Mundo Corporativo: saiba como transformar sua ideia em um negócio, com Tallis Gomes, da Singu e ex-Easy Taxi

 

 

“Ninguém está nem aí para ideia. Meu avô costumava dizer que ideia vale 10 centavos a bacia. É uma grande verdade. O difícil é a gente executar alguma coisa, ter um produto “entregável” que as pessoas pagariam por ele”

 

Se você concorda ou não com essa afirmação cabe a você decidir. Mas leve em consideração que o autor dessa frase é empreendedor desde os 14 anos e já conseguiu levar uma das suas empresas a dezenas de países em pouco tempo. É Tallis Gomes criador do Easy Taxi, um dos primeiros aplicativos no mundo a conectar taxistas e passageiros. Hoje, ele está à frente de outro negócio, lançou o Singu, uma espécie de marketplace de serviços de beleza.

 

Em entrevista ao programa Mundo Corporativo, da CBN, Tallis me contou histórias da sua trajetória como empreendedor, de erros e acertos cometidos, da forma como lançou no mercado o Easy Táxi, e falou do momento certo de passar o negócio à frente. Ele está lançando o livro “Nada Easy – o passo a passo de como combinei gestao, inovacao e criatividade para levar minha empresa a 35 paises em quatro anos”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, pelo site da rádio CBN e pela página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN ou aos domingos, 11 horas da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Reforma eleitoral: acertos e erros

 

Por Antônio Augusto Mayer dos Santos

 

 

O Congresso Nacional votará mudanças nas regras eleitorais. Sim, mais uma vez. Já virou rotina. Alguns dos tantos itens propostos podem ser avaliados e minimamente projetados. Vejamos alguns deles.

 

Data das convenções – As convenções para escolha dos candidatos, de presidente a vereador, e as deliberações em torno de coligações, deverão ser realizadas entre 1º e 20 de julho. A reforma anterior, de 2015, estabeleceu que as convenções ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto. A antecipação é útil e facilitará o julgamento dos registros pela Justiça Eleitoral. Basta lembrar que em 2017 o Tribunal Superior Eleitoral segue julgando recursos de alguns candidatos eleitos em 2016 com o registro pendente.

 

Propaganda eleitoral – Passa a ser permitida a partir do dia 1º de agosto. Quinze dias a mais de campanha são importantes para candidatos sem mandato frente aqueles que disputam a reeleição. Também viabiliza que temas importantes ou polêmicos possam ser mais (e melhor) debatidos.

 

Propaganda em bens particulares – Passa a ser possível exibir a propaganda eleitoral que não exceder a 1m² (um metro quadrado), ampliando o limite de meio metro quadrado hoje tolerado. Fica eliminada a restrição de materiais apenas em adesivo ou papel, o que permitirá a retomada de pequenos painéis, banners e muros.

 

Propaganda paga na internet – Atualmente proibida, será tolerada até o limite de 5% (cinco por cento) do teto de gastos estabelecido para o cargo em disputa. Trata-se de uma necessária adequação da lei à modernidade.

 

Restrição às pesquisas eleitorais – Fica vedada a divulgação de pesquisas eleitorais, por qualquer meio de comunicação, a partir do domingo anterior à data da eleição (que ocorre no domingo seguinte). Os melhores estudos na matéria sugerem quinze dias. Mas uma semana, diante de recentes erros grosseiros por alguns institutos e do condicionamento emocional que estabelecem aos eleitores que “não querem perder o voto”, já é um passo elogiável.

 

Sobre os erros e casuísmos contidos nas propostas, os mesmos podem ser classificados entre ostensivos ou sutis e medonhos ou abjetos. O certo é que todos se caracterizam pela inadequação. Acompanhe alguns.

 

Permitir que o candidato a presidente ou a governador concorra simultaneamente a deputado, vamos combinar, é um artifício que confundirá ou indignará o eleitor.

 

Ampliar o prazo de filiação partidária para nove meses é pisotear na reforma anterior ocorrida em 2015 que, a exemplo de outros países estáveis e democráticos, fixou-a em seis meses.

 

Introduzir o telemarketing na propaganda eleitoral (inclusive aos sábados) equivale pedir aquele eleitor perturbado no seu sossego que vote nulo ou se abstenha.

 

Por fim, tramar outra janela para troca de partido em dezembro quando já há uma estabelecida para o ano da eleição é uma manobra que apenas vitaminará o limbo vivenciado pelo sistema e pelos próprios parlamentares.

 

Antônio Augusto Mayer dos Santos é advogado especialista em direito eleitoral, professor e escritor. Autor de “Campanha Eleitoral – Teoria e prática” (2016). Escreve no Blog do Mílton Jung.

Desvendando fantasmas

 

 

Por Christian Müller Jung

  

 

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Quando tinha cinco de anos de vida, minha cama ficava voltada para porta do quarto. De lá podia ver a mureta que separava a escada que dava acesso ao corredor. Muitas das vezes em que de sobressalto acordava com um barulho ou tão somente para virar de lado, olhava rapidamente para aquela direção e via um vulto que descia.

  

 

Em algumas datas o formato era evidente: no Natal o Papai Noel e na Páscoa, logicamente, algo parecido com o coelho que viria depositar a tão esperada cesta com os ovos. Evidentemente que no despertar noturno, até a pupila fazer a movimentação necessária para suprir a falta de luz, aqueles fantasmas tinham o formato da minha imaginação. Assustadora na maioria das vezes, como são esses medos de dormir com a luz apagada. Poderia ser o tal “velho do saco” ou sei lá o que mais que passa por essas nossas cabeças infantis e muito criativa na época. Nem bicho papão e ninguém embaixo da cama: simplesmente um assustador vulto na escada.

  

 

Hoje, com 50 anos e ainda morando na mesma casa, agora ocupando o quarto do casal e, ao mesmo tempo, me vendo ali onde meus pais dormiam, os tais fantasmas já não me assombram quando abro os olhos durante a madrugada. Eles me aparecem quando fecho os olhos. Justo agora quando eu é quem os assustaria porque sei, conheço cada gemido do material que sustenta das paredes ao teto da casa.

  

 

É engraçado como o nosso cérebro funciona dando luz à imaginação, indiferentemente da idade. Somos tão absorvidos pelo susto que mesmo quando já temos consciência de que os vultos que eu via na infância não me levariam para um lugar desconhecido, ainda assim me surgem fantasmas.

  

 

A diferença é que agora eles se parecem muito mais reais e pertinentes com as minhas perspectivas diante da idade que tenho. São em forma de sucesso profissional que não vem na proporção como imaginei, de salário muito distante do que preciso, de relação mais racional sobre o tempo que me resta e do tanto que ainda tenho para absorver.

  

 

Pode ser do filho que se distancia porque vai seguindo o seu próprio caminho, pode ser pela minha filha que cresce e convive com uma paralisia e nunca se distanciará. Pode ser somente pelo tempo. A angustiante tarefa de ser adulto, como também é a de ser adolescente e de ser criança.

  

 

Fantasmas que hoje tem o formato desse paradigma que é a existência. Da forma como a gente imaginou que um dia seria o nosso “futuro”. Desse mesmo vulto inexistente que eu enxergava da cama do quarto e ainda teme em tentar me frear ou me direcionar ao desconhecido.

  

 

A verdade é que todos os dias quando abrimos os olhos temos tão somente duas opções a tomar: ou deixamos que eles nos levem para o buraco infinito da falta de explicação; ou criamos nós mesmos o formato que queremos que eles se transformem.

  

 

Não! Eu conheço bem a minha casa.
Aviso aos fantasmas.
Eu ainda tenho muito para lhes assustar!

  

 

Christian Müller Jung é cerimonialista, palestrante e meu irmão (não necessariamente nesta ordem)

“Minha meta sempre foi vencer Wimbledon”, diz Marcelo Melo, ao Jornal da CBN

 

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Nos Estados Unidos, Marcelo Melo treina em quadra pública. Dependesse delas aqui no Brasil, não teria chegado ao título de campeão de duplas em Wimbledon. Há poucas disponíveis no país nem sempre com a estrutura necessária e muitas surgiram apenas nos últimos tempos. Verdade que se hoje ele for bater bola em uma delas, em Belo Horizonte, onde nasceu, não vai conseguir: Melo é o novo ídolo do tênis brasileiro e, provavelmente, será parado por seus fãs em busca de autógrafo, selfies e um bom papo sobre a carreira dele.

 

Hoje, no Jornal da CBN, conversei com Melo sobre esta situação do tênis brasileiro. Falamos, também, do início da carreira incentivado pela família, a relação com seu irmão Daniel, que é o treinador dele desde 2007, e o título de Wimbledon, conquistado ao lado do polonês Lukasz Kubot. A conquista de um título e de um sonho, como ele próprio descreveu a vitória, na Inglaterra.

 

Conte Sua História de SP: quando economista vira comunista

 

Ademar dos Santos Seródio nasceu em 1944 em São Paulo. Entrar para a faculdade foi uma conquista valorizada pela família com direito a festa e tudo. Mas uma vizinha não entendeu muito bem o que ele iria fazer nos bancos da academia.

 

Ouça o depoimento de Valdemar Seródio sonorizado por Claudio Antonio

Eu morei numa vila, uma dessas casas de vila de antigamente. Tive uma vida, não posso chamar de pobre, mas uma vida comum, de como hoje todo mundo vive na periferia. Apesar de ser Brás, naquela época, um bairro boêmio, a maioria das pessoas trabalhavam em tecelagem, minha avó era tecelã, trabalhava no Matarazzo. Minha tia era tecelã, trabalhava no Matarazzo. Meu tio era motorista de praça, tinha um ponto na Praça da Sé. E minha mãe era prespontadeira de calçados. Então tive uma infância muito legal, mas muito simples, muito comum. O que me fez também aprender a ter humildade, a respeitar os outros, a coisa que eu aprendi mais na minha vida. É isso, nada de excepcional aconteceu. Eu morava numa vila e tinha uma vizinha, isso é gozado, eu vou contar, o apelido dela era “grã-fininha” porque ela andava com o nariz em pé. O marido dela era escrevente de um cartório. E ela nem me deixava falar com os filhos dela porque ela achava que a gente era segunda classe. Eu entrei na faculdade e minha mãe fez uma festa, aí ela cismou que eu tinha casar com a filha dela. Porque naquele tempo, inclusive tinha uma vizinha que falou para a minha mãe: “Pô, mas você fez a festa por que?” “Porque ele entrou na faculdade.” “Mas o que ele vai ser?” “Economista.” “Comunista? Você é louca?” E era assim. A simplicidade do lugar de vez quando tinha um que destoava. E era uma amiga da minha mulher, eu conheci a minha mulher lá naquela casa. Era amiga da menina, da Maria José, que era filha dessa “grã-fininha”. E o pai da Maria José me adorava, ele me achava o máximo. E a Ivani, minha mulher, era do Ipiranga, ia na casa dela fim de semana, acabei conhecendo. Eu conheci a minha mulher ela tinha onze anos, mas eu não namorava ela, claro. Quando ela fez catorze eu comecei a namorar.

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, sábados, às 10h30 da manhã, no CBN São Paulo.

De museu particular a viagens exclusivas, livros sugerem turismo de luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Ir ao Louvre é programa da maioria dos turistas que vai a Paris. Só no ano passado, o museu recebeu mais de 7,3 milhões de visitantes. É o mais visitado do mundo. Pense agora na possibilidade de conhecer as obras de arte que fazem parte desse museu de uma maneira bem particular: fora do horário de expediente. Esse é um programa para poucos e privilegiados. Um luxo.

 

E são luxos como esse passeio privado no Louvre que fazem parte das experiências que se destacam em uma série de cinco livros com os melhores destinos do mundo, lançada recentemente na Preview da SP-Arte/2017, o Luxury Travel Book 2017.

 

Além da programação em Paris, você encontrará nos livros produzidos pela PrimeTour, agência de viagens com foco no turismo de luxo, outras atrações incríveis como um exclusivo concerto de piano na Basílica de San Marco, um roteiro de balão sobre os exóticos templos de Myanmar e um show de dança privativo na Tailândia.

 

Entre as atrações sugeridas, você é convidado ainda para um piquenique no topo de uma montanha, o prazer de se hospedar em um quarto em um castelo medieval, uma nova massagem no mais exclusivo spa ou uma rede à sombra em praia particular.

 

São vivências totalmente personalizadas – exatamente o tipo de exclusividade que busca o viajante que movimenta o turismo de luxo no mundo. Jornadas por paisagens únicas. A descoberta de um segredo guardado para poucos. Retiros silenciosos ou viagens de aventura. Acessos privilegiados e vantagens exclusivas. Serviço discreto e ágil. Equipe especializada selecionada. Conforto e entretenimento de alta categoria.

 

No mundo atual, tempo é o nosso bem mais raro. Luxo a ser alcançado por muitos. Hoje o consumidor contemporâneo de alto poder aquisitivo entrega à sua agência de viagens todos os seus desejos, anseios, curiosidades, sonhos…o desafio das agências é cada vez mais não apenas atender, mas entender e encantar esses clientes tão exigentes. O relacionamento com o cliente é fundamental, pois é possível aprofundar-se nos interesses e desejos individuais de cada um e atendê-los de forma personalizada, tornando a viagem perfeita e uma experiência inesquecível.

 

Os livros ajudam nessa tarefa. Estão reunidos em um box e foram segmentados nas categorias Art&Culture, Love, Happiness, Body&Soul e Trend&Cool.

 

Aproveite e sonhe com o seu próximo destino!

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e colabora com o Blog do Mílton Jung.

Avalanche Tricolor: guris, a vida não é feita só de 5 a 0

 

 

Grêmio 5×0 Veranópolis
Gaúcho – Arena Grêmio

 

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Festa na Arena com direito a golaço e goleada, em foto de LUCASUEBEL/GREMIOFBPA

 

Estou retornando do Recife. No caminho do aeroporto, vi uma camisa do Grêmio à venda no camelô. O motorista de táxi, simpático em suas informações turísticas, acabara de sinalizar que havíamos deixado para trás o bairro dos Aflitos, onde tem o estádio do Náutico. Falou dos outros três estádios importantes da cidade, mas já não prestava mais atenção no que falava.

 

O Grêmio e os Aflitos ocuparam minha memória até a chegada ao aeroporto. Foi aqui perto que construímos a mais incrível das histórias que o futebol já assistiu. E por mais bonito e rico que tenha sido o passado desta cidade, para mim o Recife sempre será lembrado por aquela Batalha de 2005 que me emociona sempre que penso nos lances que vivemos juntos: eu, o Grêmio e os Aflitos.

 

Estive por aqui nesses dias, porém, para curtir outro esporte que pouco tem a ver com o futebol. O caro e raro leitor desta Avalanche sabe que nos últimos tempos tenho convivido de perto com a prática dos esportes eletrônicos. E como a cidade do Recife foi palco da final do campeonato brasileiro de League of Legends, em sua primeira temporada do ano (no segundo semestre tem outra temporada, que classifica para o Mundial), foi pra cá que me mandei para ver de perto meu filho mais novo no comando de uma das equipes finalistas, a Keyd Stars.

 

O centro de convenções que recebeu o evento, a final do CBLol, lotou seus cerca de 9 a 10 mil lugares, com guris e gurias entusiasmados, vestindo a camiseta de seus ídolos, gritando o nome dos jogadores e comemorando cada abate ou objetivo alcançado. Eu, em particular, sofri como sofrem os pais diante da disputa que seus filhos estão envolvidos. Fiquei orgulhoso de vê-lo contando sua história em destaque nos telões eletrônicos. E me emocionei ao consolar tanto ele quando a gurizada que forma seu time, após a perda do título para a Red Canids.

 

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Em uma temporada na qual a equipe foi reformada, um novo trabalho se iniciou e correram o risco de ficar de fora da decisão até a última rodada da fase de pontos corridos, eles conseguiram a vaga para as finais, venceram a semifinal e se credenciaram ao título. A vitória não veio e a frustração transpareceu no rosto daqueles guris que com o tempo passaram a integrar minha família, também.

 

Lá na nossa casa, em São Paulo, o nome deles está sempre nas nossas conversas. Acompanhamos de perto a paixão com que se dedicam aos treinos e o esforço que fazem para conviver confinados em um mesmo ambiente, batizado de Gaming House, chique demais para a realidade da casa em que trabalham e moram.

 

Todos eles são jovens, a maioria tem 20 e poucos anos, sequer metade daqueles que já vivi. Por isso, fiz questão de mostrar a eles quantas derrotas tive de amargar em minha vida. Mostrar que nem por isso desisti de meus objetivos. Que aprendi com as perdas e, a partir delas, forjei minha personalidade para me capacitar às vitórias.

 

Exceção ao meu filho, o mais jovem da equipe, provavelmente os demais desconheçam a façanha alcançada pelo nosso Imortal aqui mesmo no Recife, há pouco mais de dez anos, não muito distante do local onde disputaram seus jogos nestes dias. Se assistirem àquela partida ou lerem aquela história perceberão que o revés deste fim de semana é apenas uma lição necessária para que se construa uma equipe realmente vencedora.

 

Uma equipe vencedora não se entrega diante da frustração, aprende com ela, corrige seus erros, identifica a força adversária e volta mais forte.

 

Foi assim com o Grêmio de 1977, que nos levou a reconquistar o Gaúcho tantos anos depois de perdas para o mesmo adversário; foi assim com o Grêmio em 1983, que ganhou a Libertadores, após sobreviver a Batalha de La Plata, na Argentina; foi assim no Mundial, conquistado na prorrogação, após ter cedido o empate minutos antes do fim da partida.

 

Guris, não se enganem: nossa vida não foi feita só de 5 a 0 com direito a golaços e show de dribles em cima do adversário como neste sábado, na Arena, lá em Porto Alegre (verdade que alguns 5 a 0 também ficaram para a história).

 

É preciso lutar, perder e aprender: só assim o Grêmio encontrou forças para superar o impossível como naquele dia, no Recife. Só assim, teremos o verdadeiro prazer de uma vitória. E, tenham certeza, eu estarei lá de novo para dar um abraço em cada um de vocês.

Charge do Jornal da CBN: Renan compara Temer a Dunga e pede Tite no comando

 

 

Na disputa pela sobrevivência política, o senador Renan Calheiros PMDB AL transformou-se no principal adversário do presidente Michel Temer, que é do mesmo time. Em mais um dos seus ataques, Renan comparou o Governo Federal à seleção brasileira treinada por Dunga e disse que o Brasil precisa ser comandado pelo Tite. A declaração do senador alagoano, que perde espaço no governo e teme por sua reeleição no ano que vem ao Senado, em Alagoas, inspirou a charge do Jornal da CBN, desta quarta-feira, dia 5 de abril. A produção é de Paschoal Junior, Débora Gonçalves, Luiz Nascimento.

“Bem Hur”: nem que seja pelo Rodrigo Santoro!

 

Por Biba Mello

 

 

FILME DA SEMANA:
“Ben Hur”
Um filme de Timur Bekmambetov
Gênero: Ação/Épico
País:USA

 

Judah, um nobre judeu contemporâneo de Jesus Cristo, é acusado injustamente de traição a Roma. Seu próprio irmão Messala que o trai. Ele sobrevive aos anos servindo como escravo e volta para se vingar…

 

Por que ver:

 

O filme é um remake de um dos melhores e mais premiados filmes de todos os tempos… Então fica puxado refazê-lo, porém eis aqui a tentativa…

 

Tem váriosssss momentos piegas, e a atuacão dos atores compromete no quesito identificação com o personagem…Eles são todos sem carisma e meio posados.

 

O melhor em cena é o Rodrigo Santoro. Ficou muito bem de Jesus e confere ao filme cenas com poder de emocionar. E olha que o perigo de intrepretar Jesus era grande, porque para ficar cafona e piegas é um, dois…

 

A famosa cena da biga é muito boa e os efeitos impressionam pela qualidade e crueza.

 

Como ver:

 

Tem cenas violêntas de luta e muito sangue… Veja quem aguenta e convide para te acompanhar.

 

Quando não ver:

 

Alerta infantil….Muito puxado para menores de 12…

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos. Dá dicas de filmes e séries aqui no Blog do Mílton Jung

“O Bebê de Bridget Jones”: solteira, menos encanada, grávida e sempre boa de assistir

 

Por Biba Mello

 

 

FILME DA SEMANA:
“O Bebê de Bridget Jones”
Um filme de Sharon Maguire
Gênero: Comédia Romântica
País:Reino Unido,França,Irlanda,USA

 

Nossa velha conhecida Bridget! Simmmmmm e agora com um bebê!
Bom, Brid continua solteira…Pois é! Mas agora esta bem empregada e aceita ir a um festival de música com uma amiga. Lá, acaba dormindo com um desconhecido chamado Jack…Ela não dá muita bola ao fato e logo na semana seguinte reencontra Mark, seu antigo amor, e dorme com ele também…Humm e agora que ela engravidou, como saber quem é o papis?

 

Por que ver:

 

Uma Bridget menos encanada com o que os caras vão achar dela nos faz gostar ainda mais do personagem…

 

O empoderamento das mulheres em relação ao próprio corpo também é muito bacana, apesar dela mesma se julgar um pouco… Os personagens masculinos não a julgam, bom né!? Ponto pro roteiro.

 

E vamos combinar, esta franquia é certeza de um bom entretenimento!

 

Como ver:

 

Com as amigas pode ser uma otima pedida! Com maridão/esposa, também!!!!

 

Quando não ver:

 

Se estiver muito tempo na seca amiga… O que é aquele gato do Patrick Dempsey!!! Você vai morrer de inveja da Brid!!!

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos. Dá dicas de filmes e séries aqui no Blog do Mílton Jung