Oportunidades e riscos para as marcas de luxo no ambiente online

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Instagram, Facebook, Twitter, Pinterest. Essas são apenas algumas das inúmeras redes sociais que fazem sucesso no mundo. Cada uma com suas particularidades, claro, mas a verdade é que esses canais tornam-se cada vez mais parte da vida dos consumidores (de luxo ou não) e a presença das marcas nesse ambiente se torna “obrigatória”.

 

De acordo com pesquisa realizada pela empresa americana McKinsey&Company, mais de 45% das compras no mercado do luxo são influenciadas pelo que os compradores encontraram no universo digital. Ou seja, as experiências online podem conduzir a tomada de decisões no mundo real.

 

Oportunidades ou riscos? Na verdade ambas!

 

Marcas que atingem seus potenciais compradores com as experiências certas e informações no momento certo tendem a ganhar fatia maior do crescimento e superar concorrentes, além de ser uma oportunidade de trabalhar o lado institucional da empresa. É essencial estar nas redes principalmente para que seus consumidores tenham rápido acesso a seus lançamentos, promoções, campanhas e outros. É uma maneira também de aguçar o desejo de compra,online ou no próprio ponto de venda.

 

No mercado do luxo, o risco maior é a marca não gerenciar suas redes de forma seletiva e ter sua imagem abalada. Pode possivelmente ainda gerar uma demanda de consumidores que não sejam o seu público-alvo.

 

Por exemplo, no turismo de luxo, se uma agência de viagens apostar na divulgação de seu nome associado a outros parceiros ou marcas que não sejam exatamente seu perfil (parcerias comuns no Instagram, onde personalidades divulgam marcas em suas contas com milhões de seguidores), poderá atrair ligações telefônicas de consumidores que não tenham poder aquisitivo para comprar seus roteiros personalizados e, neste caso, seria um desperdício da mão de obra (cara) de seus atendentes e consultores de viagens, além de uma certa frustração para o consumidor que desejou mas não poderá comprar.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

 

A foto que ilustra este post é do álbum de Mkhmarketing no Flickr

O desafio que a união do rádio com a internet impõe aos estudantes de jornalismo

 

 

O interesse de estudantes de jornalismo pelas novas tecnologias não me surpreende, mas chama atenção como tenho sido procurado para relacioná-las ao rádio, o que me entusiasma pois sempre acreditei na internet e nas demais ferramentas que surgiram, dentro dela ou a partir dela, como caminho para propagar o trabalho que realizamos. O que me deixa ainda mais satisfeito é que a CBN é a grande referência que esses jovens têm quando tratam do tema, resultado do investimento que se tem feito em inovação, desde o seu surgimento, em 1991.

 

Nesta semana, o estudante de jornalismo David Paulo e seu grupo, do 4º ano de jornalismo, da Uninorte, em Manaus (AM), que estão realizando trabalho sobre o livro “Jornalismo de Rádio”, que escrevi em 2004 e foi editado pela Contexto, me convidaram para, em vídeo, falar sobre a ideia de que a internet é o novo oxigênio do rádio, defendida por mim desde aquele tempo.

 

No vídeo que será apresentado pela turma e compartilho com você agora, falo do desafio que rádio, redes sociais, podcast e internet impõem aos jovens jornalistas que se preparam para atuar neste mercado da comunicação.

#ComunicarParaLiderar: sessão de autógrafo vira sessão de fotógrafo

 

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O fenômeno dos smartphones, esses equipamentos capazes de nos oferecer acesso a Deus e todo mundo, tornou a fotografia algo corriqueiro, pois basta apontar a lente do celular e tocar a tela para o registro digital ser armazenado. Poucos segundos depois, a cena já está à disposição para compartilhar com os amigos – e os nem tanto – nas redes sociais. Nesse último mês, em que dediquei parte do meu tempo para lançamento do livro “Comunicar para liderar” (Editora Contexto), escrito em parceria com a colega e fonoaudióloga Leny Kyrillos, ficou evidente que as sessões de autógrafos de antigamente já não são mais as mesmas. Poderiam quase que serem substituídas por sessões de fotógrafos, pois não há um leitor que se satisfaça com a dedicatória à caneta. A assinatura vem sempre seguida do pedido de autorização para um ‘selfie’, mesmo que o ‘selfie’ não seja propriamente ‘selfie’, pois, na maioria das vezes, o celular é entregue a alguém mais próximo que se propõe a tirar a foto. E, ainda bem, sempre aparece alguém disposto a colaborar, até porque depois será a vez dele fazer o mesmo pedido.

 

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No sábado, estivemos em Campinas, onde recebemos uma quantidade enorme de leitores e ouvintes, na Cultura, do Shopping Iguatemi, e realizamos um ‘talk-show’ para, em seguida, atendermos ao público que se dignou a permanecer por algumas horas em uma inalcançável e, pela paciência dos presentes, também, incansável fila, que se iniciou no piso térreo da livraria, subiu dois lances de escada para terminar diante da mesa na qual Leny e eu recebíamos os convidados. O roteiro era muito parecido, graças ao carinho de cada pessoa que nos deu o privilégio da presença: um gesto de gentileza, a troca de palavras sobre o trabalho e a vida, a dedicatória personalizada, o autógrafo e, claro, a fotografia. Tira foto de um lado, ajeita o cabelo do outro, levanta para sair melhor na imagem, senta para dar espaço a todos da família, às vezes é preciso repetir a cena porque a luz não ficou boa ou o ‘fotógrafo’ de plantão se atrapalhou nos botões. No fim e ao cabo sempre tem alguém que comenta, como que criando uma cumplicidade:, “vocês devem estar cansados de tanto autógrafo e foto, não?”.

 

Digo a todos e reforço neste texto: não! Com certeza, nada daquilo que temos de fazer para receber os leitores é capaz de nos cansar. Tudo gera prazer, nos oferece alegria e satisfação. É maravilhoso ouvir a história de cada um, a forma como as pessoas entendem as mensagens que transmitimos e o desejo de compartilhar estas sensações. Como aconteceu nesse sábado, há momentos de muita emoção e outros em que a vontade é de levantar e abraçar a todos que estão por lá. Ouve-se algumas coisas incríveis como o menino que, apesar de muito novo, curte estar sintonizado na rádio, o senhor que quer me conhecer porque admira o trabalho de meu pai, a moça que reconhece a inteligência da minha colega de livro pelos trabalhos científicos publicados, sem contar a enorme turma que nos tem como companheiros de viagem todas as manhãs. Houve amigos, como o Cláudio Vieira, que vieram de São Paulo para nos prestigiar, e outros que não nos conheciam pessoalmente mas que fizeram questão de se apresentar como gremistas que são, caso do Danier, que seguidamente deixa seus recados neste Blog.

 

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Tenho um certo pudor em me apresentar como escritor, apesar deste ser o terceiro livro que escrevo, sem contar as participações em outros trabalhos, pois creio que haja pessoas muito mais bem preparadas para ocupar esta função, mas a relação com o leitor durante essas sessões é estimuladora. Tem-se vontade de estar lá no dia seguinte para encontrar a todos novamente ou correr até a próxima cidade para um novo lançamento, mais um tempo dedicado ao bate-papo, à dedicatória, ao autógrafo e, claro, à fotografia, porque esta é sagrada.

 

Até o próximo lançamento ou até o próximo “selfie”!

Comunicar para liderar: dicas para que a sua mensagem inspire e transforme as pessoas

 

 

A importância da comunicação e algumas dicas para desenvolver esta habilidade estão neste vídeo no qual a fonoaudióloga Leny Kyrillos e eu apresentamos o livro “Comunicar para liderar” (Contexto). Lembrando que, neste sábado, nós estaremos, ao vivo, no auditório da Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi, na cidade de Campinas, a partir das 17 horas, quando teremos um talk-show seguido de sessão de autógrafos.

O ganhador do livro Comunicar para liderar é …

 

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Muita gente bacana e criativa participou do concurso que promovemos no Twitter sobre o livro “Comunicar para liderar” que escrevi com a fonoaudióloga Leny Kyrillos. A ideia foi incentivar as pessoas a publicarem uma frase relacionada ao tema principal do livro que mostra como a comunicação é essencial para quem pretende liderar uma empresa, um grupo de trabalho ou a sua própria carreira.

 

O vencedor do concurso foi Rodolfo Silveira (@RudSilveira), que vai receber em casa um exemplar de “Comunicar para liderar”, graças a seguinte frase:

 

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Recebemos durante esse período mais de 30 frases bem interessantes e houve alguns que nos deram uma baita força compartilhando nossa campanha através de seu perfil no Twitter. Todos esses ganham um cupom de 25% de desconto para a compra do livro no site da Editora Contexto. A palavra-chave vai por mensagem direta no Twitter. Caso você tenha mandado sua frase ou retuitado nossa promoção e não recebeu o cupom, é só me avisar por aqui ou pelo próprio Twitter.

 

Valeu!

Use sua criatividade no Twitter e ganhe o livro #ComunicarParaLiderar

 

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Nesta semana, você está convidado a escrever uma frase pelo Twitter com o tema central do livro “Comunicar para liderar” que Leny Kyrillos e eu lançamos recentemente. Como a boa comunicação tem de ser simples, direta e objetiva, o desafio é conseguir resumir em menos de 140 caracteres aquilo que você pensa sobre a importância da comunicação para quem precisa liderar uma empresa, um grupo de trabalho ou a sua própria carreira.

 

Publique sua frase até a sexta-feira, dia 21 de agosto, com a hashtag #ComunicarParaLiderar. Todas as frases que vierem com esta hashtag eu vou retuitar, a melhor delas receberá de presente o livro com a nossa dedicatória. E todas as demais receberão um cupom de desconto de 25% para comprar o livro diretamente no site da Editora Contexto.

 

Aproveito para lembrar que no dia 29 de agosto, sábado, Leny e eu estaremos na Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi, de Campinas, para um talkshow, a partir das cinco horas da tarde, e sessão de autógrafos em seguida.

Avalanche Tricolor: que venha o Gre-Nal!

 

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Brasileiro – Maracanã (RJ)

 

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Já disse nesta Avalanche que de futebol costumo entender tanto quanto qualquer outro torcedor apaixonado por um clube que, provocado pelo coração, distorce os fatos em campo e retorce a verdade a seu favor. Jamais daria, por exemplo, aquele segundo cartão amarelo a Wallace – que nos custou o jogo, ao nos deixar em menor número em um gramado com aquelas dimensões – e, sem titubear, teria tirado o vermelho para o carrinho que o camisa 10 deles deu em nosso zagueiro quando, mesmo em menor número, continuávamos levando perigo ao gol adversário. Teria sinalizado impedimento no lance que os levou a marcar o único gol da partida, mesmo que a linha digital da televisão me provasse por A mais B que a posição era legal. Como disse, sou apenas torcedor. Também apitaria sem perdão o pênalti em Edinho quase no fim da partida que poderia nos levar ao empate. Aliás, para apitar esse não precisava ser um torcedor, bastava um pouco de boa vontade e precisão até porque – e a televisão provou isso – houve puxão na camisa do nosso volante.

 

No entanto, não estou aqui para falar do futebol em si, mas de um tema sobre o qual tendo a entender um pouco mais até porque, como diria meu pai, o diabo sabe mais por velho do que por diabo. Quero falar de comunicação, para a qual me dedico há cerca de 30 anos e foi assunto central de livro que lancei recentemente: “Comunicar para liderar”, pela Editora Contexto (momento jabá). E falo hoje, especificamente, da comunicação dos jogadores, pois, creia ou não, os considero geniais. Imagino que você, caro e raro leitor desta Avalanche, deva estar estranhando esse meu elogio, afinal as entrevistas ao fim das partidas por muitas vezes são motivos de deboche, dada a repetição de frases feitas e expressões sem muito sentido que nossos “craques da palavra” usam para atender as perguntas dos repórteres.

 

Agora, vamos pensar com carinho. O cara passa 90 minutos correndo atrás da bola, disputando cada pedaço do gramado, recebendo botinada de uns e dando botinadas nos outros, cai no chão, se levanta, corre de novo, ouve vaia do torcedor, bronca do professor e não desiste. Ao fim e ao cabo, sai de campo derrotado (ou não) e, sem chance de recuperar o fôlego, já é alvejado com uma pergunta do jornalista. Convenhamos, às vezes alvejado com cada pergunta que pelo amor de Deus! Sem pestanejar, o cara tem de responder de bate pronto.

 

Coloque-se no lugar dele e pense se você seria capaz de articular alguma frase depois de passar pelo que ele passou em campo? Tem doutor que estuda, planeja e treina para falar bem e quando é perguntado, em uma entrevista programada e sem estresse, diz um monte de asneira. Tem autoridade que decora a fala e se dá mal. O jogador é obrigado a responder ali, no calor da emoção, mal conseguindo puxar o ar. E nós queremos que ele diga algo espetacular, com início, meio e fim, e que ainda faça algum sentido?

 

O incrível é que, na maioria das vezes, eles se saem bem, sem se comprometer. Não aprofundam muito na análise do jogo, mas resumem as coisas com uma frase que acaba virando manchete em seguida. No sábado, aliás, um dos nossos se saiu muito bem, inclusive foi melhor nas palavras do que na bola jogada. Refiro-me a Edinho que, ao lado do campo, após ter corrido dobrado na ausência de um de seus colegas e perdido três pontos importantes, foi perguntado sobre o fato de ter sido derrotado e já ter que encarar um Gre-nal na próxima rodada. Poderia ter concordado com o ar de dificuldade que a jornalista usou na pergunta, mas, não, nosso volante com a sutileza que lhe é peculiar tascou: “ainda bem que tem um Gre-nal!”.

 

Ou seja, que bom que teremos uma partida importante para disputarmos, um clássico pela frente, pois é a oportunidade para se mostrar grande, vencer e crescer na tabela de classificação, antes que seja tarde. Faço minhas as palavras de Edinho. Que venha o Gre-nal!

Mundo Corporativo: a consultora de moda Bia Kawasaki ensina a melhorar a sua imagem pessoal

 

 

A linguagem de uma empresa é constituída por pessoas e somos todos representantes visuais de nossas carreiras. A maneira como você se veste e se comporta reflete seus valores, personalidade, pensamentos e atuação profissional, sinalizando seus gostos, estilos, crenças, costumes e o que está vivendo. É a partir desse pensamento que a consultora de moda Bia Kawasaki tenta mostrar ao público que a imagem pessoal tem impacto nos seus negócios: “apesar desse discurso politicamente correto, a aparência vem logo depois da experiência, ficando, inclusive, à frente da escolaridade”. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Kawasaki apresenta alguns conceitos e dicas que fazem parte do livro “Dress Code – impacto da imagem pessoal nos negócios” e de suas palestras.

 

A seguir, você vê algumas imagens do livro de autoria de Bia Kawasaki com sugestões sobre o que vestir ou não para melhorar a sua imagem:

 

Aqui algumas dicas de o que as mulheres devem evitar

Aqui algumas dicas de o que as mulheres devem evitar

 

Aqui, combinações de gravatas e camisas que vestem muito bem os homens

Aqui, combinações de gravatas e camisas que vestem muito bem os homens

 

Uma combinação que faz bem à imagem das mulheres

Uma combinação que faz bem à imagem das mulheres

 

Uma combinação que faz muito bem à imagem dos homens

Uma combinação que faz muito bem à imagem dos homens

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, pelo site http://www.cbn.com.br, às quartas-feiras, às 11 horas. O programa é reproduzido no Jornal da CBN, aos sábados, a partir das 8h10 da manhã.