Avalanche Tricolor: só o Grêmio para fazer minha Porto Alegre!

Grêmio 3×2 Caxias

Gaúcho – Arena do Grêmio, Porto Alegre/RS

Foto: Lucas Uebel/GrêmioFBPA

Se haveria uma noite para voltar à minha Porto Alegre a noite seria a de hoje. Que maravilha de noite seria esta ao lado dos amigos que lá deixei. 

Inspirado na poesia de Mário Quintana, poeta querido da minha cidade, andaria pelas ruas encantadas que nem em sonhos sonhei. E pelas ruas que passaria, cantaria em voz alta a alegria de amar o time que sempre amei!

Na festa de 252 anos da minha cidade, comemoraria com todos os torcedores a vitória do nosso Grêmio, que mesmo tendo conquistado o mundo, jamais esquecerá que nasceu porto-alegrense.

Orgulhoso de sua origem, nossa camisa tricolor ostentou, na partida de hoje, lugares que já visitei: a Catedral onde pelo Grêmio rezei, a Goethe em que títulos comemorei e o Olímpico, que jamais esquecerei. 

Aproveitaria-me da luz de uma lua minguante que nesta noite de festa se espraia pelas esquinas esquisitas a destacar tanta nuança de paredes — e lá vem os Quintanares a me animar. Olharia “o mapa da cidade como  quem examinasse a anatomia de um corpo …” e sairia a procura de outros gremistas para comemorar. 

Encontraria Diego, Franco, Mathias, Walter e o guri Gustavo e com um abraço forte compartilharia meu orgulho de ser gremista, de torcer por este time, o único time desta cidade capaz de fazer de Porto um lugar realmente Alegre, nesta noite de aniversário.

Sua Marca Vai Ser Um Sucesso: o 12º jogador e o valor das marcas no futebol 

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“Os que disputam o jogo sabem, imaginam, ou, pelo menos, supõem que a marca na camisa transcende a importância de cada um deles individualmente”

Jaime Troiano

Na arena esportiva, uma nova realidade se destaca e se consolida como uma espécie de décimo segundo jogador de um time de futebol: a marca. Esse fenômeno vai além da simples presença em campo, elevando-se a um patamar de significância econômica e emocional para os clubes e seus torcedores. Esse foi o tema do Sua Marca Vai Ser Um Sucesso, no Jornal da CBN, onde Jaime Troiano e Cecília Russo mergulham nas profundezas dessa interação entre esporte e branding.

Ao destacar que a marca da camisa transcende a importância de cada um dos jogadores individualmente, Jaime Troiano ressalta não apenas o valor intangível dessas marcas, mas como elas se entrelaçam com a identidade e o desempenho dos times: 

“A marca, este 12º jogador, não é um reserva, muito longe disso. É, sim, uma reserva de recursos.  Ela é escalada para todas as partidas, para todos os treinos ,para a presença editorial do clube, para as celebrações. Ela está sempre lá”

Jaime Troiano

Sem dúvida, são os torcedores, com sua devoção frequentemente comparável à fé religiosa pelo sucesso de seu time, os principais alimentadores do valor de mercado da marca. É essa paixão que impulsiona as receitas da marca, seja através da compra de ingressos para os jogos ou da aquisição de mercadorias associadas ao clube.

Cecília Russo, por sua vez, pontua a dificuldade e, simultaneamente, a possibilidade de transformar o glamour que um time tem para seus torcedores, o sentimento apaixonante por ele,  em uma realidade que tenha, de fato, essa dimensão econômica e mercadológica:

“O valor da marca do time é fruto de uma batalha diária nessa administração das relações que ela estabelece com os seus múltiplos stakeholders, que são os públicos com os quais uma marca se relaciona”. 

Cecília Russo

Há um contraste significativo no valor de mercado entre os clubes brasileiros e seus congêneres europeus americanos, sugerindo um vasto campo para crescimento e fortalecimento das marcas locais. Com base em dados publicados no jornal Valor Econômico, Cecília lembra que o Real Madrid e o Manchester United valem US$ 6 bilhões cada um. Os três clubes brasileiros que mais bem aparecem nessa classificação são Flamengo (US$ 922 milhões), Palmeiras (US$ 729 mihões) e Corinthians (US$ 627 milhões). 

Veja aqui o ranking completo dos clubes da Europa, do Brasil e da MSL (EUA), segundo a Sports Value

Além da boa notícia de que existe espaço para crescimento dessas marcas nacionais, a previsão é que venha uma geração de times cujas marcas têm crescido surpreendentemente e o jornal Valor Econômico chamou de “artilheiros do branding”. São os casos do Fortaleza e do Red Bull Bragantino.

A marca do Sua Marca

O futebol é mais do que um esporte ou entretenimento; é uma indústria regida pelas mesmas dinâmicas de mercado que influenciam marcas em diversos setores. O “décimo segundo jogador”, portanto, não é apenas uma metáfora para o apoio da torcida, mas simboliza o valor monumental que as marcas representam para os clubes, tanto em termos financeiros quanto emocionais. 

“Na década de 1950 e por algumas décadas seguintes, os europeus aprenderam muito sobre futebol com o Brasil. Quem sabe agora,  possamos aperfeiçoar a gestão das marcas dos nossos times aprendendo com eles”. 

Jaime Troiano

Ouça o Sua Marca Vai Ser Um Sucesso

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar aos sábados, logo após às 7h50 da manhã, no Jornal da CBN, e tem sonorização de Paschoal Júnior:

Mundo Corporativo: Paula Bellizia, do Ebanx, fala da próxima revolução dos pagamentos digitais

Paula Bellizia em entrevista do Mundo Corporativo Foto de Priscila Gubiotti

“O pagamento digital é a espinha dorsal do comércio digital global.”

Paula Bellizia, EBANX 

No atual cenário, onde a inovação tecnológica se destaca como força motriz na transformação dos mercados globais, o setor de pagamentos se revela como um terreno promissor para mudanças impactantes. No Brasil, o Pix se apresenta como o exemplo mais expressivo dessa transformação, democratizando o acesso aos meios de pagamentos digitais. Paula Bellizia, presidente de pagamentos globais do Ebanx, com base em pesquisa realizada pela empresa, previu que o Pix vai virar o método de pagamento preferido na economia digital brasileira em 2026, empatando com o cartão de crédito.

Durante entrevista o Mundo Corporativo, da CBN, Paula, que também lidera a força-tarefa “Mulheres, Diversidade e Inclusão em Negócios” do B20 (fórum empresarial cujo objetivo é propor políticas públicas para o G20), compartilhou perspectivas sobre o avanço dos pagamentos digitais e a influência vital da liderança feminina nessas mudanças.

Fundado no Brasil há 12 anos com uma visão global, o Ebanx atua hoje em 29 países, conectando empresas internacionais a consumidores locais por meio de soluções de pagamento inovadoras. Paula enfatizou que ao integrar os métodos de pagamento preferenciais dos consumidores, o Ebanx facilita a entrada de empresas estrangeiras em mercados emergentes, promovendo um impacto positivo tanto no comércio digital quanto na vida das pessoas ao tornar o acesso a bens e serviços mais democrático e inclusivo:

“Nós estamos gerando a inovação necessária para transformar o ecossistema de pagamentos no mundo. Então, a partir do Brasil, a gente está mostrando como realmente mudar e com toda a experiência para o consumidor e para pequena empresa, também”. 

Dados do Ebanx indicam que 95% dos novos clientes de empresas optam pelo Pix em sua primeira compra, demonstrando a importância dessa modalidade no crescimento empresarial no país, o que justifica a recente incorporação do Pix por gigantes como Amazon e Google. Essa inovação, segundo Paula Bellizia, é um reflexo da capacidade do país de liderar mudanças significativas no cenário global de pagamentos.

Curiosamente, se as transações de pessoa para pessoa ou do cliente com a empresa ganharam essa agilidade, ainda existem muitos entraves nos pagamentos de empresa para empresa. Paula disse que cerca de 70% das transações B2B ainda são manuais e levam até 14 dias para serem concluídas, uma realidade que se transforma em oportunidade e tende a ser a próxima revolução dos pagamentos digitais:

“Tem muita inovação para acontecer ainda. Eu acho que a gente está no começo. Tem ainda a parte do comércio entre empresas. Tudo que a gente viu acontecer com os consumidores finais vai acontecer no mercado B2B. Aqui tem muita disrupção para acontecer, porque por curioso que seja esse é um mercado que parece ainda na era analógica”. 

Liderança Feminina e Inclusão

Paula Bellizia refletiu sobre sua experiência em posições de destaque em grandes empresas tecnológicas e como isso moldou sua visão sobre inovação, diversidade e inclusão. Ela acredita que o sucesso feminino inspira novas gerações.

“Acho que histórias femininas que mostrem que é possível e é possível com todas as escolhas. É possível se você quer ter uma família. É possível se você não quer ter uma família. É possível se você quer morar no Brasil. É possível se você quer morar fora do Brasil. É possível em tech. É possível em negócios. É possível!”

Sua liderança no Ebanx e na força-tarefa do B20 destaca-se não apenas pelos resultados empresariais mas também pelo compromisso com a construção de um ambiente corporativo mais inclusivo e representativo. Paula  consideraa diversidade uma alavanca para a inovação, argumentando que a pluralidade de ideias é essencial para criar soluções verdadeiramente disruptivas.

“Para mim como líder, a inovação só é possível a partir de perspectivas diferentes sendo trazidas pra mesa, a partir de uma cultura que incentive o diálogo e o desafio construtivo de ideias para que a gente tenha a ideia vencedora para companhia e não a ideia de pessoas individuais. Então, para mim, inovação e diversidade caminham lado a lado. Arrisco dizer que é impossível ter inovação sem diversidade”.

Assista  ao Mundo Corporativo

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã pelo canal da CBN no YouTube. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, domingo, às 10 da noite, em horário alternativo, e também fica disponível em podcast. Colaboram com o Mundo Corporativo: Carlos Grecco, Rafael Furugen, Débora Gonçalves, Priscila Gubiotti e Letícia Valente.

A entrevista de Paula Bellizia ao Mundo Corporativo traz à tona reflexões essenciais sobre o papel da inovação e da liderança feminina nos negócios globais. Suas palavras não apenas iluminam o caminho para futuras disrupções no setor de pagamentos digitais mas também reforçam a importância da inclusão e da diversidade como pilares fundamentais para o sucesso empresarial no século XXI: 

Conte Sua História de São Paulo: as múltiplas faces da mesma cidade

 Samuel de Leonardo

Ouvinte da CBN

Foto de Maicon Vinicius

São Paulo gigante nasceu a partir de uma tese: a fervorosa vontade dos Jesuítas em impor sua religião através da catequese. Coube a Nóbrega e Anchieta o privilégio de transformar em vila um modesto colégio. O que consta é parte da história, que tem duas faces, uma a de conquistas, outra de glórias.

Chamada Terra de Piratininga muito antes, bem antes dos exploradores Bandeirantes, que caminhos seguiram desde a Sé, desbravando campos e rios em nome da ambição, disfarçada de fé. Os rios Tietê, Tamanduateí e Pinheiros foram as estradas desses pioneiros.

Dos povos originários, verdadeiros donos daqui, pouco homenageados, é preciso mencionar que foram dizimados. Ficaram os termos Anhangabaú, Anhembi, Pacaembu, Cambuci, Butantã, entre tantos, quase nada de um legado.

Outro fato insinuante, discutível e intrigante, conta a história que, às margens de um riacho, ouviram do Ipiranga um grito de liberdade, quando se fez de uma nação imensa, o gigante Brasil, uma pátria de verdade.

São Paulo de heróis e de heroínas, da Semana da Arte Moderna e da Revolução Constitucionalista, somos todos Macunaímas. Paulicéia desvairada, amada por uns, por outros, odiada.

Nos versos os poetas, muitos enaltecem com respeito um local muito bem quisto, de um simples colégio de taipas à Faculdade de Direito no largo de São Francisco.

Das várzeas em seus campos o futebol muito disputado, simples porfias jogadas em canchas de terra batida que Arthur Friedenreich aqui deixou como legado, hoje faz uma nação tricolor muito feliz, lá pelas bandas do “Morumbis’. 

Canções ainda ecoam de amores e de desejos, da Rapaziada do Brás, saudades do Velho Realejo, do lampião de gás, dos crimes passionais e das rondas pelas esquinas da cidade, desde os Jardins à Mooca, até à Saudosa Maloca. 

Dos Mutantes e andantes, onde Caetano incansável ainda canta com carinho e reverência a nossa cidade, a nossa Sampa. Até o Zé deu o Tom: “São, São Paulo quanta dor, São, São Paulo meu amor”.

A periferia também se manifesta, um pouco de tristeza, e um tanto de alegria, mesmo que os bares estejam cheios de almas tão vazias, ainda resta a esperança, pois na medida do possível tá dando pra viver numa cidade onde o amor é imprevisível.

Ao despertar de toda manhã, com a sinfonia paulistana “vão bora, vão bora, olha a hora, vão bora”, o pulo do gato é se apressar para não perder os trens das onze e de todas as horas, à noite ou de manhã, que seguem para além do Jaçanã.

Na mesa muita fartura, tudo se inventa, o frango com polenta, a pizza de sushi, a macarronada com feijão e o virado que é daqui. De um ponto chique, no Largo do Paiçandu, uma guloseima se originou, o famoso Bauru. 

No mercadão, até parecem artísticas telas, bem no centro das baguetes generosas porções de mortadelas. E o que dizer então, da notícia que virou sanduíche, o lanche de pernil do Estadão, uma delícia. 

Orra meu, é de lei mano, não dá uma de Migué. Aqui tudo se resolve em dois palitos, tá ligado? Sem cerimônia, a gente pede “um chopes e dois pastel”, nessa imensa selva de pedra, dos viadutos, dos edifícios e de torres de Babel.

Terra de todos os povos, japoneses, italianos, sulistas, nordestinos, todos paulistanos que traçaram o seu destino. Lugar das oportunidades, que a todos acolhe, de gente que não desiste à toa, são meros mortais, são humanos, são anjos, são todos demônios, Demônios da Garoa.

Ouça o Conte Sua História de São Paulo

Samuel de Leonardo é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Juliano Fonseca. Escreva o seu texto, também. Envie para contesuahistoria@cbn.com.br. Para ouvir outros capítulos da nossa cidade, visite o meu blog miltonjung.com.br ou ouça o podcast do Conte Sua História de São Paulo. 

Fernando Nobre lança o livro “Homem Médico” que une coração, ciência e conhecimento.

Dr. Fernando Nobre, cardiologista e mestre na arte da comunicação, é a personificação do médico que todos almejamos ter. Convicto de que o conhecimento quando compartilhado pode salvar vidas, ele excede o papel tradicional do médico ao esclarecer e educar, fazendo da linguagem um instrumento de cura. Seu talento para transmitir informações de saúde de maneira compreensível tem o poder de prevenir doenças e de transformar o cenário médico como um todo. É o que chamo de médico comunicador!

No consultório, Nobre transforma complexidades médicas em diálogos claros, fortalecendo o vínculo entre médico e paciente e aumentando significativamente a eficácia do tratamento. Na CBN Ribeirão Preto, onde apresenta o quadro CBN Saúde, sua voz ganha novas dimensões e se espraia pelos diversos rincões alcançados pelas ondas do rádio. Nos livros, usa de sua escrita qualificada para traduzir a complexidade da medicina em palavras que encantam e informam. Foi um dos editores do “Tratado de Cardiologia SOCESP”, que ganhou o mais prestigiado prêmio de literatura do Brasil: o Jabuti, na categoria “melhor livro de ciências da saúde”, em 2006.

Agora, com “Homem Médico” (Novo Século), Dr. Nobre se aventura ainda mais profundo no tecido da existência humana. Mais do que um relato, o livro é uma odisseia que celebra a resiliência, a empatia e os valores éticos que formam a espinha dorsal da medicina. Acompanhamos a jornada de Dr. Reinaldo, um médico cuja vida e prática são um espelho da própria alma da medicina – cheia de desafios, mas também repleta de triunfos silenciosos.

A escolha de Dr. Reinaldo de tratar pessoas e não doenças ressoa com um apelo por uma medicina mais compassiva, que vê cada paciente como um universo único de necessidades e histórias. Através da narrativa de Fernando Nobre, somos convidados a entender que a medicina é tanto uma arte quanto uma ciência – um equilíbrio delicado que poucos conseguem sustentar com tanta graça.

Dr Fernando Nobre, seu personagem Dr Reinaldo e o livro esperam você na Livraria da Vila, do Shopping Eldorado, nesta quinta-feira (dia 21 de março), a partir das 18h30.

Sua Marca Vai Ser Um Sucesso: a estratégia por trás da mudança de Hamilton para a Ferrari 

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“A icônica marca italiana é única em prestígio, torcida e desejo, mesmo não tendo hoje um carro competitivo”

Cecília Russo

No universo do automobilismo, a notícia de que Lewis Hamilton migrará para a Ferrari em 2025 ressoa como um movimento estratégico profundo no mundo das marcas. Essa transição, discutida por Jaime Troiano e Cecília Russo no quadro “Sua Marca Vai Ser Um Sucesso”, do Jornal da CBN, destaca o poder inigualável da Ferrari no cenário global e o que isso representa para a construção e a percepção de marcas pessoais e corporativas.

A transferência de Hamilton, um ídolo da Fórmula 1, para a Ferrari , um ícone do automobilismo, não é apenas uma troca de uniformes; é um testemunho da força magnética da marca:

“Mesmo a Mercedes sendo uma das marcas mais admiradas do mundo, o peso de vestir a camisa da Ferrari ou melhor, de dirigir o carro vermelho da Ferrari, falou mais alto.” 

Jaime Troiano

Destaca-se nesse caso, também, a dimensão aspiracional da Ferrari: 

“A marca Ferrari é tão forte que mesmo sem entender de Fórmula 1, muita gente nomeia exatamente essa marca como parte da Fórmula 1… ela vai muito além das pistas de corrida.”

Cecília Russo

A decisão de Hamilton revela uma faceta intrigante do marketing de marcas: o valor da paixão e do desejo sobre a racionalidade econômica. Hamilton, aparentemente, aceitou uma proposta financeiramente menos vantajosa para se associar à Ferrari, um movimento que sublinha a força das marcas que transcende o meramente financeiro. 

Hoje, na Bolsa Americana a empresa está cotada em U$ 30 bi, enquanto sua marca foi avaliada em U$ 7bi e vende anualmente U$ 2.5 bi apenas em mercadorias que levam sua marca.

“A Ferrari, mesmo tendo motor e outros aspectos técnicos avançados, o que no fundo ela ensina a todos e o que conta mesmo para criar desejo é essa mítica.”

Cecília Russo

A marca do “Sua Marca Vai Ser Um Sucesso

A principal marca deste comentário é a revelação do poder das emoções e da identidade na escolha de marcas, tanto por indivíduos quanto por corporações. A história de Hamilton e Ferrari serve como um estudo de caso exemplar de como as marcas podem construir uma conexão profunda e emocional com seu público, ultrapassando as barreiras do pragmatismo financeiro para tocar em desejos e sonhos pessoais. 

“Que sonho sua marca está alimentando em seus consumidores? Certamente o aspiracional ainda é a forma de uma marca se mostrar relevante e criar laços mais profundos”

Cecília Russo 

Ouça o Sua Marca Vai Ser Um Sucesso

O”Sua Marca Vai Ser Um Sucesso”, apresentado por Jaime Troiano e Cecília Russo, vai ao ar aos sábados, logo após às 7h50 da manhã, no Jornal da CBN.

Avalanche Tricolor: gols que confirmam talentos

Caxias 1×2 Grêmio

Gaúcho – Centenário, Caxias do Sul/RS

Cristaldo comemora mais um em foto de Lucas Uebel/GrêmioFBPA

Diego Costa e Franco Cristaldo fizeram os gols que aproximam o Grêmio de mais uma final de Campeonato Gaúcho. Não foram os gols suficientes para garantir passagem antecipadamente, mas deixam a classificação bem encaminhada, considerando que a próxima partida é na Arena, de preferência sem chuva, com gramado melhor e um futebol mais competitivo — ao menos mais do que aquele do primeiro tempo quando, curiosamente, conseguimos sair de campo com vantagem no placar.

Os dois gols que marcamos tem significados que vão além da abertura de caminho para a final. O de Cristaldo reforça o que já havíamos conversado nesta Avalanche: o argentino é um dos jogadores mais efetivos do Grêmio, desde a temporada passada. Marcando gols (15 até agora) ou servindo os colegas, sempre deixa seu registro apesar de nem sempre aparecer como o destaque da partida. É um camisa 10 discreto e produtivo. 

Na jogada do gol que teve a tabela de Diego Costa e o cruzamento de Villasanti, Cristaldo fez um cabeceio perfeito, com o movimento coordenado do corpo no ar, o que provocou o rebote do goleiro. Na sequência e sem perder a passada, concluiu nas redes e mais uma vez foi responsável por abrir o placar. Isso já havia acontecido na semana passada. 

O gol de Diego Costa foi o prêmio que o atacante recebeu pelo futebol que apresentou, especialmente no segundo tempo, quando o time passou a competir mais, dominar o jogo e impor perigo ao adversário — e se jogamos assim na etapa derradeira, Diego Costa teve tudo a ver com isso. Ele saiu mais da área, teve a proximidade dos companheiros, e foi responsável pelas principais tabelas que nos aproximaram do gol. Impôs perigo nos marcadores e foi o responsável pelo pênalti que nos permitiu ampliar a vantagem.

O atacante bateu o pênalti com a segurança que se espera de alguém que tem o talento e a experiência dele. Ao marcar o seu terceiro gol em três partidas e ter tido a melhor atuação desde que chegou, Diego Costa sinaliza ao torcedor que podemos confiar nele para a temporada que vai muito além do Gaúcho. 

Mundo Corporativo: Martha Gabriel apresenta a visão do líder do futuro

“O futuro não espera e não perdoa a falta de preparo.” 

Martha Gabriel, futurista

Navegar pelas complexidades e incertezas que a aceleração tecnológica impõe representa um grande desafio para os líderes contemporâneos. Essa é a premissa central da reflexão de Martha Gabriel, futurista, palestrante do TEDx e autora do best seller “Liderando o Futuro” (DVS Editora), compartilhada durante sua entrevista ao programa Mundo Corporativo. Sua análise, que abrange a influência da inteligência artificial (IA) nas corporações, destaca a necessidade urgente de os líderes aprimorarem habilidades para decifrar as transformações atuais e antecipar os cenários futuros:

“Não adianta só ter visão; é preciso traçar caminhos estratégicos e ser ágil na implementação de inovações”

A entrevistada destaca a importância de cultivar um pensamento crítico, capaz de questionar e adaptar-se rapidamente a novas realidades. Essa capacidade de inquirição tanto ilumina caminhos quanto define o perfil do líder que as organizações precisam para transcender os desafios atuais e futuros: 

“O líder do futuro tem que saber perguntar, lutar contra os vieses cognitivos e entender de argumentação lógica”

Navegando na Complexidade Tecnológica

A discussão sobre o impacto da IA e como esta redefine o conceito de trabalho e liderança é central na entrevista. Martha Gabriel pontua que, diferentemente de outras inovações tecnológicas, a IA penetra no cerne da atividade humana: a cognição. Essa penetração amplia as capacidades humanas e impõe a necessidade de repensar nossos papéis. 

“Temos que nos preparar para um mundo onde a criação de conteúdo, a tomada de decisões e até mesmo aspectos da nossa criatividade serão influenciados, se não conduzidos, por sistemas inteligentes” 

A futurista nos provoca a pensar sobre o potencial transformador da inteligência artificial na produção de conteúdo próprio. Ela argumenta que, ao invés de ver a IA apenas como uma ferramenta de automação que pode limitar a criatividade humana, devemos abraçá-la como um catalisador para expandir nossa capacidade de criação. 

Martha Gabriel sugere que a IA pode ser empregada para gerar novas formas de expressão, ajudando-nos a transcender as barreiras tradicionais do que é possível produzir individualmente. Essa perspectiva reforça a ideia de uma simbiose entre humanos e máquinas mas também nos desafia a repensar nosso papel como criadores na era digital, incentivando-nos a explorar o potencial ilimitado da tecnologia para amplificar nossa própria voz e visão criativa.

Além do domínio técnico, ela ressalta a importância inegável dos valores humanos, posicionando-os como um contraponto vital à objetividade impessoal das máquinas. Em suas palavras, a liderança eficaz no futuro não dependerá apenas da capacidade de integrar avanços tecnológicos, mas também da habilidade de harmonizar essas ferramentas com os valores e qualidades intrinsecamente humanas.  Martha Gabriel sugere que o sucesso na era digital e além será determinado pela capacidade de entrelaçar as competências tecnológicas com a compreensão, a empatia e a ética humanas, criando um equilíbrio onde a tecnologia amplia as capacidades humanas sem suplantar os princípios morais e emocionais que definem nossa humanidade.

O líder do futuro não é só o cara que sabe perguntar. Ele sabe articular as pessoas certas para que tenham as melhores perguntas, os backgrounds distintos, para que você consiga ter um nível maior de pensamento”.

Reconhecida internacionalmente e uma das principais pensadoras do cenário digital, Martha Gabriel salienta a necessidade de adaptabilidade e resiliência frente às rápidas mudanças trazidas pela digitalização e pela IA. Ela menciona que os líderes devem estar preparados não apenas para adotar novas tecnologias, mas também para enfrentar os desafios e as incertezas que acompanham essas mudanças, garantindo a sustentabilidade e a relevância contínua de suas organizações no futuro.

Para você aprender ainda mais

Ao fim da entrevista, Martha Gabriel prometeu compartilhar algumas fontes de informação que nos ajudam a aprofundar o conhecimento sobre inteligência artificial, liderança e outros assuntos sobre os qquais conversamos. Seguem as sugestões:

TEDx Martha Gabriel

Filmes/Séries para entender o mundo digital

Livro “Liderando o Futuro”

Livro Inteligência Artificial: do Zero ao Metaverso

Livro Você, Eu e os Robôs

IA Generativa vai reduzir o uso de buscadores em 25% até 2026

Geração Z prefere mentoria com ChatGPT do que com gestores

5 Habilidades para o Futuro do Trabalho

Empresas querem mais Soft Skills na Era da IA

Tendências do mercado de trabalho no Brasil

IA atual não supera humanos na maioria das tarefas

Megatendências que moldarão o futuro

IA consegue decifrar senhas apenas “ouvindo” o som das teclas digitadas

Como a IA está avançando?

41% das posições de trabalho do Brasil podem ser afetadas por IA

TEDx Sam Harris

Ouça o Mundo Corporativo

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã pelo canal da CBN no YouTube. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN; domingo, às dez da noite, em horário alternativo; e também fica disponível em podcast. Colaboram com o Mundo Corporativo: Carlos Grecco, Rafael Furugen, Débora Gonçalves, Priscila Gubiotti e Letícia Valente.

Conte Sua História de São Paulo: o “chopps” do bar de Moema que refresca minha memória

Marina Zarvos

Ouvinte da CBN   

Foto de cottonbro studio

“Caminho às cegas pelos corredores

                                                           do tempo e subo e desço seus degraus,

                                                                              suas paredes toco e não me movo,  

                                                                               volto onde comecei” 

(Otávio Paz)     

 ‘Vai um chopps e dois pastel pra mesa seis! “

Assim virou folclore, na gramática dos bares e botecos, o jeito paulistano de lidar com singular e plural. Sim! O plural subtraído parece ser o usual. Adota-se o singular e ponto final.                                               

Observo o vaivém dos garçons no movimentado e conhecido bar em Moema, ponto de encontro de quem busca um espaço para a tradicional “happy-hour” ou para turistas que desejam saborear tiras de picanha na chapa, acompanhadas de acepipes e do tilintar de copos e brindes.

Vez ou outra, rendo-me ao convite inebriante dos aromas e do alegre tumulto. Fiz isso dias atrás. Com apenas alguns passos, já estava acomodada em minha mesa preferida, na calçada. Como num passe de mágica ou pelo efeito do chope, senti-me como quem entrava no túnel do tempo. 

Retornei ao mesmíssimo local, no fim dos anos de 1960. 69 para ser preciso. As pessoas festejavam no 25 de janeiro, 415 anos de São Paulo, que inaugurava a monumental Avenida 23 de Maio, com previsão do trajeto centro-aeroporto de Congonhas em apenas 15 minutos. Cenário de um tempo em que a algazarra das crianças subindo e descendo os degraus da escada, ou dos adolescentes conversando na calçada, e namoricos no portão ou bailinhos na garagem, eram alaridos da liberdade.

As ruas invadidas pelo asfalto que recém-chegara em nosso bairro, anunciavam uma era de desenvolvimento: o velho bonde sendo retirado da Avenida Ibirapuera, enquanto os sinos da igreja dobravam, talvez num lamento por sua morte. O Cine Jurucê, palco para grandes romances e beijos roubados, sendo desocupado, dava lugar a uma grande loja de bolsas e malas. 

Passeio por diversas ruas do bairro: Anapurus, Jurema, Aicás. Lentamente me aproximo e revejo o conjunto de casas geminadas da Jamaris. A casa de minha infância era a de número 615. Entro pé ante pé, quero tocar as paredes da casa e não me movo, por instantes apenas, volto a ter 15 anos.

— Senhora! Senhora! Mais um “chopes”? pergunta o solícito garçom.

A magia se desfaz abruptamente. Atônita, constato que o conjunto de casas fora demolido, recentemente. Prenúncio de mais um megaempreendimento. E eu, esta senhora que já foi menina, moça, jovem senhora e agora avó, testemunhei muitas histórias de nossa cidade e do bairro de Moema.

Ao retornar para 2024 e para a casa em que brincava, hoje o bar do meu chope, compartilho uma preciosidade histórica do lugar: ali morava uma grande amiga, e sua mãe só não permitia que brincássemos no corredor lateral da casa, pois levava ao ateliê do pai. Lá era o local em que ele pintava e não deveria ser incomodado. Não podíamos caminhar nem às cegas até lá. Isso sempre me intrigava.

Só anos depois, o mistério me foi revelado: ali, onde hoje é o famoso bar, morava o pintor Nonê de Andrade. Sim! Minha amiga era neta de Oswald de Andrade, filha de Nonê. Que privilégio ter frequentado aquela casa! Histórica, incrustada em Moema e desconhecida da maioria, porém hoje muito popular como o melhor chope do bairro, na esquina da Anapurus com a Jurema.

Volto de minha viagem pelas memórias, sorvo um gole do gelado chope tento projetar um futuro no qual o plural e o singular, na gramática da vida, sejam empregados corretamente e convivam harmoniosamente. Um futuro que abrace o progresso sem deixar de cultivar a memória do passado. 

Tim-tim! Um brinde aos que nos antecederam!

Ouça o Conte Sua História de São Paulo

Marina Zarvos é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Juliano Fonseca. Seja você também protagonista da nossa cidade: escreva para contesuahistoria@cbn.com.br. Para ouvir outras histórias, visite o meu blog miltonjung.com.br ou ouça o podcast do Conte Sua História de São Paulo.

Na Semana do Sono, um convite para repensar a forma como dormimos, inspirado em Cristiano Ronaldo

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Acordar às 4h15 da manhã para trabalhar faz parte da minha rotina. Nada a reclamar! Considero-me um privilegiado. Levanto-me ainda na madrugada, de bem com a vida, para fazer o melhor que poderia desejar no trabalho que escolhi. Ao longo da carreira profissional, enfrentei horários ainda mais estranhos. Quando cheguei em São Paulo, em 1991, meu expediente começava à meia-noite. Mesmo que isso tenha acarretado alguns desgastes físicos e emocionais – e até um acidente de carro -, sobrevivi.

Apesar do horário em que acordo, vou para a cama mais tarde do que o recomendável, causando preocupação na família e espanto nos amigos. À medida que os anos passam – e já se foram 60 – presto cada vez mais atenção à necessidade de melhorar a qualidade do meu sono, um dos pilares de uma vida saudável, ao lado da alimentação, da atividade física e da saúde mental.

Minha curiosidade se intensificou ao saber que Cristiano Ronaldo, figura que dispensa apresentações, adota uma estratégia de sono que inclui dormir cinco vezes ao dia, por uma hora e meia — ao menos é o que li na manchete de um site. A imprecisão das notícias a respeito dos méritos do futebolista português sugeriu que, além das oito horas de sono noturno – consideradas ideais pela maioria dos especialistas – ele também fazia estas sestas durante o dia. Essa informação pareceu desencontrada, a conta não fechava, especialmente ao considerar os compromissos profissionais do craque.

Na realidade, Cristiano Ronaldo segue a “dieta do sono” de Nick Littlehales, um ex-jogador de golfe britânico que dedicou seus estudos a entender como podemos dormir com mais qualidade. Como principal “treinador do sono” de figuras notáveis do esporte, desde o ciclismo até o futebol, da NBA à NFL, Littlehales aplicou seus estudos em equipes como Manchester e Liverpool, bem como no British Cycling e no Team Sky. Ele é enfático ao desmentir o mito de que “dormir oito horas por noite” é essencial, uma ideia que tem tirado o sono de muitas pessoas, inclusive eu.

Interessante notar que o treinador não nega a necessidade de descansarmos cerca de um terço do dia. Contudo, está ciente de que manter um sono contínuo de oito horas é praticamente impossível. Obrigado, Nick!

Nesta semana, concluí a leitura de “Sono, mude seu modo de dormir em 90 minutos”, de Nick Littlehales, lançado no Brasil pela editora Rocco. O livro se mostrou providencial, não só pela minha crescente preocupação com o tema, mas também por coincidir com a Semana do Sono, que se celebra até o dia 17 de março, domingo. A obra esclareceu as notícias desencontradas sobre o hábito de sono de Cristiano Ronaldo e me fez repensar minha própria rotina de descanso.

Alerto, no entanto, que antes de você se arriscar por qualquer fórmula que possa lhe fazer dormir melhor, é fundamental que procure um médico de confiança e especialista no assunto e discuta a melhor estratégia, considerando sua rotina e necessidades.

Littlehales enfatiza a importância de respeitarmos o ciclo natural de 90 minutos do sono, crucial para não interrompermos as distintas fases pelas quais passamos enquanto dormimos. Ele sugere que, em 24 horas, devemos completar de quatro a cinco desses ciclos, sejam eles contínuos ou fragmentados, tal como Cristiano Ronaldo aparentemente pratica.

Contrariando a opinião da maioria dos especialistas, Littlehales vê a possibilidade de recuperarmos o sono perdido. Ele propõe que, se não conseguirmos completar os cinco ciclos de sono em um dia, tentemos alcançar 35 ciclos em uma semana. Porém, destaca: se dormimos mal durante a semana, não basta simplesmente prolongar o sono nos fins de semana.

O autor aconselha que definamos um horário para acordar e o sigamos religiosamente. Com base nisso, calculamos o total de sono necessário. Se planejamos acordar às 6h30, o momento de dormir deve ser escolhido para não interromper um ciclo de sono de 90 minutos, podendo ser às 21h30, 23h, 0h30, 2h, 3h30 ou 5h.

Na visão do ‘coach do sono’, descansar vai além de dormir. Integrar períodos de recuperação controlada (CRP), que durem 30 minutos, pode ser extremamente benéfico. Práticas como meditação, relaxamento e música são algumas das formas de CRP sugeridas por Littlehales.

A posição ao dormir também é crucial. Preferencialmente, devemos dormir de lado, com o braço predominante para baixo e os joelhos levemente dobrados, numa posição que remeta à fetal. Isso porque o cérebro se sente mais protegido e propenso ao relaxamento.

Antes de ir para a cama, é importante ‘descarregar’ o dia e se desconectar do celular, evitando distrações que possam impedir o sono. Dormir em um ambiente totalmente escuro, sem as luzes stand-by de eletrônicos, e manter o quarto em uma temperatura mais baixa do que o resto da casa são práticas recomendadas. Trocar as roupas de cama com frequência e considerar dormir sozinho para evitar perturbações mútuas também fazem parte das sugestões de Littlehales.

Refletindo sobre as orientações de Littlehales e aplicando-as à minha experiência, percebo que buscar um sono de qualidade transcende o âmbito pessoal, tocando numa necessidade coletiva. Nosso mundo valoriza a ocupação constante, muitas vezes em detrimento do descanso necessário. Porém, ao adotarmos uma abordagem mais consciente e adaptada ao sono, não beneficiamos apenas a nós mesmos, mas também fomentamos uma mudança cultural que reconhece e valoriza o descanso como um pilar fundamental para uma vida saudável e produtiva. Ao compartilhar nossas descobertas e práticas, podemos inspirar outros a repensar suas rotinas de sono, contribuindo para uma sociedade mais descansada, saudável e eficiente. Pensamento que se conecta com o tema central da Semana do Sono, promovida pela Sociedade Brasileira do Sono e entidades parceiras: “oportunidade de sono a todos para saúde global”.