Mundo Corporativo entrevista José Carlos Teixeira Moreira

 

 

Centenas, milhares de estorninhos realizam manobras que até hoje intrigam os homens pela velocidade com que são capazes de se mover em bloco, sem causar acidentes e provocando movimentos de extrema beleza. O burburinho de estorninhos é um fenômeno que inspira os incentivadores das transformações provocadas pelas sociedades em rede de comunicação e serve de exemplo para as empresas e empresários compreenderem a importância das relações de colaboração. O presidente do Instituto de Marketing Industrial José Carlos Teixeira Moreira falará sobre conceitos que geram esses novos movimentos e as mudanças nas relações corporativas, no programa Mundo Corporativo da CBN. Você pode assistir à entrevista, em primeira mão, nesta quarta-feira, a partir das 11 horas, só no site da rádio CBN. Participe com perguntas que podem ser publicadas aqui no blog, nosso grupo do Linkedin, no e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e no Twitter @jornaldacbn com a hastag #mundocorporativo

Foto-ouvinte: esforço de reportagem

 

Vestido da repórter

 

A cobertura jornalística exige alguns esforços extras para que a notícia chegue até a casa dos telespectadores. A maioria sequer percebe os desafios enfrentados pelos repórteres no cotidiano da cidade e quanto é exigido de criatividade para superar percalços. Neste caso, a repórter da TV Globo Sabina Simonato teve de encarar um inimigo comum das mulheres de saia: o vento. Diante do prédio da rua Riachuelo, centro de São Paulo, que acabara de ser cenário de uma tentativa de invasão por sem-tetos, ela e sua equipe encontraram uma forma original para impedir qualquer safadeza do vento. A foto é do ouvinte-internauta e colaborador deste blog Devanir Amâncio.

Os paradigmas na gestão de negócios

 

Em meados dos anos 50 Peter F. Drucker escreveu em seu livro The Practice of Management “Existe somente uma definição válida para os objetivos de um negócio: criar um consumidor”. Inaugura-se aí um paradigma: A Satisfação do Consumidor.

 

Na década seguinte, com a primeira grande crise do petróleo, as previsões e estratégias de negócio, até então baseadas em dados históricos, passam a trabalhar com base nos Cenários Estratégicos e Tendências Socioculturais. “Most U.S. companies continue to use a variety of forecasting techniques because no one has apparently developed a better way to deal with the future’s economic uncertainty.” (Scenarios – uncharted waters ahead – Pierre Wack – Harvard Business Review)

 

Um dos teóricos mais importantes da atualidade, o sociólogo polonês Zygmunt Baumann dedica os seus estudos, ensaios e obras à interpretação da modernidade e da época pós-moderna. Segundo o autor, a vida atual impõe uma condição humana onde predominam o desapego e a versatilidade em meio à incerteza, exigindo estar-se na vanguarda constantemente.

 

Paralelamente, em um congresso sobre marketing e pesquisa de mercado nos anos 90, o presidente da associação mundial de pesquisa de mercado e opinião declarou: “durante o século 20, o petróleo foi a fonte estratégica. A Gestão do Conhecimento muito brevemente terá o mesmo peso estratégico para os negócios… o conhecimento deverá tornar-se o petróleo no século 21”.

 

Sobre a Gestão do Conhecimento:

 

– A informação torna-se necessária, mas não é suficiente para a tomada de decisões correta.
– É preciso transformar a informação em conhecimento (o todo é maior que a soma de suas partes – Gestalt)→ compreensão real da dinâmica social, cultural, do marketing e dos cenários futuros.
– Conhecimento identifica oportunidades onde inicialmente havia somente ameaças e riscos.

 

Os Instrumentos:

 

– “Business Intelligence System”
– Listen (o que aconteceu?)
– Learn (por que aconteceu?)
– Lead (como fazer acontecer?)
(The Meeting of the Minds – Vince Barabba – Harvard Business Scholl Press/1995)

 

Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier) e escreve no Blog do Mílton Jung, às terças-feiras.

Transições pós-eleitorais e civilidade política

 

Por Antonio Augusto Mayer dos Santos

 

Por transição, segundo o Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa, se entende a passagem de um estado de coisas ou de uma condição. No contexto administrativo, significa a garantia de que o prefeito eleito receberá do Poder Executivo os subsídios indispensáveis à elaboração e efetivação do seu programa de gestão.

 

Esta medida, a par de civilizada, é de inquestionável relevância no cenário jurídico-político na medida que não somente institui como disciplina uma relação formal e organizada de responsabilidade entre o governante e o seu sucessor, especialmente porque o primeiro assegurará ao outro, previamente à posse, o acesso às informações e situações oficiais sobre o ente público: estrutura de governo, orçamentos, previsão de receita e execução de programas.

 

Estas informações são importantíssimas na medida que o eleito, no primeiro ano de seu governo, executará um orçamento planejado e votado anteriormente. Por outras palavras: o orçamento do primeiro ano de cada novo governo é elaborado por aquele que está encerrando o mandato.

 

Diante deste descompasso, o qual, é bom lembrar, se repete a cada dois anos ora nos Estados ora nos Municípios, o relator da CCJ do Senado Federal, em voto que proferiu no Parecer nº 1.080 de uma Proposta de Emenda Constitucional que regulamenta as denominadas transições pós-eleitorais, anotou que “A continuidade administrativa constitui, efetivamente, um princípio fundamental na concepção moderna de Estado Democrático de Direito. O Estado deve sempre dirigir sua atuação no sentido de assegurar a manutenção dos direitos dos cidadãos, o que implica a prestação de serviços à sociedade, em caráter constante, sem interrupções”. Mais adiante, ao concluir sua manifestação acerca da proposta, acentuou que a mesma “privilegia acentuadamente a autonomia de cada ente federativo, ao encaminhar a regulamentação, por leis da União, dos Estados, Distrito Federal e Municípios, da forma como serão instituídas as equipes de transição, respeitando, dessa maneira, o equilíbrio do pacto federativo”.

 

Passada a eleição, o eleitor desconhece estas circunstâncias. No entanto, a necessidade de uma regra disciplinando este assunto é inadiável. Primeiro, para despir o vencedor do pleito daquela condição de candidato e, com isto, inserí-lo na realidade de gestor eleito. Depois, para que o processo eleitoral não se sobreponha às questões da administração. Por fim, porque contribuinte não pode ficar à mercê de um quadro de instabilidades decorrentes de desacertos partidários. Para preservar a continuidade administrativa e serviços públicos, impedindo que mesquinharias, ressentimentos ou quireras paroquiais desviem tanto a finalidade quanto a rotina das instituições públicas.

 

A propósito destas situações, as mesmas tem se revelado comuns, especialmente após campanhas eleitorais acirradas seguidas de vitórias de adversários ferrenhos.

 

Não tem sido à toa que os veículos de comunicação referem episódios de sonegação de documentos, excessiva burocratização, sabotagens, danificação de arquivos e até furtos de equipamentos no período que antecede a passagem do poder. No entanto, é inadmissível que atos passionais ou motivados por vaidades capazes de gerar prejuízos ao erário não sejam objeto de tipificação no período entre o final de um exercício e início de outro. Trata-se, pois, da necessária adequação, nos demais planos federativos, daquilo que já consta disciplinado ao federal através da Lei nº 10.609/02.

 

Em síntese: esta regulamentação elevaria as transições pós-eleitorais a um patamar institucional impedindo a sonegação ou obstrução de informações e simultaneamente protegendo tanto a legalidade quanto a eficiência, ambos valores administrativos que devem ser preservados independentemente da orientação partidária que estiver no poder.

 

Antônio Augusto Mayer dos Santos é advogado especialista em direito eleitoral, professor e autor dos livros “Prefeitos de Porto Alegre – Cotidiano e Administração da Capital Gaúcha entre 1889 e 2012” (Editora Verbo Jurídico), “Vereança e Câmaras Municipais – questões legais e constitucionais” (Editora Verbo Jurídico) e “Reforma Política – inércia e controvérsias” (Editora Age). Às segundas, escreve no Blog do Mílton Jung.

Pergunta de repórter não tem cor nem raça

 

O brasileiro, em geral, está sempre em busca de heróis. Às vezes tenho a impressão de que o que queremos mesmo são vingadores. Faz isto no esporte quando deposita todas suas esperanças em uma seleção de futebol e depois, frustrado pela derrota, passa a odiar quem, até então, movia sua paixão. Na política não é diferente, haja vista o que fez com Fernando Collor, o Caçador de Marajás, e todos os demais presidentes que o seguiram. Atualmente, o posto está reservado para o ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa que chegou a ser comparado com Batman, o Cavaleiro das Trevas, pela toga que se parece com a capa do super-herói das histórias em quadrinho. Há quem defenda seu nome para cargo eletivo, mais uma vez na tentativa de encontrar o salvador da pátria. O maior risco em se reproduzir este comportamento é que perdemos a capacidade de desenvolver consciência crítica em relação aos homens e aos fatos. Ou se é mocinho, ou se é bandido.

 

Semana passada, o mocinho da hora, Joaquim Barbosa, errou feio ao interpelar o jornalista Luiz Fara Monteiro, da TV Record, durante conversa em off nos bastidores do STF. O repórter perguntou se ele pretendia manter um tom “mais tranquilo, mais sereno” na presidência e teve de ouvir insinuações pouco apropriadas para um ministro: “Logo você, meu brother!”, disse o ministro em referência ao fato de o jornalista ser negro. “Ou você se acha parecido com a nossa Ana Flor (repórter da agência Reuters, que é branca)? A cor da minha pele é igual à sua. Não siga a linha de estereótipos porque isso é muito ruim. Eles foram educados e comandados para levar adiante esses estereótipos. Mas você, meu amigo?”.

 

A notícia divulgada por alguns veículos de comunicação, entre os quais a rádio CBN, levou o jornalista Luiz Monteiro a enviar para um grupo de colegas de profissão e amigos a nota que reproduzo a seguir:

 

Amigos e colegas!

 

Para muitos já não é novidade. Foi noticiado na noite de quarta-feira no Blog do Noblat com direito a transcrição do áudio na íntegra. Durante entrevista em “off”, o ministro Joaquim Barbosa invocou a cor da minha pele para questionar uma pergunta legítima que fiz. Eu quis saber se o estilo demonstrado por ele naquele dia, véspera de sua posse como presidente do STF – mais sereno e tranquilo na condução das sessões – daria o tom de sua administração futura. 

 

Sou pago para perguntar. Para contar fatos vividos e/ou apurados por mim. É o compromisso que tenho com meu empregador e, principalmente, com seus telespectadores. Quem ouvir o áudio da entrevista, disponibilizado no blog (com link ao final da página) notará que o questionamento foi feito de maneira gentil e educada. Sem agressividade ou ironia, não justificando em nada o arroubo do presidente da Suprema Corte. Não foi a primeira vez que Barbosa se dirigiu a mim sem elegância, como conta o competente Rodrigo Haidar no twitter, repórter do Consultor Jurídico. O incidente desta semana também foi presenciado por dezenas de jornalistas, que, como mostra o áudio, confrontaram o ministro quando o próprio quis negar um temperamento difícil.   

 

Venho só agora me posicionar sobre o contencioso porque a entrevista se deu em “off”. Como o site do jornal O Globo e, hoje, a Folha de S. Paulo publicam, me sinto à vontade para me expressar sobre o acontecido. Repórter não gosta ser notícia. E fiquei triste ao ter sido destacado pela minha cor. Lamento muito a atitude de Joaquim Barbosa, que, infelizmente, arranhou meu orgulho em ver um magistrado oriundo de uma classe humilde presidindo nossa mais alta Corte. 

 

Joaquim Barbosa, repito, errou feio ao cobrar que o repórter se comporte de maneira determinada porque é negro. Assim como errou ao enxergar nos repórteres não-negros um padrão de atitude que pautaria suas reportagens. E errou porque não existem pautas de brancos, de negros, de amarelos ou de vermelhos nas redações. Assim como se espera que, a cor da pele, não seja determinante nas suas decisões na corte nem nas decisões de seus colegas não-negros. Errou por dar conotação racista – e usando de racismo – às críticas que, por ventura, receba em vez de aproveitá-las para analisar seus atos. E continuará errando se não pedir desculpas publicamente ao repórter.

 

Este erro em nada invalida os elogios ao trabalho que Joaquim Barbosa vem realizando no STF, assim como este trabalho não o exime de agir com educação e equilíbrio. Aos brasileiros que preferem o caminho mais fácil, construindo o estereótipo de herói ou vilão em vez de desenvolver o pensamento crítico e razoável, fica o ensinamento de que as pessoas não são somente mocinhos ou somente bandidos, são, simplesmente, pessoas que cometem acertos e erros. E por estes devem ser avaliadas, independentemente de sua condição social ou raça.

 

O Brasil não precisa de heróis, apenas de homens justos.

Avalanche Tricolor: A nossa seleção em campo

 

Figueirense 2 x 4 Grêmio
Brasileiro – Florianópolis (SC)

 

 

Para ser o vice-campeão e ter o direito de chegar a Libertadores sem disputar nenhuma prévia, o Grêmio ainda precisa do resultado da última rodada do Campeonato Brasileiro, no clássico que marcará a despedida de todos nós do Olímpico Monumental. Independentemente do que acontecer, é inegável a bela campanha realizada nesta temporada, ao menos na competição nacional, com uma ascensão incrível desde as rodadas finais do primeiro turno quando aceleramos o passo, entramos na ‘zona de Libertadores’, nos mantivemos nesta posição privilegiada o restante da competição, a ponto de garantirmos a classificação para o torneio sul-americano com três rodadas de antecedência, e atropelamos os adversários que nos separavam da vice-liderança.

 

A vitória deste fim de tarde, em Florianópolis, apenas ratificou o desempenho invejável do tricolor que garantiu a vitória no primeiro tempo com excelentes participações de Zé Roberto e Elano. Souza, prestes a assinar a permanência dele ano que vem, também marcou. No segundo tempo, o Grêmio fez o que os comentaristas costumam chamar de ‘administrar o resultado’, mas eu prefiro chamar de ‘viver perigosamente’. Apesar de termos tomado dois gols parecíamos mesmo ter o domínio da partida, a ponto de, em seguida, ampliar nossa vantagem com Leandro.

 

Merecemos o que conquistamos até aqui e mereceremos muito mais se a vaga direta para a Libertadores vier com um vitória contra o co-irmão, nem tanto pelo adversário, mas porque concluiríamos com uma conquista a história mágica que vivemos juntos no estádio Olímpico. O curioso é que apesar de tudo, continuamos não tendo nossos méritos reconhecidos, haja vista a seleção da CBF anunciada semana passada. Não encontraram lugar para nenhum dos jogadores gremistas, menos ainda para seu treinador, ao contrário do que aconteceu com todos os demais times que estão nas primeiras colocações. Fato que, ao contrário do que imaginam, nos engrandece. Pois se não temos craques com capacidade para compor a lista dos melhores do campeonato, não temos um técnico com habilidade suficiente para ser o comandante deste escrete de talentos, o que nos teria levado à vice-liderança do Brasileiro?

 

‘É o Grêmio, idiota!’ sussurrou uma voz no meu ouvido que veio sei lá de onde, talvez da minha própria consciência. E com razão. Pois o que nos levou a esta condição no Brasileiro, foi nossa história, o espírito que sempre nos moveu para as grandes conquistas e o desejo de oferecer ao Olímpico o melhor de cada um de nós e mostrar o quanto seremos gratos a este estádio. Com todos os méritos, Luxemburgo, Zé Roberto, Elano, Marcelo, Fernando e os demais que vestiram orgulhosamente a camisa tricolor podem ter a certeza de que fazem parte de uma seleção muito especial. Da seleção do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

Maquiagem, um luxo acessível

 

Por Dora Estevam

 

 

Uma das coisas que a mulher mais gosta é maquiagem. Fazer maquiagem sozinha, então, melhor ainda. Truques e toques, quem não quer saber? Existem milhares de vídeos na internet ensinado os passos para se fazer uma boa maquiagem. Em se tratando de produtos, vários, dos caros aos mais baratos, todos são irressistíveis. Em termos de funcionalidade, produtos que nem imaginamos, existem, e, hoje, estão disponíveis nas melhores casa do ramo.

 

Exemplos ?

 

Esfoliante para os lábios. Você passa o esfoliante, limpa e depois hidrata, deixando os lábios prontos para receber o batom.

 

Primer para os olhos: serve para fixar a maquiagem dos olhos.

 

Tem o primer da pele, também: prepara a pele para receber a base e os produtos.

 

O curvex: espalha os cílios para receber o rímel.

 

Aprendi tudo isso em um workshop com a talentosa maquiadora Bel Lücher, do salão de Marcos Proença e do Beauty Bar des Jardins, ambos em São Paulo. E aproveito para mostrar uma listinha básica de produtos que ela passou, os quais você precisa ter na sua necessaire. Em seguida, logo abaixo. um vídeo com os detalhes da palestra. Vamos lá!?

 

Para fazer sua própria maquiagem é preciso:

 

Para a pele:
– Limpeza com tônico ou demaquilante sem álcool e sem óleo (dica da Bel: com algodão macio)
– Base com filtro solar
– Primer (olhos e pele) – preparador de pele para receber o make – concentrar na zona T do rosto.

 

Para os olhos:

 

– Kit de sombras (escolha de acordo com a programação)
– Rímel (a prova d’agua ou sem)
– Curvex (para quem já sabe usar)
– Pincéis para depositar e esfumar

 

Blush e batom (as cores ficam a seu critério)

 

Opcional: cílios postiços se você tem vontade; é bem legal a ideia.

 

 

Básico do básico. Fácil não acham? Eu mesma já arrisquei alguns traços, vejam as minhas caras e bocas nestas fotos:

 

 

Use as referências da moda pra montar a sua caixinha de produtos favoritos, vejam estas fotos de desfiles, elas inspiram na hora da produção:

 

 

Estas referências são boas até mesmo para você saber que pode, sim, ser feita uma maquiagem em casa e ficar bonita. Como diz a Bel, errou, limpa, faz de novo. Se você gosta de determinada maquiagem tente fazer momentos antes de sair para não se afobar (eu fico meio afobada com as novidades). Nos olhos, por exemplo, a dica é sempre ir depositando a sombra aos poucos, principalmente no caso do esfumado preto. Não carregue de uma vez a sombra escura, vá fazendo ao poucos até chegar na cor ideal. A dica da pele também foi muito boa: ela faz uma preparação inicial, depois faz o olho, limpa o excesso com cotonetes e demaquilantes e só aí termina com uma boa base e corretivos. Tem também o iluminador que serve para dar um toque especial no canto lateral dos olhos, mas isso se for complicado deixa pra lá.

 

É isso, caso apareça alguma dúvida me avise, escreva aqui nos comentários e a Bel Lücher irá responder com o maior carinho.

 

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda no Blog do Mílton Jung, aos sábados

Mundo Corporativo: você é o que você compartilha

 

O mundo corporativo ainda está na infância da era digital e precisa entender a importância da economia colaborativa e do conhecimento coletivo, pois estão desperdiçando valores. A opinião é do professor de cultura digital Gil Giardelli, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN., que escreveu o livro “Você é o que você compartilha – como aproveitar as oportunidades de vida e trabalho na sociedade em rede” (Editora Gente). Giardelli conta que “jovens talentos têm deixado os empregos porque descobrem que o seu celular é mais conectado do que a sua empresa”.

 

 


Veja abaixo os links e serviços citados pelo Gil Giardelli, no Mundo Corporativo

 

O professor de cultura digital Gil Giardelli citou algumas ferramentas que podem ser exploradas pelos ouvintes para diferentes ações na internet, desde o compartilhamento de ideias até o acesso ao conhecimento. Alguns desses endereços relaciono a seguir, começando com o próprio blog do Gil, onde é possível encontrar enorme quantidade de informações. No livro que ele lançou, “Você é o que você compartilha”, há várias referências que podem ser úteis para o seu trabalho.

 

Pesquise, conheça e compartilhe:

 

Blog do Giardelli
www.gilgiardelli.com.br

MIT estimula estudantes de países emergentes a estudar
www.ocw.mit.edu

 

Aulas da universidade da Nasa por meio do Google
http://singularityu.org

 

TED E DO TEDX
www.ted.com

 

TEdx Sudeste, TEDx PortoAlegre, TEDx Amazonia
http://gil.gd/LnSNQG

 

TED-Ed
http://ed.ted.com

 

Rede social dos internet boomers
www.takingitglobal.org

 

Portal de estatísticas em redes sociais
www.socialbakers.com

 

Linkedin – rede profissional
www.linkedin.com/mundocorporativodacbn

 

Ning
www.ning.com

 

The Next Web
http://thenextweb.com/

 

Nextdoor – rede social
https://nextdoor.com/

 

Mural.ly
http://beta.mural.ly/

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, quartas-feiras, às 11 horas, apenas no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN.

Novo Secretário da Segurança já venceu primeira batalha, em SP

Texto publicado originalmente no Blog Adote São Paulo, da revista Época São Paulo

 

 

Na era da informação o que se diz tende a ter a mesma força do que se faz. Por isso, é pelas palavras que muitos somos julgados e precisamos ter muito cuidado ao usá-las. O peixe morre pela boca, era um dos ditados que ouvia de minha mãe quando era um guri, em Porto Alegre. O ex-secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto, peixe grande na estratégia do governo paulista para conter a violência e, diga-se, com resultados positivos na redução dos índices de homicídio, até bem pouco tempo, errou o tom de seu discurso em meio a crise provocada pela sangria que São Paulo vem enfrentando há mais de 30 dias. Transmitiu arrogância ao dizer, através da imprensa, que não precisava da ajuda da União para conter o crime organizado, em recado direcionado ao ministro da Justiça José Eduardo Martins Cardoso. Foi descredenciado pelo governador Geraldo Alckmin que, no dia seguinte, abriu as portas do Palácio dos Bandeirantes para discutir ações conjuntas com o Governo Federal. Ferreira Pinto sentou-se à mesa, mas, aparentemente, já havia perdido a batalha da comunicação.

 

O próprio governador, após o episódio de seu secretário, também tropeçou na fala e ensaiou discurso moralista ao denunciar uma campanha contra a imagem de São Paulo. Subestimou os fatos reais relatados pela mídia e o desespero de moradores e comerciantes da periferia que se escondiam em casa ou fechavam as portas com medo dos ataques. O exercício de distorção da realidade, comum entre autoridades políticas brasileiras, não resistiu aos 959 assassinatos intencionais registrados entre janeiro e setembro deste ano, e ao crescimento de 92% nos crimes cometidos em outubro de 2012 na comparação com outubro de 2011. Percebendo o erro, Alckmin recuo, disse que o momento era crítico e trocou o comando da Segurança Pública.

 

Desde que teve seu nome anunciado para o cargo, Fernando Grella, ex-procurador-geral de Justiça, acertou o tom do discurso. Deve ter identificado que há na polícia um grupo atuando de forma ilegal, matando a esmo para vingar a morte de colegas, e na posse prometeu unir direitos humanos e ação preventiva:

É preciso encerrar a noção equivocada de que o combate firme ao crime e os direitos humanos são excludentes. Não se pode tolerar a omissão do Estado. Não se pode aceitar a violação dos direitos fundamentais do cidadão”.

 

Grella não esqueceu de levantar a moral da tropa ao dizer que apoia o plano de carreira dos policias e pretende atuar no sentido de integrar os trabalhos da Polícia Militar e da Polícia Civil. Destacou a importância do serviço de inteligência e a necessidade de se combater o crime organizado com planejamento. O novo secretário deu sinais de que no uso das palavras tem mais habilidade que seu antecessor. Precisará, agora, de ações rápidas e efetivas para provar sua capacidade no comando de área tão sensível à sociedade paulistana.

 

Na comunicação, palavras e atitudes precisam ser coerentes para convencer o interlocutor – neste caso, o cidadão.