual nas cidades e, nestas eleições, está se dedicando a mostrar as propagandas visuais irregulares de muitos candidatos.

Extrato Parlamentar

A intessante plataforma submete o internauta a um questionário sobre temas atuais e projetos de discussão nacional e traça um perfil dele com o dos candidatos do estado que ele indicar na consulta.

Vote na Web

O site submete à votação dos internautas os projetos que estão sendo discutidos no Congresso Nacional. O cidadão pode votar pela web.

Google Eleições 2010

Por meio da página, o eleitora tem acesso à nota dos principais candidatos a presidência da República. É só indicar o presidenciável e o mapa mostra o destino dos candidatos.

Vereadores querem publicidade de novo site

 

Site da Câmara de Vereadores

Pompa e circunstância para a apresentação do novo site da Câmara Municipal de São Paulo, mas o serviço somente estará no ar em outubro. E enquanto a página da casa na internet se mantém “estática”, nos corredores a discussão é o uso dos R$ 17 milhões que os vereadores separaram no Orçamento do legislativo para pagar uma agência de publicidade.

O vice-presidente da Câmara, vereador Dalton Silvano (PSDB), disse em entrevista ao CBN SP, que o único custo que o site terá é o de manutenção: R$ 75 mil por mês. O desenvolvimento dele foi feito de graça pela agência de publicidade.

O que Silvano não disse é que vereadores estudam a possibilidade de usar boa parte do dinheiro destinado à comunicação da Casa – os tais R$ 17 mi – para divulgar o site. Sob a justificativa de dar publicidade ao novo serviço da Câmara Municipal seria feita campanha com anúncios em rádio e televisão. Importante lembrar que a agência de publicidade é remunerada com percentual sobre o custo das publicações nos meios de comunicação.

A promessa do vereador tucano é que o site dê transparência às informações da Câmara e melhore o acesso para o cidadão.

A foto é de autoria do Sérgio Mendes, do Adote um Vereador, durante lançamento do site, na Câmara Municipal

Site dirá se vereador está na Câmara e como votou

 

adoteSaber como o vereador votou em cada um dos projetos de lei em discussão e se ele compareceu nas sessões em plenário ou das comissões são algumas das informações que estarão disponíveis no site da Câmara Municipal de São Paulo que estará no ar, amanhã, dia 16 de setembro e foram antecipadas, hoje, ao CBN São Paulo.

De acordo com o vereador Dalton Silvano (PSDB), vice-presidente da Câmara, a intenção é tornar o site mais transparente e com ferramentas que permitam a participação do cidadão.: “teremos vários acessos de fora da Câmara para dentro”.

Orçamento, balanço financeiro, contratos e licitações devem ficar mais fáceis de serem acessados, disse Silvano. Além disso, haverá a lista com o quadro de pessoal, concursos realizados e nome de funcionários.

Ouça a entrevista com o vereador Dalton Silvano, no CBN São Paulo

A construção do site faz parte dos serviços de publicidade e divulgação desenvolvidos pela agência de comunicação contratada pela Câmara Municipal de São Paulo em um contrato de R$ 17 milhões. O legislativo pagará cerca de R$ 70 mil por mês para manutenção à Prodam.

O Movimento Voto Consciente e o Adote um Vereador fizeram sugestões à Câmara Municipal de São Paulo de serviços que deveriam estar presentes no site. A avaliação de quanto estas ideias foram aceitas pela agência que desenvolveu a página vai depender do que for ao ar.

Nos porões da Câmara Municipal

 

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Restos de móveis, marcas deixadas por vazamento e pedaços de patrimônio público estão aos montes na parte mais baixa da sede do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo. Na realidade, no que é conhecido por lá como anexo da Câmara, local pouco ou nunca visitado pelo cidadão que sustenta a Casa com os impostos que paga.

As fotografias foram apresentadas pelo Alecir Macedo (tem mais aqui) durante a reunião mensal do Adote um Vereador, que ocorreu sábado, no bar do Centro Cultural São Paulo, em torno de uma mesa cheia de café e água que, desta vez, ganharam a companhia de alguns pastéis, obra do financiamento obtido para o encontro. Calma lá ! Não é dinheiro público, não. Apenas grana tirada do bolso de um dos participantes, no caso o Mário Nogales.

Quanto de dinheiro está depositado nos porões da Câmara ? Esta foi uma pergunta que nos fizemos no bate-papo que durou cerca de duas horas e meia. É difícil saber a resposta, pois as contas da Casa não são transparentes a ponto de permitir que qualquer número esteja à disposição.

Surge uma esperança, porém. Cláudio Vieira recebeu a informação de que na quinta-feira, a Câmara apresentará seu novo site, mais moderno, mais ágil, mais … Será mais útil ? Vai depender do que os parlamentares decidiram em suas reuniões e as soluções oferecidas pela empresa contratada com o nosso dinheiro.

É consenso de que a página na internet tem de servir ao público, abrindo acesso a todos os serviços, dados e informações possíveis. Há três meses, o Adote um Vereador se reuniu e fez uma série de sugestões que foram publicadas aqui no Blog (leia). E se você não tiver tempo para ler o que escrevemos, saiba que o resumo da ópera era a defesa de um site cidadão.

Sérgio Mendes e Massào Uéhara também estiveram no encontro e falaram da experiência de visitar a Câmara em um dia de sessão. Semana passada, logo após o feriado, estiveram por lá em história que também já contamos aqui no Blog (leia). O vazio nas galerias, no plenário e de ideias chamou atenção de todos eles.

Para o cidadão é difícil entender como funciona a comunicação entre os parlamentares. Não bastasse a ausência da maioria, mesmo com registro no painel eletrônico, o que um discursa os outros não ouvem; as conversas paralelas parecem mais atraentes a eles; troca de provocações ocorrem de vez em quando.

Propaganda eleitoral

Como é que vai a campanha ? – grita Milton Leite (PMDB)
Só tem foto do seu filho – responde Penna (PV)

Sarcasmo do vereador-candidato verde em relação a avalanche de publicidade em favor dos filhos do peemedebista que usam a base eleitoral do pai na região sul para chegar na Assembleia e Câmara dos Deputados. Cartazes que algumas vezes estão em locais proibidos como no centro esportivo Tiradentes, no Grajau, que aparece na foto acima, que também chegou aqui graças a ação do pessoal do Adote. Consta que estes banners já foram recolhidos.

Pra fechar a conversa, além de acompanhar o site da Câmara, assumimos o compromisso de ficarmos de olho nas várias ferramentas interativas que levam o nome do Adote um Vereador. Todas podem ser encontradas no site Adoteumvereador.net. Também, vamos pensar na criação de um portal próprio – para o qual contamos com a colaboração de quem estiver disposto a nos ajudar.

Teve ainda a distribuição de adesivos do Adote e a satisfação de contarmos com a presença de Armando Italo, comentarista frequente aqui do Blog, que participou do encontro para ver como pode entrar nesta briga.

Hora de ir embora. Tchau, até mais, voltamos a nos conversar e …

Afinal, quanto de dinheiro está depositado nos porões da Câmara ?

Um dia na Câmara de Vereadores de São Paulo

 

Vereador discursa e plenario não presta atenção

Os três mosqueteiros e seus seguidores.

Claudio Vieira, Massào Uéhara e Sérgio Mendes, são três cidadãos paulistanos que acreditam no efeito da participação da sociedade na vida do legislativo. Por isso, aderiram a ideia do Adote um Vereador e conectados em rede passaram a tarde a informar, pelo Twitter, o dia de trabalho dos parlamentares paulistanos. À distância, Mário Nogales e Alecir Macedo retuitavam e trocavam informações

Logo que chegaram à Câmara souberam pela segurança que somente poderiam tomar assento nas galerias – espaço reservado ao público – após a chegada dos vereadores em plenário. Esperaram até que as portas se abrissem. Eram os três e mais duas pessoas ligadas ao Serviço de Zoonose.

“Quorum total: 5 cidadãos ! Pífia a presença do POVO” – escreveu Cláudio Vieira, o mais agitado dos três.

Convenhamos, nem pode ser diferente. Quem deveria incentivar a presença do cidadão no parlamento são os menos interessados. Quanto menos gente lá em cima a controlar, “mais” se pode fazer lá em baixo. Sem contar que boa parte das decisões tomadas na Casa é às portas fechadas em conversas de gabinete ou na reunião dos líderes, que o cidadão não tem o direito de assistir.

Painel da CMSP as 15h55

Cidadãos em seus postos e vereadores, também – ao menos no painel eletrônico. O número de presenças no placar, porém, não condizia com os gatos pingados que apareciam diante da mesa diretora. “Eles registram presença pelo leitor biométrico, na sala que fica ao lado do plenário, ou ao lado de um elevador próximo; depois sobem para seus gabinetes e ficam livres para voar, inclusive os que são candidatos podem sair a fazer campanha”, soube Cláudio.

Massáo decidiu, então, fotografar o plenário quase vazio no que foi interrompido por um policial militar que faz a segurança no local (deve ser para que o povo não invada as galerias). “Só com autorização do 8º andar”, disse a autoridade. Pouco satisfeito com a resposta, enquanto Massao seguia a fotografar, Sérgio foi ao céu – ou ao tal 8º andar, onde foi informado que por ser um popular (e do Adote), e não um jornalista, não precisava de autorização. O policial aceitou a resposta “mas ficou de longe, sem entender o que aqueles três malucos faziam ali”, relatou Cláudio.

Logo que vereadores souberam que a “imensa maioria” do público presente fazia parte do Adote um Vereador, reagiram. Alguns com simpatia acenavam lá de baixo, como Floriano Pesaro (PSDB) e Dalton Silvano (PSDB). “Escreve no Twitter que estou aqui”, disse este último. O presidente da Casa e candidato suplente ao Senado, Antonio Carlos Rodrigues (PR) retribuiu os cumprimentos recebidos de um dos populares que ocupavam as galerias.

Os debochados também marcaram presença. Milton Leite (PMDB) chegou quase no fim da sessão e fez piadinha: “Olha eu estou aqui, heim ! Podem me fotografar que estou aqui”. Nos bastidores, costuma dizer que quanto mais falam mal dele, mais ele fica popular.

Plenario da CMSP

Sessão encerrada. Encerrada ? Como ? E os projetos de lei a serem votados ?

Não havia quorum. Ou seja, não tinha vereador suficiente para que os trabalhos continuassem. É que apesar de haver mais ou menos 47 parlamentares registrados no painel eletrônico, apenas mais ou menos 17 estavam no plenário para votar. Na maioria das vezes, eles fazem vistas grossas e votam assim mesmo, no que chamam de votação simbólica.

Desta vez, porém, havia cinco cidadãos para contar a história.

96% dos projetos de deputados são de baixo impacto

 

adoteTem nota boa, sim. E tem muita nota ruim, também. Mas o maior problema dos deputados estaduais de São Paulo pode ser identificado quando se verifica os índices de produtividade nos quase quatro anos de mandato.

Dos 1.533 projetos que se transformaram em leis, 96% são de baixo impacto e se resumem a denominações de equipamentos públicos, inclusão de datas em calendário turístico, entre outros – segundo avaliação do Movimento Voto Consciente.

Não bastasse isso, o rendimento das comissões parlamentares é mínimo conforme levantamento feito pela ONG que fiscaliza a atuação na Assembleia Legislativa de São Paulo. Os encontros deveriam ocorrer às terças, quartas e quintas-feira, porém “a falta de quórum é gritante” disse Rosângela Giembinsky, coordenadora do Voto Consciente. Em média, as comissões fizeram 40 reuniões em três anos – pouco mais de 10 por ano. “Tem comissões que se reuniram cinco ou seis vezes em todo este tempo”, contou.

O resultado é preocupante a medida que a maioria dos deputados concorre à reeleição, ou seja pretende voltar ao parlamento apesar de não ter cumprido seu papel no atual mandato. Rosângela Giembinsky explica que “o levantamento do Voto Consciente tem a intenção de levar ao cidadão o trabalho do deputado dentro do parlamento”. Ela sugere que o eleitor também leve em consideração o que pensa, quais as ideias e a ação que este deputado realiza fora da Assembleia Legislativa.

Ouça a entrevista de Rosângela Giembinsky, do Voto Consciente, ao CBN SP


Veja aqui a nota dos deputados estaduais

Netinho e Timoteo criticam Voto Consciente na Câmara

 

adoteEnvolvido em sua campanha ao Senado, Netinho de Paula (PC do B) andava sumido das reuniões da comissão de constituição e justiça da Câmara Municipal de São Paulo. Um dia após a divulgação da avaliação de mandato feita pelo Voto Consciente, lá estava ele firme e forte ao lado dos demais parlamentares. Perdeu a hora, é verdade, mas se apresentou. E reclamou.

Assim que o vereador Floriano Pesaro (PSB) encerrou a explicação sobre projeto de lei que apresentou, o vereador-candidato fez uma referência ao colega, citou a avaliação da ONG e completou: “nós não temos que justificar nossos projetos a ninguém”.

Outro parlamentar que usou o espaço de discussão na Comissão para criticar o trabalho do Voto Consciente foi Agnaldo Timoteo (PR). Além de ter dito “não saber que projeto de lei tinha de ter impacto na cidade”, chamou acusou a ONG de ser demagógica e preconceituosa.

Veja aqui a nota que os vereadores-candidatos receberam na avaliação da ONG Voto Consciente

Veja nota dos deputados estaduais de São Paulo

 

adoteO Movimento Voto Consciente divulgou a avaliação de desempenho de 86 deputados estaduais de São Paulo, muitos dos quais concorrendo nesta eleição, seja para se manter no cargo seja para conquistar uma vaga na Câmara Federal. A média mais alta obtida por um dos parlamentares foi 7,92 do deputado Bruno Covas, do PSDB, enquanto a mais baixa foi 2,09 de Geraldo Vinholi, também do PSDB. Os dois presidentes da Casa, no período de março de 2007 a março de 2010, Vaz de Lima e Barros Munhos ficaram de fora da avaliação.

Os critérios usados pela ONG para identificar a qualidade do mandato dos parlamentares são:

1. Presença nas comissões de estudos dos projetos
2. Atuação como legislador
3. Comunicação e respostas à pedido de informação
4. Presença nas votações nominais
5. Fiscalizador do executivo
6. Fidelidade partidária e fidelidade ao mandato

Para ver como foi o desempenho do seu deputado, acesse aqui a tabela divulgada pelo Movimento Voto Consciente

Alguns dos destaques na avaliação:

Os melhores desempenhos na Assebleia Legislativa:

1. Bruno Covas (PSDB) – 7,92
2. Roberto Morais (PPS) – 7,43
3. Rui Falcão (PT) – 7,37
4. Vitor Sapienza (PPS) – 7,29
5. Edson Giriboni (PV) – 7,22
6. Jonas Donizette (PSB) – 7,22
7. Enio Tatto (PT) – 7,21
8. Simão Pedro (PT) – 7,12
9. Marcos Martins (PT) – 7,09
10. João Carlos Caramez (PSDB) – 7,05

Os piores desempenhos na Assembleia Legislativa:

76. Marcos Zerbini (PSDB) – 3,96
77. Chico sardelli (PV) – 3,84
78. Haifa Madi (PDT) – 3,83
79. Celino Cardoso (PSDB) – 3,73
80. Gil Arantes (DEM) – 3,55
81. Lelis Trajano (PSC) – 3,35
82. Gilson de Souza (DEM) – 3,23
83. João Mellão (DEM) – 3,20
84. Otoniel Lima (PTB) – 2,93
85. Roque Barbieri (PTB) – 2,80
86. Geraldo Vinholi (PSB) – 2,09

A nota das bancadas dos partidos políticos na Assembleia

PPS – 6,3
PMDB – 6,3
PT – 5,9
PP – 5,6
PRB – 5,5
PSDB – 5,4
PSC – 5,4
PP – 5,4
PV – 5,3
PDT – 5,2
PSOL – 4,9
PTB – 4,9
DEM – 4,7
PR – 4,3

Vereadores criticam avaliação de mandato

 

Os vereadores de São Paulo que disputam vaga nesta eleição preferiram colocar em dúvida a qualidade da avaliação feita pelo Movimento Voto Consciente em lugar de explicar os motivos que os levaram a ter baixo desempenho no 1 ano e meio de legislatura. O jornal Estadão procurou os 17 parlamentares que tiveram seus mandados avaliados pela ONG e reproduziu em sua edição impressa o que cada um deles falou – ou não – do assunto:

Vereadores justificam notas