Quando bicicleta e carro se entendem

 

Na leitura do Blog MacFuca me chamou atenção a imagem da bicicleta acima em destaque num espaço sempre destinado ao mais popular de todos os carros. Logo identifiquei o motivo: a bike tem a assinatura da Volkswagen.

A fabricante alemão desenvolveu este modelo elétrico, sem pedais, dobrável e pronta para ser levada no espaço destinado a estepe do carro. Enquanto é transportada pode ter a bateria recarregada no próprio veículo. Ou, então, em uma tomada elétrica.

A ideia, apresentada na Auto China 2010, é oferecer ao cidadão a oportunidade de usar os dois modais em um deslocamento na cidade. O carro trafegaria nas distâncias maiores e ficaria em um estacionamento quando a bicicleta fosse usada para encarar as áreas mais congestionadas ou com trânsito restrito.

US$ 1 tri de prejuízo em 60 anos de congestionamento

 

Estudo desenvolvido pelo engenheiro Adriano Branco mostra gastos com combustível, perda de produtividade no trabalho, maior desgaste de veículos e vias, entre 1948 e 2008, em São Paulo.

ônibus 1960

Por Adamo Bazani

A imagem é dos anos de 1960, mas o problema persiste até hoje. E, pelo jeito que as coisas estão, não ficará melhor do que isto. Uns poucos ônibus perdidos num mar de carros. Isto que a foto havia sido feita na Rua Augusta, no centro de São Paulo, que tinha uma mão para ônibus.

A cena explica parte das razões de o transporte público sufocar os trabalhadores, aqueles que pagam caro por um serviço desconfortável e até perigoso. As soluções adotadas pelo poder público são paliativas. Um faz de conta.

A majestade das ruas continua sendo o carro. A autoridade prefere beneficiar os 5m2 de espaço ambulante que costuma transportar uma só pessoa em detrimento dos 30m2 ocupados por um ônibus que leva até 100 passageiros.

O transporte de passageiros que é democrático, pois atende uma demanda maior em menor espaço, não é priorizado. Ou seja, não há democracia nas grandes e médias cidades.

O engenheiro Adriano Branco, um dos responsáveis pelo projeto Sistran, que trouxe uma nova geração de trólebus para o Brasil, escreveu artigo recente no qual apresenta dados impressionantes, que mostram que o problema do transporte tem raízes antigas. Ou seja, há muito tempo as autoridades sabem o que se passa e o pior, sabem o que fazer. Mas não fazem.

No ano de 1958, o prefeito Adhemar de Barros contratou uma equipe de economistas e técnicos, chefiada pelo general Anápio Gomes, para verificar a questão da mobilidade urbana. Isso porque, a CMTC quando foi criada em 1947, com o monopólio do transporte de passageiros por ônibus e bonde, transportava em média mais pessoas do que, em 1958, quando as empresas particulares voltaram a dominar o cenário do transporte coletivo.

O índice de mobilidade nos transportes urbanos (incluindo trens) em 1954, auge da CMTC, era de 392 viagens por pessoa em um ano. No início dos anos de 1960, quando as particulares predominavam, a mobilidade caiu para 343 viagens, mesmo com o aumento no número real de passageiros.

O estudo de Anápio Gomes revelou algo inédito: o custo dos engarrafamentos para cidades como São Paulo. Apesar dos índices de congestionamentos serem bem menores do que na atualidade, o fato de se dar prioridade para os carros causava prejuízos de 1,5 vezes o orçamento da cidade.

Já imaginou o que pode ser feito com um US$ 1 trilhão, só na área de transportes?

Corredores de ônibus em quase toda São Paulo, metrô, trem, VLP, VLT, monotrilho, o que for preciso.

Pois é, mas foi justamente isso que a cidade de São Paulo amargou em prejuízos entre 1948 e 2008, de acordo com estudo de Adriano Branco. Isso inclui combustível, perda de produtividade no trabalho, maior desgaste de veículos e vias.

Cada centavo negado para o ônibus ou trem, no futuro se reverte em gastos bem maiores.

Dados da própria SPtrans revelam que em março de 2006 foram transportados 263 milhões de passageiros contra 293 milhões no mesmo mês de 2009. Aumento de 10%, mas a frota só cresceu 0,5% neste mesmo período.

Nesta terça-feira, 20.07, durante uma hora, o programa A Liga, da Tv Bandeirantes, mostrou a rotina dos transportes e trouxe dados importantes. Os repórteres fizeram ‘passeios’ ao lado de passageiros que chegam a fazer viagens de mais de três horas dentro da própria cidade para chegar ao trabalho. (veja a reportagem aqui)

Especialistas são unânimes: resolver o problema não é tão difícil e caro. Os corredores de ônibus são a solução imediata, barata e de ótimo retorno. Basta ter coragem e colocar ônibus e carros nos seus devidos lugares.

Recado aos busólogos

Em vez de restringirem a discussão à beleza ou feiura de tal modelo de ônibus ou a provarem que um OF tem 10 parafusos nas rodas e outro tem 8, busólogos de todo o Brasil deveriam, sim, pensar em questões mais complexas. Aproveitarem o conhecimento que desenvolveram para cobrar de forma séria daqueles que recebem, e muito bem, para operar e gerenciar o transporte público.

Adamo Bazani, busólogo, jornalista da CBN e que se revolta ao ver a situação atual dos transportes.

Insensatez e demagogia

 

Por Carlos Magno Gibrail

estacionar

É melhor ser proibido de estacionar hoje do que ser obrigado a estacionar amanhã. Por total falta de espaço.

É proibido estacionar!

Em um ano esta deverá ser a realidade para a capital paulistana, se vingar o plano do secretário de transportes Alexandre de Moraes, reservando as ruas do centro expandido apenas para passagem, divulgado em manchete pela Folha há 10 dias.

Pelo proposto serão criadas 32.000 vagas de garagem em prédios e os caminhões e motos terão restrições de locomoção. Horários e locais serão revistos.

Essa política de exceções tendo em vista o crescente número de veículos que são introduzidos diariamente na cidade é absolutamente lógica. Entretanto, a população, já vitimada pela síndrome de Estocolmo, de acordo com recente pesquisa, que detectou boa parte dos paulistanos acomodados com o congestionamento, demonstra também um horror ao pedágio urbano. E a qualquer medida restritiva ao tráfego e circulação de automóveis. Síndrome e miopia que isoladas já seriam graves, mas juntas e somadas podem gerar um caos.

Moraes e Kassab sabem disso tudo. E, embora os técnicos como José Bento Ferreira da USP e Adalberto Felício Maluf Filho da Fundação Clinton apóiem as restrições, a precaução é tanta que há medo até de usar corretamente a palavra restrição.

O Secretário Moraes insiste que as mudanças são re-ordenamentos ou re-organizações, mas não são restrições.

Nem a imprensa escapa, pois a Ombudsman da Folha, Suzana Singer, domingo, puxou a orelha do seu jornal por ter dado manchete de primeira página à declaração do Secretário de Transportes quando anunciou a cobrança de estacionamento nas futuras garagens do centro expandido. Acatando críticas de leitores, ressaltou ainda que o jornal abriu pouco espaço ao desmentido da Prefeitura, que afirmava que vagas nas ruas continuariam. Como se o desmentido de Kassab fosse diferente do surrado expediente de culpar sempre a imprensa. De manipulação, de invenção, de intromissão, quando não de omissão.

Omissão que talvez ocorresse não fosse o diálogo de Gilberto Dimenstein na CBN com Mílton Jung quando, ao analisar reportagem do Estado sobre a ineficácia das obras recentes na Marginal, chamaram a atenção ao dinheiro desperdiçado em obras viárias, enquanto não se tem coragem de adotar o pedágio urbano.

Com o medo do pedágio urbano, esta proposta de cobrança de estacionamento por garagens privadas é no mínimo insensata, pois a solução é taxar os carros e reverter este capital para a construção de melhorias no transporte coletivo. Nunca deixar esta atividade para a iniciativa privada.
Como vemos a solução é simples. Basta usar as palavras certas.

Restringir os veículos: carros, caminhões, motos e priorizar os pedestres: ônibus, trens, metrô, bicicletas.
A dificuldade certamente é a eleição, ou o eleitor, que soubemos recentemente além da síndrome de Estocolmo e do trauma ao pedágio ainda está dividido entre voto obrigatório e voto facultativo.

Certamente os paulistanos deverão ter o trânsito merecido.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: Placa, pra que te quero !

 

Placa de carro

Um carro com placa azul, é de embaixada; o outro, placa preta, do poder executivo. Em comum, o fato de ambos transportarem autoridades e desrespeitarem a lei. O veículo do Embaixador “Sei-Lá-Quem” estava ocupando vaga para pessoa com deficiência na praça Benedito Calixto, próximo de Pinheiros. Enquanto o do Prefeito “Sei-lá-de-onde” andava pela Marginal Pinheiros com a identificação escondida. Qualquer motorista comum correria o risco de ser multado ou o carro confiscado. Não para estes motoristas que se consideram sem-lei e desrespeitam o cidadão.

Foto-ouvinte: Carro ecológico é isso aí

 

Carro Árvore

O proprietário deste carro, sabe-se lá o motivo, tomou uma iniciativa inusitada. Transformou a velha máquina em uma espécie de jardim suspenso, provando que mesmo um automóvel pode ser amigo da natureza – nem que para isso tenha de se jogar a chave fora e dar às plantas o lugar dos passageiros. O veículo está na rua padre João Gonçalves, no bairro da Vila Madalena, zona oeste de São Paulo e o flagrante foi feito pelo ouvinte-internauta Wagner Homem.

Pauta #cbnsp: “Eu acabaria com o rodízio amanhã”

 

CBN SPUm milhão de veículos a mais passaram a andar na cidade por causa do rodízio municipal, segundo pesquisa encomendada pelo Sindicato dos Estacionamento Particulares (Sindipark). De acordo com dados do estudo desenvolvido pelo especialista Horácio Augusto Figueira 27,5% dos paulistanos tem um carro extra na garagem para “driblar” a restrição no tráfego. “Eu acabaria com o rodízio amanhã”, disse Horácio em entrevista à CBN. A Secretaria Municipal de Transporte entende que os dados não condizem com a realidade, pois pesquisa de Origem-Destino, realizada pelo Metrô de São Paulo, mostra que houve redução na proporção de famílias com mais de um carro. Enquanto em 1997, 10,5% das famílias paulistanas tinham dois carros, em 2007 este percentual ficou em 9,5%. Ouça a reportagem.

Transporte sustentável – Passageiros transportados com segurança e conforto, ônibus rodando em corredores segregados e com motores menos poluentes. É o cenário ideal para quem sonha ter um transporte sustentável, distante daquele que encontramos na capital paulista. Especialistas e vereadores discutem o assunto hoje na Câmara Municipal de São Paulo. Cícero Yagi, do Movimento Nossa São Paulo, em entrevista ao CBN SP, chama atenção para o fato de a cidade não ter indicadores confiáveis, descumprindo lei municipal, o que prejudica o planejamento do transporte.

Gripe suína – Começa a última etapa de vacinação contra a gripe suína na capital e as filas foram constantes nos postos. Durante o fim de semana, faltaram doses em alguns locais e a justificativa é que a procura foi acima do esperado. Nesta senama, o problema não vai se repetir, disseram autoridades ouvidas pela repórter Cátia Toffoletto na reportagem que você acompanha aqui.

Esquina do Esporte – O Campeonato Brasileiro começou no fim de semana com parte dos clubes atenta nas decisões pela Copa do Brasil e Libertadores, na quarta-feira. E no noticiário a rodada perde destaque pela expectativa da chamada da seleção brasileira que será amanhã, 13h. Mário Marra, novo comentarista da CBN SP, e Marcelo Gomes falaram sobre a possibilidade de haver novidades na lista a ser anunciada por Dunga.

Marginal sem sinal

 

Por Carlos Magno Gibrail

Protesto ambiental na Marginal

Marginal sem sinal de sinalização, de racionalização, de precaução e, até mesmo de elegância por parte de Serra, ao inaugurar o investimento de 6,9 bilhões de reais no complexo Marginal e Rodoanel na capital paulista.

“A crítica é um fenômeno brasileiro e quem reclama é espírito de porco” disse Serra, minimizando os comentários que apontavam a condição de inacabada da obra inaugurada, e sem sinalização e iluminação condizente.

Para Kassab: “A obra, podendo ser liberada para a circulação de veículos, não vejo nenhum sentido de isso não ser feito”

A verdade é que passado quase um mês da abertura das novas vias observamos um desempenho ainda embrionário. Dados da CET apontam redução de 44% na lentidão, de acordo com matéria do jornalista Renato Machado no Estado de segunda feira, embora outras fontes alertam pela prematuridade das medições. Fatores pró e contra ainda se manifestarão. A precariedade das condições atuais, a demanda reprimida ainda não totalmente apresentada, a familiaridade com a possibilidade de novos trajetos, advirão plenamente em breve.

A imprensa, unissonamente, cumpriu o seu papel e abriu espaço no momento da inauguração e alertou para o perigo de obra inacabada. Acidentes, desvios de rotas, aborrecimentos e, principalmente, desrespeito com a população que afinal de contas pagará a conta.

A Dersa, empresa responsável pelas obras, não soube explicar até agora o motivo de tamanha falha. Anuncia que as faixas, chamadas de sinalização horizontal serão efetivadas até maio. A vertical, a sinalização aérea, ficará pronta apenas em agosto.

Diante de tal quadro, esquadrinhado pelos jornais, internet e TV com reportagens mostrando motoristas em marcha a ré em vias intensas de tráfego ou parados sem destino em meio a vias cercadas por muros sem sinalização, fui verificar como realmente estava a situação da Marginal Tietê. Experiência que convido a todos que estiverem dispostos a uma verdadeira aventura, a fazer.

Já informado pelo risco, aproveitei a necessidade de viajar para Cuiabá na quinta-feira e decidi dispensar táxi e motorista da empresa e dirigir até Cumbica para experimentar talvez um pouco da saga dos Bandeirantes.

A cara e a situação de obra inacabada são tantas, que a presença permanente de equipamentos de construção e de entulhos é tão grande quanto a ausência total de placas de sinalização. Quando existem, são para indicar, por exemplo, que deve–se ficar na faixa 2 e 3 para a rodovia Ayrton Senna, mas não há marcação de faixa.
Chegando ao aeroporto, mais como Indiana Jones do que como Bandeirante, pois o perigo percorrido não foi pouco, identifico outra situação abusiva. Enquanto o estacionamento sairá menos do que 30 reais, o táxi ida e volta custaria 280 reais. O que explica a lotação quase plena do estacionamento, mas não dá para entender o estímulo para o uso do carro particular e mais uma desconsideração com o consumidor cidadão.

Se não fosse o atual estágio letárgico da população paulistana, quer pela Síndrome de Estocolmo que a coloca ao lado do congestionamento, quer pelo egoísmo e apego ao carro próprio, poderia apostar na vingança através do voto. Poderia, mas não faria e não faço. O futuro está imprevisível, mas por pouco tempo. Com a necessidade de 125 avenidas paulistas/ano para zerar a entrada de 500 carros/dia, São Paulo irá parar em breve. Aí não precisaremos nem de obras inacabadas, nem de sinalizações.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas no Blog do Mílton Jung.


O autor da foto é André Pasqualini e faz parte do ábum digital do CBNSP

Alerta contra Guarujá é indústria do medo

 

CBN SPViolência no litoral – A recomendação dos Estados Unidos de que os turistas evitem o litoral paulista devido o assassinato de 13 pessoas em Guarujá, Santos e Praia Grande é resultado da “indústria do medo” implantada no país desde o atentado terrorista em 2001. A opinião é do presidente do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone, Walter Maierovitch, que explicou os critérios usados pelo sistema de segurança americano para fazerem estes alertas.

Acompanhe outras informações que foram destaque na pauta #cbnsp de 27.04.2010:

Contas dos Vereadores – O Ministério Público vai investigar irregularidades na prestação de contas dos vereadores de São Paulo. Os contratos podem levar a crime de estelionato dependendo das informações levantadas, lembrou o promotor eleitoral Maurício Ribeiro Lopes que falou do tema em tese sobre o assunto, pois não teve acesso aos documentos nem será da alçada da justiça eleitoral qualquer análise. Maurício Ribeiro Lopes diz, porém, que não se surpreende com a precariedade dos contratos firmados, pois isto costuma ocorrer na prestação de contas durante as campanhas eleitorais, também.

Carro abandonado – Depois de cinco dias estacionado em um mesmo local, o carro pode ser considerado abandonado e a prefeitura tem o direito de apreender o veículo. A atitude do proprietário, porém, não se caracteriza infração de trânsito. O advogado José Almeida Sobrinho explicou que carro abandonado se equipara juridicamente a lixo. A repórter Cátia Toffoletto caçou carros abandonados pela cidade e conversou com moradores que se deparam com este problema.

Época SP na CBN – Beautiful Girls é destaque na noite de São Paulo e os ingressos estão esgotados. Acompanhe outras dicas do Rodrigo Pereira.

Esquina do Esporte – A vida do São Paulo será menos complicada do que a do Corinthians na Libertadores. E o maior desafio do Santos na temporada. Estes foram temas para Leonardo Stamillo e Marcelo Gomes.

Canto da Cátia: Amor declarado e abandonado

 

Carro Abandonado Paz & Amor

“Ou eu ou o carro”. O ultimato de Gabriela, enciumada com o carinho oferecido ao veículo, foi ouvido com dor no peito pelo dono do velho Ford LTD. Teria de abandonar sua paixão, aquela que lhe acompanha desde os anos de 1970 quando ainda causava inveja nos demais motoristas que retorciam o pescoço para acompanhar sua passagem pelas ruas da Barra Funda, zona oeste de São Paulo.

A ingrata namorada não aceitou nem ouvir as lembranças que marcavam aquela relação: foram muitos os passeios com a namorada no banco da frente, de mãos dadas e encostadinhos, ombro a ombro, dessas coisas que só aquele carrão nos permitia.

A possessiva não se satisfez em saber que ele aceitaria abandonar o carro em troca de maior dedicação à relação com a namorada. Exigiu que deixasse eternizado na lataria a opção pelo amor à Gabriela. E assim o submisso o fez como nota-se na foto registrada pela Cátia Toffoletto.

Foto-ouvinte: O Bruce Wayne da CBN

 

Batkombi

Na tentativa de esconder sua identidade por trás da máscara do morcego, Heródoto Barbeiro parece ter deixado escapar um detalhe que não passou desapercebido pelo ouvinte-internauta Fazoli. A famosa kombi do mestre foi flagrada circulando na cidade com a tradicional marca do super-herói de Gottan City que tem sido altamente requisitado pelos moradores da capital paulista. Heródoto Bruce Wayne Barbeiro ainda não fez nenhuma declaração oficial sobre o achado da Batkombi.