Avalanche Tricolor: no deserto, líder e prejudicado

 

 

Deportes Iquique/Germano Delfino 2×1 Grêmio
Libertadores – Zorros del Desierto/Calama CHI

 

 

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Barrios marca em jogada ensaiada, na reprodução da FoxSport

 

 

O jogo foi no deserto de Calama. E o deserto é seco. Como era seco o campo, onde a bola mal rolava. Secou também o futebol do Grêmio, nesta noite, no Chile, especialmente após a intervenção do árbitro.

 

 

No mano a mano, enquanto éramos nós contra eles, fomos melhor.

 

 

E melhor chegamos ao gol, após cobrança de falta bem ensaiada: o cruzamento encontrou Kanemann no primeiro pau que, de cabeça, desviou para o outro lado, onde estava Barrios, o goleador. E goleador está lá para fazer o que Barrios faz. Marcado, acossado … tanto faz. Ele chuta a gol. E marca. Foi o quinto nas três últimas partidas.

 

 

Um pouco antes do gol, foi o mesmo Barrios que se colocou à frente dos zagueiros para cabecear no travessão. Um pouco à frente. O suficiente para estar impedido, o auxiliar perceber e o juiz parar a jogada. Estava certo o árbitro, desta vez. Em todas as outras jogadas cruciais, ele errou. E errou todas contra nós. Nenhuma para o adversário. Um típico árbitro ruim só para um lado.

 

 

Do pênalti, se desse jogo perigoso teríamos aceitado. Deu pênalti, permitiu a reação do adversário e tirou o Grêmio do sério. Não bastasse, usou o cartão amarelo para impedir a marcação forte do nosso time. Nos obrigou a entrar com mais cuidado contra uma equipe que sabe jogar com a bola no pé.

 

 

A secura do futebol gremista só acabou quando Arthur entrou no meio de campo. O menino fez a bola rodar para cá e para lá. Virou o jogo, encontrou colegas livres de um lado e de outro. Aproximou-se de Barrios e buscou o gol. Confesso, me fez pensar que se estivesse no time desde o início talvez tivéssemos reagido melhor aos erros do árbitro. E à marcação do adversário.

 

 

Agora é esperar que na rodada final volte a confiança no futebol que gostamos de jogar, com marcação alta, movimentação intensa, troca de passe rápida e velocidade em direção ao gol. Esperar que o árbitro se limite a arbitrar. E a Arthur seja dada a oportunidade de jogar.

 

 

Em tempo. Antes de começar com mimimi, lebre-se: o Grêmio é líder na Libertadores.

Resistência às mudanças: a técnica e a política diante da nova Previdência

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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O debate que Mílton Jung fez com Ivan Valente do PSOL e Darcísio Perondi do PMDB sobre as mudanças na Previdência, no qual números e suposições se conflitaram, diante da pergunta se haverá risco futuro no pagamento de aposentadorias, terá sido esclarecedora aos ouvintes?

 

Ouça aqui o debate completo que foi ao ar no Jornal da CBN 

 

Antes do programa, de acordo com a pesquisa Data Folha, publicada no domingo, 71% da população não aprovava as mudanças e quando se tratava dos bem-informados esta quantidade aumentava para 78%.

 

Como não foi feita pesquisa após o programa, podemos fazer um exercício baseado na técnica apresentada por Eva Hirsch, no dia 15 de abril, no Mundo Corporativo da CBN, no qual dissertou sobre a tomada de decisões dos seres humanos em geral.

 

O cérebro criado para agir rapidamente em situações de risco, em defesa própria, diante do perigo não hesita em nos proteger. Na origem,  era contra o leão faminto, hoje é pelos prazos de entrega, pelas contas a pagar, pelos chefes exigentes, etc.

 

Essa arquitetura origina um viés cognitivo, formando atalhos que levam a decisões precipitadas. A tendência é sempre manter o status quo, quando é preciso fugir da similaridade. Ficamos sempre com iguais. Tal quais os programas de trainees, que admitem sempre os de perfis idênticos.

 

Por isso, um grupo de professores de Harvard, Washington e Virginia criaram o IAT – Teste de Associações Implícitas. Para evitar, por exemplo, o ocorrido no Google quando deram só nomes masculinos nas salas do novo edifício. Ou casos como o da altura dos CEOs americanos: 60% medem 1,83m enquanto a população apresenta apenas 15% com este tamanho. Certamente quem os promoveu também media os mesmos 1,83m.

 

É preciso evitar a certeza buscando a dúvida, a outra opinião, e os dados e fatos que apoiam e contradizem. Sabendo que o juízo de valor ou o viés cognitivo sempre existirá, mas é dever reduzi-los.

 

Diante do exposto, será que os 78% contrários às mudanças na Previdência neutralizaram os vieses cognitivos? Será que analisaram dados e fatos?

 

Será que para aqueles que tomaram conhecimento da entrevista dos deputados acentuaram as posições anteriores ou mudaram de opinião?

 

E os políticos que votarão a mudança, seguirão a técnica ou a política?

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

 

 

 

 

 

 

CBN Debate: sem a Reforma, vai faltar dinheiro para pagar os aposentados?

 

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A Reforma da Previdência tende a passar na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, mas ainda precisa de esforço redobrado do Governo Temer para alcançar os 308 votos necessários no plenário. É emenda à Constituição por isso são necessários três quintos do total de deputados.

 

Nesta altura da discussão ainda há muitos pontos divergentes, e alguns intransponíveis, pois há quem entenda que a reforma é desnecessária, que não há déficit na Previdência e, portanto, dá pra manter tudo como está. Além disso, questionam a legitimidade do atual Governo para promover esse debate.

 

Hoje, o Jornal da CBN, convidou dois dois deputados que fazem parte da comissão especial da reforma para entender seus pontos de vista. O CBN Debates, que teve as presenças de Ivan Valente PSOL-SP e Darcísio Perondi PMDB-RS, se iniciou com pergunta feita por um dos ouvintes: José Luiz, de São Paulo, disse que estava preocupado com a discussão sobre a Reforma e queria saber se havia algum risco de faltar dinheiro para os aposentados, caso não sejam aprovadas as mudanças propostas pelo Governo.

 

O debate completo você ouve aqui.

 

 

 

Conte Sua História de SP: desembarquei no Glicério, no 1º de maio

 

Por Paulo Afonso Pacheco
Ouvinte-internauta da rádio CBN

 

 

As afinidades com a cidade começam com o meu nome e aniversário: sou Paulo Afonso Pacheco, nascido aos 25 de janeiro de 1961, em Guidoval, Minas Gerais, no dia do aniversário de São Paulo.

 

Cheguei aqui em 1º de maio de 1979, um dia marcado por manifestações de trabalhadores metalúrgicos, desembarquei na extinta Rodoviária do Glicério, começando minha Via Crucis por esta metrópole.

 

Morei em Itaquera, Arthur Alvim, Cidade Patriarca, Vila Guilhermina, Penha, Tatuapé, Mooca e agora no Centro Velho descobri meu lugar definitivo.

 

A cidade sempre me fascinou muito, prova disso é que cheguei a morar nos Estados Unidos, mas o amor pela minha São Paulo já não permitia me separar dela.

 

À São Paulo, eu devo o que tenho e o que sou, diria que até muito mais do que sou.

 

São Paulo me deu família e me deu amores.
São Paulo me deu um casal de filhos. Filhos lindos!

 

A cidade que se tornou violenta pelo seu trânsito, ceifou a vida de minha filha Mariana aos 17 anos, em 2013, em um bárbaro acidente.

 

Já que viver é preciso, me coloquei de pé e continuo vivendo, lutando por uma cidade menos violenta, e me apaixonando cada dia mais por esta cidade a qual chamo de maravilhosa sem desmerecer àquela que é dona do título.

 

São Paulo dos meus encantos e dos meus amores, obrigado pela oportunidade que tenho de desfrutar cada dia mais um pouquinho de você!
Obrigado São Paulo porque você existe.

 

Paulo Afonso Pacheco é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Claudio Antonio. Conte outros capítulos da nossa cidade. Escreva para milton@cbn.com.br.

Mundo Corporativo – Nova Geração: “o jovem não quer ter, quer experimentar”, diz Otávio Juliato, do Omelete

 

 

“O jovem está mudando seu hábito de consumo, não quer mais ter coisas, quer experimentar coisas: ele prefere ir a um show ou visitar um amigo na Itália do que guardar dinheiro para ter a casa ou o automóvel; o conceito de propriedade vem mudando”. A constatação é de Otavio Juliato, diretor comercial do Omelete, maior empresa de entretenimento e cultura pop do Brasil, a partir de pesquisas realizadas com as novas gerações. Em entrevista a Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, Juliato falou de estratégias e cuidados que as empresas e marcas devem ter para se comunicar com esse público.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN, ou domingo, 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o programa Juliana Causin, Luiza Silvestrini e Débora Gonçalves.

Mudança de comportamento no comércio é desafio para estatísticas, no BR e EUA

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Informações sobre lojas, publicadas há pouco, simultaneamente no New York Times e no Relatório Anual da ABRASCE Associação Brasileira de Shoppings Center, dão a impressão que estamos em mundos diferentes.

 

A manchete dos americanos é contundente:

 

“Lojas temem virar peça de museu concorrendo com a internet”.

 

Enquanto os brasileiros, menos enfático mas otimistas, apontam o crescimento do número de shoppings de 538 para 558 no último ano. Perfazendo acréscimo de 3,7%. Registram também aumento de 3,8% na ABL área bruta locável. Que é uma medida da quantidade dos espaços disponíveis para as lojas se instalarem.

 

Não obstante os dados positivos relativos ao desempenho do último ano, registram o potencial de desenvolvimento comparativamente ao atingido em outros países.

 

Tomando a ABL disponibilizada para cada 100 habitantes registram que nos EUA há 219ABLm2 /100hab, no Chile 20ABLm2/100hab, enquanto no Brasil temos 7,4ABLm2/100hab.

 

Esses dados da ABRASCE, embora reais são inócuos, pois considerar o crescimento de ABL é distorcer o resultado. Em virtude do grande espaço ocupado pelas âncoras este índice fica sem significado. É só percorrer a maiorias dos Shoppings brasileiros para atestar os espaços locáveis sem ocupação.

 

Da mesma forma, apostar no potencial de disponibilidade futura da ABL por habitante, é crer no mesmo cenário do varejo, quando há clara sinalização que devido a novos canais e novas conexões, além de específicos lifestyles, haverá uma nova estruturação do comércio.

 

É o que diz o New York Times, apontando que nos últimos três anos o comércio eletrônico que vinha crescendo 30 bilhões ao ano, passou para 40 bilhões de dólares:

 

“A transformação vem esvaziando os shoppings center, levando marcas tradicionais do varejo à falência e causando perdas de emprego em volume espantoso: 89 mil vagas foram perdidas de outubro do ano passado para cá.”

 

Ao mesmo tempo, operações de sucesso digital como a Amazon abrirão lojas físicas.

 

Lojas físicas deverão comissionar vendedores que encaminharem compradores para a web, e lojas físicas abrirão lojas virtuais.

 

Aqui, haverá mudanças no mix, com preferência ao entretenimento. Cinemas, teatros, restaurantes, games, etc. deverão ampliar em muito sua presença.
Lá e cá, quem comandará será o consumidor. As estatísticas que se cuidem.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Avalanche Tricolor: Barrios começa a construir sua história no Grêmio

 

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Libertadores – Arena Grêmio

 

 

Intensidade. Eis uma palavra que está na moda no futebol. Raramente deixa de ser dita pelos jornalistas esportivos nas transmissões no rádio e na televisão. Costuma ilustrar o futebol jogado com marcação forte sobre o adversário, troca de passe rápida, velocidade no ataque e chutes a gol.

 

Poucas coisas foram tão intensas quanto o jogo jogado no primeiro tempo desta noite, na Arena. Em 10 minutos, já havíamos sofrido sufoco, retomado a bola, marcado um gol e perdido um dos nossos principais destaques por lesão. O que se seguiu não foi diferente: em pouco mais de 45 minutos, foram quatro gols, um pênalti perdido e uma expulsão. 

 

No segundo tempo, o ritmo diminuiu e a técnica despencou, mas não faltou intensidade: ao menos não faltou para Barrios, nosso camisa 18. Se o time já não tocava tão bem a bola e o adversário tinha dificuldade para jogar, nosso atacante desencantou de vez.

 

O argentino, naturalizado paraguaio, travestido de gremista tinha feito o primeiro lá no início da partida, após receber a bola na pequena área e desviá-la para o gol. Não demorou muito para marcar o segundo: Barrios estava novamente presente dentro da área e concluiu uma jogada da qual já havia participado em sua origem. 

 

Quando pouco coisa parecia acontecer em campo, no segundo tempo, Barrios surgiu novamente. Recebeu mais um presente nas costas dos zagueiros, olhou para a goleira e não perdoou: estufou as redes pela terceira vez na mesma partida.

 

O atacante que vem se chegando aos poucos no time titular, esperando com paciência suas oportunidades, já é o autor de seis gols na temporada em 12 partidas que disputou e começa a ser protagonista da história até aqui vitoriosa do Grêmio na Libertadores, no papel que mais queremos que ele represente: o de Matador.

 

Bem-vindo, Barrios!

 

 

Charge do @jornaldacbn: “vista a roupa meu bem”

 

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Em meio a tensão do debate da Reforma Trabalhista, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se envolveu em discussão com o deputado Assis Melo (PCdoB-RS) por causa da roupa vestida pelo parlamentar.

 

Melo entrou no plenário da Câmara como se fosse um metalúrgico, com uma roupa branca, avental, luvas e máscara de proteção. Teve o pedido da palavra negado por Maia sob a justificativa que no parlamento só se fala com terno e gravata.

 

O deputado trocou de roupa, falou, reclamou e a discussão dele com Mais inspirou a equipe do Jornal da CBN:

 

Entrevista: juiz do trabalho tira dúvidas sobre mudanças aprovadas na Reforma Trabalhista

 

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A Reforma Trabalhista foi aprovada pela Câmara dos Deputados e traz mudanças importantes na relação das empresas com os trabalhadores. Para tirar dúvidas dos ouvintes, o Jornal da CBN convidou o juiz do trabalho Marlos Augusto Melek, que participou da redação do texto que vai ser encaminhado agora para o Senado.

 

Melek defende a ideia que a reforma não retira direito dos trabalhadores. Independentemente do que você pense sobre o tema, é bom estar preparado e bem informado sobre as mudanças que vêm aí.

 

Ouça a entrevista completa com o juiz Melek:

 

De museu particular a viagens exclusivas, livros sugerem turismo de luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Ir ao Louvre é programa da maioria dos turistas que vai a Paris. Só no ano passado, o museu recebeu mais de 7,3 milhões de visitantes. É o mais visitado do mundo. Pense agora na possibilidade de conhecer as obras de arte que fazem parte desse museu de uma maneira bem particular: fora do horário de expediente. Esse é um programa para poucos e privilegiados. Um luxo.

 

E são luxos como esse passeio privado no Louvre que fazem parte das experiências que se destacam em uma série de cinco livros com os melhores destinos do mundo, lançada recentemente na Preview da SP-Arte/2017, o Luxury Travel Book 2017.

 

Além da programação em Paris, você encontrará nos livros produzidos pela PrimeTour, agência de viagens com foco no turismo de luxo, outras atrações incríveis como um exclusivo concerto de piano na Basílica de San Marco, um roteiro de balão sobre os exóticos templos de Myanmar e um show de dança privativo na Tailândia.

 

Entre as atrações sugeridas, você é convidado ainda para um piquenique no topo de uma montanha, o prazer de se hospedar em um quarto em um castelo medieval, uma nova massagem no mais exclusivo spa ou uma rede à sombra em praia particular.

 

São vivências totalmente personalizadas – exatamente o tipo de exclusividade que busca o viajante que movimenta o turismo de luxo no mundo. Jornadas por paisagens únicas. A descoberta de um segredo guardado para poucos. Retiros silenciosos ou viagens de aventura. Acessos privilegiados e vantagens exclusivas. Serviço discreto e ágil. Equipe especializada selecionada. Conforto e entretenimento de alta categoria.

 

No mundo atual, tempo é o nosso bem mais raro. Luxo a ser alcançado por muitos. Hoje o consumidor contemporâneo de alto poder aquisitivo entrega à sua agência de viagens todos os seus desejos, anseios, curiosidades, sonhos…o desafio das agências é cada vez mais não apenas atender, mas entender e encantar esses clientes tão exigentes. O relacionamento com o cliente é fundamental, pois é possível aprofundar-se nos interesses e desejos individuais de cada um e atendê-los de forma personalizada, tornando a viagem perfeita e uma experiência inesquecível.

 

Os livros ajudam nessa tarefa. Estão reunidos em um box e foram segmentados nas categorias Art&Culture, Love, Happiness, Body&Soul e Trend&Cool.

 

Aproveite e sonhe com o seu próximo destino!

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e colabora com o Blog do Mílton Jung.