Samba de raiz na festa do CBN SP 456

 

O projeto “Samba do Baú” será uma das atrações musicais do CBN SP 456 anos em homenagem a cidade de São Paulo. Boa oportunidade para conhecer o trabalho de jovens que se reuniram há cinco anos na zona leste para preservar  um estilo de música que perdia espaço no cenário cultural: o samba de raiz.

No Pátio do Colégio, o grupo vai completo e disposto a mostrar que a música que consagrou sambistas com o talento de Geraldo Filme segue viva na capital paulista. Pra saber mais do Samba do Bau assista ao vídeo neste post, no qual intepretam Silêncio no Bixiga ou acesse o site do projeto.

O CBN SP 456 anos será ness segunda-feira, 25 de janeiro, a partir das 9 e meia da manhã, no Pátio do Colégio, centro de São Paulo.

“Viver Melhor” traz personagens inusitados

Personagens do Viver Bem

Da poesia em Parada de Taipas aos ciclistas que pedalam durante à noite, a repórter Michelle Trombelli preparou reportagens especiais em homenagem a capital paulista que integram a série “Viver Melhor em São Paulo”. Na conversa com moradores, usou de sensibilidade para reproduzir com precisão a personalidade de pessoas que mantém hábitos inusitados e surpreendentes como o de um casal que cria galos e galinhas em um sobrado do Campo Belo .

Além de gravar estes depoimentos, Michelle produziu fotografias para ilustrar a página da CBN que reúne todos os programas em homenagem aos 456 anos de São Paulo. Lá você encontrará também o “Conte Sua História de São Paulo” com os depoimentos registrados pelo Museu da Pessoa, e “Redescobrindo o Centro Velho” com o Heródoto Barbeiro (por que ele produziu as reportagens sobre o Centro Velho ?)

Maestro João Carlos Martins confirmado no CBN SP 456

 

A música do maestro João Carlos Martins e Orquestra Jovem Bachiana é um dos destaques do CBN SP em homenagem aos 456 anos da capital paulista. O maior intérprete de Bach do mundo que costuma se apresentar como “ex-pianista” em função dos problemas físicos que encarou durante a vida não apenas irá reger alguns dos garotos e garotas que integram o grupo musical. Um órgão elétrico estará no Pátio do Colégio, de onde o programa será apresentado, para que João Carlos Martins nos ofereça um pouco do talento que o consagrou internacionalmente.

“A música venceu”, repete o maestro. O vídeo que está disponível neste post é ótima oportunidade para entender bem por que ele fala isso com tanta certeza. Não deixe de assisti-lo e se prepare para acompanhá-lo, ao vivo, no CBN SP 456 anos. O programa começa às 9 e meia da manhã, no dia 25 de janeiro, segunda-feira, no Pátio do Colégio.

Ex-Observer aposta em jornalismo no “livro eletrônico”

Kaplan aposta na paixão americana por novos brinquedos. O brinquedo eletrônico certo, ele promete, pode salvar a indústria da mídia e tirar do exílio bons editores que vão oferecer ao leitor uma nova estética e preservar o poder democrático do jornalismo.

Texto de Lúcia Guimarães publicado no caderno dominical Aliás, do Estadão, sobre entrevista com Peter Kaplan, consagrado como editor-chefe do New York Oberver e agora na editora Condé Nast Traveler, na qual ele aposta que a solução tecnológica do tablete, leitor eletrônico que deve ser lançado pela Apple, será uma espécie de tábua da salvação do jornalismo impresso. Para ele, os anúncios se tornarão mais atraente e será criado um novo modelo de receita. Otimista, fala, também, em novo modelo de jornalismo.

Coisas da Vida

 

Por Christian Jung
Do Blog MacFuca

Milton Ferretti Jung, ontem e hoje

O título do texto parece bem atual, mas na verdade reproduz o nome de um comentário que era redigido e lido pelo meu Pai, lá pelos anos de 1950 na então Rádio Canoas. Tenho vários deles em casa e me impressiono como o conteúdo na época era praticamente o que se vê ainda hoje. Reclamações ao prefeito Leonel Brizola do aumento das passagens de ônibus, a avenida São Pedro alagada após a chuvarada, o bonde que não conseguia passar, os carros que se arriscavam e os transeuntes chegando atrasados ao trabalho.

Bom, o que me traz aqui não é o conteúdo dos textos isso pode ficar para outro dia. O que me traz aqui mesmo é o locutor em questão.

Destes anos que já vivi, me dou o direito de analisar determinadas situações, visto que o tempo nos dá ao menos a possibilidade de refletirmos.

Filho de radialista, me criei sempre com a desconfiança e a palavra coerente de minha mãe dizendo que tudo que eu reclamava em frente ao rádio (em relação a ela, é lógico) meu Pai escutava na rádio. Sempre olhei para aquele aparelho de madeira sobre o balcão com desconfiança e, por vezes, resolvi mudar o teor da conversa para possíveis cobranças ao fim do dia. Sabe como é, entre falar e correr o risco, o silêncio era a melhor opção. Evidentemente que minha mãe contava tudo e sempre quando aquela “voz do rádio” chegava em casa era informada sobre os ‘acontecidos’ do filho mais novo. (Certamente da irmã mais velha e do irmão do meio, também, mas esses assuntos não eram de minha alçada). Afinal de contas ele era o locutor oficial do Correspondente Renner, como o é até hoje.

As cobranças dele sempre foram brandas, eu é que me apavorava. Sabe como é, Pai é Pai.

Lá em casa se acordava, almoçava e dormia com a característica de abertura do Correspondente Renner (hoje, atropelada pela tecnologia e falta de sensibilidade). Até mesmo quando pegava carona de carro com os pais de alguns colegas de colégio lá estava ele. Meu Pai! Trazendo as últimas informações das agências de notícias. Rádio ligado era como uma transferência à distância da relação afetuosa de alguém que me ensinou desde pequeno que “pano que cai no chão não se esfrega no carro”. Filosofia masculina de quem não passa o domingo sem um paninho na máquina.

Ainda se não bastasse a leitura do noticiário, tinha a locução esportiva, narração essa que lhe deu o apelido de o “Homem do Gol, Gol, Gol”. Bordão gravado em muitos discos de vinil da história do futebol brasileiro. Caminhar pela rua com ele era escutar no mínimo duas ou três vezes alguém gritando “Milton Gol-Gol-Gol Jung”. Era sempre isso. Bem, tinha também os dias de jogos. Morávamos, aliás, moro ainda perto do Olímpico e de fato meu Pai nunca escondeu ser gremista. Essa coisa de ficar fazendo gênero não é com ele. Dependendo do resultado, ao fim da partida, sempre tinha um cidadão que passava em frente de casa, esses vizinhos meio descompensados, que gritava: “Milton Jung, gremista filha da p…”. Já era folclor, eu dizia pro Pai. Olha só, o Vitor Hugo passou por aí (esse era o nome do artista que fazia os elogios). E assim me criei neste meio radiofônico tendo como rotina as visitas à Rádio Guaíba e ao Correio do Povo, de onde pegava os restos de chumbo dos linotipos pra colocar dentro dos carrinho de plástico para ficarem pesados e não capotarem nas brincadeiras.

Enfim, desde que me dei conta de identificar de quem eram as vozes que escutava quando ainda bebê, nunca mais parei de ouvir a voz do meu Pai. E lá em casa, a palavra voz tem uma poesia incrível porque se vive dela também. Aprendi a relação que tem ler e interpretar ou somente ler. Que quem te escuta, visualiza as palavras. Que da voz que produzimos, o oxigênio é a nossa gasolina. Que a quem nos ouve, devemos respeito, e para isso precisamos ser confiantes, fortes, alegres e, principalmente, coerentes com a informação que estamos passando.

Se ele algum dia me disse isso?

Não, nunca precisou, porque a admiração que sempre tive e tenho até hoje e a postura correta de bom profissional, sempre me fizeram entender que esses que gritam o seu nome na rua, gritam porque o que lhes chega é muito mais que notícias, é a mais pura poesia de quem nasceu com o dom de transformar um simples aparelho de rádio em um companheiro inseparável.

Por isso Pai, depois de um tempo te vendo afastado do rádio e mesmo com todas as mudanças na nossa velha e eterna Rádio Guaíba, tenho que te dizer que o sentimento de saber que tu estás ali dentro daquela caixa de madeira que eu achava que tu me escutavas, me dá a completa percepção que o teu tempo ainda não se acabou, que o velho microfone Neumann de Fita continua lá, no mesmo lugar, te esperando, esperando a pressão da tua voz pra funcionar. Porque não só ele, mas todos os teus fiéis ouvintes, os que virão a ser, e, principalmente, eu nos meus 43 anos, preciso muito ouvir a tua voz.

Volta Pai, porque estas coisas que aconteceram e as que estão por vir, “São Coisas da Vida.”

Um grande beijo!

Christian Jung é mestre de cerimônia, meu irmão e filho e radialista. Este texto foi escrito originalmente no Blog Mac Fuca do qual ele é o autor.

Formspring.me tira dúvidas no serviço público

 

O Governo do Estado de São Paulo está lá. Já encontrei ao menos um secretário municipal. E conversei com um subprefeito que também explora a nova rede social Formspring.me. No caso, subprefeita pois a entrevista foi com Soninha Francine, titular na regional da Lapa e entusiasmada digital. Foi das primeiras a incluir as redes sociais na prestação de serviço público, migrando para o gabinete dela na Câmara, levando para a carreira política e para a função na subprefeitura, a mesma estratégia explorada quando era apenas jornalista.

formspringmeFoi Soninha, por sinal, a primeira que vi usar o Formspring.me com o objetivo de discutir temas relacionados a função pública que exerce. O cidadão vai até a página da subprefeitura da Lapa na rede social, faz a pergunta, reclama da poda de árvore que nunca acontece, da reforma necessária na avenida principal ou da verticalização que incomoda tanta gente, e Soninha – ou seu pessoal de apoio – tenta esclarecer pela rede. Pareceu-me a maneira mais produtiva de explorar a facilidade proporcionada pela ferramenta. Por isso, foi a ela que procurei na quarta-feira para apresentar esta rede que surgiu há um mês. Claro que o bate-papo extrapolou o tema digital e se voltou para os problemas reais.

Ouça a entrevista da subprefeita da Lapa Soninha Francine

Exercitei minha função voyer nestas três últimas semanas quando fui informado do surgimento do Formspring.me até me lançar na rede, também. Ainda é preciso testar alguns formatos, identificar os melhores caminhos, e ter muita paciência. Estando no ar há pouco tempo, começou em 25 de novembro de 2009, o serviço desenvolvido pela Formspring.com, aplicativo que permite que as pessoas criem todo tipo de formulário para pesquisa, ainda apresenta problemas.

Desde que passei a responder perguntas enviadas por ouvintes-internautas, me deparei com a rede fora do ar na maior parte do tempo. Aliás, quando o Twitter sai do ar está baleiando; o que diremos quando a queda for no Formspring.me ? Formatando ? Formigando, como responderam alguns seguidores no Twitter ? O melhor é que não ocorra com tanta frequência.

Também não gostei de tuitar automaticamente a resposta publicada na nova rede. Fica mal formatada no Twitter e já ouvi algumas reclamações.

Reservar mais um tempo no dia para responder a perguntas de ouvintes-internautas não chega a ser um problema. A vantagem desta rede é que a resposta se tornará pública e poderá atender a mais pessoas.

Aqui no blog, abri espaço para o aplicativo. Está na barra lateral direita. Basta preencher o box com a pergunta e clicar no botão enviar. Ou, então, vá direto para www.formspring.me/miltonjung. Responderei assim que possível. Como faço há 10 anos, quando a ferramenta digital mais moderna de pergunta e resposta que tínhamos à disposição era o e-mail.

Rádio na Era do Blog: Aliados na liderança da credibilidade

 

Foi o colaborador do Blog, Marcos Paulo Dias, quem leu e gostou do texto que compara rádio e internet, a partir de pesquisas divulgadas recentemente. Os números já haviam sido tratados anteriormente por aqui, o interessante está mesmo na opinião de professores de comunicação que analisam os dados e vão ao encontro de pensamento com o qual trabalhamos há algum tempo: a internet é um novo oxigênio para o rádio.

O texto é da jornalista Izabela Vasconcelos, de São Paulo, e está na área restrita do Portal Comunique-se, no setor 1o. Caderno, por isso reproduzo na íntegra, caso contrário ofereceria apenas o link para você ler o artigo por lá. Uma curiosidade na minha busca pelo link do texto foi ver que muitas pessoas simplesmente publicam a informação sem se preocupar em oferecer a fonte para os leitores.

Mas vamos ao que interessa:

Pesquisa divulgada no começo deste mês mostra que o rádio e a internet lideram em credibilidade, na frente da TV, jornais impressos, revistas. Para especialistas nas duas mídias, o amadurecimento do público da web, a modernização e integração entre os dois meios são responsáveis pelo resultado.

O estudo Vox Populi, encomendado pela Máquina da Notícia, apontou que, em uma escala de 1 a 10, o rádio lidera em credibilidade com nota (8,21), quase empatado com a internet (8,20), seguidos por TV (8,12), jornal (7,99), revista (7,79) e redes sociais (7,74).

De acordo com o jornalista Alvaro Bufarah, pesquisador e coordenador do curso de pós-graduação em Produção e Gestão Executiva de Rádio da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), outra pesquisa do Instituto Marplan revela que o rádio se integra muito bem à internet. “O rádio é o meio que melhor se adapta às novas mídias, porque é um meio de companhia, que as pessoas usam pra se informar e entreter. A internet e o rádio se somam de forma ímpar. O rádio se potencializa ainda mais com a internet”, explica.

Pollyana Ferrari, especialista em mídias digitais, autora do livro “Jornalismo Digital”, concorda com Bufarah, e acredita no poder da integração das mídias. “O caso mais recente é o do apagão. O Twitter e o rádio que deram suporte o tempo inteiro, porque os brasileiros gostam de compartilhar e trocar informações, e isso atinge todas as classes. Esse é um case muito interessante”, destacou.

Para Bufarah, o uso de Twitter, torpedos SMS e blogs mostra que o rádio está se modernizando na interação com os ouvintes, mas ainda existe um problema de gestão em algumas emissoras, que nesse caso pode transformar a internet em concorrente. “A internet é uma gigantesca aliada, mas poucos empresários estão atentos a essa transformação. Há emissoras que não investem, têm sites ruins, aí a internet passar a ser um veículo de competição”.

Outro problema, segundo ele, é a administração das emissoras, que por serem muito tradicionais, acabam deixando de pensar como empresas, restringindo investimento em comunicação interna, planejamentos de marketing e carreira.

O especialista também acredita que a modernização do rádio abre espaço para a segmentação, com a criação de diferentes canais no rádio e na internet, o que permite acompanhar o perfil de cada público pela web e traz novas possibilidades para que o mercado publicitário invista nas rádios.

A confiança na internet

De mídia altamente criticada pela instantaneidade e pelo aspecto factual das notícias, a internet passou a encabeçar a lista de credibilidade dos meios de comunicação. Para Pollyana, três fatores explicam essa mudança de cenário. “De 2000 até hoje tivemos um amadurecimento do perfil do usuário, o crescimento da banda larga e o aprimoramento do jornalismo multimídia, que desde 2005 tem feito um trabalho muito interessante nos portais”, afirma.

Pollyana lembra que a web já foi muito criticada como meio de informação. “Sofremos durante muito tempo por criticarem o conteúdo dos meios online, mas agora os leitores perceberam que existe muita coisa boa nos portais”. Com o avanço das novas mídias, a especialista aposta e defende o uso de outras plataformas pelas empresas, até mesmo na cobrança de conteúdo nas redes e mobile. “Poderia se fechar anúncios pelo Twitter e cobrar pelo pagamento de conteúdo diferenciado, mobile, um conteúdo diferente do impresso e dos sites. Eu pagaria por um conteúdo exclusivo”, conclui.

Os meninos do MIS e o rádio na era do blog

 

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Reproduzir, ao vivo, diante da plateia o que costumamos fazer durante a programação da CBN foi um dos nossos desafios no Mobile Fest, no MIS, sábado passado. Diante de pouco mais de 40 pessoas – boa parte ouvintes-internautas -, fiz o papel de âncora do evento que contou com a presença do repórter Leandro Mota e do narrador esportivo Deva Pascovicci – que conversou com o público da cabine da rádio no estádio do Morumbi, através do Skype.

O Leandro Mota conseguiu mostrar como o desenvolvimento da tecnologia celular beneficiou o trabalho de reportagem no rádio. Além de contar sobre os recursos que tinha à disposição há apenas cinco anos quando começou a trabalhar na CBN, Mota também fez uma reportagem ao vivo, na qual nos permitiu perceber a evolução na qualidade do som.

Teve muita sensibilidade ao identificar na presença de seis meninos que vivem de esmola nos cruzamento da cidade pauta para ser elaborada durante o evento. Entrevistou um deles usando o método menos sofisticado: usou gravador convencional e usando o alto-falante do equipamento e o bocal do telefone celular colocou a sonora no ar. Depois, fez a entrevista com um gravador digital que armazena os arquivos de áudio em um chip, o qual é transferido para o aparelho celular e reproduzido no ar. Leandro também fotografou os meninos e transmitiu pelo celular a imagem que seria depois publicada aqui blog, mostrando que o novo repórter de rádio tem de ser bom de olho para pauta e para imagem.

Antes de ouvir as duas sonoras, leia o texto produzido por Leandro Mota com os meninos pobres do MIS:

Antonio tem 16 anos e passa parte de todo sábado em frente ao computador. No último fim de semana foi assim. Enquanto visitantes circulavam pelo Mobilefest, ele e mais cinco crianças olhavam fixamente para os monitores da “lan house” instalada no Museu de Imagem e do Som. Aproveitavam cada segundo antes de retornarem ao trabalho, que fica perto dali, exatamente no cruzamento da Avenida Europa com a Avenida Brasil. É lá que Antonio ganha dinheiro fazendo mágica. As moedas e as notas de dois reais servirão, um dia, para comprar um computador e, talvez, um celular parecido com aqueles expostos no Festival Internacional de Mobilidade. Antonio também quer se conectar.

Ouça aqui a explicação do garoto sobre o que ele gosta de fazer no computador

Sonora 1 no método convencional

Sonora 1 no método digital

E aqui, a esperança de um dia ter dinheiro para comprar um computador

Sonora 2 no método convencional

Sonora 2 no metódo digital

Rádio na Era do Celular, espero você lá !

 

Pronto para a aula. Assim me sinto para o encontro de logo mais a tarde, quando falaremos sobre o “Rádio na Era do Celular”, em uma das atividades da Mobilefest, no MIS, em São Paulo. Tenho acompanhado pelas reportagens – da rádio, dos sites, e dos twitters – informações deste encontro e me surpreendo com a criatividade dos que dedicam sua inteligência para a técnologia móvel. Por isso, minha expectativa é de estar no estande da CBN, a partir das três e 40 da tarde, e ter oportunidade de ouvir boas ideias sobre estas traquitanas todas que estão à nossa disposição, muitas das quais ainda haveremos de descobrir.

Será uma experiência interessante, pois o programa irá misturar um formato dos primórdios do rádio, com auditório e presença ao vivo dos ouvintes, e um conteúdo da era moderna do rádio, a tecnologia móvel. Nesta simbiose que, espero, teremos na tarde deste sábado gostaria muito de saber o que os criadores e desenvolvedores tem a sugerir.

Dois dos profissionais da CBN que estarão conosco, por celular, o repórter Leandro Mota e o narrador esportivo Deva Pascovicci, terão muita coisa para nos mostrar. A mim caberá descrever a evolução do rádio e a influência que as novas tecnologias tiveram – e terão – no veículo. Aos “ouvintes-internautas” que estarão ao vivo no MIS – e o programa será apresentado apenas aos que lá estiverem – caberá um papel importante, pois é na experiência e no conhecimento deles que pretendo agregar conteúdo ao trabalho que realizamos na CBN.

Se ainda não tem programa para este sábado, passe por lá.

Mais informações no site do Mobile Fest.

Rádio na Era do Celular, tá quase pronto

 

Leandro Mota na redação, Deva Pascovicci por telefone e o restante da turma no e-mail. Neste ambiente (online e offline), acertamos, hoje, os detalhes para o “programa de rádio” que iremos apresentar neste sábado na Mobile Fest 2009, a partir das três e 40 da tarde. Está anunciado uma palestra com o tema “Rádio na Era do Celular”, mas a ideia é reproduzir no espaço da CBN no M.I.S o que fazemos no dia-a-dia do rádio: informação, entrevista e participação de “ouvintes-internautas”.

Leia o texto completo no Blog da CBN No Mobile Fest 2009