Serpa, do PSB, ainda está com o “site vazio”

 

Alexandre Serpa PSBOs óculos ficaram sobre a carteira, em cima da mesa do estúdio. E o candidato a senador pelo PSB Alexandre Serpa teve de voltar ao fim da entrevista. Durante os 15 minutos em que falou no CBN São Paulo, também deixou para traz algumas informações importantes que poderiam dar consistência às causas que pretende defender no Senado. Citou a saúde e a educação como prioridades, mas não explicou como ajudaria o Estado de São Paulo ao ocupar uma cadeira em Brasília.

Serpa, assim como seu colega de coligação ao Senado, Moacyr Franco (PSL), disse que não recebeu doações até agora, por isso seu site ainda está “vazio”. Sem dinheiro, tem feito campanha conversando com as pessoas e mostrando que o partido pretende fazer política de um jeito diferente, ou seja, “sem aceitar imposição dos financiadores”.

Se receber doação eleitoral, pretende publicar o nome dos doadores ?

Disse que vai seguir a risca a lei eleitoral. Se for assim, não dará ao eleitor o direito de saber, antes de votar, quem são os financiadores da sua campanha. Talvez por isso até agora não se cadastrou no site do Ficha Limpa.

“Não tive tempo ainda, mas vou fazer”, se comprometeu. Pelo visto, vai ser barrado na cláusula do “veja bem” (leia mais aqui).

Ao menos soube apresentar os dois suplentes que fazem parte da sua chapa. Se você acha pouco, saiba que já teve candidato que não sabia quem eles eram.

Amanhã, tem mais.

Alexandre Serpa, do PSB, é o entrevistado de hoje

 

CBN SPDepois de duas ausências seguidas – Tuma doente e Moacyr Franco, atrasado -, a expectativa é que hoje conseguiremos dar continuidade a série de entrevistas com os candidatos ao Senado. O convidado é Alexandre Serpa, empresário de Campinas, interior de São Paulo, ligado a organização sindical, que traz para a política perfil parecido ao de Paulo Skaf, candidato ao Governo pelo PSB. Ele concorre ao Senado pela Coligação “Preste Atenção São Paulo”, que tem ainda a participação do PSL. Já atuou no Ciesp e na Fiesp e, atualmente, preside a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil-Campinas ADVB RMC.

Você pode participar da entrevista enviando sua pergunta para milton@cbn.com.br, pelo Twitter (@miltonjung) usando a hastag #cbnsp ou publicando aqui no blog. A entrevista começa às 10h45 e vai até às 11h.

09/08, segunda-feira, Ana Luiza Figueiredo Gomes (PSTU)
10/08, terça-feira, Afonso Teixeira Filho (PCO)
11/08, quarta-feira, Dirceu Travesso (PSTU)
12/08, quinta-feira, Netinho de Paula (PCdoB)
13/08, sexta-feira, Romeu Tuma (PTB) (não compareceu)
16/08, segunda-feira, Moacyr Franco (PSL) (chegou atrasado)
17/08, terça-feira, Alexandre Serpa (PSB)
18/08, quarta-feira, Orestes Quércia (PMDB)
19/08, quinta-feira, Ciro Moura (PTC)
20/08, sexta-feira, Antonio Carlos Mazzeo (PCB)
23/08, segunda-feira, Antonio Salim Curiati Júnior (PP)
24/08, terça-feira, Ricardo Young (PV)
25/08, quarta-feira, Aloysio Nunes (PSDB)
26/08, quinta-feira, Marcelo Henrique (PSOL)
27/08, sexta-feira, Marta Suplicy (PT)

“Sou candidato das lagartixas”, diz Moacyr Franco

 

Faltava um minuto para as 11 da manhã quando o candidato Moacyr Franco chegou ao estúdio da CBN. A entrevista estava marcada para as 10 e 45. E, portanto, conforme regras acordadas com todos os partidos, o candidato ao Senado pelo PSL perdia a oportunidade de conversar por 15 minutos com os ouvintes-internautas. É muito, mas muito mais do que os 35 segundos que lhe serão reservados no horário eleitoral.

Resignado, sentou-se ao meu lado no estúdio, bem mais magro do que quando lhe conheci na televisão, mãos trêmulas, ar de cansado, mas com feições aparentando ser mais jovem do que os 74 anos que a biografia oficial informa. “É um partideco”, disse fora do ar, me surpreendendo pela crítica ao Partido Social Liberal que havia se comprometido a lhe levar de carro da Granja Viana, na região metropolitana, onde mora, até a sede da CBN, no bairro de Santa Cecília, no centro da capital.

Mesmo sem a possibilidade de ir ao ar, Moacyr Franco ficou ali acompanhando o programa e contou algumas curiosidades da campanha, como o inusitado pedido ao eleitor para que não vote nele: “Não peço que vote em mim, só que me escute”. E se o convite for aceito garante que fala apenas em defesa do meio-ambiente “porque esse Planeta vai acabar”.

Agarrou meu braço com força para descrever a conversa que teve em caminhada que fez na cidade de Guarulhos com um eleitor que disse que votaria nele: “Não vota em mim, eu não sou seu candidato, sou candidato das lagartixas e das capivaras”, disse.

Puxei assunto sobre a coligação do PSL com o PSB, de Paulo Skaf: “Não nos ajudam em nada, hoje vamos até lá para ver se eles dão uma força para a gente”.

Falei dos shows e ele disse que alguns estão sendo desmarcados porque os políticos locais com medo da concorrência pressionam os organizadores.

Lembrei que ele havia sido deputado federal pelo PTB: “Foi entre 83 e 87, mas eu era muito ruim, não tinha experiência”.

Das perguntas enviadas antes da entrevista, lamento não ter conseguido fazer um aem especial, assinada pela ouvinte-internauta Fabiana Parra:

“Como sou grande fã, acompanho sua carreira e suas entrevistas há muito tempo. Por isso sei que você declarou, após a experiência de ser Deputado Federal, que não voltaria ao mundo da política, pois esse mundo não é para você. Minha pergunta é: o que aconteceu para você mudar de ideia?

Brasileiro gasta apenas R$ 30 com livros, por ano

 

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A Bienal do Livro motivou a publicação de estudos sobre o hábito do brasileiro com a leitura. O Ibope Inteligência foi descobrir quanto se gasta, por ano, com livros e chegou a uma conta preocupante: apenas R$ 30 por pessoa. Mesmo nos Estados em que os números são mais otimistas, o investimento está na maior parte concentrado nas classes A e B.

Ouça a entrevista com Antônio Ruotolo do Ibope, ao CBN SP

A minha surpresa, durante entrevista com Antônio Ruotolo, que dirigiu este estudo, foi saber que São Paulo gasta menos com livro do que o Rio de Janeiro. Enquanto os cariocas desembolsam R$ 95 por ano, os paulistanos investem R$ 77 – e este valor cai bastante quando se calcula todo o Estado de São Paulo: R$ 47,00. Os estados do Nordeste e Minas Gerais são os que menos gastam com livros.

Outra dado interessante é a desigualdade que existe mesmo dentro das cidades. Em São Paulo, apesar do consumo com livros ser alto, comparado a média nacional, 90% do dinheiro sai das classes mais altas. Para Ruotolo, é provável que os mais pobres não lêem e se o fazem é através das bibliotecas.

O diretor do Ibope explicou que o consumo de livros está ligado não necessariamente ao preço do produto mas a maior concentração de livrarias em algumas regiões. As cidades menores não têm grandes livrarias e, assim, não comportam estoques com mais variedade e volume, restringindo o acesso e o consumo.

“O brasileiro lê pouco e com grandes diferenças regionais”, disse Ruotolo.

Leilão de famosos ajuda alfabetização em Paraisópolis

 

Doações

Emerson Fittipaldi, Giselle Bündchen e Bono Vox são três das personalidades que aceitaram o convite para ajudar o programa de alfabetização de jovens e adultos realizado na favela de Paraisópolis, onde 80 mil famílias vivem, ao lado do rico bairro do Morumbi, na zona Sul de São Paulo. Assim como eles, uma centena de pessoas doaram objetos pessoais para o leilão que se realiza nesta noite, no Budha Bar, da Daslu, que arrecadará dinheiro para a Escola do Povo.

“Este ano, ainda não conseguimos abrir uma turma por falta de dinheiro”, disse Gilson Rodrigues, presidente da Associação de Moradores de Paraisópolis, na conversa que tivemos, nesse sábado. Ele explicou que há cerca de 15 mil analfabetos morando na região e o leilão “é o grande momento desta comunidade, pois com o dinheiro queremos garantir as turmas de 2011”.

Ouça a entrevista de Gilson Rodrigues para o CBN SP

Na lista do site Dutra Leilões, além dos objetos que aparecem nas fotos, é possível encontrar doações de Mick Jagger, uma guitarra autografada por ele; Anna Hickmann e Fausto Silva, que participam com relógios de suas coleções; e do presidente Lula, o terno azul-marinho que usou na primeira posse.

Os lances podem ser feitos on-line através do site ou participando do jantar beneficiente com convites para casal a R$ 250,00. Mais informações na página da Escola do Povo, na internet.

Moacyr Franco, do PSL, é o entrevistado de hoje

 

CBN SPMúsico, ator e humorista, Moacyr Franco, aos 74 anos, volta a encarar o desafio imposto pela política. Filiado desde setembro de 2009 ao Partido Social Liberal, foi lançado candidato ao Senado e, em meio a agenda de shows, ainda lotada, faz campanha eleitoral. Hoje, estará, ao vivo, no CBN São Paulo, onde participará da série de entrevistas que se iniciou semana passada.

Você pode participar da entrevista enviando sua pergunta para milton@cbn.com.br, pelo Twitter (@miltonjung) usando a hastag #cbnsp ou publicando aqui no blog. A entrevista começa às 10h45 e vai até às 11h.

Acompanhe o calendário de entrevistas com os candidatos ao Senado:

09/08, segunda-feira, Ana Luiza Figueiredo Gomes (PSTU)
10/08, terça-feira, Afonso Teixeira Filho (PCO)
11/08, quarta-feira, Dirceu Travesso (PSTU)
12/08, quinta-feira, Netinho de Paula (PCdoB)
13/08, sexta-feira, Romeu Tuma (PTB) (não compareceu)
16/08, segunda-feira, Moacyr Franco (PSL)
17/08, terça-feira, Alexandre Serpa (PSB)
18/08, quarta-feira, Orestes Quércia (PMDB)
19/08, quinta-feira, Ciro Moura (PTC)
20/08, sexta-feira, Antonio Carlos Mazzeo (PCB)
23/08, segunda-feira, Antonio Salim Curiati Júnior (PP)
24/08, terça-feira, Ricardo Young (PV)
25/08, quarta-feira, Aloysio Nunes (PSDB)
26/08, quinta-feira, Marcelo Henrique (PSOL)
27/08, sexta-feira, Marta Suplicy (PT)

Cometem grandes equívocos, reclamou Netinho de Paula

 

Netinho de Paula PC do BEm 15 minutos de entrevista, o candidato ao Senado do PC do B Netinho de Paula repetiu quatro vezes a palavra equívoco e usou ao menos mais duas vezes seus sinônimos para justificar problemas relacionados a ele ou a campanha dele.

Foram equívocos, por exemplo, o uso do cartão corporativo para questões particulares pela suplente na chapa dele, a ex-ministra Matilde Ribeiro; a denúncia de que ele contratou uma empresa de buffet e de serviços cinematográficos para produzir um site, com dinheiro da Câmara Municipal de SP; a reportagem que o acusa de compra de voto, apenas por ter oferecido a eleitores a presença em shows; e o nome do PC do B estar escondido na página oficial do candidato na internet.

“Eles têm cometido grandes equívocos …” disse Netinho sobre equipe contratada para lhe assessorar. Se comprometeu a incluir o nome do Partido Comunista do Brasil, a partir de agora.

Por falar em comunismo disse que o Governo Lula é socialista, sem excesso, sem radicalismo, sem acabar com a propriedade privada ou atacar empresas e bancos particulares. Um comunismo ao estilo brasileiro, explicou. Fácil de entender, basta seguir a lógica do candidato que conseguiu identificar um cunho político no programa que o lançou na TV, Um dia de Princesa: “mostrava o que havia de errado e faltando para as pessoas”.

Do que fez na Câmara de Vereadores, destacou projeto de lei aprovado pelos colegas e a espera da sanção do prefeito Gilberto Kassab (DEM) que cria os Centros de Referência da Juventude. Do que pretende fazer no Senado, reforçou seu discurso em defesa da juventude como forma de conter o aumento no número de pessoas dependentes de drogas.

Falou, ainda, do preconceito que existe contra negros e pobres, do qual se considera vítima, também.

Durante a entrevista assumiu o compromisso de se cadastrar no site Ficha Limpa, o que não teria feito ainda por falta de tempo a medida que a correria nesta campanha é grande.

Antes de encerrar pediu ajuda aos empresários que financiem sua campanha, pois até aqui “não tem ninguém bancando”, apesar de a previsão de gastos da coligação da qual faz parte ao lado Marta Suplicy (PT) ser de R$ 12 milhões.

Ouça aqui a entrevista de Netinho de Paula do PC do B e dos demais candidatos ao Senado que já participaram desta série

Travesso, do PSTU, é o entrevistado na série com senadores

 

CBN SPDois dias depois, o PSTU está de volta a sabatina com os candidatos ao senado, promovida pelo CBN SP. Por obra do sorteio, coube ao partido a presença na abertura da série de entrevistas, com Ana Luiza de Figueiredo, e já nesta quarta-feira, com Dirceu Travesso.

Ele é bancário e participou de outras eleições para diferentes cargos e nunca foi eleito. Este ano, na disputa de uma das vagas ao Senado por São Paulo, Travesso aproveita para dar publicidade as ideias socialistas que movem o partido. A previsão de gastos do PSTU para a campanha deste ano é modesta, comparada ao que registraram as principais coligações: R$ 150 mil.

As perguntas dos ouvintes-internautas podem ser publicadas aqui no blog – na área de comentários – ou então enviadas para milton@cbn.com.br e pelo Twitter (@miltonjung) com a hastag #cbnsp.

Caso queira saber o que disseram os candidatos que já participaram desta série, clique nos nomes em vermelho na lista abaixo com o calendário das entrevistas:

09/08, segunda-feira, Ana Luiza Figueiredo Gomes (PSTU)
10/08, terça-feira, Afonso Teixeira Filho (PCO)
11/08, quarta-feira, Dirceu Travesso (PSTU)
12/08, quinta-feira, José de Paula Neto (Netinho)  (PCdoB)
13/08, sexta-feira, Romeu Tuma (PTB)
16/08, segunda-feira, Moacyr Franco (PSL)
17/08, terça-feira, Alexandre Serpa (PSB)
18/08, quarta-feira, Orestes Quércia (PMDB)
19/08, quinta-feira, Ciro Moura (PTC)
20/08, sexta-feira, Antonio Carlos Mazzeo (PCB)
23/08, segunda-feira, Antonio Salim Curiati Júnior (PP)
24/08, terça-feira, Ricardo Young (PV)
25/08, quarta-feira, Aloysio Nunes (PSDB)
26/08, quinta-feira, Marcelo Henrique (PSOL)
27/08, sexta-feira, Marta Suplicy (PT)

Operário do partido, candidato desconhece suplentes

 

Candidato PCOA primeira surpresa foi antes de a entrevista se iniciar. O candidato ao Senado pelo PCO Afonso Teixeira Fo. disse que não sabia que ele somente havia sido indicado ao cargo uma semana atrás. O nome dele estava inscrito, inicialmente, para vice-governador de Anaí Caproni, e o candidato ao senado era João Dorta.

Foi o próprio Dorta, único colega de partido que o acompanhou na entrevista ao CBN São Paulo, quem tentou resolver a questão. O ex-candidato ao Senado e agora candidato a vice-governador sorriu, ensaiou uma explicação e encerrou o assunto com um “foi decisão interna do partido”.

A segunda surpresa – se é que eu ainda teria motivo para tal – foi quando, no ar, pedi para falar sobre os dois suplentes ao Senado que formam a chapa dele. “Não sei (quem são)”, disse de forma lacônica. Muito prazer, então: Osmar Pereira Brito e Nilson Nascimento Ferreira. Apresentados os nomes, justificou que para ele tanto faz quem sejam os camaradas e qual o cargo que está disputando: “O partido é quem manda, estou aqui para defender nossos ideais”.

Bandeiras que carregam o discurso da Revolução Russa de 1917, conforme fez questão de explicar de maneira detalhada. Neste momento, o objetivo maior, porém, é usar a eleição para criticar o sistema eleitoral, considerado pelo PCO ilegítimo. E dá um exemplo: apenas os principais candidatos a presidente tem espaço no debate eleitoral.

Tentei contrapor, questionando como seria possível colocar todos os candidatos em um mesmo programa. Afonso Teixeira não vê qualquer problema e justifica: no futebol os campeonatos são disputados com até 40 clubes. Uh!

Ouça aqui a entrevista completa com o candidato ao Senado pelo PCO Afonso Teixeira Fo.

PCO informa: sai João, entra Afonso

 

CBN SPApenas na tarde dessa segunda-feira, o PCO – Partido da Causa Operária confirmou participação na série de entrevistas com os candidatos ao Senado, por São Paulo, promovidas pelo CBN SP. Mesmo assim, anunciou mudanças no nome que representará o partido na eleição.

João Dorta que havia sido inscrito para disputar uma das duas cadeiras de senador, no dia 27 de julho, retirou sua candidatura e assumirá o posto de vice na chapa de Anaí Caproni, ao Governo de São Paulo; Afonso Teixeira Filho que seria o vice disputará o cargo de senador e estará, hoje, respondendo as perguntas, ao vivo, entre 10h45 e 11 horas, no programa.

O TRE, de São Paulo, confirmou que a mudança anunciada pelo PCO foi oficializada e está registrada no tribunal. No Rio de Janeiro, o partido teve problemas burocráticos e devido a falta de documentação viu todos os seus representantes terem as candidaturas negadas.

Nesta eleição, uma das causas defendidas pelo PCO é a redução na jornada de trabalho para 35 horas semanais.

Os ouvintes-internautas poderão fazer perguntas pelo e-mail milton@cbn.com.br e pelo Twitter (@miltonjung). Podem, também, publicar sua opinião ou questionamento ao candidato no espaço reservados aos comentários deste blog.

Acompanhe o calendário de entrevistas com os senadores:

09/08, segunda-feira, Ana Luiza Figueiredo Gomes (PSTU)
10/08, terça-feira, Afonso Teixeira Filho (PCO)
11/08, quarta-feira, Dirceu Travesso (PSTU)
12/08, quinta-feira, José de Paula Neto (Netinho)  (PCdoB)
13/08, sexta-feira, Romeu Tuma (PTB)
16/08, segunda-feira, Moacyr Franco (PSL)
17/08, terça-feira, Alexandre Serpa (PSB)
18/08, quarta-feira, Orestes Quércia PMDB
19/08, quinta-feira, Ciro Moura (PTC)
20/08, sexta-feira, Antonio Carlos Mazzeo (PCB)
23/08, segunda-feira, Antonio Salim Curiati Júnior (PP)
24/08, terça-feira, Ricardo Young (PV)
25/08, quarta-feira, Aloysio Nunes PSDB
26/08, quinta-feira, Marcelo Henrique (PSOL)
27/08, sexta-feira, Marta Suplicy (PT)