Mundo Corporativo: Daniel Mendez da Sapore ensina a servir 1mi de refeições/dia

 

 

Transformar os refeitórios das empresas em praças de alimentação foi uma das estratégias usadas pelo empresário Daniel Mendez para fazer da Sapore a maior empresa de refeições coletivas do Brasil. Nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo, da CBN, Mendez fala de sua trajetória profissional, que se iniciou como garçom no restaurante do pai, e como enfrentou uma crise que quase acabou com a sua empresa. Hoje, a Sapore serve 1 milhão de refeições por dia e está atuando também no México e na Colômbia.

 

Você assiste ao vivo o Mundo Corporativo às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da rádio CBN e participa com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O prorama é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN​

Mundo Corporativo: Felipe Gomes, da Allianz Seguros, fala da estratégia na Arena do Palmeiras

 

 

O grupo Allianz Seguros pretende alavancar seus negócios no Brasil a partir do investimento que fez para comprar o direito de explorar o nome da arena multiuso do Palmeiras, que está sendo construída pela WTorres, e deve ser inaugurada no segundo semestre do ano. A estratégia é semelhante a usada pela Allianz em mais cinco países, onde grandes praças de esporte e espetáculos levam a marca do grupo. O diretor executivo da Allianz Felipe Gomes explica as ações que já estão sendo planejadas para que a empresa recupere o investimento feito ao longo de 20 anos, nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo, feita pelo jornalista Mílton Jung.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras,11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo entrevista Sérgio Nogueira, RH da Kimberly-Clark

 

˜O resultado vem das pessoas, o que elas fazem, o que elas produzem, o que elas acreditam; interferem imediatamente nos resultados, no clima; então, o principio é: se eu confio na empresa, se eu confio nos lideres, se eu sei para onde esta empresa vai, e se eu posso contribuir e se a minha opinião é importante, eu vou dar o máximo” A afirmação é de Sérgio Nogueira, diretor de Recursos Humanos da Kimberly Clark em entrevista ao jornalista Mílton Jung do programa Mundo Corporativo da CBN. Nogueira fala das estratégias usadas para criar um espírito de equipe em uma empresa que tem cinco mil funcionários espalhados em cinco fábricas e três centros de distribuição no Brasil. Recentemente foi anunciada a troca de comando do grupo com a chegada do colombiano Sérgio Cruz que substitui João Damato, um momento de transição que exige do setor de recursos humanos cuidados especiais, principalmente em relação a comunicação.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo e em primeira mão, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN, com participação pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN.

Velhos modelos tiveram sucesso porque foram inovadores em seu tempo

 

 

A primeira entrevista de Satya Nadella como editor executivo da Microsoft me motivou a escrever texto na segunda-feira, que você pode ler baixando um pouco mais a página aqui do Blog ou acessando este link.Gostei tanto do assunto que resolvi voltar ao tema nessa terça-feira sem a preocupação de estar enchendo o saco do caro e raro leitor, mesmo porque você sabe que, diante deste texto, tem total liberdade para desconsiderá-lo, ler os artigos dos colaboradores que estão na coluna à direita ou, espero não ser esta a sua decisão, seguir em frente em busca de coisa melhor na internet. Satya alertou para a necessidade de as empresas reconhecerem a inovação e fomentarem o seu crescimento, sob o risco de ficarem estagnadas. E chamou atenção para armadilhas corporativas que tornam gestores e funcionários reféns dos métodos e soluções que deram certo no passado. Para ele, o segredo é saber como aproveitar toda a experiência e aplicá-la ao contexto atual.

 

Retorno ao tema porque percebo na área em que atuo, a comunicação, uma certa insistência em se querer aplicar as fórmulas do passado. No cotidiano das redações não faltam colegas para lembrar como se fazia antigamente e criticar as tentativas de inovação. Esse setor passa por uma revolução incrível a partir da difusão de tecnologias, e a variedade de fontes de informação e de meios para propagá-la. Há muito que o privilégio de desenvolver conteúdo jornalístico, por exemplo, não está mais nas mãos de alguns empresários e profissionais de imprensa. Acho graça quando recebo mensagens denunciando haver uma conspiração para impedir que determinados fatos sejam divulgados. Como se em um mundo no qual cada pessoa tem nas mãos um celular com câmera e acesso à um rede social fosse possível esconder notícia. É comum, também, ouvirmos críticas em relação à audiência que emissoras de televisão, especialmente, mas as de rádio, também, alcançam hoje em dia, bastante inferior aos índices de dez, quinze anos atrás. Como trabalhar com as mesmas métricas quando os canais pelas quais as pessoas se informam se multiplicaram e os próprios veículos tradicionais criaram novos meios para levar seu conteúdo ao público? Veja o caso do programa Mundo Corporativo que antes de ir ao ar, aos sábados, na rádio CBN, é apresentado, ao vivo, pela internet, e divulgado no canal da rádio no YOU TUBE e em podcast. Costumo brincar que é uma espécie de quatro em um. Há alguns anos, seria inimaginável as emissoras permitirem o acesso ao conteúdo antes que este fosse divulgado em sua fonte principal.

 

Gilberto Strunck, autor do livro Compras por impulso – Trade marketing, merchandising e o poder da comunicação e do design no varejo (Editora 2AB) escreve que “para se alcançar a audiência de 50 milhões de pessoas, foram necessários 38 anos pelo rádio, 13 pela TV, quatro pela internet e dois pelo Facebook. Ou seja, o tempo passa exponencialmente e as informações se multiplicam da mesma forma, a ponto de se calcular que, em 2010, se produziu um zettabyte de informações, mais do que tudo que foi produzido nos últimos cinco mil anos, calcula o publicitário. Para um estudante que entra em curso técnico de quatro anos, metade do que aprendeu no seu primeiro ano estará ultrapassada ao completar o terceiro ano. Ele terá de se atualizar dia a dia assim como nós profissionais que estamos nas mais diferentes áreas. Hoje, o desafio é conquistar a confiança e a atenção desse público que vive em ambiente poluído de informações e saber oferecê-las de forma organizada, sistemática e ágil. A experiência dos que construíram esta história até aqui foi fundamental mas reproduzir esses mesmos modelos é esquecer que eles só tiveram sucesso porque inovaram no seu tempo.

Não é assim que costumamos fazer, ainda bem!

 

 

A minha admiração pelos produtos da Apple já foi declarada dezenas de vezes como podem testemunhar os raros e caros leitores deste blog. Estou, porém, distante de ser um xiita incapaz de ver quando os concorrentes apresentam equipamentos de qualidade ou desenvolvem ações inovadoras. Ainda neste domingo, li na revista MacMais, em editorial assinado pelo jornalista Sérgio Miranda, que, pela primeira vez depois de cinco anos visitando a International CES 2014, ele percebeu que o Iphone não era o gadget mais usado por quem foi à feira de tecnologia em Las Vegas. O Galaxy apareceu com destaque nas mãos dos que lá estiveram mostrando que a Samsung encontrou seu espaço entre os aficcionados por novidades. Eu – e tenho certeza que o Sérgio, também – ainda mantenho-me fiel ao celular da Apple, mesmo reconhecendo os avanços da sul coreana.

 

Nesse fim de semana, também, fui fisgado pela opinião de Satya Nadella, novo diretor executivo da Microsoft, eterna concorrente da Apple. Fiquei bastante satisfeito com a visão estratégica apresentada por ele em entrevista para o The New York Times reproduzida no Brasil pelo Estadão (edição de sábado). Nela, esse indiano, que assumiu recentemente o cargo mais importante da empresa para qual trabalha há 22 anos, descreve seu estilo de gestão e destaca algumas lições aprendidas com seus antecessores. Você pode ler a entrevista original neste link, mas trago aqui dois pontos que considero interessantes:

 

Diz que em conversa com Steve Ballmer, a quem agora substitui, quis saber como estava se saindo em relação àqueles que exerceram o cargo que ocupava antes dele. Steve disse: “Quem se importa com isso? O contexto é muito diferente. Para mim, a única coisa que importa é sua maneira de jogar com as cartas que você tem nas mãos agora. Quero que mantenha seu foco nisso, em vez de se preocupar com as comparações”.

 

Perguntado sobre os comentários que o irritam nas reuniões, Satya diz ficar louco quando alguém chega para ele e fala que “costumávamos fazer assim” ou “é assim que fazemos”.

 

Satya tem razão no que aprendeu e no que tenta evitar. Boa parte das vezes queremos usar o passado como referência sem perceber que aquelas soluções se encaixavam em outro cenário. As circunstâncias mudaram completamente. Não podemos mais medir a performance das pessoas pela mesma régua de cinco, dez anos atrás. Aliás as empresas de tecnologia, como a Microsoft e a Apple, são responsáveis por isso. Com o conhecimento circulando mais rapidamente, a troca constante de informação e a velocidade imposta à criação, a chave do sucesso de agora não abrirá mais portas daqui a pouco. A todo instante, as corporações terão de buscar a nova fórmula sob o risco de ficarem ultrapassadas e os gestores terão de fomentar a inovação. Para Satya, a questão é “como fazemos para usar o capital intelectual de 130 mil pessoas e inovar de maneira que nenhuma das definições das categorias do passado continue relevante?”

 

Na próxima reunião, quando você der uma ideia e alguém disser que não é assim que costumamos fazer, lembre-se de Satya e não se acanhe em responder: ainda bem.

Mundo Corporativo: você assume a responsabilidade de seu negócio?

 

“Accountability é pegar a responsabilidade para si; note que é diferente de responsabilidade. Responsabilidade é de fora para dentro do indivíduo, precisa ser lembrada e, às vezes, até escrita. Accountability é uma virtude moral, é de dentro para fora. Não precisa ser lembrada nem escrita”. A definição é do palestrante João Cordeiro entrevistado pelo jornalista Mílton Jung no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. A partir de um jogo de cartas, Cordeiro ajuda a empresa e os próprios empregados a identificarem o nível de accountability de cada um dos colaboradores: Homer Simpson (nível 1), crianças mimadas (nível 2), adultos imaturos (nível 3), pessoas comuns (nível 4), pessoas accountables (nível 5) e super-heróis (nível 6). João Cordeiro é autor do livro “Accountability – A evolução da responsabilidade pessoal, o caminho da execução eficaz” (Editora Évora).

 


Ouça aqui a entrevista completa com João Cordeiro (excepcionalmente, este programa está disponível apenas em áudio)

 

Você assiste em primeira mão o Mundo Corporativo toda quarta-feira, 11 horas, no site da rádio CBN, e participa com perguntas para mundocorporativo@cbn.com.br ou pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Controle e motivação para ter serviço com qualidade

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

No mundo corporativo, salas de diretores sem portas, executivos em contato direto com o nível operacional, premiação para mudanças sugeridas pelos funcionários, programas de treinamento, planos de carreira, etc. fazem parte do que se reconhece como as melhores práticas de administração. E, convenhamos, é uma receita antiga, embora bem menos praticada do que se poderia esperar.

 

No Mundo Corporativo do Mílton Jung há uma semana, Carlos Ewandro da ENDESA Brasil, empresa de serviços de eletricidade, expôs os métodos adotados no relacionamento do trabalho, ressaltando a preocupação da Companhia em executar o que poderíamos chamar de plenitude da cartilha da Escola de Recursos Humanos. A tal ponto que Ewandro não é “diretor”, mas “responsável” pelo RH. Ao mesmo tempo em que “comunicação” é corretamente interpretada e executada, pois se fala, mas também se ouve.

 

Todos estes tópicos preenchem a condição necessária ao sucesso, mas não o suficiente, pois o que confere à ENDESA a excelência no resultado é o controle total sobre o principal do seu negócio, que é o serviço na rede elétrica. As câmeras que monitoram toda a movimentação das equipes que realizam os serviços de implantação e reparo da rede elétrica agem como controle e ao mesmo tempo como motivação, pois os erros podem ser corrigidos e os acertos premiados. Em virtude disso os acidentes foram reduzidos em mais de 60% e a confiança dos consumidores aumentou.

 

Essa capacidade de transformar a supervisão em motivação é essencial à qualidade dos serviços. A técnica do comprador camuflado também é uma alternativa ao uso de câmera e igualmente pode ser usada como elemento controlador e motivador. As câmeras ou os compradores camuflados juntos às demais práticas de administração dará a condição necessária e suficiente para um serviço de qualidade. Portanto, para produtos e serviços que necessitam de qualidade de atendimento a melhor prática é o velho e conhecido controle. Não o de Taylor, mas o de Mayo, o professor de Harvard que em 1927 provou que atenção é fundamental.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo entrevista Carlos Ewandro da Endesa Brasil

 

 

“A palavra comunicação é dita ‘como única ação’. Você quando separa isso, dá uma dimensão maior a questão da comunicação, porque se você não comunica e não se aproxima – e a comunicação é falar mas essencialmente escutar – alguém comunica por você. Se você não fala, o Sindicato vai falar, o corredor vai falar, a fofoca vai falar”. O alerta é de Carlos Ewandro, responsável pelo RH da Endesa Brasil, empresa do setor energético, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Evandro diz que a troca de informações entre os chefes e os colaboradores tem de ser valorizada, por isso “nós temos modelos robustos de comunicação na Endesa e para se ter ideia as salas dos executivos não tem porta”. O resultado desta troca de experiência foi o uso de câmeras que registram toda a movimentação das equipes que realizam serviços de implantação e reparo da rede elétrica, método que teria reduzido o número de acidentes de trabalho e aumentado a confiança dos consumidores.

 

Você pode assistir, ao vivo, o programa Mundo Corporativo, toda quarta-feira, 11 horas da manhã, pelo site da rádio CBN (www.cbn.com.br) e participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @miltonjung, usando a hashtag #MundoCorpCBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: André Caldeira fala como evitar estresse no trabalho

 

 

“Um pouco de estresse é necessário, é o que chamamos de eutresse, o estresse construtivo que nos faz ficar alerta; o problema é o distresse, que é quando a luz amarela acende e vai para a vermelha, e isso afeta a produtividade do trabalho, a saúde metal e física, e a forma como a gente se relaciona com as outras pessoas”. A afirmação é de André Caldeira, da Propósito – consultora especializada em carreira e talentos, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. De acordo com o consultor, nos Estados Unidos, o custo do estresse no trabalho é de US$ 350 bilhões provocado não apenas por motivos médicos mas também pela absenteísmo e baixa produtividade. Caldeira é autor do livro “Muito estresse, pouco trabalho – conheça Joe Labor e um pouco mais sobre você”, lançado pela editora Évora.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN e as perguntas podem ser enviadas para mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Você também pode participar dos debates no grupo de discussões Mundo Corporativo da CBN, no Linkedin. O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Sandra Cabral fala dos desafios na escolha da sua carreira

 

 

O jovem tem a tendência de procurar no mercado a carreira que pretende seguir quando deveria olhar para si mesmo. O alerta é de Sandra Cabral, diretora de Desenvolvimento e Carreira do Grupo DMRH, entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ela recomenda que para fazer a escolha do caminho a seguir é preciso perceber o que mobiliza esse jovem, o que é de seu interesse: “olhe para as coisas e as situações onde você acredita que faz a diferença, a escolha não está fora, está dentro”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido pelo site da rádio CBN: http://www.cbn.com.br. Para participar, envie perguntas e mensagens para o e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, a partir das 8 horas da manhã, no Jornal da CBN. Aproveite para debater o tema, no grupo de discussão Mundo Corporativo na CBN, no Linkedin.