Conheça as contas oficiais para doação de dinheiro

Mensagens eletrônicas falsas já começaram a aparecer nas caixas postais solicitando ajuda para as famílias prejudicadas pelas enchentes em Santa Catarina. Tenha muito cuidado, e evite ser vítima deste golpe.

A Defesa Civil de Santa Catarina abriu cinco contas oficiais para receber doações.

Veja os números das contas:

Caixa Econômica Federal – agência 1877; operação 006; conta 80.000-8
Banco do Brasil – agência 3582-3; conta corrente 80.000-7
Besc – agência 068-0; conta corrente 80.000-0
Bradesco – agência 0348-4; conta corrente 160.000-1
Itaú – Agência 0289, conta corrente 69971-2

O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil e o CNPJ é 04.426.883/0001-57. A Defesa Civil ressalta que não envia mensagens eletrônicas com pedidos de auxílio. As empresas que fazem doações podem requerer a isenção do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), utilizando o código CFOP na nota fiscal 5910. Também deve constar em complemento: “Doação para Defesa Civil do Estado de Santa Catarina”. (fonte: Portal Terra)

Cuidados para quem pretende ajudar Santa Catarina



Reproduzi aqui texto enviado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil. Leia antes ajudar:

A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração Nacional, divulgou, recomendações para doadores de ajuda humanitária. O fato que motivou foi o volume de interessados em ajudar a população catarinense atingida pelas inundações, deslizamentos e desmoronamentos nos últimos dias. Segundo o secretário Nacional de Defesa Civil, Roberto Guimarães, toda ajuda é bem-vinda, mas desde que seja da forma correta e no momento certo. “A ajuda é importante, mas haverá sempre um momento adequado para recebê-la”.

Segundo procedimento internacionalmente aceito, a tarefa de levantamento de necessidades para materiais de doação é executada por pessoal com experiência adequada em desastres.

As doações de gêneros alimentícios e materiais deverão complementar o esforço estadual e federal para satisfazer as necessidades locais, onde ocorreu um desastre. Os doadores devem sempre consultar as autoridades que estão gerenciando a situação para averiguar a real necessidade de doação de gêneros e da quantidade, antes de iniciar qualquer campanha de arrecadação.

De acordo com a Defesa Civil nacional, o grande problema gerado por uma doação desorganizada é a não correspondência com as necessidades locais. Além disto, pode desviar a atenção de pessoal que atende as mais variadas necessidades para classificar, agrupar e rotular o material doado. “É extremamente necessária a classificação, preferentemente, por idade, sexo e outras variáveis como tamanho e utilidade”, informa a nota da Sedec.

É fundamental seguir alguns princípios básicos para doação:

– Antes de efetuar doações procure informações de necessidades levantadas pela Defesa Civil de seu Estado ou Município, ou em quartéis de Bombeiros ou Polícia Militar, por exemplo;

– Todas as doações devem beneficiar a quem recebe e não a um sentimento pessoal de solidariedade e ajuda humanitária;

– Atentar para a qualidade do material doado;

– Respeitar os anseios da Defesa Civil que está gerenciando o desastre e que busca responder as necessidades imediatas da população afetada; e

– Estabelecer uma comunicação eficaz entre o doador e autoridade de Defesa Civil local onde ocorreu o desastre.

Promotor é fugitivo há 2.781 dias

Era 18 de abril de 2001 quando o ex-promotor de Justiça Igor Ferreira da Silva teve anunciada a condenação de 16 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da mulher dele que estava grávida, em Atibaia, interior de São Paulo, três anos antes. Usando das prerrogativas da lei que beneficiava a condição de promotor dele, ficou em casa enquanto os desembargadores do Órgão Especial do Tribunal do Júri decidiam seu destino. Havia garantido ao advogado de defesa, ex-ministro da Justiça Márcio Tomaz Bastos, que se condenado se apresentaria à polícia. Daquele dia até hoje já se passaram sete anos e meio.

Logo que saiu a condenação, fazia a contagem dia a dia do tempo que o ex-promotor estava foragido no programa CBN São Paulo. Houve uma época em que decide contar mês a mês. Há uns dois anos, apenas registro o aniversário da fuga. Cansei de contar. Espero que a polícia não tenha cansado de procurá-lo.

Hoje, após falar da absolvição do promotor Thales Ferri, que gerou uma série de comentários neste blog, recebi a mensagem do ouvinte-internauta Roberto Mattos que, pacientemente, calculou quantos dias Igor Ferreira da Silva está foragido: 2.781 dias de acordo com a matemática do colaborador.

2.781 dias que a sociedade espera que a justiça seja feita.

Obs: A condenação de Igor e minha contagem progressiva já provocaram telefonemas para a redação da CBN de pessoas próximas do ex-promotor. Todas as vezes para defender a posição dele. Mesmo pessoas ligadas à família da esposa que foi assassinada colocam em dúvida a decisão do Tribunal de Justiça. Seja como for nenhuma ação dos advogados de defesa de Igor Ferreira da Silva para mudar a decisão do órgão especial teve sucesso. Portanto, até provem o contrário, Igor é o culpado e tem de cumprir pena para a justiça seja feita.

Soninha diz que gostaria de ser subprefeita, em São Paulo

Convidada ainda não foi, mas aceita o cargo de subprefeita “dentro de algumas condições”. É o que disse ao CBN São Paulo a vereador Soninha (PPS) sobre a possibilidade dela fazer parte da equipe do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Em entrevista ao CBN São Paulo, Soninha disse que tudo que sabe está nos jornais e em um e-mail que recebeu hoje cedo de um representante do partido dela. Ela não tem idéia sequer para qual subprefeitura está sendo cotada. O nome de Cidade Tiradentes surgiu na conversa que teve, ontem, por telefone, com um repórter do jornal O Estado de São Paulo.

O certo é que ela já tem idéias que poderiam ser implantadas caso assumisse uma das 31 subprefeitas de São Paulo:

Foto-ouvinte 2: O ataque do Chapa Azul III



O Chapa Azul voltou a atacar na cidade de São Paulo. Desta vez apareceu na rua Vergueiro, próximo do Centro Cultural de São Paulo, nessa quarta-feira, às seis e 10 da tarde. O flagrante foi feito pelo ouvinte-internauta Renê Fernandes. Ele pergunta no e-mail se há como saber a que consulado pertence o veículo. Infelizmente, até hoje ninguém soube dar esta informação. Se alguém tiver notícia, nos avise.

Foto-ouvinte 1: Cidade suja, ar poluído

A cortina de fumaça lançada ao ar por esta fábrica na Salim Farah Maluf, zona leste de São Paulo chamou atenção do ouvinte-internauta Jorge Freire. Passando de carro pelo local teve tempo de registrar a poluição que tomava a região, mas não conseguiu anotar o nome da indústria que causa enorme prejuízo a qualidade de vida do cidadão.

Vereadores de São Paulo custam mais de meio milhão por mês



Os 55 vereadores paulistanos apresentaram nos últimos 15 meses despesas reembolsáveis que somam R$ 7,5 milhões, de acordo com dados apresentados pela Câmara de São Paulo e organizados pelo projeto Excelências, da Transparência Brasil. Na média mensal, o gasto chegou a R$ 506 mil.

Boa parte destas verbas (R$ 4,4 milhões), usadas para custear atividades parlamentares, foi gasta na categoria consultoria/divulgação. A Transparência Brasil lembra que a Câmara já mantém um corpo de funcionários capacitado para realizar este trabalho e conta com um forte esquema de divulgação que vai desde a página na internet até um canal de televisão.

Abaixo a lista dos 27 vereadores que mais gastaram com verbas indenizatórias. Curiosidade: os três maiores gastadores não se reelegeram.

Acompanhar os gastos com verbas indenizatórias é outro item que deve ser monitorado pelo eleitor que aceitou aderir a campanha “Adote um Vereador”. Os dados são divulgados mensalmente na página da Câmara Municipal de São Paulo.

Tribunal absolve promotor Thales em São Paulo

Colegas que atuam no Conselho Nacional de Justiça não acreditavam na possibilidade de absolvição do promotor Thales Ferri Schoedl. A tese da legítima defesa não era admissível. E um dos motivos seria o fato dele ter tido o cuidado de colocar a arma na cintura antes de correr atrás da namorada que havia saído para aproveitar a noite no rico bairro da Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista.

Pouco adiantará eu seguir descrevendo as outras razões apresentadas pelos integrantes do CNJ que justificariam a prisão do promotor pelos crimes de assassinato e tentativa de assassinato, cometidos em 2004. Hoje já se sabe que o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo absolveu Thales, por unanimidade. Foi legítima defesa disseram os desembargadores.

A tese vencedora é das mais antigas – e, ainda, convincente. Foi assim que Doca Street escapou da prisão na primeira vez que foi julgado pela morte da namorada Ângela Diniz, em 1976. Precisou um segundo julgamento para o assassino pagar pelo que fez.

Mas não foi de Doca que lembrei quando recebi a informação de que o promotor Thales Schoedl foi considerado inocente pelo assassinato de Diego Mendes Nodanez. A primeira imagem foi de outro colega dele de promotoria: Igor Ferreira da Silva. Este foi condenado a 16 anos e alguns meses de prisão por ter matado a mulher que estava grávida de sete meses, em Atibaia, interior de São Paulo, em 1998. Foi julgado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça, também.

Se a primeira vista, este caso não se parece com o de Thales, afinal o réu foi condenado, é preciso refrescar a memória do leitor deste blog: Igor está desaparecido desde 2001 quando a sentença foi anunciada.

Nos dois casos, os únicos que pagaram pelos crimes foram as vítimas. E com pena capital.