Mundo Corporativo: Marco Gorini diz como conseguir dinheiro para a sua ideia

 

 

“Você precisa saber que risco você quer tomar, que risco você pode tomar e, principalmente, o risco que você deve tomar”. A sugestão é do economista Marco Gorini aos empreendedores que pretendem ir ao mercado em busca de investimento para seus negócios, produtos e serviços. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da CBN, Gorini alerta que muitos projetos deixam de existir antes mesmo de chegarem ao seu ponto de equilíbrio por não conseguirem os recursos adicionais que podem sustentar o negócio. Gorini escreveu com Haroldo da Gama Torres o livro “Captação de recursos para startups e empresas de impacto – guia prático” (Alta Books) no qual oferece uma série de dicas que podem ajudar você a tornar seu negócio sustentável.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a colaboração de Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Wilson Risolia, da Falconi Educação, ensina a fazer gestão na escola

 

 

“Condição sine qua non para você gerir bem qualquer coisa é diagnóstico, conheça o problema, atue sobre ele, controla para ver se aquilo que você programou tá dando resultado, mede – que depois você roda este ciclo de novo”. A sugestão é do consultor Wilson Risolia, líder da Falconi Educação, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo da CBN.

 

Risolia, ex-secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, fala de como um programa de gestão qualificado e competente pode melhorar o desempenho das escolas, dos professores e dos alunos. Na entrevista, ele também trata de mudanças no currículo escolar e outros desafios do setor.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. Colaboraram com o Mundo Corporativo: Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Jovens não acreditam em aposentadoria e desafiam mercado de trabalho

 

 

Em arquivos pessoais, guardados em um dos muitos discos rígidos que mantenho em casa, encontro gafe cometida em entrevista à TV Câmara pelo então presidente da Casa, deputado Severino Cavalcanti. Diante da acusação de irregularidades cometidas por ele, acabara de se reunir com líderes dos partidos e sacado da maleta um pacote de medidas para o País, aquilo que os políticos costumam chamar de agenda positiva. Das medidas que Cavalcanti listou durante a entrevista, antes de sofrer um “apagão”e interromper a conversa ao vivo com o jornalista da emissora, estava a necessidade de o Brasil fazer a reforma da Previdência.

 

A gravação é de 2005 e pouco tempo depois Cavalcanti renunciou ao cargo para escapar da cassação por cobrar propina de R$ 10 mil por mês do dono de um dos restaurantes da Câmara dos Deputados. Pouco mais de 10 anos depois do ocorrido, o ex-deputado está com 84 anos e afastado da política. E a reforma da previdência segue sendo uma promessa não cumprida.

 

Com o governo em exercício de Michel Temer, o tema voltou à pauta. E sofre os mesmos ataques: mudanças nas regras não podem prejudicar quem já está dentro do sistema; aumento da idade mínima não resolverá as contas da previdência; o combate a fraudes e desvios seria suficiente para equilibrar o caixa; e mais uma série de afirmações que são usadas para que tudo fique como está.

 

Gente de primeira linha já mostrou por A + B que a previdência não resiste por muito tempo se não houver mudança no cálculo da aposentadoria e países – mundo afora – já deram mostras da encrenca que se aproxima aqui no Brasil. Prefiro, porém, deixar para quem entende profundamente do tema que use os argumentos mais apropriados para que a reforma avance.

 

Estou aqui lembrando do assunto pois leio, em O Globo, que 12% dos jovens entre 20 e 34 anos esperam trabalhar até morrer, segundo pesquisa feita pelo Manpower Group e pela Reputation Leaders, com 19 mil millennials (a geração que nasceu a partir de meados da década de 1980).

 

O Japão é o país com a maior porcentagem de entrevistados que não esperam se aposentar. São 37%, pouco mais de duas vezes o índice do segundo colocado, a China (18%). A Grécia, que deixou-se quebrar para depois fazer mudanças radicais nas regras da previdência, aparece em terceiro lugar, com 15% – informa a reportagem que você pode ler aqui.

 

O Brasil, diz a pesquisa, ocupa a 12a colocação: 10% dos jovens acreditam que vão trabalhar a vida toda, sem conseguir se aposentar. Um dado interessante é que de 60% a 69% dos millennials brasileiros estão confiantes ou otimistas com as perspectivas de suas carreiras.

 

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Vale a pena ler a pesquisa completa pois há outras informações importantes sobre o comportamento dos millennials em relação ao mercado de trabalho

 

O resultado deste estudo, em relação a perspectiva de aposentadoria, nos aponta para algumas verdades.

 

A primeira, e mais óbvia, é que há descrença quanto as regras da previdência pública, pois poucos acreditam que poderão contar com o dinheiro da aposentadoria para se manter.

 

A segunda é que precisaremos urgentemente pensar como o mercado de trabalho será capaz de acolher essa mão de obra. Se os jovens acreditam que terão de trabalhar até ficarem velhos (na melhor das hipóteses, muito velhos), onde estarão os empregos para os mais jovens que continuarão chegando a esse mercado?

 

Definitivamente, a discussão do Trabalho e da Previdência não tem mais espaço para gafes, esquecimentos e manobras nem pode ficar refém de políticos sem compromisso com o futuro.

Mundo Corporativo entrevista Marcelo Bicudo, da Epigram, sobre design sprint

 

 

“O mercado mudou, a demanda mudou, a necessidade do consumidor mudou, ao invés de você esperar um ano, dois anos para você testar este produto no mercado e eventualmente dar errado ou dar certo, você consegue em cinco dias levantar um conjunto de informações para que você tenha mais certeza daquilo que você está fazendo”. A afirmação é de Marcelo Bicudo, da Epigram Brand Union, que explicou, em entrevista ao Mundo Corporativo, da rádio CBN, como é possível fazer essa transformação aplicando o sistema conhecido por design sprint.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br e é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. O quadro é apresentado por Milton Jung e tem a colaboração de Alessandra Dias, Douglas Matos e Debora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Tathiane Deândhela identifica o que rouba o seu tempo

 

 

“Não confunda estar ocupado com ser produtivo, ser produtivo não é fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, mas fazer as coisas que estão voltadas ao seu objetivo de vida”. Esta é uma das recomendações da empresária Tathiane Deândhela, especialista em gestão do tempo, entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da CBN.

 

Autora do livro “Faça o tempo trabalhar para você e alcance resultados extraordinários”, Deândhela ensina que o chefe da quadrilha que rouba o seu tempo é a interrupção:”ao mudar de uma para outra atividade, sete a 14 minutos são necessários para que a concentração total se restabeleça”.

 

Uma das sugestões para se fazer uma boa gestão do tempo é que logo cedo, ao acordar, você organize sua agenda e tarefas determinando o que é prioridade no seu dia. De acordo com a empresária e palestrante, é preciso saber selecionar suas atividades, pois escolhas erradas podem reduzir em até 50% sua produtividade.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br, sendo reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participam do quadro Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Empreendedorismo: qual foi o erro que você cometeu?

 

 

O CBN Young Professional, quadro que apresento na rádio CBN, é espaço destinado a conversar com jovens empreendedores, uma turma que fez sucesso muito cedo com suas ideias e sonhos. Em todas as entrevistas que realizei até aqui fiz questão de perguntar a cada um deles qual o erro que teriam cometido nesta curta carreira que poderia se transformar em referência aos demais. Afinal, nossa carreira é construída com base nos acertos e nos erros. As respostas são bem interessantes e as lições, também: se quiser conferir algumas dessas entrevistas, entre aqui.

 

No Papo de Professor, promovido pelo Sebrae, fui perguntado sobre o fato de as histórias de empreendedores geralmente serem contadas pela ótica dos vencedores: daqueles que fizeram sucesso na sua carreira,alcançaram resultados e conseguiram destaque. Queriam saber se esse olhar não geraria distorção ou ilusão nos que pretendem se lançar como empreendedor.

 

Nossos erros nos ensinam muito, desde que tenhamos humildade para reconhecê-los. Entender as falhas cometidas por outros também nos permite enxergar novos caminhos a serem percorridos. É sobre isso que falo no vídeo acima. Clica lá, assista e compartilhe com seus amigos nas redes sociais.

 

Aliás, qual o erro que você já cometeu na sua carreira?

 

Para ver outros vídeos sobre empreendedorismo, clique aqui.

Empreendedorismo: cuidado com o empreendedor-pipoca

 

 

No Brasil, boa parte das pessoas que envereda pelo caminho do empreendedorismo, o faz por necessidade. Na falta de emprego ou dificuldade para juntar um pouco mais de dinheiro, sai em busca de opções, abre seu próprio negócio e fica na torcida para que tudo dê certo.

 

Claro que a possibilidade de sucesso em casos como esses é pequena, pois se não houver planejamento, estratégia, informação precisa e paciência, o empreendedor tende a encontrar mais problemas pela frente.

 

Com a crise atual e diante das promessas de resultados rápidos, algumas pessoas saem de um negócio para o outro sem pestanejar, podendo gerar ainda mais prejuízos a si mesmo e a seus parceiros.

 

No Papo de Professor, do Sebrae, falei sobre o empreendedor-pipoca, esta figura que está sempre correndo atrás de nova aventura na esperança de que um dia encontrará o negócio certo. É impaciente, ansioso e, muitas vezes, ganancioso. Tem um perfil de altíssimo risco. Muito cuidado!

 

Para saber minha opinião sobre o assunto assista ao vídeo acima.

 

Veja aqui outros vídeos sobre empreendedorismo.

Mundo Corporativo: Reinaldo Polito ensina a falar bem em público

 

 

Quando falamos, precisamos envolver as pessoas e fazer com que elas participem da nossa causa, agindo de acordo com a nossa vontade. Para que esse objetivo seja alcançado, além de naturalidade, é preciso falar com energia, disposição, e entusiasmo.

 

“A vida não tem espaço para gente molinha, é preciso sempre falar com muito envolvimento”, ensina o professor Reinaldo Polito, um dos principais especialistas em oratória do mundo e autor do livro “29 minutos para falar bem em público e conversar com desenvoltura” (Sextante), lançado em parceria com Raquel Polito.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN, que você assiste no vídeo acima, Polito apresenta algumas estratégias que devem ser aplicadas para apresentações de projetos de trabalho, palestras e reuniões.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo: Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Empreendedorismo: seja empreendedor no emprego que você tem

 

 

Abrir o seu próprio negócio a partir de ideia inovadora. Essa é a visão mais tradicional que temos do empreendedorismo. Porém, há algum tempo já percebemos a necessidade de  as empresas criarem ambientes que incentivem o desenvolvimento de uma consciência empreendedora entre seus colaboradores, dando-lhes liberdade para criar e encorajado-os a implantar ideias próprias.

 

Falei sobre o tema em um dos vídeos do Papo de Professor, promovido pelo Sebrae, que você assiste acima.

 

Veja  aqui outros vídeos sobre empreendedorismo.

Empreendedorismo: identifique o alcance do seu negócio na internet

 

 

A internet tem oferecido oportunidades diversas para empreendedores, mas não pode ser vista como a salvação de todos os negócios. É preciso identificar o potencial da sua ideia e o perfil do público que pretende alcançar.

 

Falei sobre o tema durante o Papo de Professor, do Sebrae, diante de uma das perguntas selecionadas: “existe uma teoria que diz que qualquer negócio na internet prospera. O que você acha disso? como os clientes da internet estão em todos lugar e em lugar nenhum, como fazer para conhecê-los?”

 

A resposta completa você encontra no vídeo acima.

 

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