Netinho de Paula na entrevista com candidatos ao Senado

 

CBN SPUm dos nomes mais cotados para ficar com uma das duas vagas em disputa no Senado, por São Paulo, o vereador Netinho de Paula, do PC do B, será o entrevistado de hoje do CBN São Paulo, na série que se iniciou nesta semana. Ele faz parte da chapa de Marta Suplicy (PT) que é a líder nas pesquisas de opinião.

Em 2008, com cerca de 84 mil votos, foi o terceiro colocado na eleição para a Câmara de Vereadores e nunca escondeu seu desejo de chegar ao Senado, em Brasília. Apesar de apostar mais uma vez na sua popularidade como músico, por enquanto as pesquisas não têm dado a ele o favoritismo esperado. Está empatado tecnicamente, em segundo lugar, com Quércia (PMDB) 20%, Romeu Tuma (PTB) 19%, e Ciro Moura (PTC) que tem os mesmos 18% que ele na preferência dos eleitores, segundo o Ibope de 30 de julho.

Você pode participar da entrevista enviando sua pergunta para milton@cbn.com.br, pelo Twitter (@miltonjung) usando a hastag #cbnsp ou publicando aqui no blog. A entrevista começa às 10h45 e vai até às 11h.

Acompanhe o calendário de entrevistas com os candidatos ao Senado:

09/08, segunda-feira, Ana Luiza Figueiredo Gomes (PSTU)
10/08, terça-feira, Afonso Teixeira Filho (PCO)
11/08, quarta-feira, Dirceu Travesso (PSTU)
12/08, quinta-feira, Netinho de Paula (PCdoB)
13/08, sexta-feira, Romeu Tuma (PTB)
16/08, segunda-feira, Moacyr Franco (PSL)
17/08, terça-feira, Alexandre Serpa (PSB)
18/08, quarta-feira, Orestes Quércia (PMDB)
19/08, quinta-feira, Ciro Moura (PTC)
20/08, sexta-feira, Antonio Carlos Mazzeo (PCB)
23/08, segunda-feira, Antonio Salim Curiati Júnior (PP)
24/08, terça-feira, Ricardo Young (PV)
25/08, quarta-feira, Aloysio Nunes (PSDB)
26/08, quinta-feira, Marcelo Henrique (PSOL)
27/08, sexta-feira, Marta Suplicy (PT)

O primeiro dia na terra da Copa

 

Aeroporto Johannesburgo

Nem o frio que se anunciava, nem a confusão que se imaginava. As primeiras impressões da África da Copa estão distantes daquelas para as quais nos preparamos. A temperatura em Cidade do Cabo, onde cheguei na noite de segunda-feira, era baixa, sim, e a chuva incomodava, também. Muito parecido com o clima paulistano de inverno quando os termômetros beiram os 13 graus e a garoa castiga. Nada mais além disso. Chegou a se dizer que enfrentaríamos algo próximo de zero grau nesta cidade mais ao sul da África do Sul. Talvez mais à frente, mas neste início de semana este será o cenário a recepcionar os turistas.

A chegada no principal aeroporto sul-africano, o Aeroporto Internacional Oliver Tambo, em Johannesburgo também chamou atenção, pois o ‘congestionamento’ que muitos temem não ocorreu. Nem no pouso nem no desembarque. Para quem encara as intermináveis filas da alfândega brasileira, descer na África do Sul foi rápido e tranquilo de mais, principalmente se levarmos em consideração o fato de que estamos há poucos dias de uma Copa.

Será que muita gente desistiu? Deve ser cedo, ainda.

A entrada no País somente surpreendeu a agente policial que me olhou com desconfiança quando disse que estava chegando do Brasil: “Neste horário?” perguntou ao mesmo tempo que esticava a mão na direção do meu cartão de embarque. Só depois se convenceu de que o voo que vim – com partida a 1h30 da madrugada – é novidade na South Africa Airlines. Avião extra para atender a demanda da Copa.

Malas devolvidas em ordem – apesar de um pouco batidas – e com agilidade. Despacho para o voo seguinte sem burocracia. Aviões no horário. E uma turma simpática atendendo nos bares no saguão de embarque, onde aguardei a viagem para Cidade do Cabo. Depois de oito horas e meia de um continente ao outro, ainda havia mais duas horas e meia pela frente até o ponto final.

A assustar apenas o comportamento de cinco ou seis brasileiros que desfilavam embandeirados de verde e amarelo com uma réplica da Copa do Mundo nas mãos e dizendo bobagens a quem passava.

O aeroporto de Cidade do Cabo não é tão grande como o de Johannesburgo, mas muito bonito. Os corredores vazios e o estacionamento com poucos carros às sete e meia da noite – hora local – pouco se parece com o que temos, por exemplo, em Congonhas ou Santos Dumont. Antes de aterrissar vê-se uma cidade com solo menos ocupado do que Johannesburgo.

No caminho para o hotel o trânsito não era intenso apesar de estarmos na hora do rush. O motorista encomendado antes de sair do Brasil segue com velocidade pelas pistas exclusivas para ônibus. Difícil mesmo é se acostumar com a mão inglesa. Aqui parece que todos andam na contramão. Teve colega que se atrapalhou inclusive para entrar no carro. Insistia em sentar no lado reservado ao motorista. Mas eu não conto quem foi.

No saguão do hotel simples que nos hospedará na primeira noite, apesar da ausência do vouncher em mãos, as atendentes fizeram todo o esforço para que nossa chegada se desse da maneira mais confortável possível.

Para quem chegou com um pé atrás e desconfiado da organização do evento, por enquanto as surpresas são positivas.

Problemas mesmo estavam estampados na primeira páginas dos jornais locais, impressionados com o incidente durante o amistoso da Nigéria em que 15 torcedores ficaram feridos e no telejornal sul-africano que mostrava um trânsito complicado em uma das cidades-sede da Copa, a qual não guardei o nome. A televisão estava distante e o som baixo. Foi nela, aliás, que vi os lances da vitória brasileira sobre a Tanzânia, goleada que também não surpreendeu a ninguém – a não ser pelo dois gols marcados por Ramires.

Debate sobre o uso da sacolinha plástica

 

Proibir o uso das sacolas plásticas não é solução, é preciso mudar a forma de consumo. Este é o resumo da conversa que tivemos com a consultora ambiental Patrícia Blauth, da Menos Lixo, e Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos. Ambos concordaram com o veto do prefeito Gilberto Kassab (DEM) ao projeto de lei aprovado na Câmara Municipal de São Paulo que obrigaria empresas a substituir os sacos plásticos por embalagens reutilizáveis ou confeccionadas com materiais de fontes renováveis ou recicláveis.

Francisco de Assis Esmeraldo que representa o instituto criado para defender os interesses dos fabricantes de plástico disse que a prefeitura deveria investir em campanhas para promover a mudança de hábito do cidadão. Enquanto isso, Patrícia Blauth defende a ideia de que o comércio torne explícito o custo destes sacos plásticos cobrando do consumidor ou oferecendo desconto a quem abrir mão do seu uso.


Acompanhe aqui o debate sobre as sacolas plásticas que foi ao ar no CBN SP

Propus o debate pelo Twitter com base na notícia publicada no jornal Valor Econômico e reproduzida no Blog com o título “Kassab atende indústria e veta proibição de saco plástico”. Alguns dos comentários que chegaram:

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Plano diretor e comunicação eficiente, metas da Câmara

 

Debate Vereadores

O CBN SP reuniu nesta manhã os vereadores Carlos Alberto Bezerra (PSDB), Celso Jatene (PTB) e Claudio Fonseca (PPS), e Fabiano Angélico da Transparência Brasil para discutir os temas que serão mais importantes na pauta do legislativo, em 2010. O Plano Diretor Estratégico e a necessidade de a Câmara melhorar a comunicação e acesso do cidadão às suas decisões estiverem no centro do debate.

Ouça o que os participantes entendem ser mais importante nos trabalhos da Câmara Municipal que se iniciam segunda-feira, dia 1º de fevereiro.

Debate CBN SP sobre a Câmara Municipal de São Paulo

Deixei-me puxar a conversa para a nossa sardinha: Carlos Bezerra elogiou a iniciativa dos participantes do Adote um Vereador, enquanto Cláudio Fonseca reclamou: “eu quero ser fiscalizado”. Do outro, pelo Twitter e e-mail, os ‘adotantes’ davam seus palpites como você pode conferir nas tuitadas do Cláudio Vieira que estão publicadas nos comentários abaixo.

Audiência pública do Orçamento com baixa audiência

 

Plenário da Câmara (Foto da assessoria de Floriano Pesaro)

@miltonjung Estou presidindo a última audiência pública do orçamento 2010 e só 6 pessoas participam do debate. http://twitpic.com/t1mdy

@miltonjung a discussão é importantíssima pois trata de r$ 28bilhões que serão aplicados na nossa cidade.

Foto e recados chegaram pelo Twitter do vereador Floriano Pesaro (PSDB), @floriano45, que comandava a audiência pública sobre o Orçamento da cidade de São Paulo, na manhã desta sexta-feira. O lamento do parlamentar com a restrita participação do cidadão deve servir de provocação para que o eleitor e os próprios vereadores reflitam sobre a participação popular no legislativo.

Logo após colocar a discussão no Twitter, recebi algumas opiniões:

@miltonjung nada contra as audiências publicas,mas elas poderiam acontecer em horários q o cidadão pudesse participar,ex.: depois das 18:00? (@amandalho)

@miltonjung @amandalho Houve mtas aud.públicas em outros horários, à tarde,noite e em todas as regiões da Cidade.Veja calendário na internet (@dilze)

@miltonjung Concordo com @amandalho. Da forma atual, as audiências públicas existem só para constar. (@sil_s)

@miltonjung E pq não uma audiência pública com participação pela internet? (@panicoemsp)

Talvez os R$ 17 milhões que serão gastos em uma diretoria de comunicação, criada para o ano que vem pelos vereadores, possam ser aplicados para aumentar a presença de cidadãos no legislativo municipal.

Estou de volta ao Twitter, agora com @blogdomilton

 

Onze dias depois, volto ao Twitter com outro nome e o mesmo objetivo: “conversar, dividir, ouvir, aprender com você”. O endereço @miltonjung foi raqueado na sexta-feira, dia 18, e desde lá, mesmo com vários contatos com o suporte do Twitter, não tive sucesso em recuperar minha conta e senha. Curioso foi assistir a tudo isso, logo após a extensiva cobertura do Desafio Intermodal no qual estive presente viajando de helicóptero e registrando o passo a passo pelo TwitterBerry. Talvez tenha sido estresse do meu perfil que, revoltado, se desligou.

Em um ano e um mês de “tuitagem”, foram 4.632 seguidores, 2.429 tuitadas e a marca de pioneiro no rádio – coisa que jamais imaginei tendo o veículo mais de 80 anos de vida. Fui dos primeiros, se não o primeiro, a unir rádio e Twitter. Desde lá, muitos colegas e emissoras tem investido na proximidade das duas ferramentas. De alguns aprendo com os acertos, de outros com os erros. Ninguém, porém, me ensinou como ficar imune aos ataques de hackers.

Apesar de ter sido chamado de viciado em Twitter pelo IG e outras coisas mais por publicações especializadas, não deu tremedeira nem suadeira a distância do microblogging. Mas senti dificuldade para escutar grupos de ouvintes-internautas que não conversam mais com a gente por e-mail muito menos se dão o trabalho de publicar comentários no blog. Uma turma que se acostumou com a agilidade em tuitar e não quer saber de compromisso com a programação da rádio. Acessa o site na hora que bem entende ou recorre aos blogs para saber o que estamos dizendo e transmitindo.

Hoje, 29.09.09, começo nova etapa. Literalmente do zero (em número de seguidores), na expectativa de, em breve, reconstruir nossa rede de contatos. O novo endereço é o http://www.twitter.com/blogdomilton. Peço sua ajuda para divulgá-lo, e conto com a colaboração dos colegas de profissão que, neste pouco mais de um ano, publicaram reportagens citando meu endereço anterior. Me deem mais esta colher de chá.

Voltamos a conversar pelo Twitter, assim que alguém aparecer por lá.

Twittada do dia: Vaga para deficiente e crítica ao Kassab

 

Cid Torquato, do Cidade Inclusiva, na cadeira de roda, quase apanhou por reclamar vaga no estacionamento do aeroporto, em Guarulhos (SP). Ciro Vidal, advogado especialista em trânsito, bateu boca com uma moça que parou o carro em lugar reservado para deficiente, em aeroporto do Refice (PE). De um segurança de shopping, um dos muitos ouvintes-internautas que participaram do CBN SP, nesta quarta, ouviu: “pior quando eles saem mancando de dentro do carro para fingir que tem problema para depois passearem normalmente”.

Os três casos foram contados durante o programa no qual se falou sobre o Termo de Ajustamento de Conduta acordado entre o Ministério Público Estadual e 19 shoppings da capital paulista. Parte das vagas destinadas a deficientes terá de ser cercada para impedir que gente sem respeito ocupe o local indevidamente. Para abri-las, será preciso chamar um funcionário que não pode demorar mais de 15 minutos para aparecer.

Orientado pelo Cid, que entende muito do assunto e por isso é comentarista do CBN SP, soube que esta medida é bem-vinda. Confesso, porém, minha estranheza com esta necessidade. Colocar corrente e obrigar o deficiente esperar o segurança abrir a vaga é impor mais uma barreira por causa da falta de consciência do cidadão.

No Twitter cheguei a comentar: “se eu fumar no shopping, o estado multa; se eue estacionar na vaga de deficiente, não”. Ciro Vidal me ajudou a entender a dificuldade para impedir a irregularidade: por ser área privada, os agentes públicos de trânsito não podem agir. Agem dentro dos shoppings, fiscais da prefeitura e do Estado que não podem lavrar multa de trânsito.

Do que escrevi no Twitter, foi o que mais rendeu reprodução e comentários. Inclusive com manifestação da vereadora Mara Gabrilli (PSDB) criticando o prefeito Gilberto Kassab (DEM) que vetou lei para punir os shoppings que permitissem ocupação ilegal das vagas de deficientes: Reproduzo alguns:

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Ao Belluzzo, sem carinho

 

Por Carlos Magno Gibrail

Como avô e economista, chego à conclusão que os últimos dias não tem sido os melhores para ostentar estas condições.

Sarney (dono do Mar, do Maranhão, do Pará, do Senado e da maior cara de pau) o avô que apóia o nepotismo, Mercadante (economista tratadista da irrevogabilidade) revogou o irrevogável e Belluzzo (economista bom de bola, mas nem tanto de contas) conseguiu errar em 200 bilhões uma conta de 288 bilhões do Mantega, mandou publicar no Globo, mas não assessorou o assessorado Giannetti, que hoje chora os 200 bilhões a pagar e a “quebra dos exportadores”.

Eis aqui a fala de Belluzzo retratada no jornal O GLOBO há dias, antes, portanto do almoço com o Ministro da Fazenda na sexta feira:

“Em abril de 2007, a pedido de um grupo de exportadores – a Belluzzo e Associados Ltda. e a LCA Consultores Associados – realizaram um estudo sobre os valores do Crédito Prêmio de IPI, chegando ao expressivo valor de R$ 69,7 bilhões. Tomando-se em conta uma margem de erro de 20% para cima ou para baixo, este valor pode oscilar entre R$ 55,8 bilhões e R$ 83,7 bilhões.

Chama a atenção particularmente a cornucópia de cifras absurdas apresentadas em editoriais e matérias editorializadas: R$ 288,0 bilhões, nem R$ 208, nem R$ 280, mas R$ 288 bilhões. A unanimidade em torno dos valores do Crédito Prêmio de IPI permaneceu inabalável nas manchetes e artigos que circularam nos últimos dias nas várias cidades brasileiras: R$ 288,0 bilhões. Diante de retumbante unanimidade, deveríamos, no mínimo, destinar um pouco de atenção – e curiosidade, por que não – para a fonte que alimentou nossos formadores de opinião: o terrorismo anti-exportador e anti-nacional”.

O economista sofismou, pois ignorou que os 288 bilhões foram calculados e extensivamente publicados pelo Ministério da Fazenda, o que explica a unanimidade, além de confundir incentivo com subsidio o que gerou o grito do GATT.

É bom lembrar que os exportadores tiveram incentivos de todos os lados: eliminação dos impostos diretos, Befiex, investimentos do BNDES em modernização, empréstimos favorecidos através de ACEs, etc. etc. Foi com esses incentivos que os exportadores contribuíram, em cinco anos, para a formação do maior volume de reservas de nossa história.

Dizer que o não reconhecimento do crédito-prêmio é o mesmo que lutar contra as exportações é uma forma de terrorismo que fica bem em campos de futebol, mas não se justifica em questões técnicas como essa.

O veto do presidente Lula, seguindo a decisão do STF ainda não dá sossego, se atentarmos aos interesses e as armas envolvidas.

Aqui, verdadeiramente, o nosso país nunca antes teve tal montante em risco para pagar.

Como presidente do Palmeiras, o economista deve ter noção do absurdo destes números, pois mesmos os originais calculados por ele, 55, 88 ou os 288bilhões da Fazenda, estão muito distantes dos “modestos” 14 bilhões para a COPA 14.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda, economista, avô, escreve às quartas no Blog do Mílton Jung e ainda assim dá conta do recado.

Twittada do dia: Lina fala de Dilma

 

Ruy Rebello, é jornalista e editor, trabalhei na TV Cultura com ele por anos, e sempre que eu chegava com a declaração de alguma autoridade, costumava questionar: ele falou ou foi perguntado? Isto pode fazer uma bruta diferença, no mínimo em relação a intenção do entrevistado.

Lembrei desta lição duas vezes nesta terça-feira. A primeira quando ouvia Lina Vieira, a ex-Leoa da Receita Federal, explicar a declaração que fez ao jornal Folha de SP sobre a suposta reunião com a ministra Dilma Roussef. No caso, foi perguntada. Muda alguma coisa ? Pode mudar, sim. Mas não é definitivo, mesmo porque no jogo político, as informações muitas vezes são vazadas pela própria fonte, através de terceiros, para que a fonte seja procurada e confirme a notícia.

Lembrei, também, da lição Rebelo quando no fim do dia senti falta pelo menos entre aqueles que acompanho no Twitter de comentários sobre o depoimento de Lina Vieira no Senado. Como não haviam “falado” decidi colocados na posição de “perguntado” e chegou uma enxurrada de opiniões.

Faço aqui, na Twittada do Dia, um resumo do que foi dito:

wviveiro O depoimento de Lina foi convincente. Lamentável foi a postura da tropa de choque que tentou desestabilizá-la no grito.

DrikaFranco Milton, ouvi uma parte do depoimento. Na minha opinião o encontro com a ministra aconteceu sem dúvida.

mbserel A sensação de tranqüilidade X vontade de achar pelo em ovo.Uns pra afogar Dilma, outros para salva-la demais. Nosso Senado!

heliopazconcordo @msoares @miltonjung -ela entrou de gaiata em briga de cachorro grande.

dkamioka @miltonjung Eu escutei o depoimento da Lina, e achei que ela tá com medo de alguma coisa agora… só não sei direito do que.

msoares@miltonjung achei que ela ficou meio acuada, mas sincera, no meio da cobralhada. Achei que ela entrou de gaiata em briga de cachorro grande.

monstrorio@miltonjung De musas de escândalos, ainda prefiro, de longe, a Tereza Collor. E de musa das CPIs, Camilla Amaral ganha com folga.

CRenatoOnofre @miltonjung Eu ouvi. Ela foi segura, porém não apresentou evidências…. a Dilma não está tão segura assim e tb não apresentou evidências…

monstrorio@miltonjung Autêntica socialite, vestido vermelho, óculos fashion, maquiagem pesada. Fez uma baita propaganda pessoal. E depois decepcionou.

Taipas @miltonjung Mas afinal de contas o que é mais importante para a oposição.O suposto influenciamento ou o encontro delas(apenas para tricotar)

ricardopsilva@miltonjung Eu ouvi o depoimento dela equanto dirigia para o trabalho. Pela entonação da voz acredito que ela está dizendo a verdade.

RickMartins72@miltonjung depoimento coerente e claro mas com direito a palhaçada dos senadores da bancada do governo. Patético e deprimente e esperado.

welsonmario@miltonjung: Eu achei a Lina política, não desagradou ninguém,
YaraGrottera@miltonjung Em nenhum momento exagerou, titubeou. Deixou claro o pouco que a ministra disse, mas também achou estranho que o tivesse feito.

denisgavazzi@miltonjung Eu ouvi na CBN enquanto vinha para a ESPN. Fiquei sem reação de ver o quanto nossa politica é nojenta. Só importa o jogo.

AntonioBicarato@miltonjung achei que no final ficou uma sensação de que ela perdeu uma chance de ficar calada na entrevista à folha

Twittada do dia: Banheiro público-privado

 

A intenção da prefeitura de São Paulo de incentivar o pessoal do comércio a abrir seus banheiros para o público movimentou os “followers” de @miltonjung, nesta quarta-feira. Piadinhas de bom e mau gosto salpicaram logo após ter postado a nota no Blog e publicado no Twitter com o título “Prefeitura de São Paulo vai privatizar banheiro público”. Talvez o mais correto teria sido “Prefeitura de São Paulo quer publicar banheiro privado”. Agora é tarde.

Vamos a alguns dos RT do dia:

sergiostamparRT @miltonjung: São Paulo vai privatizar banheiro público http://bit.ly/z8WXo – Fantásticos, já usei no Chile e são perfeitos no desespero!

tatikmdhahahahaha, era só o que faltava. PPP: privada público-privada RT: @miltonjung São Paulo vai privatizar banheiro público http://bit.ly/z8WXo

tatikmdhahahahaha, era só o que faltava. PPP: privada público-privada RT: @miltonjung São Paulo vai privatizar banheiro público http://bit.ly/z8WXo

kaisa_isabelPúblico,privado,não sei! Resolvam! Rt @miltonjung São Paulo vai privatizar banheiro público http://bit.ly/z8WXo

PersioPiccinini@miltonjung banheiro público privatizado – aí não vai ser pedágio… e sim peidágio… rs rs rs rs rs

sartoripemilhoXô bactéria! RT @miltonjung São Paulo vai privatizar banheiro público http://bit.ly/z8WXo

Diariamente – leia-se, sempre que eu conseguir – , seleciono citações dos seguidores de @miltonjung referentes ao post que tenha gerado mais comentários.