Desafio do Século: Juca x Heródoto

A disputa pelo título de “Mister da Terceira Idade” está acirrada na CBN. Depois deste blog, por iniciativa própria e provocação de ouvintes-internautas, ter lançado as candidaturas de Heródoto Barbeiro e Juca Kfouri para o concurso da Secretaria Estadual de Saúde, em São Paulo, surge um novo desafio.

Ouça o que disse o comentaris Juca Kfouri ao CBN SP :

O blog aguarda o material comprobatório.

Ouvinte-internauta registra zero grau, em SP

Acima a foto, abaixo a mensagem do ouvinte-internauta professor Jarmuth Andrade:

“Estamos aqui na Montanha Magnifica, na gelada Campos do Jordão, com
temperatura atingindo -2º C nessa noite mas um amigo, Eng. Luciano Aguiar,
morador em SP na Aldeia da Serra nos contou que a temperatura esteve essa
manhã atingindo ZERO GRAU aí em SP. Para provar ele tirou uma foto do
termômetro e colocou no site da Paroquia de Santo Antonio da Aldeia da
Serra, reforçando a Campanha do Agasalho”

Painel de Squeff fica no Sesc

Após a informação divulgada no CBN SP e neste blog, o Sesc-Itaquera voltou atrás e desistiu de retirar o painel do artista plástico Ênio Squeff em homenagem aos 450 anos da cidade de São Paulo. De acordo com o artista, o Sesc se comprometeu a deixar a obra no local onde foi construída e se houver alguma mudança esta somente ocorrerá com autorização de Squeff.

Veja o vídeo publicado no You Tube que mostra como ocorreu a construção do painel:

http://br.youtube.com/watch?v=D35NGq-eAKc

Relatório da Ouvidoria defende prefeitura e causa confusão

A Ouvidoria Geral do Município distribui boletim com informação à comunidade que se confunde com publicidade da prefeitura. Uma das manchetes, que ocupa as duas páginas centrais, diz que “População quer mais iluminação” para logo em seguida afirmar que “a prefeitura já agiu”.
Para os mais de 1.780 paulistanos que reclamaram da falta de iluminação pública no seu bairro no primeiro trimestre, a Ouvidoria compara a capital com Paris, Nova Iorque, Los Angeles e Rio de Janeiro e chega a conclusão que eles moram na cidade mais iluminada do mundo. “Mas a população quer mais”, diz o texto.

A Ouvidoria esquece de comparar o tamanho das cidades e o percentual das áreas não atendidas pela rede de iluminação pública em cada uma delas. Poderia pelo menos ter dito ao cidadão quantos pontos não tem luz em São Paulo. De acordo com dados não oficiais, há 40 mil pedidos de instalação de novos pontos de luz registrados na prefeitura.

O relatório da Ouvidoria ainda provoca confusão ao dar destaque para a informação de que “6.236 pessoas foram atendidas no primeiro trimestre do ano”. Este foi o número de reclamações, a quantidade de moradores atendidos é bem menor: 1.031 tiveram o problema solucionado após registrar queixa na Ouvidoria.

Em tempo: a taxa de luz rendeu mais de R$ 660 milhões em quatro anos. No mesmo período, o investimento na ampliação da rede não foi muito além dos R$ 32 milhões.

Pais se revoltam com fim de escola municipal

O anúncio, neste fim de semana, de que a Escola Municipal de Educação Infantil Sete de Setembro, na zona norte de São Paulo, vai fechar revoltou os pais. Muitos se disseram surpreendidos com a decisão da prefeitura.

Segundo foram informados, o fim das atividades se dará devido ao preço do aluguel, considerado alto pela prefeitura. Os pais que fizeram contato com o CBN SP disseram, ainda, que outra justificativa apresentada pela diretoria era o fato de boa parte dos alunos morarem muito distante da escola.

A EMEI Sete de Setembro fica na rua Braziliza Alves de Carvalho, 500, no bairro da Casa Verde.

Vamos procurar a Secretaria Municipal de Educação, nesta segunda-feira, para ouvir o outro lado.

Pára o carro que o avião quer passar

A proximidade do Aeroporto de Congonhas com bairros populosos e avenidas movimentadas se torna menos arriscada depois de se passar pela experiência de aterrissar em Gibraltar. O pequeno território britânico, que fica na Península Ibérica, mantém um aeroporto pelo qual cruza uma avenida. O sinal fecha sempre que um avião está para pousar, em sistema muito semelhante as vias que passam por linhas de trem.

O aeroporto tem capacidade de 380 toneladas e recebe vôos de três empresas aéreas. Por ser um território com apenas 8 quilômetros quadrados e 30 mil moradores, tudo é muito próximo. Ao lado da pista tem o único estádio de futebol do local.

Aviso aos viajantes: até o ano que vem, o cruzamento será eliminado graças a construção de um túnel.

Não esqueça de levar a sacola

A velha sacola de lona que a vovó levava para fazer as compras na venda pode voltar as mãos das donas de casa do futuro. E dos donos, também. Tem aumentado a pressão para se reduzir o uso de sacolas de plástico. Semana passada, lei neste sentido foi destaque no Rio de Janeiro. Hoje, reproduzo texto do repórter Ian Urbina, publicado no americano The New York Times. A reportagem foi enviada pelo Osvaldo Stella, que você pode ouvir toda segunda-feira no comentário “Ambiente Urbano”, logo após às 11 da manhã, no CBN SP.

Aproveite e repense seus costumes:

Papel ou plástico? É uma pergunta que há muito persegue os clientes de mercados. Mas o debate poderá em breve ser decidido nesta cidade costeira, onde um projeto de lei que visa proteger a vida marinha proibiria as sacolas plásticas em todo o varejo.

São Francisco sancionou uma proibição em abril, mas ela se aplica aos grandes mercados e farmácias. Medidas semelhantes estão sendo consideradas em Boston; Baltimore; Oakland, Califórnia; Portland, Oregon; Santa Monica, Califórnia; e Steamboat Springs, Colorado.

Alexandra Cousteau, neta de Jacques Cousteau e diretora do EarthEcho, um grupo de educação ambiental em Washington, disse: “A proibição do plástico faz sentido pela simples razão de que leva mais de 1.000 anos para biodegradar, o que significa que cada pedaço de plástico que já fabricamos ainda está por aí, com grande parte indo parar nos oceanos, matando os animais”. Cousteau participou de um encontro público realizado aqui na segunda-feira em apoio à medida. Mais de 70 pessoas compareceram ao encontro.

O projeto de lei visa ajudar a proteger Chesapeake Bay e seus tributários, cujos peixes e aves freqüentemente morrem após ingerir sacos plásticos descartados. Segundo o projeto de lei que passará por uma votação final no Conselho Municipal em outubro, as lojas seriam obrigadas a oferecer sacolas de papel feitas de material reciclado.

Os críticos dizem que a proibição seria cara e contraproducente. “Soa bem até você considerar o custo”, disse Barry F. Scher, porta-voz da Giant Food, uma rede de mercados com sede em Landover, Maryland.

Em vez de proibir sacolas de plástico, que custam 2 centavos de dólar cada em comparação aos 5 centavos das sacolas de papel, Annapolis deveria exigir o cumprimento de suas leis de lixo, disse Scher.

Ele acrescentou que a Giant já oferece um crédito de 3 centavos por cada sacola de plástico que os clientes devolvem à loja e que 2.200 toneladas de sacos por ano são recicladas e transformadas em bancos de quintal e de praça.

As sacolas de papel são mais volumosas para transportar do que as sacolas de plástico,
acrescentou Scher, e mais caminhões, combustível e poluição estão envolvidos em sua entrega às lojas.

“Isto pode ser verdade”, disse Alderman Sam Shropshire, o autor do projeto de lei daqui, “mas o que eles não dizem é que para fazer 100 bilhões de sacolas de plástico, que é quanto usamos nos Estados Unidos por ano, são necessários 12 milhões de barris de petróleo. Nenhum petróleo é usado para produzir sacolas de papel reciclado”.

Jeffrie Zellmer, diretor legislativo da Associação dos Varejistas de Maryland, disse que é necessário bem menos energia para reciclar plástico do que para reciclar papel. Zellmer acrescentou que 90% dos varejistas usam sacolas de plástico e que os custos poderão triplicar ou sextuplicar, no final sendo repassados aos consumidores.

O coordenador de reciclagem comercial da Cidade e Condado de San Francisco, Jack Macy, disse que nacionalmente 1% de todos os sacolas de plástico de compras é reciclado.

“Isto significa que o restante vai parar em um depósito de lixo”, disse Macy. “De forma que o
argumento sobre a reciclagem do plástico ser mais eficiente em energia não é forte.”

“Olha”, disse Shropshire, “no final, a melhor opção é as pessoas trazerem suas próprias sacolas reutilizáveis. Mas se não o fizerem, então elas podem usar sacolas de papel que se biodegradam mais rapidamente do que o plástico e não exigem que árvores sejam cortadas”.

Por ora, a prefeita Ellen O. Moyer de Annapolis, uma democrata, permanece indecisa sobre a medida. Um porta-voz de Moyer, Ray Weaver, disse que a cidade planeja distribuir sacolas reutilizáveis para quase todos os moradores até o último trimestre.

Para isto, disse Weaver, a cidade está considerando se associar aos fabricantes de velas de navegação para usar material excedente, que adolescentes em programas de empregos poderiam costurar em sacolas.

“Eu acho que é uma ação inteligente”, disse Jim Martin, proprietário da Free State Press, uma
pequena loja de impressão e cópia a várias quadras do Capitólio Estadual, enquanto encomendava cartões de visita para um membro do Conselho Municipal para serem entregues em um sacola de plástico.

Martin disse estar mais disposto a deixar de trabalhar com as sacolas de plástico por estar
cansado do lixo nas ruas, árvores e na baía.

Brian Cahalan, dono do 49 West, um loja de café a cerca de duas quadras do Capitólio, disse que independente da aprovação ou não da medida, o debate o levou a agir.

Apesar de sua loja usar sacolas de plástico, disse Cahalan, ele planeja encorajar os clientes a trazerem suas próprias sacolas ao cobrar 25 centavos por cada sacola que a loja usar.

“Assim não teremos que descobrir qual dos dois tipos de lixo é o pior”, ele disse.

Decote de Hillary Clinton comparado a braguilha aberta

Duas polegadas tiraram o título de Miss Universo de Martha Rocha. Com alguns metros a mais de pista, acidentes aéreos poderiam ter sido evitados. Milímetros decidiram a medalha de ouro no Pan. As medidas podem ser decisivas para traçar o destino das pessoas. E gerar polêmica, também.

O “escadaloso” decote da pré-candidata democrata a presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton, durante debate, é motivo de discussão, neste momento. Tudo porque a crítica de moda do jornal Washington Post, Robin Givah, comparou os centímetros de pele que apareceram por trás do decote a uma braguilha aberta. Para a jornalista, o fato ganha destaque porque Hillary sempre fez questão de se distanciar de qualquer comentário sobre sua sexualidade.

O gabinete de campanha da democrata respondeu a crítica como sendo insultante e inapropriada.

Deu na Veja: acidente é erro humano

Está nas bancas a revista Veja com revelações da caixa preta do avião da TAM que matou quase 200 pessoas, em São Paulo. Segundo a reportagem houve erro do comandante do Airbus:

“Um erro humano está na origem do pior acidente aéreo da história da aviação brasileira. As informações já obtidas por meio da análise das caixas-pretas do Airbus A320 da TAM – que no último dia 17 se chocou contra um prédio da companhia, causando a morte de 199 pessoas – indicam que o avião, ao pousar, não conseguiu desacelerar o suficiente por causa de um erro do comandante do vôo. Essas informações, ainda mantidas em sigilo pela comissão da Aeronáutica que investiga o acidente, mostram que uma das duas alavancas que regulam o funcionamento das turbinas, chamadas de manetes, estava fora de posição quando o avião tocou a pista principal do Aeroporto de Congonhas. O erro fez com que as turbinas do Airbus funcionassem em sentidos opostos: enquanto a esquerda ajudava o avião a frear, como era desejado, a direita o fazia acelerar. Com isso, o avião, que pousou a cerca de 240 quilômetros por hora, não conseguiu parar. As investigações revelam ainda que, apesar da chuva, não houve aquaplanagem na pista nem falha no sistema de freios dos pneus. A reportagem de VEJA apurou também que quem pilotava o Airbus no momento do acidente era o comandante Kleyber Lima, e não, como suspeitava a Aeronáutica, o co-piloto Henrique Stephanini Di Sacco, que fora demitido da Gol depois de três meses de trabalho e estava na TAM havia pouco tempo.”

http://veja.abril.com.br/010807/p_058.shtml

A mais bela do Pan. No caso as …

A turma gosta de uma eleiçãozinha. Se for para escolher a mais bonita e o mais bonito, então. O Globo On line entrou na rede e descobriu que os marmanjos não se contetam com uma bonitona, querem duas de uma só vez: ganharam as gêmeas Branca e Beatriz Feres, do nado sincronizado, com 42,92% dos votos.