Venha no Adote um Vereador e conheça o Concurso de Ideias Causas Comuns, neste sábado

 

adote um vereador traço 1

 

Neste sábado, 14 de novembro, o encontro do Adote um Vereador vai conhecer o Concurso de Ideias Causas Comuns, realizado pelo Instituto Cidade Democrática, que vai debater o ODS 16, dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os ODS são o resultado de uma consulta e a construção de uma agenda para o desenvolvimento global para os próximos 15 anos, adotada por mais de 190 chefes de Estado. O Causas Comuns está aliado ao Objetivo 16, que tem como principal finalidade promover sociedades pacíficas para o desenvolvimento sustentável e promover o acesso à justiça a todos. Aberto a todos os cidadãos, o concurso quer ouvir a população para a criação de propostas que possam gerar agendas locais.

 

O concurso será realizado em duas fases. Na primeira, de Propostas, os participantes poderão lançar suas ideias, seguir e comentar em propostas e, com base nos comentários, construir colaborativamente e melhorar as ideias de outros usuários. Na segunda fase, de Aplauso, os participantes apoiarão as propostas que mais gostarem, a fim de torná-las ideias vencedoras.

 

O objetivo é debater boas propostas que possam fortalecer a participação popular acompanhando os mandatos dos vereadores e também propostas que facilitem este acompanhamento, que possam ser implementadas pela Câmara Municipal.

 

Todos os interessados são convidados a participar dos encontros livres do Adote um Vereador, em São Paulo, que se realizam no segundo sábado do mês, no café do Pateo do Collegio, no centro, das 14h às 16h. Convide um amigo e vá até lá para conversar com os participantes do Adote e conhecer o Concurso de Ideais Causas Comuns.

 

Eu estarei lá. E você?

Na reta final, o Zoneamento de Haddad é também discriminatório

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

18449192753_4c90b5a699_b

 

Em 15 de outubro foi encaminhada, por parte de moradores em zonas residenciais uma solicitação de reunião aos representantes da Câmara Municipal habilitados para este tema. Até hoje não houve resposta.

 

O documento é assinado por nove membros do Conselho Municipal de Política Urbana e 40 entidades representativas de moradores em áreas residenciais. A solicitação foi feita aos vereadores do PSDB Gilson Barreto, presidente da Comissão de Política Urbana, e do PTB Paulo Franges, relator do Projeto de Revisão da Lei do Zoneamento.

 

Neste interim, estes vereadores já atenderam entidades como a ACSP Associação Comercial SP e o Movimento Ame Seu Bairro, mas ignoraram o pedido deste grupo de entidades, que está bastante apreensivo com o destino que será dado ao que resta de áreas preservadas da cidade.

 

A preocupação das zonas exclusivamente residenciais é consistente, pois Haddad trouxe ao Zoneamento um retrocesso técnico e político.

 

Coube a Marta Suplicy, que conduziu com Jorge Wilheim o anterior Zoneamento, uma ilustrativa análise da atual proposição:

“Um dano irreparável serão as zonas estritamente residenciais (ZERs), que deveriam ser protegidas, mas estão ameaçadas pelo excesso de corredores comerciais com impacto devastador e algumas serão extintas”.

Ao mesmo tempo, no jornal Estado de São Paulo, encontramos a observação de um crescer político e classicista por parte da prefeitura. Uma tendência de luta entre o bem e o mal, o pobre e o rico, que não tem nada a ver com os aspectos técnicos que devem prevalecer nas análises do Zoneamento da cidade. Ainda mais que parte das ZERs é composta por moradores de classe média.

 

Às vésperas dos relatórios finais, e sem resposta, o grupo das entidades citadas procurou o vereador do PSDB Andrea Matarazzo. O apoio veio rápido na segunda-feira. Andrea reiterou a Barreto e Franges a necessidade do atendimento, e enfatizou que das 2500 pautas discutidas, 31% faziam referência a ZER, ZCOR e ZPR.

 

O grupo também nos procurou pela posição democrática do Blog, solicitando a divulgação de seu pleito. Estamos atendendo-os. A discussão ainda está aberta.

 

No site da Câmara Municipal de São Paulo você tem os documentos e discussões sobre a Revisão da Lei de Zoneamento.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Continuar lendo

A incrível História de Adaline: a angústia da eterna juventude

 

Por Biba Mello

 

 

FILME DA SEMANA:
“A incrível História de Adaline”
Um filme de Lee Toland Krieger
Gênero: Romance/Drama
País:EUA

 

Na virada do século 20, Adaline, uma jovem moça, de 29 anos, sofre um acidente de carro, morre e é ressuscitada por uma descarga elétrica. Misteriosamente algo se modifica em sua química corporal e ela não envelhece mais. Como ela se tornou uma pessoa curiosa, evita se envolver com as pessoas com medo que as mesmas saibam deste seu segredo, até que conhece outro jovem e se apaixona, trazendo consequências interessantes em sua vida.

 

Por que ver: Apesar de parecer um tema batido, não se engane, pois não é. A história é bem amarrada e interessante. O filme me cativou logo no começo. Vale a pena. Atores/direção e roteiro coesos…É um filme fluido e com certeza eu o assistiria novamente.

 

Como ver: Da maneira tradicional. Com pipoca, no final da tarde de domingo.

 

Quando não ver: As vezes não sei o que escrever nesta parte, e este filme é destes que me deixam na dúvida… Me diga você quando não ver, ok?

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos e agora está te desafiando, vai amarelar?

Avalanche Tricolor: um resultado de tirar o sono dos outros, não o meu

 

Sport 1 x 0 Grêmio
Brasileiro – Ilha do Retiro/Recife

 

22064662423_c138edd3e5_z
A rodada do Campeonato Brasileiro reservou-me o Grêmio para fechar um fim de semana diversificado e divertido, que se iniciou no fim da tarde de sexta-feira com jantar em família. Os demais dias foram divididos entre sessões de filmes e seriados, realização de algumas tarefas profissionais pendentes e uma ótima experiência com um grupo de cidadãos dispostos a mudar a forma de se fazer política no Brasil, no evento Virada Política, que se realizou em São Paulo.

 

O caro e raro leitor deste blog pode achar estranho eu ter escrito no parágrafo acima que o fim de semana foi divertido, diante do resultado do meu último compromisso deste domingo. Claro que eu preferiria ir para a cama comemorando uma vitória, a medida que a conquista de mais três pontos nos daria chance de disputar o vice-campeonato e embolsar mais uns dois milhões de reais. Tivéssemos produzido ofensivamente um pouco mais, arriscado a gol um pouco mais e acertado o pé um pouco mais, principalmente na troca de passe final e no chute, era provável que saíssemos com resultado bem melhor.

 

Uma derrota como a deste domingo, porém, é incapaz de estragar os momentos que vivi no fim de semana ou mesmo a minha visão sobre o Grêmio – e olha que Heber Roberto Lopes se esforçou para tirar meu bom humor com sua arbitragem atrapalhada e displicente. Digo isso com tranquilidade porque teimo em não analisar o desempenho gremista por esta ou aquela partida, isoladamente. Hoje mesmo alguns jogadores que têm sido excepcionais em campo não conseguiram desenvolver o mesmo futebol. Seria injusto aproveitar o baixo rendimento para criticá-los.

 

Tenho insistido nesta Avalanche que precisamos olhar a campanha ao longo da temporada, as expectativas que tínhamos e a perspectiva que se abriu graças ao crescimento técnico e tático da equipe. Nossa evolução tem sido tal que a perda dos três pontos neste domingo é incapaz de mudar a trajetória vitoriosa que estamos trilhando na busca do Tri da Libertadores – esta sim uma obsessão gremista. Não há motivos de preocupação, o que não significa que tudo esteja resolvido. Roger sabe que precisa ajustar as peças, dar mais consistência para alguns jogadores e reforçar o elenco, mas tudo isto administrado com a tranquilidade, prudência e sabedoria que lhe são características.

 

Quem não deve dormir muito tranquilo neste domingo é aquela turma que viu mais um candidato chegar para a disputa da quarta vaga para a Libertadores.

 

A imagem deste post é do álbum Grêmio Oficial no Flickr

De violência

 

Por Maria Lucia Solla

 

Violência

 

A violência, que hoje frequenta todo tipo de boca, continua atingindo a parte de dentro e a parte de fora de nossas casas. De todas as casas. Ela não tem só duas caras, tem uma coleção delas. Apresenta-se como preciso for, no momento do ataque. Nasce da covardia, do medo, da fraqueza, da impotência, do descontrole, da incapacidade de se adaptar; de se aceitar.

 

O violento é medroso, fraco, e ataca para enfraquecer o outro pelo grito, pelo susto, pelo assalto dentro e fora de casa, para que você desça ao nível dele (ou dela); onde moram a covardia e a sensação de poder.

 

Violência é constrangimento físico ou moral, dizem os dicionários, mas vamos concordar que violência é violência, e pronto. Quem a pratica é covarde e viciado em adrenalina. Sua ‘droga’ é ferir.

 

Violência é filha da ignorância, e ataca intelectual e emocionalmente. É falta de educação, de preparo para viver em sociedade. Falta de família e excesso de uma essência que não quer mudar.

 

O problema do povo brasileiro é, sempre foi e sempre será, o seu povo. Os macacos e as araras é que não são; certo? Somos uma mescla riquíssima de gente de todos os pontos do planeta, e patinamos, patinamos, mas não deslanchamos.

 

Não vou me aprofundar na questão, primeiro porque não domino o tema, e porque não me apetece essa pesquisa. De qualquer modo, todos estamos carecas de saber de tudo isso. Não é preciso pesquisar para saber que a violência está saindo pela tampa.

 

Passei só mesmo para lembrar-nos de contermos a violência nas palavras, no olhar, no gesto, no pensamento, sempre. Um sorriso, atenção extra e delicadeza sempre, ajudam a diminuir os efeitos malévolos da dita cuja.

 

Você sabia que cinco pessoas morrem, a cada volta que o ponteiro dá em volta do mostrador do relógio? Isso mesmo, cinco seres humanos morrem por hora, no Brasil, atingidos por arma de fogo.

 

Desarmamento de todos, inclusive dos bandidos…
E-du-ca-ção já!
Respeito pelo professor, pais, vizinhos, por todos os seres e pela Natureza, e pronto.

 

Paz

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

Conte Sua História de SP: a guerra de mamonas no bairro da Penha

 

Por Rodolfo Eufrásio da Silva
Ouvinte-internauta

 

 

Nascido no Brás, infância no Belenzinho e adolescência na Penha. Paulistano de corpo e alma, belo! Lembranças de um tempo onde garoava em São Paulo, os litros de leite eram de vidro e o pão chamado de bengala. O Grupo Escolar Amadeu Amaral e o policial com apito, parando o trânsito para que pudéssemos atravessar o Largo São José do Belém. Coincidência ou não, tínhamos em cada extremo de nosso bairro três torrefações de café: Moka, Seleto e Jardim, que todas as tardes lançavam ao ar um maravilhoso aroma de café torradinho.

 

No início dos anos 70, mudamo-nos para a Penha, bairro também tradicionalíssimo, mas com características completamente diferentes, um jeito de interior, com centro comercial movimentadíssimo, cheio de vitrines e muitas pastelarias chinesas, rodeado por vilas tranquilas, campos de futebol, córregos e grandes espaços livres, onde travávamos guerras de mamona, arremessadas por nossos estilingues nos garotos da outra vila. Pipas, bolinhas de gude e peões passaram a fazer parte de minha vida. Nessa época, o ponto alto de nossos fins de semana eram os bailinhos de garagem, os vinis rodando em vitrolinhas portáteis, dançando juntinho um prá lá e prá cá, corações disparados em clima romântico num sonho adolescente. John Travolta, com seus Embalos de Sábado à Noite, motivou a abertura de grandes discotecas e viramos fregueses de carteirinha da Toco, na Vila Matilde.

 

Com a necessidade de se começar a trabalhar cedo, geralmente como office-boy, nos abria a porta desse grande mundo que era o centro de São Paulo. Filas em cartórios, bancos, repartições públicas reuniam centenas de garotos, com suas pastinhas debaixo do braço. Inúmeras vezes fazia a pé o percurso Praça da Sé, Praça da República, Consolação, Paulista, Brigadeiro e retornando a Sé, verdadeira São Silvestre, só para economizar os trocados do ônibus, sonhando com aquele tênis Germade! Alimentação saudável: pastéis, esfihas, coxinhas e churrasco grego com suco grátis, várias vezes ao dia. Voltar do trabalho para casa através do inesquecível Lapa Penha, sempre extremamente lotado. Jantar, pegar os materiais, se trocar, escovar os dentes, arrumar o cabelo, nem sempre nessa ordem era o ritual obrigatório diário para se ir ao colégio. Tudo muito difícil mas que marcou nossas vidas de uma forma maravilhosa e inesquecível! Parabéns São Paulo, meu berço, meu amor!

Mundo Corporativo: João de Lima diz como alcançar os resultados na sua empresa

 

 

“Não é o lucro, o principal resultado. O principal resultado do negócio é a perpetuação. E para ter a perpetuação do negócio, ele tem que ter pessoas que se comprometam durante longo tempo com a empresa e acreditem na causa da empresa. Então, a função do líder é obter desempenho de um lado e comprometimento de outro” A sugestão é de João de Lima, consultor de empresas, em entrevista na qual falou sobre gestão de resultados, ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN. De Lima explica como os resultados podem acontecer em uma empresa a partir da implantação do “Modelo Fractal de Gestão”, representado por um grande triângulo dividido em 16 partes, desenvolvido por ele:

triangulo

João de Lima é autor do livro “Gestão e cultura de resultados – um modelo para gerir e liderar pessoas realizadas em empresas de sucesso” (Ed Gente).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no programa Jornal da CBN, da rádio CBN.

A incrível história de Eurico Lara

 

Por Airton Gontow
jornalista e cronista

 

Eurico Lara sim

 

Faz 80 anos que morreu o goleiro Eurico Lara, grande nome da história do Grêmio, ao lado de Airton Pavilhão e Renato Portaluppi.

 

Aprendi a história de Lara ao lado de seu túmulo, no cemitério São Miguel e Almas, em Porto Alegre, segurando na mão de meu pai, como acontece com muitos e muitos gremistas. Era um goleiro fantástico e gremista apaixonado (como todos os gremistas devem ser). É o único jogador da centenária história gremista citado por Lupicínio Rodrigues. Sim, o autor de “Nervos de Aço” e “Felicidade foi se embora” fez o belo o hino do Grêmio – “Até a pé nós iremos, para o que der e vier, mas o certo é que nós estaremos com o Grêmio onde o Grêmio estiver”.

 

Mas eu falava sobre Eurico Lara, que era apaixonado e gremista e, veja só, estava no quarto de um hospital, com tuberculose e doente do coração, no dia da final do campeonato gaúcho, contra o inimigo Internacional, no chamado clássico Gre-Nal. Lara fugiu do hospital para assistir ao jogo. Um empate daria o título ao Grêmio, que estava com um ponto a mais na competição. Mas, faltando três minutos, o juiz marcou um pênalti para o Inter. A torcida gremista, em grande maioria, ficou em silêncio, com medo da catástrofe próxima. Foi neste momento que Lara disse para o homem que cuidava do portão junto ao gramado: “abre”. E quando entrou em campo foi tirando a camisa, as calças…estava de uniforme por baixo e, pasme, de chuteiras. O estádio explodiu de espanto e alegria, mas logo depois, aconteceu um silêncio absoluto, que até hoje impressiona a todos os que assistiram à cena. Era como se não houvesse vozes, pássaros…vento no mundo

 

O atacante do Inter ajeitou a bola. Parecia um touro, enquanto se preparava para iniciar a curta corrida em direção à bola. O chute saiu forte, alto, no canto esquerdo. Mas Lara, meu herói Eurico Lara (cantado por Lupicínio como “o craque imortal”) saltou como um gato e encaixou a bola no peito e com ela continuou agarrado quando caiu no chão. A torcida entrou em delírio. Os jogadores se aproximaram para reverenciar aquela lenda do futebol. No estádio, uma chuva de chapéus, como nunca mais foi vista, nem mesmo nas comemorações pela vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial. Lara continuava agarrado com a bola no chão. Sim, era sua, não queria soltá-la. Os jogadores foram se afastando. A torcida de pé, em silêncio, compreendeu o que acabara de acontecer. Lara estava morto. Com a bola grudada naquele imenso peito gremista. No gramado, milhares e milhares de chapéus eram como flores homenageando aquele deus do futebol.

 

Na verdade, a história não aconteceu exatamente assim. No dia 22 de setembro de 1935, contrariando as recomendações médicas para que não atuasse mais, Lara entrou em campo para o jogo decisivo – um Gre-Nal! – do campeonato da cidade, naquele ano chamado de “Campeonato Farroupilha”, por ser o período das comemorações do centenário da Revolução dos gaúchos. O Grêmio precisava vencer para conquistar o título. Foi uma das maiores atuações de sua vida, decisiva para a vitória gremista por 2 a 0. Nunca mais atuou. Faleceu em 6 de novembro, 45 dias após o Gre-Nal – e dizem os médicos que a morte foi apressada pelos meses em que, mesmo doente, jogou pelo Grêmio.

 

Mas vou contar ao meu filho exatamente como o meu pai me contou: segurando em sua mãozinha de gremista, ao lado do túmulo do inesquecível Eurico Lara, aquele que morreu defendendo um pênalti, com tuberculose e doente do coração, dando o título de campeão ao Grêmio….

 

Detox digital virou artigo de luxo em hotel

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

17971390975_c37c501f83_z

 

Smartphone. WhatsApp. Facebook. Instagram. Twitter.

 

Estes são apenas alguns dos ícones do mundo digital que alcançam hoje pessoas de todas as idades ao redor do mundo. Algumas mais, outras menos digitais. Todas, porém, sofrendo forte pressão para se renderem às ferramentas online.

 

Pesquisa realizada pela ecomScore diz que o Brasil é líder no tempo gasto em redes sociais, em média 60% a mais do que o restante do mundo, tendo 45% de sua população online usando 650 horas em média por mês estas ferramentas, seja através de celulares ou computadores.

 

Seja por lazer, parcialmente por questões de trabalho ou negócios, a verdade é que não podemos negar que o uso de celulares e todos os aplicativos e facilidades que estes nos trazem se tornou um vício. Principalmente no Brasil, se nos atentarmos aos números da pesquisa acima. E apesar de usarmos muito e até sentirmos prazer com tanta tecnologia, se desconectar parece ser um sonho, um luxo muito longe de ser alcançado.

 

Captura de Tela 2015-11-04 às 23.05.10

 

Com o objetivo de incentivar os hóspedes a se desligarem do mundo virtual,a rede hoteleira Grand Velas Resorts lançou um programa de Digital Detox, onde os hóspedes podem optar por deixar seus aparelhos eletrônicos de lado para vivenciar melhor as experiências oferecidas pelo resort em suas unidades da Riviera Nayarit e Riviera Maya,ambas no México. Ao fazer o check in, o hóspede é informado sobre o programa especial e, caso realmente queira participar, será convidado a deixar todos seus equipamentos com a equipe do hotel. Além disso, a TV de tela plana da suíte escolhida será substituída por jogos de tabuleiro.

 

Férias sem celular. Sem iPad. Sem “selfie”. Sem WhatsApp. Sem Instagram.

 

Você toparia esse desafio de ficar alguns dias sem acesso ao seu celular e “desconectar-se” do mundo? Já pensou nisso?

 

Para o consumidor contemporâneo pode até parecer uma abstinência e, de fato, não deixará de sê-lo para os mais “plugados”, mas certamente possibilitará a eles o privilégio de refletir sobre sua própria vida, além, claro, de poder descansar, ler, e principalmente estar próximo (de verdade) das pessoas ao seu redor.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em “arketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Adote um Vereador estará na Virada Política; venha você, também!

 

adote um vereador traço 1

 

A experiência do Adote Um Vereador será apresentada na Virada Política, que se realizará nesse sábado, dia 7 de novembro, em São Paulo. Rafael Carvalho, que teve atuação importante no controle do trabalho dos vereadores e tem desenvolvido uma série de ações no campo da cidadania política, estará no encontro para descrever vitórias, frustrações e desafios que ideias como a do Adote enfrentam no cotidiano.

 

A Virada reunirá em um mesmo espaço pensadores, ativistas, artistas e simpatizantes com o objetivo de aprofundar projetos, conectar ações e inspirar pessoas. O evento está sendo organizado por um coletivo de cidadãos e de maneira colaborativa, sem nenhuma ligação partidária. Conforme os participantes da Virada, “estamos fazendo tudo na base da colaboração e da empolgação e isso a gente tem de sobra”.

 

A intenção é reunir projetos, movimentos e organizações que acreditam no potencial das pessoas em influenciar o destino da política na sua cidade, no seu Estado e no País. O encontro será na rua Simão Álvares, 788, em Pinheiros, zona oeste da capital paulista.

 

Rafael Carvalho apresentará suas impressões sobre o Adote um Vereador, a partir das 16 horas, ao lado do pessoal do Eu Voto Distrital e do Ocupe os Conselhos Municipais.

 

Todos os integrantes do Adote um Vereador, assim como você que lê este texto, são convidados a estarem por lá e colaborarem com sua experiência, opinião e provocação.

 

Inscreva-se, conheça e compartilhe outras informações sobre a Virada Política.

 

Participe! Seja cidadão!