Semana de moda em Paris

 

Por Dora Estevam

 

A sensação da semana de moda parisiense foi certamente a notícia de que Marc Jacobs vai continuar na marca Louis Vuitton, contrariando boatos de que ele ocuparia a vaga do estilista John Galliano na Dior. Passada a euforia do entra e sai, a plateia que foi assistir ao desfile ficou deslumbrada com o cenário do desfile que apresentou ao mundo a coleção que faz parte do outono e inverno 2012 -2013 da marca. De acordo com a editora da Vogue Daniela Falcão as peças com aplicações de pedrarias faz com que o desfile seja o mais rico da estação.
 

 

Convido você a assistir a este espetáculo de moda, comigo. Um trem no meio da passarela montada no Louvre anuncia o que virá  a seguir. Repare nas produções: calças sob vestidos de comprimento médio; chapéus e obviamente as bolsas e malas – além do charme de cada modelo ter seu próprio carregador, remetendo aos bons tempos.
 

 

 


 
 

 

 
Paralelo ao desfile, a Louis Vuitton-Marc Jacobs lançou uma exposição no Museu Les Arts Décoratifs, em Paris, que vai de 9 de março a 16 de setembro, que conta a história de dois homens: Louis Vuitton, o fundador da marca, e Marc Jacobs, o diretor artístico da LV, cada um com suas contribuições para a moda, nos seus respectivos períodos. Veja abaixo o filme que revela um pouco da organização da mostra.
 
 

 

 


 
 

 

 
Outro desfile deslumbrante e inesquecível foi o da Chanel. Lagerfeld como sempre a frente de tudo. Vestidos com pedras, passarela imitando a criptonita de Super Man, foi uma loucura tudo.
 

 


 
 

 

 
E para acabar, um pouco de curiosidade. Veja como foi a movimentação na entrada do desfile da Chanel, editores famosos, fashionistas e cantoras populares tomaram conta da entrada. Perceba o furor da imprensa e brinque de reconhecer as celebridades.
 

 

 


 
 
 
Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

Caminhoneiros e ciclistas na conquista do espaço urbano

 

Bicicleta na pista

 

A morte de cinco ciclistas na sexta-feira passada – em Brasília, Pará, Pernambuco, Santa Catarina e São Paulo – e o protesto frustrado dos motoristas de caminhão na capital paulista estão mais próximos do que se possa imaginar. Nos dois casos, há disputa pelo direito de usar o espaço público nas cidades, superlotadas desde que o homem deixou o campo e passou a ocupar de forma abusiva o ambiente urbano, onde vivem 80% da população brasileira, atualmente. Com ruas, avenidas e grandes vias engarrafadas, bicicletas dividem o asfalto com carros, motos, caminhões, ônibus e todo tipo de meio capaz de nos levar de um ponto a outro (em Porto Alegre, recentemente, ainda vi carroças puxadas a cavalo percorrendo corredores importantes de tráfego). Elo mais fraco desta rede de transporte, os ciclistas, ao lado de pedestres, são as maiores vítimas – as duas categorias juntas têm 584 mil mortes ou 46% de um total de 1,2 milhão de pessoas que perdem a vida em acidentes de trânsito, por ano, no Mundo, conforme relatório da Organização Mundial de Saúde.

 

A mesma política que privilegiou o transporte individual nas cidades, impediu investimentos sérios em ferrovias e fez com que a economia brasileira tivesse de ser carregada em caminhões que atravessam as regiões metropolitanas para chegar a seu destino, transtornando ainda mais o ambiente urbano. Sem opções seguras e com desvios que encarecem o transporte, os caminhoneiros insistem em cruzar as duas marginais de São Paulo, e a prefeitura tenta conter o impacto desses caminhões proibindo passagem na Pinheiros e restringindo horário para andar na Tietê. Não se avalia o que isso pode significar para a logística de empresas que funcionem ou precisem entregar suas mercadorias na capital nem o efeito dessa medidas na própria cidade. Pois se são retiradas carretas, para substituí-las contrata-se 20 vans ou 15 VUCs – estes caminhões menores -, segundo cálculo feito pelo presidente da Apemelt – Associação das Pequenas e Médias Empresas de Logística e Transportes do Estado de São Paulo, Jorge Soares.

 

Os caminhoneiros reclamaram segunda-feira sem sucesso, hoje será a vez dos ciclistas pedalarem em algumas das principais cidades brasileiras, a partir das sete da noite. Na falta de espaço urbano, uns morrem e outros gritam. Enquanto estivermos vivos, melhor gritar. Ou pedalar.

Foto-ouvinte: Protesto contra Código Florestal

 

Código Florestal protesto na Ponte do Paraíso

Faixas foram estendidas nessa segunda-feira em três pontes paulistanas: a do Paraíso (foto), Sumaré e Cidade Universitária. Com a mensagem “No Dia das Mulheres, dê florestas. Deputados, não destruam o Código Florestal”, o movimento Brasil pelas Florestas associa a votação que deve ocorrer nesta semana, na Câmara dos Deputados, com a proximidade do 8 de março, dia internacional da Mulher.

Preservem os ciclistas

 

Ciclovia na Radial Leste

 

A morte de mais uma ciclista na avenida Paulista, sexta-feira, ocorreu no dia seguinte a reportagem publicada no Jornal Nacional a qual mostrava que a bicicleta ganhava espaço na cidade. Ao assisti-la na noite de quinta-feira, além da satisfação de ver meu incentivador Andre Pasqualini como personagem, pensei como esta poderia influenciar a visão das pessoas e, principalmente, atenuar o medo que meu pai sente sempre que tem notícias de que irei pedalar na cidade. Ele, por mais de uma vez, escreveu nos posts de quinta-feira aqui no Blog, às muitas restrições que tem ao uso da bicicleta em ruas tomadas por automóveis, e defendeu a ideia de que o comportamento dos motoristas e a diferença de forças entre os dois modos de locomoção são um risco a vida de quem pedala. Importante ressaltar que meu pai, aos 76 anos, gosta de dar suas pedaladas aos fins de semana e aproveita a proximidade para exercitar as pernas de casa até as margens da praia de Ipanema, no Rio Guaíba, na zona sul de Porto Alegre. Em seus textos já confessou, porém, que prefere usar as calçadas e faz questão de descer da bicicleta toda vez que precisa atravessar a rua até chegar a ciclofaixa disponível ao longo do rio. Ao ler as notícias que chegam de São Paulo, seu temor de que serei vítima de acidente vai se acentuar, não tenho dúvidas. Quase consigo ouvi-lo: “não te avisei ?”

 

O fato é que ciclistas morrem todas as semanas na cidade de São Paulo – um por semana, dizem as estatísticas oficiais. Quando esta se registra em avenida tão conhecida ganha caráter simbólico, provoca protestos, mensagens indignadas e pedidos de punição exemplar. Em Porto Alegre, não é diferente, foi lá que um tresloucado acelerou seu carro e atropelou vários ciclistas durante uma bicicletada. Lembra? Fez um ano há poucos dias. Precisamos, porém, perceber que além de ciclistas, morrem pedestres, também. E muitos. Assim como motociclistas e motoristas de carros – estes últimos em menor número. Nem por isso, defendemos o fim dos passeios a pé – apesar de que este parece ser o sonho de alguns governos de tanto que incentivam o uso do transporte motorizado individual.

 

Onde quero chegar com este texto, é mostrar a você que me acompanha no Blog que não adianta deixarmos as bicicletas em casa sob a alegação de que do jeito que as coisas estão é praticamente um suicídio encarar o trânsito pesado. Sei que esta é a primeira reação da maioria, eu mesmo pensei duas vezes antes de sair pedalando no fim de semana, em São Paulo. Meu temor havia aumentado. Mas isto é o que desejam aqueles que seguem acreditando que os carros são os donos das ruas. Nós precisamos é ocupar, cada vez mais, as cidades com bicicletas, pois enquanto pedalar for um fator surpresa no trânsito, muitas mortes vão ocorrer. Precisamos transformá-la em lugar comum, abrir espaço e tomar as vias públicas, ganhar o respeito dos demais que a utilizam a bordo de um automóvel, ônibus ou caminhão – e, também, respeitá-los, seguindo as regras de boa convivência e de trânsito. Ao menos assim, quando souber que fui andar de bicicleta, meu pai, em lugar de medo, terá orgulho. E eu, também, da cidade que escolhi viver.

De nado

 

Por Maria Lucia Solla

 


Ouça “De nado” na voz e sonorizado pela autora

 

 

Eu não nado. Quando boio faço inveja a placa de cortiça, mas nadar, não nado. O colar de histórias que leva ao meu não-nadar é longo, mas vou poupar teu ouvido e minha memória, e editar.

 

Meu pai, ainda adolescente, quando casou com minha mãe, que era dois anos mais nova, sonhava com um filho homem. A linguagem era essa. A maioria dos europeus, provavelmente pelo fato de terem perdido tantos homens nas guerras que devastaram o seu chão, queria filho homem, e pronto. Filho de portuguesa das brabas e de espanhol ainda mais brabo, meu pai nem sonhava ter uma filha mulher. Ele tinha um irmão e uma irmã, mas dois a um era aceitável.

 

Agora, como a vida não vive para atender aos caprichos de quem quer que seja, eu nasci. Não bastasse ser menina, eu era sensível e frágil, cabeção e coração, mas nenhuma habilidade esportiva. Na escola, na aula de Educação Física, a classe formava um time de queimada. Para quem não conhece, na queimada ou jogo do mata, usava-se uma bola feita de pano, socada e dura para valer, que devia ser atirada com muita força, por uma jogadora, para atingir o alvo; outra jogadora. Até hoje não entendo a agressividade da coisa. A menina atingida pelo petardo morria, às vezes quase literalmente. No primeiro tiro que levei, quis desistir de ir à aula, mas na minha meninice não tinha essa história de querer isso ou aquilo. Na escola, currículo e regras existiam para serem seguidos, e em casa, meu pai mandava e eu obedecia. Simples assim. A única saída, para mim, era a porta que levava à criatividade e à estratégia, portanto eu sempre tinha dor na perna, na barriga ou na cabeça, e ficava sentada no jardim em volta da quadra, fazendo o que eu mais gostava de fazer. Eu lia.

 

No clube também. Sentava em volta da piscina, tomando sol e lendo. Lia tudo, revista em quadrinho, livrinho de fábula, pedaço de jornal deixado para trás, qualquer coisa, mas nadar que é bom, nada. Até que meu pai, fruto de sementes europeias altamente explosivas, resolveu aplicar em mim a psicologia de seus ancestrais. Me levou até o tanque de salto – ele precisava fazer tudo grandioso! – e num zás, me atirou na água e disse: nada, nada! E eu, nada. Me debatia, tentando ficar em cima daquela massa mole que queria me engolir, até que uns amigos dele, conhecendo a figura e se compadecendo da minha luta para manter o nariz fora da água, mergulharam num segundo zás e me tiraram dali, quase morta, ao menos de medo. Ameaçaram fazer dele picadinho se isso se repetisse, e ele, minoria na situação, bateu em retirada.

 

Como você vê, nunca esqueci o incidente que, graças ao segundo zás não chegou a acidente, mas nunca aprendi a nadar. Sinto muito, pai, mas sei que não te decepciono tanto, porque sei fazer outras coisas das quais o senhor ia gostar. Mas hoje, para ser sincera, não gosto de piscina; gosto do mar, que esse eu tenho no nome. Mesmo assim, fico no raso, onde as ondas já se amansaram, e curto cada gota do oceano, ali, na areia quase firme.

 

E você, nada?

 


Maria Lucia Solla é professora, realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung.

Justin Bieber chega a maior idade com extravagância em Tv americana

 

Por Dora Estevam

 

A uma hora destas, Justin Bieber já deve estar dirigindo o carro que ganhou do agente dele nesta semana, dia primeiro de março, quando fez 18 anos. O cantor canadense é um fenômento da música teen desde que explodiu com suas canções em 2007, no YOU TUBE. Disputadíssimo pelos programas de televisão, Justin comemorou seu aniversário no The Ellen DeGeneres Show, talk show do canal NBC assistido por mais de 3 milhões de americanos.

 

A produção de Ellen preparou uma série de atrativos: teve anúncio de novo album, fã dentro de uma caixa de presente, e, a grande surpresa, deixada para o final, o carro que Bieber ganhou de presente do agente dele Scooter Braum. O álbum será lançado no próximo dia 26 e um dos singles que está saindo é “Boyfriend”, que também promete arrasar corações pelo mundo.

 

Aperte o primeiro play e comece a entrar no clima desta festa divertida, bem humorada e rica em produções:

 

 

A seguir, a fã dentro de uma caixa:

 

 

O que dizer diante do carro espetacular de US$ 100 mil. Um Fisker Karma 2012, preto, com teto solar e uma tinta feita de pó de diamantes. Confesso, não sabia que existia algo semelhante:

 

 

A se pensar: o agente Scooter Braum comentou que eles tinham um trato de não fazer exibicionismo com o dinheiro, mas esta regra acaba de ser quebrada por ele, haja vista a festa de aniversário do rapaz, transmitida para todos os Estados Unidos.

 

O que você acha: esta extravagância beneficia ou atrapalha a construção da imagem de Justin Bieber, agora que ele é maior de idade ?

 


Dora Estavam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: Chuva inunda o Córrego Una, em SP

 

Por Marcos Paulo Dias

 

Corrego Una inunda

 

O córrego Una voltou a transbordar, cena que tem se tornado frequente para os moradores de São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo. Foi durante a forte chuva de segunda-feira à tarde, quando às águas alcançaram as ruas próximas e deixaram esse carro ilhado. Os moradores reivindicam a canalização doçorrego, desde 1976, sem sucesso. Os alagamentos geram uma série de prejuizos, pois a inundação, além de trazer muita sujeira que é descartada nas margens do córrego, provoca doenças como leptospirose ( doença infecciosa produzida por parasitas e contraída por meio de contato com urina de animais, principalmente ratos). A inundação ainda prejudica o trânsito na Rua Ubirajara Pereira Madeira e Avenida Rosária.

Foto-ouvinte: caminhão cai em buraco do Metrô

 

Por Devanir Amâncio

 

Caminhão cai em buraco do Metrô

 

Por volta das 12h20 desta segunda-feira(27) um caminhão VUC fica preso em um bueiro sem tampa da Sabesp ,na esquina da rua São Francisco com a rua José Bonifácio – no calçadão do Metrô Anhangabaú, centro de São Paulo. O dono do caminhão de placa de São Bernardo do Campo – Aritano Alves Machado – com as mãos na cabeça pediu socorro à CET. O bueiro de mais de dez metros desemboca no Córrego das Almas, no Vale do Anhangabaú. Segundo os moradores , o problema do bueiro transbordar e ficar sem a tampa no local é recorrente.

De Κρόνος

 

Por Maria Lucia Solla

 

 

Cronos Saturno Tempo, como queira chamar, é uma plataforma onde armazenamos os eventos vividos e os pretendidos. Cada tudo e cada nada. Ontem isso, anteontem aquilo, um ano ruim, o outro bom, isso sim, aquilo não. Nascimento, dor, enterro, amor, desterro, obedecemos à cronologia.

 

Pois a plataforma anda instável, e a cronologia fora do ar. Estão se atualizando, imagino. E nesse processo os eventos arquivados escorregam de pastas, caem, voam, se perdem, se encaixam em velocidade de rebentos da Luz, e falta tempo para respirar.

 

Sei que isso não acontece só na minha vida e na vida daqueles de quem eu sei riso e lágrima. Também sei que essa bizarrice temporal não quer dizer que Cronos resolveu mudar de área, que Saturno pulou Carnaval e assumiu a fantasia, ou que Tempo mudou de partido. Não senhor. Não senhora.

 

Nós é que não conseguimos nos desvencilhar da urgência de nos agarrarmos a algo que se mantenha, que permaneça para alimentar nosso ranço de rebeldia contra mudança, contra o crescimento que nossa noção de ordem considera desordenado. Nos vemos pedindo ajuda ao desconhecido para amenizar a chegada do próprio desconhecido que, fragmentado e multiplicado, desponta de todos os confins, muda tudo, desestabiliza a condição humana que já não prima pela estabilidade, e descortina, numa puxada tensa e brusca, a paisagem que não nos preparamos para ver.

 

Divido esta reflexão com quem me ouve, não porque queira ensinar ou disseminar algo que tenha chegado a mim por ter sido escolhida pelos deuses, ou por ser melhor do que alguém. Quem dera eu fosse melhor do que eu. Divido, buscando multiplicar a vontade de entender, procurando acender o letreiro do desejo de continuar a busca pelo melhor, sem perder a paisagem. Divido, para multiplicar a coragem de encarar o que vem e de reconhecer o que vai; para somar coragem de continuar a busca do caminho do meio, para aceitar o que não dá para mudar. Divido, para que juntos possamos compreender. Divido porque me salvo, dividindo.

 

E hoje, apoiada na prerrogativa da incoerência, peço a Cronos-Saturno-Tempo, que a cada descompasso nossos corações busquem harmonia, que possamos agradecer à Vida pela vida, que possamos nos servir de serenidade para aceitar o que não podemos mudar, de coragem para mudar o que podemos, e de sabedoria para reconhecer a diferença. Enfim; uma pitada de paz.

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

A moda e o conforto

 

Por Dora Estevam

 

Roupa boa é aquela que veste bem, sem apertar, sem marcar e sem apavorar. Não me canso de repetir isto. A coisa mais gostosa que tem é acordar e colocar aquela calça macia e confortável, uma camiseta larguinha que não pega em nada (digo nas dobrinhas), uma blusa gostosa e quentinha (no frio, é claro). Pensando neste conforto, a marca de moda praia Mar Rio desenvolveu a coleção outono-inverno ’12 com os tecidos mais confortáveis do planeta. As calças, casacos e blusões em plush; as blusas e vestidos em moletinho; os macacões e tops com tecido de compressão que reduz o risco de fadiga muscular; bodys e ainda uma linha plus size. Ninguém vai ter desculpa para fugir da academia. As cores, as mais atualizadas possíveis: marrom, laranja, verde militar, cinza, bordô (a mais esperada do inverno), além dos tradicionais preto, branco e tons em nude. Gorro, cachecol, blusa e cardigan e legging com polainas (adoro!).

 

 

Ainda no espírito de muitas estampas e no clima de conforto, eu quero mostrar também a coleção (outono-inverno’ 12) da Vida Bela. Aqui já com uma outra proposta: peças para trabalhar e para baladas. A linha que estou amando é a Golden Déco – alusão a Art Déco), que mistura tudo (já falamos isso aqui no blog). A marca traz cores fortes com metalizados e optou pelos tecidos nobres como matelassê, camurça e couro, e os mais tradicionais como os crepes e cetins. Quem gosta de jaqueta vai ficar louca, elas estão lindas, dá vontade de ter uma de cada cor; as calças e as batas fazendo a linha renovada dos anos 70, amo. Faz o seguinte, olhe as fotos para compor o seu look de inverno.

 

 

Taí uma coisa que mulher gosta muito: comprar, gastar e ainda sentir que economizou. Não entendeu? Explico. É que além de fazer compras deliciosas de muitas roupas e sapatos e bolsas e maquiagens…as mulheres gostam de ganhar pequenos mimos das lojas nas quais elas gastam. Um agradinho por lembrar que é uma das melhores clientes, se não for a melhor, é claro. Pensando neste momento tão delicado e exigente da mulher a marca de moda feminina Folic lançou uma campanha que vai premiar as clientes com uma viagem para Londres. Uhu! Para as apaixonadas pelo tema londrino vai ficar muito fácil, a coleção de inverno ’12 foi toda espelhada no lyfestyle britânico, com isso veio também a inspiração da campanha. Nas compras acima de R$500,00 a cliente já leva uma bolsa personalizada com a bandeira de Londres. Para ganhar a viagem, na hora da compra você preenche o formulário e responde a pergunta: Por que a Folic deve te levar para Londres? Que tal?

 

 

Ficou fácil. Faz o seguinte, gostou da ideia, vai até a loja e veja como tudo funciona. Se você for a ganhadora, escreva nos avisando. Boa sorte!!!

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung