Da terra: A ponte que caiu 4

Uma das empresas responsáveis pela construção do Expresso Tiradentes é a Andrade Gutierrez que também faz parte do Consórcio Amarelo que toca a obra da linha 4 do metrô onde há um ano abriu aquela enorme cratera que matou sete pessoas. A outra sócia do ex-Fura Fila é a Carioca Engenharia.

Não é nada, não é nada, pode não ser nada mesmo.

Foto-ouvinte: A ponte que caiu 3


Clique nas fotos e conheça outras imagens do incidente no Expresso Tiradentes

Da janela do apartamento na Vila Prudente, o ouvinte-internauta Eduardo Nunes acompanhou o transtorno provocado pelo trecho do Expresso Tiradentes. Ele lembra que há “apenas dois viadutos que ligam a Vila Prudente ao Ipiranga: Grande São Paulo e Pacheco Chaves, portanto, você imagine como está isso aqui”.

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Imagem do ex-Fura Fila reproduzida da TV Globo e publicada pelo
G1

O que diria uma autoridade brasileira diante de um incidente como este nas obras do Expresso Tiradentes, ex-Fura-Fila, que prejudica o trânsito na zona sudeste da cidade de São Paulo:

1. ( ) É a lei de Murphy
2. ( ) É sabotagem contra o trânsito da cidade
3. ( ) É a herança maldita
4. ( ) Eu não conheço quem fez a obra
5. ( ) Nenhum das respostas anteriores

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Martha sorri, mas aliança terá vantagem, diz Cláudio Couto

A ministra do Turismo, Martha Suplicy (PT), é quem tem mais motivos para sorrir, após o resultado da pesquisa eleitoral apresentada pelo Instituto Datafolha, nesse fim de semana. A avaliação é do professor da FGV e da PUC de São Paulo Cláudio Couto convidado do CBN SP para avaliar a disputa à prefeitura da capital paulista.

Ainda segundo analista político, o desempenho de Geraldo Alckmin (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM) mostra que, no segundo turno, a candidata petista terá muita dificuldade para superar a aliança que deverá ocorrer se apenas um deles passar à próxima etapa.

Ouça a análise de Cláudio Couto ao CBN SP:

Diga o que você pensa sobre a disputa eleitoral em São Paulo

Mandic: “E-mail (em campanha eleitoral) é um pequeno crime”

Mandic: “E-mail (em campanha eleitoral) é um pequeno crime”

O Tribunal Superior Eleitoral pretende restringir o uso da internet na campanha eleitoral, neste ano. Se depender do TSE, a propaganda política terá de ser feita apenas em sites devidamente registrados pelos candidatos que levarão a terminação “.can”.

Para o dono da Mandic Internet, Aleksandar Mandic, proibir a exploração deste meio pelos partidos e candidatos é tarefa das mais complicadas. Ele entende que as regras devem ser semelhantes as que regulamentam a campanha eleitoral nos demais meios de comunicação. Ao comentar a prática do spam na propaganda política, Mandic lembra que o “e-mail (em campanha eleitoral) é um pequeno crime”.

Ouça a entrevista completa com Aleksandar Mandic e dê a sua opinião:

GPS “burro” está com os dias contados

O navegador que está sobre o painel de meu carro costuma pregar algumas peças. Não estivesse atento, dia desses teria entrado à esquerda na Estados Unidos enquanto seguia pela Nove de Julho em direção ao centro de São Paulo. Para quem não visualiza a região, teria saído da pista em que estava, feito a conversão à esquerda. que é proibida, cruzado dois corredores de ônibus e a faixa de carros do sentido contrário. Acidente na certa.

Sem cometer injustiça com a máquina, as orientações ajudam a chegar de um ponto ao outro na cidade, na maioria das vezes. O mais frustrante, porém, é saber da incapacidade do GPS de nos fazer escapar dos congestionamentos. Invariavelmente nos deparamos com extensos engarrafamentos na avenida indicada no monitor. Sempre há a oportunidade de um caminho alternativo, mas nada nos garante que outros motoristas não estejam seguindo o mesmo rumo.

O GPS é “burro”, com todo o respeito. Ele mostra avenidas, ruas e estradas para circular na cidade, mas o satélite não lhe comunica volume de tráfego – pelo menos aqueles que estão à venda no Brasil.

De acordo com a revista The Economist, a era dos navegadores inteligentes já começou, nos Estados Unidos e Europa. Os 4 mil quilômetros da congestionada rodovia 95, entre Nova Jersey e Carolina do Norte, mais as estradas adjacentes, estarão equipados, no verão, para coletar informações do fluxo de veículos a partir de sensores instalados na estrada, de câmeras ao longo do caminho e do sistema de navegadores por satélite dos milhares de veículos que rodam dia e noite. Com isso, os dados serão atualizados em poucos minutos e será possível identificar, rapidamente, onde estão os pontos de retenção.

As informações serão processadas pela INRIX, companhia baseada no estado de Washington, que enviará os dados para autoridades do trânsito, equipes de emergência e empresas que mantêm o serviço de navegação por satélite.

Telefones móveis dos veículos podem, também, prover arquivos de tráfego em tempo real, segundo reportagem da revista britânica. A idéia é registrar, de maneira sigilosa, o sinal emitido pelas antenas de telefonia móvel ao longo da estrada. Inglaterra, Alemanha e Holanda serão os primeiros países a experimentar esta rede de comunicação que irá oferecer aos motoristas rotas alternativas confiáveis graças ao negócio fechado entre a Tom Tom – que também atua no Brasil – e a Vodafone.

Na cidade de São Paulo, com malha viária de 17 mil quilômetros, apenas 800 são monitorados, mal e porcamente, pela CET. Em muitas avenidas ainda funciona o “olhômetro” – fiscais com binóculo no alto dos prédios repassam informações por rádio à central. O uso do chip instalado nos carros, obrigatório a partir de 2009, poderia servir de base para que a Companhia de Engenharia de Tráfego desenvolvesse rede mais complexa e confiável de dados. A chegada do GPS inteligente facilitaria o deslocamento pela cidade para carros e frotas de caminhões, economizando tempo e combustível. Verdade que, a persistirem os sintomas, haveria um dia em que ao acionar o motor do seu carro, o navegador sobre o painel em vez de sugerir-lhe conversão à esquerda mandaria-lhe de volta para a cama.

Novas modalidades de motos

Os motofretes estão integrados no cotidiano – e retrovisor – dos motoristas. O modelo de negócio se expandiu e ganha novas versões na cidade de São Paulo, como registra Mônica Poker, a repórter de trânsito da CBN. A moto-jornal roda de madrugada para entregar as notícias, a moto-d’água esta aí para matar a sede da turma, enquanto a moto-cachaça é espaçosa.

Em tempo: a prefeitura de São Paulo nada mais fez para reduzir o número de acidentes com motos na capital, depois do estardalhaço no anúncio da criação de faixa exclusiva – cancelada dois dias após – e da natimorta proibição para circular nas marginais.