Mundo Corporativo – Nova Geração: Eduardo LHotellier diz como a falta de experiência pode jogar a seu favor

 

 

“A falta de experiência por um lado é bom em alguns casos porque como você não sabe o que fazer tem de inventar uma maneira nova e muitas vezes a maneira nova que você inventa é melhor que a tradicional, mas também você comete muitos erros, então não tem jeito: é cometendo erro e aprendendo com ele”. A opinião é de Eduardo LHotellier, que aos 24 anos lançou a GetNinjas, uma das startups de maior sucesso no Brasil, desenvolvida para conectar prestadores de serviço – de pedreiro a chef de cozinha – a clientes através de plataforma tecnológica. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo – Nova Geração, da rádio CBN, LHotellier, que está com 30 anos, apresenta estratégias que podem ser usadas por empreendedores que estão abrindo suas empresas.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, ou aos domingos, 11 horas, em horário alternativo. O programa tem a colaboração de Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Celular ao volante não é legal: vídeo usa cenas de pedestres para alertar motoristas

 

 

Cenas de pedestres usando o celular enquanto caminham são usadas para alertar os motoristas sobre os riscos de usar o telefone ao volante. O vídeo, produzido pelo governo da África do Sul, termina com imagens fortes de acidente de carro provocado por uma motorista que acessava o celular.

 

Recebi este material de um ouvinte do Jornal da CBN, motivado pela campanha “Celular ao volante não é legal”, que lançamos na semana passada no programa, durante a Semana Nacional de Trânsito.

A Guerra da Guararapes: ação do MPT leva maior fábrica de confecção do mundo a deixar o Brasil

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Protesto contra ação do MPT  em São José do Seridó, no RN (Foto: Divulgação/ Governo do RN)

 

Em 2010, o Grupo Guararapes tinha na cidade de Estremoz, divisa com Natal RN, a maior fábrica de roupas do mundo. Eram 20 mil funcionários. Sob o aspecto governamental esta grandiosidade, em contraponto com a pobreza da região castigada pela seca, mostrou que a criação de unidades fabris de produção de roupas era uma boa e, talvez, única solução para absorver mão de obra local.

 

Assimilando essa posição e anexando-a a necessidade do crescimento e da agilidade que o Grupo que dirigia estava exigindo, Flavio Rocha convenceu o Governo do Estado a criar o projeto que viria se chamar PRÓ-SERTÃO.

 

Implantado em 2013, o sistema PRÓ-SERTÃO para Flávio Rocha era a realização de um sonho originado ao visitar a ZARA, quando o fast-fashion começava a dar as cartas. Na Galícia, a ZARA operava um processo de produção ágil o suficiente para fabricar a tempo as novidades da moda.

 

Do sonho, o “Galícia Potiguar”, conforme vislumbrava Flávio, veio o sucesso com a adesão de cidades, marcas importantes como a Hering e pequenos empreendedores que formavam um robusto parque industrial de faccionistas.

 

Entretanto, um enorme contratempo, que já se delineava desde 2010, surgiu em julho deste ano. O MPT – Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Norte, através do Grupo de Procuradores do Trabalho, vinculados à CONAFRET – Coordenadoria Nacional de Combate a Fraudes, cobra da Guararapes R$ 37,7 milhões de indenização. Valor correspondente a parte do lucro obtido com o trabalho das facções, em uma ação baseada na suposição da existência de subordinação estrutural e responsabilidade estrutural da empresa na operação das facções.

 

Essa ação, encabeçada, como todas as anteriores, pela promotora Ileana Mousinho, exige a contratação direta de todos os empregados das facções, elevação dos preços pagos, abastecimento garantido, etc.

 

A empresa que congrega, além da fábrica, as LOJAS RIACHUELO, devido a multas e indenizações impetradas pela Dra. Ileana de R$ 41 milhões e acordadas em R$ 6 milhões, reduziu a participação de mão de obra local de 60% para apenas 20%. Na fabricação, tem expandido suas operações fora de nossas fronteiras, na China e Paraguai.

 

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Centenas de pessoas se reuniram em Seridó do RN contra ação do MPT (Foto: Divulgação)

 

Essa compulsória migração de mão de obra reflete provavelmente o atraso de nossa legislação trabalhista. Entretanto, há aqui algo a investigar, quando o principal executivo do Grupo acusa ser vítima de perseguição. Em recente manifesto dirigido à promotora Ileana Mousinho, Flavio Rocha pede:

 

“O nosso setor tem o potencial de transformar a realidade socioeconômica do Rio Grande do Norte. Basta que a Sra. deixe o ódio de lado e nos deixe trabalhar”.

 

É oportuno observar a difícil tarefa de estabelecer deveres e direitos, pois se não houver equilíbrio o direito defendido poderá tornar-se desnecessário pela extinção do propósito.

 

As costureiras domiciliares, que tanto serviram à periferia carente, que não podia sair de forma convencional para o trabalho, devido a obrigações com parentes idosos ou doentes, foram extintas pela exigência formal.

 

As oficinas externas, se passarem a responsabilidade das contratações de mão de obra e as demais obrigações empresariais aos contratantes, também serão extintas.

 

Quem irá contratá-las?

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

 

LEIA MAIS SOBRE O TEMA EM REPORTAGENS PUBLICADAS NA INTERNET

Mundo Corporativo: “tire a barriga do balcão”, ensina Antonio Nasraui, do Rei do Mate

 

 

O dono do negócio não tem de estar com a barriga no balcão, como se costuma dizer popularmente, mas à frente dele, olhando o que está acontecendo na sua loja, com o olhar do consumidor. A recomendação é de Antonio Carlos Nasraui que ocupa o cargo de CEO do Rei do Mate, que se iniciou com o pai dele em uma loja popular, no centro de São Paulo, e atualmente é uma franquia com cerca de 330 pontos de venda, espalhados pelo Brasil. Ele foi entrevistado por Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da radio CBN.

 

Com base na experiência que adquiriu desde que assistia ao pai na primeira loja montada na avenida São João, Nasraui lembra aos franqueados que é nos detalhes que se percebe a qualidade do produto e do serviço oferecidos. Uma lâmpada queimada ou lâmpadas com coloração diferentes transmitem mensagem de desleixo. Um pano de limpeza esquecido em cima da geladeira, também: “passa um dia, passam dois, de repente essas coisas viram paisagem, passam a fazer parte da imagem da loja”.

 

Outra lição que aprendeu com o tempo: se o cliente pagou por um copo de café ou de chá e não bebeu tudo, alguma coisa errada tem; ou o sabor não estava bom ou a temperatura não estava correta. É preciso atenção. E Nasraui faz questão de transmitir esse conhecimento a toda rede de franqueados pois sabe que são ensinamentos que ajudam no sucesso de uma loja: “O meu franqueado é o maior patrimônio, eu preciso fazer ele ganhar dinheiro, ele precisa estar feliz porque ele é que vai vender o meu negócio para outros franqueados”

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, ou domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Participam do programa Juliana Causin, Débora Gonçalves e Rafael Furugen.

Mundo Corporativo – 15 anos: Pedro Parente, da Petrobras, fala de combate à corrupção e práticas de gestão

 

 

“Quem autoriza não paga, quem paga não controla”. A regra foi ouvida por Pedro Parente, atual presidente da Petrobras, na época em que fazia carreira no Banco do Brasil e, diz ele, tem pautado suas ações diante de um dos maiores desafios que já enfrentou na gestão pública: recuperar a imagem e as contas da estatal, após o “tsunami” que atingiu a empresa, alvo de uma série de casos de corrupção.

 

Parente foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa especial em comemoração aos 15 anos do Mundo Corporativo, da rádio CBN, apresentado ao vivo, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro.

 

Aqui você assiste ao vídeo completo da entrevista na qual o executivo da maior estatal brasileira fala de sua experiência na área de gestão e de medidas que foram implantadas para conter ações de ilegalidade na empresa. Parente também comenta sobre o afastamento do diretor de Governança e Conformidade João Adalberto Elek que aguarda julgamento de recursos de um caso envolvendo possível conflito de interesse.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, com transmissão pelo site e pela página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN ou aos domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Este programa teve a colaboração de Julio Lubianco, Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Mauro Halfeld ajuda você a controlar as contas da sua empresa

 

 

“As pessoas tem de descer do pedestal que muitas vezes o mundo corporativo nos coloca. Ele é falso. Tire o terno, tire a gravata, tire a sua roupa sofisticada, e aprenda a fazer tarefas simples, não tenha vergonha”. A recomendação é de Mauro Halfeld, comentarista da CBN, especialista em finanças e empreendedor. Ele conta sobre essa experiência e faz alertas importantes para que os donos de negócios mantenham suas contas em dia na entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Sobre o controle do orçamento, Halfeld avisa: “quem não tem contabilidade fidedigna, contabilidade realista, não tem uma bússola, está dirigindo com o seu parabrisa tampado”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar aos sábados, às 8h10 da manhã, no Jornal da CBN, ou aos domingos, 11 horas, em horário alternativo. O programa é reproduzido em vídeo no site e na página da CBN no Facebook. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Cinco relatos corporativos que você precisa contar aos colegas

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Do mundo corporativo tal qual na vida real podemos extrair interessantes episódios ilustrativos do comportamento humano e empresarial. A bibliografia nesse contexto é extensa, apresentada por significativos autores e obras das quais cito abaixo alguns casos:

 

1. O CLIENTE COMO META

 

A AVIS, locadora de autos, num momento de extrema dificuldade financeira, tinha excessiva reclamação do pessoal de vendas pelo sistema, que dificultava o atendimento no balcão. Decidiu, então, que os especialistas que criavam os processos fossem às lojas e executassem as vendas. No retorno deles houve acentuada melhoria no sistema e apenas uma baixa. Um dos técnicos, ao entrar o primeiro cliente, se escondeu debaixo do balcão.

 

2. O POSITIVO EXTRAIDO DO NEGATIVO

 

A mesma AVIS estava sempre sem filas, menos pelo novo sistema e muito mais pela concorrência da HERTZ, líder de mercado. A AVIS começou então a mostrar as filas na HERTZ e convidar os clientes a evitar a demora indo para as lojas AVIS. Deu certo.

 

3. A MAXIMIZAÇÃO É MAU NEGÓCIO

 

Em reunião da diretoria de uma grande corporação química, o Gerente de Crédito expôs com orgulho o resultado alcançado de 0% de inadimplência, número jamais atingido durante longos anos anteriores. Ao que o CEO retrucou: talvez por nunca ter alcançado essa marca a empresa tenha durado tanto, pois com crédito restrito ela certamente estaria perdendo clientes e posição no mercado.

 

4. A DURAÇÃO DA REUNIÃO É INVERSAMENTE PROPORCIONAL AO CONHECIMENTO

 

O Prof. Parkinson idealizou uma reunião de aprovação de orçamento em que se discutiam investimentos desde reator atômico e galpão industrial até chá e café para reuniões festivas. Como apenas um presente tinha condições técnicas para o maior investimento e todos tinham para chá e café, os tempos gastos foram proporcionais ao conhecimento disponível na reunião. Poucos minutos para milhões de dólares e muitos para poucos dólares.

 

5. A SUPREMACIA DA PUBLICIDADE*

 

O Dr. Robert Cade, da Universidade da Flórida, na década de 1960, desenvolveu uma bebida para esportistas: o Gatorade. O “Florida Gators” testou-a e ficou conhecida como a equipe vencedora do segundo tempo por causa de sua resistência. Quando ganharam o Orange Bowl, o técnico perdedor disse: ”não tínhamos bebido Gatorade; isto fez diferença”. A “Sports Illustred” publicou. E o momento mágico se prolongou. O Gatorade passou a ser a bebida oficial da National Football League, da National Basketball Association, da Professional Golf Association, da NASCAR, etc., cujo porta voz durante anos foi Michael Jordan.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

 

PS: * Publicidade é a comunicação não paga, também chamada de RP Relações Públicas. A Propaganda é a comunicação paga.

Mundo Corporativo: pense simples, seja ágil e não tenha medo de errar, ensina Gustavo Caetano

 

 

“Muitas coisas estão na nossa frente, muitas oportunidades estão na nossa frente, e a gente não enxerga, porque a gente tende a achar que as coisas são mais complexas do que elas são”. Foi pensando assim que Gustavo Caetano descobriu a solução para um problema que emissoras de televisão enfrentavam diante da necessidade de enviar vídeos para suas afiliadas, no Brasil. Fundador da Samba Tech, Caetano usou essa tese para criar vários dos seus negócios. Hoje é reconhecidamente um empreendedor bem sucedido e compartilha sua experiência em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Apesar dos bons resultados, não esconde de ninguém que falhou muito durante sua carreira: “falhar é parte do processo de inovação”. Caetano lançou o livro “Pense Simples – você só precisa dar o primeiro passo para ter um negocio agir e inovador” (Editora Gente)

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da rádio CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o programa Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Fábio Astrauskas diz como evitar os erros mais comuns que levam sua empresa para o buraco

 

 

“A crise chega aos poucos na empresa, ela dá sinais que vão evoluindo ao longo do tempo”. E esses sinais, citados por Fábio Astrauskas, professor do Insper e CEO da Siegen, especializada em reestruturação de empresas, aparecem em três grupos: gerenciais, operacionais e financeiros. Na entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Astrauskas sugere que os administradores das empresas construam estruturas de prevenção à crise.

 

O Mundo Corporativo é transmitido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN ou no domingo, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

O cliente nem sempre tem razão, mas é mais barato atendê-lo

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Um brasileiro em treinamento no maior banco do mundo, na
cidade de Nova York, na função de atendimento de reclamações
globais, chegou a uma conclusão surpreendente: analisando matematicamente os teores, os valores e os custos de todo o processo necessário para responder aos clientes, sugeriu que o Banco liberasse automaticamente as queixas até a quantia de 50 dólares. O Banco acatou e passou a economizar monetariamente um
considerável valor anual. Aumentou o resultado e a satisfação de seus reclamantes. E, também do nosso compatriota, que retornou
como Diretor.

 

A CORI, importante empresa de moda em sua fase mais ascendente viu crescerem as reclamações, em função de novos volumes e de materiais de maior qualidade, suscetíveis a tratos menos cuidadosos. Após observação estatística decidiu acatar as trocas e devoluções imediatamente, no ato. A economia detectada nos
estudos dos casos foi comprovada na prática, e a empresa ganhou nos custos e na imagem. Afinal, as reclamações eram insignificantes diante dos números totais.

 

Ainda na CORI, na medida em que o número de lojas crescia e as quantidades vendidas também, os fornecedores de equipamentos de segurança sempre buscavam a empresa para implantá-los. Estes aparelhos incômodos e constrangedores nunca foram usados. Não só pelo desconforto, afinal a maioria usava, mas pela economia.

 

Todos os estudos feitos indicavam que era mais vantajoso ficar sem eles, pois os roubos eram bem inferiores as despesas de implantação e operação destas engenhocas. São difíceis de retirar das peças, e algumas vezes não conseguem escapar do famigerado apito de roubo na saída da loja.

 

Uma grande financeira que operava com veículos vendidos em 36 meses, a maior queixa dos compradores era pela demora na entrega do certificado de propriedade. Após análise a empresa passou a enviar no 35º mês o certificado lembrando ao cliente, que se quisesse, já poderia trocar por um novo carro. Passado o
suspense inicial, pois se corria o risco de não haver a quitação da última parcela, as reclamações acabaram e as vendas aumentaram juntamente com os resultados financeiros.

 

Sam Walton e Steve Jobs, nada contemporâneos, já falecidos, têm
muito a ensinar do velho varejo.

 

De Sam é bom lembrar que o cliente é a única pessoa que pode realmente quebrar uma empresa. Basta ir ao concorrente.

 

De Jobs ficou a dica que o cliente só não tem razão quando opina sobre algum produto ou serviço que não conhece. Portanto quando se busca ruptura e criação, aí sim, o cliente quase sempre não tem razão.

 

PS: Este artigo foi escrito inspirado na entrevista de Bianca Dreyer pelo
Milton Jung no Mundo Corporativo.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.