Tá seguro

Chamou atenção o tamanho da equipe de segurança usada pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), durante assinatura de acordos com o governo do Rio Grande do Sul. Dentro da sala do hotel São Rafael, em Porto Alegre, onde Serra se encontrou com a governadora Yeda Crusius (PSDB) havia três vezes mais agentes do governador paulista do que da tucana que estava em seu próprio Estado.

Foto-ouvinte: Pelo pára-brisa

“Apesar do caos no trânsito, conseguimos ver, através do vidro do carro, uma cidade bonita, pronta para aflorar e encantar nossos sonhos e pensamentos”, escreveu o ouvinte-internauta Márcio Parra. Algumas das imagens da São Paulo vista por ele estão publicadas neste blog (uma aí em cima e as outras você vê clicando nela).

Márcio encerra mensagem questionando: “Quem sabe São Paulo não seja tão terrível assim, não é?”

Foto-ouvinte: Lixão do Guarapiranga



Foi na represa de Guarapiranga por curiosidade, e não gostou do que viu. O ouvinte-internauta Élcio Ricardo da Silva decidiu registrar em foto a sujeira e abandono que encontrou neste que um dos reservatórios de água do paulistano. “A Guarapiranga, que para muitos paulistanos é um meio de lazer, parece estar abandonada”, escreveu.

Condomínio Legal: Bandeira na sacada, não !

A conversa era sobre a mudança da fachada dos prédios no caso de o proprietário do apartamento decidir fechar a varanda, seja com janelas ou rede de proteção, mas a proximidade da final do Campeonato Paulista me levou a pergunta: “Bandeira, pode ?”.

O advogado Márcio Rachkorsky, comentarista do Condomínio Legal, alertou que os condomínios não permitem o uso de bandeiras penduradas na sacada, pois o ato pode caracterizar mudanças na fachada do prédio. Lembrou, por sua vez, que os moradores costumam aceitar a prática em alguns momentos, sem abuso: “Durante as partidas do Palmeiras é comum ver os prédios no entorno do Parque Antártica com bandeiras penduradas”.

Aviso aos corintianos: Márcio disse que se a bandeira for do Corinthians, ele arruma brecha no regulamento do condomínio.

Ouça o comentário Condomínio Legal clicando aqui.

Ministério Público tenta impedir passeata da maconha

Discutir o uso da maconha pode, mas apenas na universidade ou no legislativo, jamais em praça pública. É o que está escrito em texto de ação cautelar com pedido liminar que pretende impedir a Marcha da Maconha, marcada para domingo, quatro de maio, na capital paulista e de outros estados brasileiros. A medida que, se for aceita, valerá apenas para São Paulo, foi assinada pelos promotores de Justiça criminais Marcelo Barone e Paula Castanheira Lamenza.

O desconhecimento por parte do Ministério Público dos autores do site www.marchadamaconha.org que promove o evento leva os promotores a escreverem no pedido que há “fortes indícios de crime, quiçá sejam patrocinados por traficantes de drogas que a eles só interessa auferir lucro fácil e generoso à mercê da miséria e da debilidade da saúde do povo brasileiro”.

Em outro trecho, os promotores falam que a Marcha é uma “balbúrdia social”. E lembram que ação semelhante do Ministério Público da Bahia obteve sucesso proibindo a realização do evento na capital, Salvador.

Céu coberto de poesias e balões, na zona sul de SP

Poesias subirão ao céu a bordo de balões de gás nesta noite, na segunda edição do Sarau da Cooperifa, grupo cultural que atua na zona sul da capital paulista. Serão cerca de 500 bexigas soltas logo após às dez e meia da noite quando se encerra o sarau com a leitura dos textos de autores da região.

Toda quarta-feira, autores, leitores, pensadores e poetas se encontram no bar do Bar do Zé Batidão, na rua Bartolomeu dos Santos, 797, Chácara Santana. Desta vez, a idéia é compartilhar com toda a cidade – ou até onde os balões alcançarem – a criatividade deste pessoal da periferia paulistana.

“Quem não puder comparecer no Sarau da Cooperifa, não se preocupe, se tiver sorte vai receber nossa poesia em casa, sem alarde, e abençoada pelo sereno da madrugada”, diz o incentivador cultural Sérgio Vaz.