“Mudança, Já”, fica pra depois!

 

Massao

 

Comecei a acompanhar eleições como jornalista na era pré-computador, quando o voto ainda era uma cédula e a urna, uma caixa de papelão. A apuração exigia das empresas de comunicação esforço hercúleo (expressão que uso apenas para ficar naquela mesma época), na tentativa de antecipar ao seu público o resultado do pleito. Uma legião de pessoas era contratada para coletar as informações nas zonas eleitorais, onde os votos eram contados, e transmitir o mais rápido possível para as centrais que somavam tudo e projetavam os resultados que somente seriam confirmados dias depois pelo Tribunal Superior Eleitoral. No fim das contas, acertar os vencedores era quase tão importante quanto cobrir os fatos jornalísticos em torno da eleição, que incluam denúncias de propaganda irregular, boca de urna indevida, santinho despejado no chão, dinheiro encontrado no carro, tentativa de compra de voto, além da tradicional correria em busca de pronunciamentos pouco significativos dos principais candidatos.

 

Neste domingo estive fora do ar, na CBN. Pela escala de plantão, fui preservado para o segundo turno quando, então, apresentarei o Jornal da CBN. Mesmo assim, por força da profissão e da consciência cidadã, acompanhei de perto as notícias que movimentaram a programação da rádio e os portais na internet, além de alimentar nossos perfis nas redes sociais. Não é preciso muito apuro para perceber que poucas coisas mudaram na forma como candidatos, cabos eleitorais e eleitores se comportam num dia como esse. Desde o mesário que preferiu ficar dormindo até o cidadão que não mede esforços para votar, pouca ou nenhuma novidade apareceu. Ouvi sobre candidato que levava eleitor para votar, cabo eleitoral que levava dinheiro para eleitor, e eleitor que se levava pela conversa fiada de todos eles. Novidade mesmo foram as reclamações à biometria -usada pela primeira vez em grande escala – que não funcionou em alguns casos. Ou seja, o que mudou foi a tecnologia, apenas. Porque os defeitos nas máquinas, assim como as urnas com problema já tínhamos no passado.

 

O que mais me incomoda, porém, não é a mesmice dos fatos. É a do resultado. E escrevo antes de termos os dados finais, pois não será necessário esperar o último voto para entender que a onda de mudança proposta pela sociedade, durante os protestos juninos, no ano passado, morreu na urna eletrônica. Deixadas de lado as exceções que estão aí para confirmar as regras, é bem provável que teremos nos Executivos e, bem pior, nos Legislativos, mais do mesmo. Nomes consagrados ou de famílias consagradas se repetirão e grupos políticos permanecerão no poder, o que nos faz prever que as políticas públicas se manterão para atender os mesmos de sempre. Os movimentos sociais que estiveram à frente das manifestações, por característica própria, mantinham hierarquia horizontal, sem líderes que despontassem diante dos demais e sem alguém para canalizar as reivindicações. Os partidos e políticos ensaiaram discursos propondo mudanças, mas preferiram seguir a cartilha que os trouxe até aqui, assim não corriam riscos. O sistema eleitoral, que restringe o debate de ideias, limita as campanhas e permite a interferência do poder econômico, beneficia quem já ocupa cargos nos parlamentos.

 

A “Mudança, Já”, exigida aos gritos e cartazes, fica para depois, quem sabe na próxima, talvez daqui a algum tempo, por que não depois, ou até que surja uma nova explosão social.

Excessos e faltas nas comunicações

 


Por Carlos Magno Gibrail

 

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“Não vá com tanta sede ao pote” ou “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”. Excelentes e oportunos alertas da cultura popular aos excessos. E se aplicam muito bem aos usos e abusos que estão impregnando as atuais comunicações. Pessoais e empresariais.

 

Diante de tantas facilidades de comunicação com o advento de meios eletrônicos, mais e mais alternativos e dinâmicos, estamos exagerando.

 

Como pessoas físicas, os recursos dos equipamentos móveis e seus aplicativos têm facilitado em muito o nosso dia a dia. Casa, filhos, trânsito, compras, diversões, etc. Ao mesmo tempo o conforto e o prazer dos modernos aplicativos têm sido interrompidos ou corrompidos pela mesma facilitação. O celular no clube, no carro, no restaurante, no cinema, no teatro, no aeroporto, no avião é, algumas vezes, cômodo e incômodo para nós e, sempre, desagradável para os vizinhos. E, definitivamente, para os acompanhantes. Cenas em restaurantes em que se veem todos conversando ao telefone estão se tornando comuns. Colocando os ausentes como presentes e os presentes como ausentes.

 

Entretanto, o fato é mais grave no âmbito empresarial. Além da dificuldade há muito existente quando se procura os serviços de atendimento ao cliente e se fala apenas com gravações, surge hoje uma tendência nos sites corporativos em omitir o telefone para contato. Se você quiser um contato comercial, é obrigado a seguir o canal único do e-mail. Falar com o gravador é para o SAC; sobre negócios, apenas o e-mail. Único. Para o bem dos burocratas e a infelicidade geral da nação que apanha em produtividade. Sem emoção.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo entrevista Frederico Porto sobre como estar pronto para mudanças na carreira

 

 

“Não tem como a empresa garantir que ele vai estar naquele lugar para sempre, entendendo isso todos nós temos de ter uma perspectiva de médio, longo prazos de onde queremos chegar, quais etapas queremos galgar, e temos de ter a capacidade de lidar com as mudanças nas várias fases pelas quais vamos passar”. A sugestão é do médico Frederico Porto, entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Porto é psquiatra, nutrólogo e professor convidado da Fundação Getúlio Vargas (SP) e da Fundação Dom Cabral (BH). Na entrevista sobre gestão do capital humano, ele traça características do comportamento de executivos dentro das empresa e como os profissionais devem se preparar para as mudanças que são inevitáveis na carreira.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido, ao vivo, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br). Os ouvintes-internautas participam com perguntas enviadas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Entendendo a cabeça do ouvinte-internauta

 

 

Cheguei a rádio CBN em 1998 quando a emissora passava por uma transformação no relacionamento com o público, pois deixava de anunciar o telefone do ouvinte para informar o e-mail do âncora. A estratégia que alguns chamaram de elitista logo que foi adaota na realidade democratizou o acesso dos ouvintes à emissora. Em lugar de a linha telefônica que atendia apenas uma pessoa, abria-se a caixa de correio eletrônico para todos os interessados em enviar o seu recado. Enquanto muitas das mensagens que chegavam por telefone se perdiam nos bastidores, os e-mails passaram a ser encaminhados diretamente ao seu destino. Foi quando percebi que rádio e computador iniciavam um casamento perfeito. Naquela época ainda separados fisicamente, mas consumidos simultaneamente pelo público. O ouvinte que acompanhava a programação da CBN navegava na internet, o que me levou a batizá-lo de ouvinte-internauta. Foi também quando assumi o compromisso de responder a todas as mensagens enviadas para minha caixa de correio, independentemente do conteúdo. Puxão de orelha do ouvinte, críticas às vezes agressivas e algumas ameaças faziam parte deste diálogo virtual. Aprendi com o tempo que respostas equilibradas para mensagens ofensivas, costumavam mudar o tom da conversa. Porém, desde que a CBN colocou na capa do site o link “fale com o Mílton Jung” o número de mensagens multiplicou-se a ponto de não conseguir mais atender a todos os ouvintes como me propus inicialmente. E isso acaba provocando reclamações.

 

Para entender parte do comportamento do ouvinte e justificar minha dificuldade em cumprir com o compromisso que assumi comigo mesmo, em 1998, armazei, no decorrer de um mês, todas (ou quase todas) mensagens enviadas para os endereços milton@cbn.com.br e “fale com o Mílton Jung”. São e-mails que chegaram entre segunda e sexta-feira, dias em que estou ao vivo no ar no Jornal da CBN. Não inclui mensagens pelo Facebook, Twitter, meu blog e site da rádio, outros canais de comunicação importantes. Dispensados os releases de assessorias, spans e cia., além de mensagens com endereços internos da CBN, que tomam tempo no trabalho de administrar a caixa de correio, encontrei o nome de 1.154 ouvintes que se comunicaram uma ou mais vezes comigo nesse período, resultando em 1.711 mensagens, ou seja, média de 81 por dia, levando em consideração que o mês em análise teve 21 dias úteis. Desse total, 79% das mensagens foram assinadas por ouvintes que escreveram apenas uma vez no período, o que não significa que tenha sido a primeira vez que entraram em contato comigo pois é possível identificar alguns nomes conhecidos. Os 21% restantes mandaram dois ou mais recados, havendo casos de ouvintes que escreveram quase todos os dias sobre diferentes temas. A estatística mostra uma situação no mínimo curiosa: tem um ouvinte que enviou mais de 100 mensagens no mês, praticamente todas com críticas negativas ao meu trabalho e de meus colegas. Sou grato a ele e o respeito muito.

 

Mesmo que não consiga mais responder a todos os ouvintes, leio o que escrevem logo que as mensagens chegam, especialmente quando estou na apresentação do Jornal da CBN. Algumas pautam as entrevistas ou podem ser ponto inicial de reportagens, outras cito no ar quando o tempo e o conteúdo permitem e há as que nos fazem pensar. Confesso, também existem as que nos fazem odiar (a nós mesmos, algumas vezes), mas passa rápido. Mesmo porque o pior dos cenários seria não recebê-las jamais. Pude perceber alguns comportamentos interessantes os quais destaco aqui pois imagino que isto se reproduz em muitas outras situações, não apenas na relação virtual: os indignados sempre escrevem mais do que os satisfeitos, ou seja, as pessoas se sentem muito mais motivadas a reclamar do que incentivar. Isso pode gerar injustiças na avaliação, pois iniciativas positivas que atendem a uma centena de pessoas correm o risco de serem destruídas por críticas que mobilizaram algumas dezenas: quem gosta, aprova e cala; quem não gosta, grita. Diante disso e levando em consideração que esse comportamento se reproduz em diferentes áreas, sugiro que se você admira alguém ou aprovou alguma atitude, ajude a preservar estas qualidades incentivando-as com um e-mail de agradecimento ou uma palavra de apoio ao encontrar seu autor no trabalho, na escola ou na família. Já se você for o alvo da crítica, entenda que mudanças de hábito sempre geram protestos e novos padrões causam desconforto. Se estiver convicto da sua ação, jamais mude completamente por causa da rejeição inicial, mas, tanto quanto você não deve subestimar uma crítica, não superestime o elogio.

Mundo Corporativo: a opinião do consumidor para Aloísio Pinto, da WMcCann

 

A pesquisa é um poste que você usa para encostar ou para iluminar. Se for para encostar e jogar a responsabilidade de suas decisões sobre os dados coletados, haverá erro de estratégia. Porém, pode ser muito útil para clarear ideias e, a partir delas, traçar processos de comunicação. A opinião é de Aloísio Pinto, vice-presidente de planejamento da agência de publicidade WMcCann, entrevistado do programa Mundo Corporativo, na rádio CBN. Aloísio Pinto lembra que hoje o consumidor está “escolado” com pesquisas e muitas abordagens acabam coletando dados irreais pois o entrevistado usa filtros e camadas culturais ao escolher suas respostas.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN (www.cbn.com.br), com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: como a antropologia explica a cabeça do consumidor

 

 

“Por que alguém escolhe a minha marca e não a outra? O que é que me leva a atravessar a cidade para comer uma carne no tal restaurante e não comer aqui do lado? O que me faz pagar 20, 30 mil reais em uma bolsa de luxo em vez de comprar na 25 de março?” É para responder a essas e outras tantas perguntas que o antropólogo Michel Alcoforado decidiu investir seu conhecimento na criação da Consumoteca, empresa dedicada a decifrar a cabeça do consumidor. Entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Alcolforado diz que muitas vezes o próprio consumidor não sabe explicar os motivos que o levam a tomar determinadas decisões no momento da compra. Uma resposta que pode decidir o destino de uma marca ou produto, principalmente em mercados que estão sendo fortemente influenciados pelas novas tecnologias.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, toda quarta-feira, às 11 da manhã, no site da rádio CBN (www.cbn.com.br) com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br ou pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, depois das 8 horas da manhã, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: você assume a responsabilidade de seu negócio?

 

“Accountability é pegar a responsabilidade para si; note que é diferente de responsabilidade. Responsabilidade é de fora para dentro do indivíduo, precisa ser lembrada e, às vezes, até escrita. Accountability é uma virtude moral, é de dentro para fora. Não precisa ser lembrada nem escrita”. A definição é do palestrante João Cordeiro entrevistado pelo jornalista Mílton Jung no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. A partir de um jogo de cartas, Cordeiro ajuda a empresa e os próprios empregados a identificarem o nível de accountability de cada um dos colaboradores: Homer Simpson (nível 1), crianças mimadas (nível 2), adultos imaturos (nível 3), pessoas comuns (nível 4), pessoas accountables (nível 5) e super-heróis (nível 6). João Cordeiro é autor do livro “Accountability – A evolução da responsabilidade pessoal, o caminho da execução eficaz” (Editora Évora).

 


Ouça aqui a entrevista completa com João Cordeiro (excepcionalmente, este programa está disponível apenas em áudio)

 

Você assiste em primeira mão o Mundo Corporativo toda quarta-feira, 11 horas, no site da rádio CBN, e participa com perguntas para mundocorporativo@cbn.com.br ou pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

A morte de Santiago não pode se resumir às palavras

 

 

O cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, está morto. Foi vítima de um rojão disparado por uma das pessoas que participaram do protesto contra o reajuste das tarifas do ônibus no Rio de Janeiro. Hoje seu nome está na boca de todo brasileiro minimanente informado, é usado para defender e atacar ideologias, é explorado pelos mais diversos e opostos grupos políticos representados no país. Autoridades se pronunciam, entidades de classe criticam com veemência a violência. Inúmeras manifestações de solidariedade foram feitas até agora. Jornais, televisão, as nossas rádios estão tomadas por reportagem que tratam da morte de Santiago. Palavras, por enquanto, apenas palavras. E palavras são substituídas por outras já na próxima notícia que teremos de contar. Portanto, são efêmeras. Se não servirem para contaminar a sociedade brasileira, levar a ações efetivas pela justiça social, à punição daqueles que cometem crimes, à mudança de comportamento dos que receberam a delegação popular para promover as políticas públicas, serão sempre apenas palavras. Você pode não concordar com nada que este jornalista diz, você pode se indignar com as reportagens que assiste, criticar quem pensa diferente de você (ou aparenta pensar diferente de você). Mas se impor pela violência, seja arremessando um rojão contra um profissional, seja estrangulando um garoto com tranca de bicicleta, seja colocando fogo em ônibus, é apostar na barbárie. A morte de Santiago, como disse a companheira dele, Arlita Andrade, não pode ser em vão. Que ao menos sirva para que se repense as atitudes que adotamos e se busque a cultura da paz e da tolerância.

Celular, cômodos e incômodos

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

O mesmo celular que tem trazido infindáveis comodidades, bem além de suas funções originais, vem apresentando incômodos em diversas atividades e eventos. Além do trânsito, das salas de espera, dos aeroportos e dos aviões, os alvos mais recentes são os espetáculos de teatro. Os atores e atrizes, vítimas diretas, estão inconformados.

 

Marília Neves do portal IG, ouviu alguns, entre eles, Antonio Fagundes que em 2002 escreveu “Sete segundos” onde mostrava atitudes da plateia mal educada. O comer alimentos e fazer barulho, a postura na cadeira, o falar, a tosse constante, eram alguns dos problemas. Passados onze anos, Fagundes não tem dúvida que o uso do celular superou tudo.

 

Walderez de Barros em cartaz com a peça “A casa de Bernarda Alba” não se conforma: “Uma pessoa que vai ao teatro, senta na primeira fila e prefere ficar enviando e recebendo mensagens de texto enquanto estou no palco fazendo uma cena dramática, emocionada, essa pessoa precisa ser internada. É doente”. Walderez lembra ainda que Jô Soares já desceu do palco para atender o celular de um espectador: “Aqui é o Jô e seu amigo idiota não desligou o celular. Liga depois”.

 

Atrizes e atores, revoltados mas esperançosos, apostam em uma campanha para melhoria da educação geral. Pois, se São Paulo se destacava positivamente neste aspecto, as informações recentes já desmentem esta qualificação. Todas as cidades estão niveladas por baixo, sem exceções. E esta não é a única má notícia. Várias universidades estão permitindo que alunos e alunas saiam da sala para atender telefone celular. Em qualquer momento, mesmo que o professor esteja no cerne da matéria. Portanto, a melhoria futura não será pela educação, mas pela proibição usando o mesmo recurso do celular. A tecnologia que possibilita e limita.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: entenda o comportamento do seu consumidor

 

 

Conhecer a cabeça do consumidor é fundamental para traçar as estratégias comerciais das empresas. É com esse objetivo que a Pesquisa Já desenvolve soluções para o mercado de marketing de varejo. Para o gerente de negócios Fernando Menezes “o monitoramento de informações, realizado em tempo real, não apenas capta e antecipa possíveis falhas no ponto de venda, mas também abre um importante precedente para avaliar os hábitos de consumo e entender o comportamento do consumidor”. Ele é o entrevistado do programa Mundo Corporativo da rádio CBN.

 

Você pode assistir, ao vivo, ao Mundo Corporativo toda quarta-feira, 11 horas, no site da rádio CBN, e enviar perguntas para o email mundocorporativo@cbn.com.br e para o Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.