Excessos e faltas nas comunicações

 


Por Carlos Magno Gibrail

 

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“Não vá com tanta sede ao pote” ou “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”. Excelentes e oportunos alertas da cultura popular aos excessos. E se aplicam muito bem aos usos e abusos que estão impregnando as atuais comunicações. Pessoais e empresariais.

 

Diante de tantas facilidades de comunicação com o advento de meios eletrônicos, mais e mais alternativos e dinâmicos, estamos exagerando.

 

Como pessoas físicas, os recursos dos equipamentos móveis e seus aplicativos têm facilitado em muito o nosso dia a dia. Casa, filhos, trânsito, compras, diversões, etc. Ao mesmo tempo o conforto e o prazer dos modernos aplicativos têm sido interrompidos ou corrompidos pela mesma facilitação. O celular no clube, no carro, no restaurante, no cinema, no teatro, no aeroporto, no avião é, algumas vezes, cômodo e incômodo para nós e, sempre, desagradável para os vizinhos. E, definitivamente, para os acompanhantes. Cenas em restaurantes em que se veem todos conversando ao telefone estão se tornando comuns. Colocando os ausentes como presentes e os presentes como ausentes.

 

Entretanto, o fato é mais grave no âmbito empresarial. Além da dificuldade há muito existente quando se procura os serviços de atendimento ao cliente e se fala apenas com gravações, surge hoje uma tendência nos sites corporativos em omitir o telefone para contato. Se você quiser um contato comercial, é obrigado a seguir o canal único do e-mail. Falar com o gravador é para o SAC; sobre negócios, apenas o e-mail. Único. Para o bem dos burocratas e a infelicidade geral da nação que apanha em produtividade. Sem emoção.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Nancy Assad fala de liderança e comunicação estratégica

 

 

As empresas costumam ter técnicos especializados com alta competência para desenvolver seu trabalho, mas muitos desses gestores não têm a visão estratégica da empresa. O alerta é feito pela consultora Nancy Assad, especialista em comunicação e marketing, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ela sugere que os líderes das empresas, além do desenvolvimento técnico, conheçam o plano estratégico da organização, a política corporativa para que possa estar alinhado aos objetivos e necessidades da empresa que representa. Nancy Assad é autora do livro Liderança Eficaz – como vencer desafios utilizando comunicação estratégica, negociação e ética.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido ao vivo pela internet, no site http://www.cbn.com.br. Você participa com e-mails para mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Fernando Estanislau, Tritone, fala de comunicação interativa

 

 

Para se ter bons resultados na comunicação interativa tem de se pensar em entregar a mensagem de forma mais agradável, impactante e lúdica com vídeos que se transformem em entretenimento porque este modelo está cada vez mais no cotidiano das pessoas. A opinião é de Fernando Estanislau, CEO da Tritone, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Estanislau fala das melhores estratégias para as empresas conversarem com seus clientes através de tablets, celulares e demais equipamentos digitais.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Velhos modelos tiveram sucesso porque foram inovadores em seu tempo

 

 

A primeira entrevista de Satya Nadella como editor executivo da Microsoft me motivou a escrever texto na segunda-feira, que você pode ler baixando um pouco mais a página aqui do Blog ou acessando este link.Gostei tanto do assunto que resolvi voltar ao tema nessa terça-feira sem a preocupação de estar enchendo o saco do caro e raro leitor, mesmo porque você sabe que, diante deste texto, tem total liberdade para desconsiderá-lo, ler os artigos dos colaboradores que estão na coluna à direita ou, espero não ser esta a sua decisão, seguir em frente em busca de coisa melhor na internet. Satya alertou para a necessidade de as empresas reconhecerem a inovação e fomentarem o seu crescimento, sob o risco de ficarem estagnadas. E chamou atenção para armadilhas corporativas que tornam gestores e funcionários reféns dos métodos e soluções que deram certo no passado. Para ele, o segredo é saber como aproveitar toda a experiência e aplicá-la ao contexto atual.

 

Retorno ao tema porque percebo na área em que atuo, a comunicação, uma certa insistência em se querer aplicar as fórmulas do passado. No cotidiano das redações não faltam colegas para lembrar como se fazia antigamente e criticar as tentativas de inovação. Esse setor passa por uma revolução incrível a partir da difusão de tecnologias, e a variedade de fontes de informação e de meios para propagá-la. Há muito que o privilégio de desenvolver conteúdo jornalístico, por exemplo, não está mais nas mãos de alguns empresários e profissionais de imprensa. Acho graça quando recebo mensagens denunciando haver uma conspiração para impedir que determinados fatos sejam divulgados. Como se em um mundo no qual cada pessoa tem nas mãos um celular com câmera e acesso à um rede social fosse possível esconder notícia. É comum, também, ouvirmos críticas em relação à audiência que emissoras de televisão, especialmente, mas as de rádio, também, alcançam hoje em dia, bastante inferior aos índices de dez, quinze anos atrás. Como trabalhar com as mesmas métricas quando os canais pelas quais as pessoas se informam se multiplicaram e os próprios veículos tradicionais criaram novos meios para levar seu conteúdo ao público? Veja o caso do programa Mundo Corporativo que antes de ir ao ar, aos sábados, na rádio CBN, é apresentado, ao vivo, pela internet, e divulgado no canal da rádio no YOU TUBE e em podcast. Costumo brincar que é uma espécie de quatro em um. Há alguns anos, seria inimaginável as emissoras permitirem o acesso ao conteúdo antes que este fosse divulgado em sua fonte principal.

 

Gilberto Strunck, autor do livro Compras por impulso – Trade marketing, merchandising e o poder da comunicação e do design no varejo (Editora 2AB) escreve que “para se alcançar a audiência de 50 milhões de pessoas, foram necessários 38 anos pelo rádio, 13 pela TV, quatro pela internet e dois pelo Facebook. Ou seja, o tempo passa exponencialmente e as informações se multiplicam da mesma forma, a ponto de se calcular que, em 2010, se produziu um zettabyte de informações, mais do que tudo que foi produzido nos últimos cinco mil anos, calcula o publicitário. Para um estudante que entra em curso técnico de quatro anos, metade do que aprendeu no seu primeiro ano estará ultrapassada ao completar o terceiro ano. Ele terá de se atualizar dia a dia assim como nós profissionais que estamos nas mais diferentes áreas. Hoje, o desafio é conquistar a confiança e a atenção desse público que vive em ambiente poluído de informações e saber oferecê-las de forma organizada, sistemática e ágil. A experiência dos que construíram esta história até aqui foi fundamental mas reproduzir esses mesmos modelos é esquecer que eles só tiveram sucesso porque inovaram no seu tempo.

Mundo Corporativo entrevista Carlos Ewandro da Endesa Brasil

 

 

“A palavra comunicação é dita ‘como única ação’. Você quando separa isso, dá uma dimensão maior a questão da comunicação, porque se você não comunica e não se aproxima – e a comunicação é falar mas essencialmente escutar – alguém comunica por você. Se você não fala, o Sindicato vai falar, o corredor vai falar, a fofoca vai falar”. O alerta é de Carlos Ewandro, responsável pelo RH da Endesa Brasil, empresa do setor energético, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Evandro diz que a troca de informações entre os chefes e os colaboradores tem de ser valorizada, por isso “nós temos modelos robustos de comunicação na Endesa e para se ter ideia as salas dos executivos não tem porta”. O resultado desta troca de experiência foi o uso de câmeras que registram toda a movimentação das equipes que realizam serviços de implantação e reparo da rede elétrica, método que teria reduzido o número de acidentes de trabalho e aumentado a confiança dos consumidores.

 

Você pode assistir, ao vivo, o programa Mundo Corporativo, toda quarta-feira, 11 horas da manhã, pelo site da rádio CBN (www.cbn.com.br) e participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @miltonjung, usando a hashtag #MundoCorpCBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: gestão de crise e comunicação

 

 

No passado, os manuais de crise recomendavam que as empresas se pronunciasse até uma hora após o surgimento do problema. Hoje, têm 15 minutos para falar com o público. As estratégias para que as corporações não sejam surpreendidas diante deste novo cenário da comunicação fazem parte da entrevista com o jornalista João José Forni, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Forni é o autor do livro “Gestão de Crise e Comunicação – o que os gestores e profissionais de comunicação precisam saber para enfrentar crises corporativas”, publicado pela Editora Atlas.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, no site da rádio CBN. E você pode participar pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corporativo: comunicação sem medo de criar

 

 

“Nos últimos 10 anos, está cada vez mais claro que o sucesso está atrelado a inovação, as empresas que têm sucesso são aquelas que têm mais coragem de reinventar as coisas . Em contrapartida, você vê muitas empresas que têm medo de inovar porque o profissional que está à frente deste processo não quer se expor”. A afirmação é do presidente da agência de publicidade WMcCann Martin Montoya que, nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo da rádio CBN, alertou para os medos que têm levado empresas e profissionais a repetirem métodos tendo como único objetivo o resultado final. Montoya diz ainda que este fenômeno se torna ainda mais grave quando se trata da comunicação corporativa: “é impossível fazer algo bom em comunicação sem ousadia, comunicação tem de ser relevante ao consumidor”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: quem não comunica, não lidera

 

“O processo de liderança é pautado pela habilidade de comunicação de quem vai liderar. É preciso, sim, uma formação técnica e conhecimento para que a pessoa assuma papel de líder, mas sem a comunicação ela não é nada, não consegue influenciar, dirigir um trabalho e envolver grupos”. A opinião é do professor de comunicação e presidente do Instituto Passadore de Educação Corporativa, Reinaldo Passadori, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Métodos e estratégias a serem desenvolvido, além de armadilhas que surgem no caminho da mensagem, fazem parte desta entrevista, na qual Passadore apresenta algumas da histórias que estão no livro recém-lançado “Quem não comunica, não lidera” (Editora Atlas).

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação, ao vivo, dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábado, no Jornal da CBN.

De comunicação

 

Por Maria Lucia Solla

 

No transito

 

Olá,

 

sou encanada com buzina. Na rua de trás do apartamento onde eu morava até o mês passado tem um laboratório de análises clínicas daqueles ‘mega’, sabe? Gente que não acaba mais, chegando para ser virada do avesso de manhã à noite, de domingo a domingo. A entrada para pedestre, ave rara na região, fica numa rua originalmente secundária, e que hoje tem mais trânsito, proporcionalmente, do que a Giovanni Gronchi. Entrada e saída do estacionamento também são ali, no mesmo portão. Carros que entram e saem, muitas vezes em fila indiana. Tudo isso a uma quadra de um shopping center. Aí eu me pergunto, será que os administradores do ‘dito’ laboratório têm todos os carimbos necessários – batidos por funcionários de órgãos públicos responsáveis e irresponsáveis pela normatização, supervisão de estabelecimentos e por estudos do impacto ambiental de intenso deslocamento de veículos, entrando e saindo por uma porta só, numa rua só, de duas mãos – para manterem funcionando um negócio desse porte? Ufa! é de perder o fôlego.

 

Por tudo o que temos lido, ouvido e visto, nos últimos tempos, quase ninguém tem os carimbos em dia. Parece que aqui, nesta terra egóica por natureza ‘quase tudo’ é construído assim como um casebre em cima de um córrego, na calada da noite, coberto pela invisibilidade patrocinada pela conveniência de poucos. Mudam-se as regras, os conceitos e a casaca, conforme o tamanho e a força da bolada. Ora, mas não é este o país do futebol?

 

Na frente do laboratório vira e mexe tem buzinaço. Fui até a janela do quarto que dá para a rua de baixo, algumas vezes, para observar a situação. Dito e feito! O de sempre. Alguém quer estacionar no laboratório vindo na mão oposta, ou quer sair dele também na mão oposta, é claro. Na maioria das vezes os dois casos são sincrônicos. Você sabe do que eu estou falando. Andar mais um quarteirão e voltar na mão certa para, no mínimo, sair do congestionamento elegante e educadamente? Nem pensar. A situação é ir pela direita, numa rua de duas mãos e exigir que os carros que vêm no sentido contrário lhe dêm espaço para fazer uma conversão irresponsável. Pois é aí que o bate-boca esquenta, protagonizado por buzinas. Ricas e pobres, novas e velhas, afinadas e roucas, de todas as raças, e todas se desentendendo perfeitamente. No tempo das carroças o carreteiro parava e dizia, ‘dia! tira essa carroça daí, seu Zé!’, mas hoje se reza o terço de trás para frente: ‘tira essa €^*#} daí seu…’, e garanto que a expressão, hoje, está longe de terminar com ‘seu Zé’. A boca do homem da mulher e dos miúdos, hoje, são mais sujas do que o rabo do cavalo do seu Zé.

 

E o falatório continua, por todos os lados, por todas as ruas; todas gritando ao mesmo tempo, como nós. Todos interessados na própria voz, no próprio umbigo, desdenhando a expressão do outro. Somos a sociedade-do-eu-primeiro. ‘Sai da minha frente’. ‘Sabe com quem está falando?’ ‘Deixa de ser besta seu babaca.’ ‘Vai esperar eu passar, e estamos buzinados! Grrr*x##%@(&)

 

De vez em quando vem uma exclamação delicada de uma buzina mais educada que diz respeitosamente: ‘passa, passa, mas vê se se emenda!’ Agora raro mesmo, raridade de leilão, é ouvir simplesmente ‘passa’, dito por um simples aceno de mão e um sorriso do cidadão que está de bem com a vida, mesmo que doa.

 

Comunicar é expressar quem somos.

 

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Novo Secretário da Segurança já venceu primeira batalha, em SP

Texto publicado originalmente no Blog Adote São Paulo, da revista Época São Paulo

 

 

Na era da informação o que se diz tende a ter a mesma força do que se faz. Por isso, é pelas palavras que muitos somos julgados e precisamos ter muito cuidado ao usá-las. O peixe morre pela boca, era um dos ditados que ouvia de minha mãe quando era um guri, em Porto Alegre. O ex-secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto, peixe grande na estratégia do governo paulista para conter a violência e, diga-se, com resultados positivos na redução dos índices de homicídio, até bem pouco tempo, errou o tom de seu discurso em meio a crise provocada pela sangria que São Paulo vem enfrentando há mais de 30 dias. Transmitiu arrogância ao dizer, através da imprensa, que não precisava da ajuda da União para conter o crime organizado, em recado direcionado ao ministro da Justiça José Eduardo Martins Cardoso. Foi descredenciado pelo governador Geraldo Alckmin que, no dia seguinte, abriu as portas do Palácio dos Bandeirantes para discutir ações conjuntas com o Governo Federal. Ferreira Pinto sentou-se à mesa, mas, aparentemente, já havia perdido a batalha da comunicação.

 

O próprio governador, após o episódio de seu secretário, também tropeçou na fala e ensaiou discurso moralista ao denunciar uma campanha contra a imagem de São Paulo. Subestimou os fatos reais relatados pela mídia e o desespero de moradores e comerciantes da periferia que se escondiam em casa ou fechavam as portas com medo dos ataques. O exercício de distorção da realidade, comum entre autoridades políticas brasileiras, não resistiu aos 959 assassinatos intencionais registrados entre janeiro e setembro deste ano, e ao crescimento de 92% nos crimes cometidos em outubro de 2012 na comparação com outubro de 2011. Percebendo o erro, Alckmin recuo, disse que o momento era crítico e trocou o comando da Segurança Pública.

 

Desde que teve seu nome anunciado para o cargo, Fernando Grella, ex-procurador-geral de Justiça, acertou o tom do discurso. Deve ter identificado que há na polícia um grupo atuando de forma ilegal, matando a esmo para vingar a morte de colegas, e na posse prometeu unir direitos humanos e ação preventiva:

É preciso encerrar a noção equivocada de que o combate firme ao crime e os direitos humanos são excludentes. Não se pode tolerar a omissão do Estado. Não se pode aceitar a violação dos direitos fundamentais do cidadão”.

 

Grella não esqueceu de levantar a moral da tropa ao dizer que apoia o plano de carreira dos policias e pretende atuar no sentido de integrar os trabalhos da Polícia Militar e da Polícia Civil. Destacou a importância do serviço de inteligência e a necessidade de se combater o crime organizado com planejamento. O novo secretário deu sinais de que no uso das palavras tem mais habilidade que seu antecessor. Precisará, agora, de ações rápidas e efetivas para provar sua capacidade no comando de área tão sensível à sociedade paulistana.

 

Na comunicação, palavras e atitudes precisam ser coerentes para convencer o interlocutor – neste caso, o cidadão.