O cidadão fez política em um dia especial na Câmara

 

Câmara Corrupção

 

Acostumado às galerias vazias, comissões esvaziadas e audiências públicas sem muito “Ibope” (desculpa, aí, não é provocação), a Câmara Municipal de São Paulo viveu um sábado especial com dois eventos populares em suas dependências. A Consocial Livre, que colheu propostas para o evento nacional de onde se pretende ter um país mais transparente e com atuação mais firme da sociedade, e o II Congresso de Combate a Corrupção, organizado pelo #NasRuas, o mesmo grupo de cidadãos que mobilizou, pelas redes sociais, manifestações pelo Brasil inteiro. Neste último, para o qual fui convidado e participei, o encontro foi no mesmo plenário em que vereadores se reúnem todas as semanas para discutir e votar projetos de lei. Em lugar de parlamentares, cidadãos estavam sentados nas confortáveis poltronas que não foram suficientes para receber todos os participantes do evento – muitos se ajeitaram em cadeiras que estavam mais ao fundo. E, lógico, por lá estiveram, também, os fieis voluntários da rede Adote um Vereador, Alecir Macedo e Cláudio Vieira. Na mesa onde os trabalhos são coordenados, estiveram juristas, advogados, cientistas políticos, procuradores, jornalistas, entre outros tantos convidados que debateram ações para tornar a política mais próxima dos anseios da sociedade. Ali se falou em impunidade, imunidade, foro privilegiado, cidadania, ética, educação política e da necessidade de se criar uma Lei Nacional de Corrupção.

 

Fiquei bastante impressionado com a organização e mobilização do grupo que está a frente do #NasRuas. Levar aquela quantidade de pessoas para dentro do plenário demonstra que é possível fazermos uma discussão séria sobre o que se pretende do País. Algumas ideias surgiram e outras foram deixadas de lado com base nos argumentos apresentados pelo elenco de especialistas. É muito cedo para sabermos quanto se avançará ainda neste processo, porém a população dentro do plenário foi de um significado e tanto para mim que – e você, meu caro e raro leitor, é testemunha disso – sempre defendeu a ideia de que cabe a nós, cidadãos, fiscalizar, monitorar e acompanhar cada passo dos políticos que elegemos para construir a política que queremos.

Participe da II Conferência de Combate à Corrupção, em SP

 

O movimento #NasRuas, que mobilizou cidadãos contra a corrupção no ano passado, realiza a segunda conferência sobre o tema, nesse sábado, na sede da Câmara Municipal de São Paulo, Plenário 1º de Maio, a partir das 9 horas da manhã, com a presença de juristas, representantes do Ministério Público, cientistas políticos e sociais. Os debates ocorrerão durante todo o dia em diferentes mesas de discussão com participação direta de cidadãos. Estou entre os convidados e participarei da rodada sobre “Foro Privilegiado e Imunidade Parlamentar”, quando terei oportunidade de fazer perguntas para Marcelo Nerling, Thais Cavalcanti, Joel Formiga e Janice Ascari, a partir do meio-dia. Veja a programação e se organize para participar deste sábado cidadão, na Câmara, quando também estará sendo realizada mais uma edição da Consocial – Conferência Livre Sobre Transparência e Controle Social.

Hoje tem Congresso de Combate à Corrupção, na Paulista

 

(trecho de post publicado no Blog Adote São Paulo, da revista Época SP)

Com mais de 50 mil apoiadores em todo o País, o Movimento DasRuas, que nasceu nas redes sociais, pretende ir além das palavras de ordem e aprofundar o debate sobre a reforma política e a criação de mecanismos que acabem com a impunidade. Foram convidados cientistas políticos, professores e advogados para debaterem diretamente com o cidadão estes temas, no 1º Congresso Nacional Contra Corrupção, que se realizará no Auditório Assis Chateaubriand, que fica no número 2.200 da Paulista.

Estão confirmadas as presenças do sociólogo Alberto Carlos Almeida, o cientista político José Álvaro Moisés, o cientista social Humberto Dantas e os advogados Jean Menezes de Aguiar, Dircêo Torrecillas Ramos e Thaís Novaes Cavalcante, todos estudiosos e conhecedores das artimanhas da política brasileira e com ideias claras sobre os caminhos para se mudar esta realidade no Brasil. No auditório terão a oportunidade de ouvir as sugestões do cidadão comum que acredita que a participação da sociedade pode transformar o País.

Vários outros grupos que se organizaram ao longo do tempo com o objetivo de melhorar a política praticada no Brasil estarão participando, também, da iniciativa. De acordo com uma das fundadoras do NasRuas Carla Zambelli durante o encontro será realizada vídeoconferência com o Movimento Mudanças Já e a transmissão, ao vivo, do Desfile dos Corruptos. Estarão no Congresso, ainda, gente ligada a Amarribo, Movimento 31 de Julho, Maçons Contra a Corrupção, projeto do Ministério Público “O que você tem a ver com a corrupção?”, “Todos Contra Corrupção” e “Queremos Ética”.

É feriado, tem marcha contra à corrupção

 

Feriado nacional é dia para protestar. Tem sido assim desde o Sete de Setembro quando assistimos à primeira manifestação contra a corrupção organizada pelas redes sociais. E assim será ao comemoramos a Proclamação da República, nesta terça-feira. A convocação ocorre em ao menos 35 cidades de 15 estados, sendo que em São Paulo o encontro se dará no vão livre do Masp, na avenida Paulista, às 14h. Um dos grupos que chamam os paulistas para o protesto sugere o uso da cor preta e faixas com as seguintes palavras de ordem:

Ficha limpa, Já !

Abaixo a Impunidade

No Congresso, só voto aberto

Não ao foro privilegiado

CNJ sem amarras

Por falar em política e a reforma necessária, soube pelo Thiago Ermano, do Movimento #Euvotodistrital que o relatório do deputado Henrique Fontana (PT-RS), da Comissão da Reforma Política, que deveria ser votado semana passada seguirá aguardando decisão dos parlamentares. Há previsão de voto para logo após o feriado, no dia 16, o que duvido muito pois a maioria dos deputados vai permanecer em suas cidades em lugar de debater os assuntos, em Brasília.

Não se vota a reforma política nem os projetos de combate à corrupção, no Congresso Nacional. Parece que vão esperar as manifestações engrossarem nas ruas brasileiras para, então, reagirem.

Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência

 

Por Milton Ferretti jung

A ocasião – reza um ditado popular – faz o ladrão. O antigo adágio (qual não é?) vale apenas, porém, para algumas espécies de furto ou roubo. Alguém, por exemplo, quem sabe até sem más intenções, entra numa loja dessas mais modestas, sem alarme na saída, do tipo que dispara em contato com a etiqueta dos produtos ofertados e, imaginando que não será flagrado, dá de mão numa camiseta de pouco valor, esconde-a e escapa incólume. Há, entretanto, maneiras bem mais sofisticadas de furtar ou roubar. Não sei se as pessoas que, seja aproveitando a ocasião, seja por outros motivos bem mais condenáveis, apropriam-se de dinheiro público, o fazem por pura ganância. Refiro-me, especialmente, às que recebem bons e até excepcionais salários e que não necessitariam praticar ilícitos penais. Estão bem acima da carne seca dos menos favorecidos, mas são incapazes de resistir à tentação de aumentar os seus proventos ou até mesmo as suas fortunas. E não se envergonham! Quando, por má sorte ou pouca perícia, são levantadas suspeitas sobre a origem do dinheiro do qual se apropriaram indebitamente – e isso acaba acontecendo mais cedo ou mais tarde – não se pejam de jurar inocência. Fariam isso sobre uma Bíblia, caso o costume ainda estivesse na moda.

A corrupção nunca saiu da moda. Ao estudar latim no curso clássico do Colégio Nossa Senhora do Rosário, em Porto alegre, cheguei a decorar discurso de Cícero contra Catilina, um corrupto, que foi seu contemporâneo. A Catilinária, como ficou conhecida a empolgante fala de Cícero, advogado, orador e escritor romano, pronunciada no ano 43 a.C., nunca vou esquecer, começava assim: “O tempora, O mores” (Oh, tempos, Oh,costumes). Mais adiante, o famoso tribuno disse: “Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência”. A primeira frase e esta que recordei, caberiam, sem tirar nem pôr,nos nossos dias. Pior que isso: no que acontece no Brasil de hoje. Sem dúvida, corrupção, roubalheira e outras patifarias semelhantes são males que acompanharão as gerações que nos sucederão. Até o fim do mundo os malditos vão prosseguir abusando da paciência das pessoas sérias. Só espero que essas não se transformem em minoria.


Milton Ferretti jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele).

Pot-pourri da corrupção

 

Por Carlos Magno Gibrail

Na canção, é comum ordenar músicas com afinidades, para tributos a estilos, compositores ou épocas. Por que não na corrupção? Para cumprimentar autores de textos atuais sobre a corrupção, destacamos:

O que retém a voz da rua” – Notas & Informações Estadão. As manifestações de rua não refletem o desconhecimento da população, mas a melhora sem precedentes no padrão de vida, que não as anestesia, apenas não as incentiva.

“Faz diferença” – Editoriais Folha. Sem novas mobilizações populares, dificilmente medidas para coibir a corrupção encontrarão meios de implantação. Entretanto, a faxina de Dilma se conclusa, o voto aberto no Congresso, a Ficha Limpa e a diminuição dos 25mil cargos nomeados, poderão contribuir no movimento contra a corrupção.

“Abaixo a corrupção” – Eliane Catanhêde. A onda contra a corrupção está crescendo. A Ficha Limpa e sua ampliação ao Executivo e Judiciário, o fim do voto secreto no Congresso, a abrangência do CNJ, começam a tomar corpo.

“Um campo e um tiro” – Carlos Heitor Cony. Nesta batalha contra a corrupção não há rosto, ou tem tantos que dificulta a identificação. Jacó corrompeu Esaú, Judas vendeu o seu mestre, Collor ganhou um Elba. Rostos em todos os casos. Até num caso às avessas. Getúlio quando soube que um de seus filhos comprara um campo no Rio Grande do Sul com Gregório, seu guarda-costas corrupto e mandante de assassinato, perguntou-lhe se era verdade. Ao ter a confirmação, deu um tiro no peito.

“A ‘primavera’ brasileira não chega” – Fernando Rodrigues. O copo meio cheio ou meio vazio é propício à análise das recentes manifestações públicas contra a corrupção. Seu raquitismo não desmerece o movimento. A realidade é que ainda não temos um caldo de cultura já pronto e desaguando em grandes protestos contra a roubalheira do dinheiro público.

“A corrupção é hoje fato normal no Brasil” – CBN Arnaldo Jabor. A dificuldade é que tudo está corrompido. Os comentaristas se esgoelam em vão, e os canalhas não tiram as mãos das cumbucas. Será que um dia teremos uma “primavera” brasileira?

“Presidente: sonhar e não ceder” – Miguel Srougi. Presidente, a senhora adotou algumas medidas corretivas diante da corrupção, tragédia que nos assola, mas isso foi só um começo, talvez pouco. Como médico luto contra o câncer de próstata que ameaça 140 mil homens, mas escrevo para falar de outra doença que ameaça toda a sociedade brasileira.

E, assim por diante. Não há espaço para todas as manifestações. Felizmente.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

A foto deste post é do álbum digital de Saulo Cruz, no Flickr

Acompanhe o calendário de protestos contra a corrupção

 

Feriado tem se transformado em dia de manifestação de rua. Foi assim no Sete de Setembro e vai se repetir amanhã, feriado de Nossa Senhora Aparecida. Sob as bençãos da Padroeira do Brasil e da indignação dos brasileiros, diferentes grupos prometem se reunir em várias cidades brasileiras para protestar contra a corrupção, segundo informação encontrada em páginas do Facebook. Dois temas mais serão levados ao encontro: a manutenção da Lei do Ficha Limpa e o fim do voto secreto no Congresso Nacional. Reportagem da Folha, na segunda, apontou menor adesão ao movimento nas redes sociais, o que seria o esboço de que o protesto será menos intenso a medida que apenas pequena parcela dos apoiadores virtuais aparecem nas ruas. De qualquer forma, será preciso esperar até amanhã para realmente identificar o tamanho do protesto e quanto este pode ser significativo para sensibilizar o poder público.

Conversei com algumas pessoas dispostas a engrossar a manifestação em São Paulo. Há gente disposta a defender o voto distrital, há quem prefira o proporcional e, ainda, os que apostam em novos formatos. Tem, também, aqueles que querem mais dinheiro para educação. Porém, alguns desses reclamam de que há restrições para as palavras de ordem. Sei que o cuidado dos organizadores é não contaminar as manifestações com a presença de partidos políticos nem dar espaço apenas para reivindicações individuais. Deve-se, contudo, ter atenção para não se afastar grupos organizados em torno de ideais políticos que possam suscitar um bom debate.

Seja como for, a política segue mobilizando as pessoas nas redes sociais , de acordo com informação que encontrei. A seguir, reproduzo texto que está na página do Movimento Nas Ruas, no Facebook.

Veja onde será o protesto na sua cidade, organize-se e participe:

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Corrupção: até quando?

 

Por Carlos Magno Gibrail

Protesto contra a corrupção

Há uma semana, dia da Independência, havia a expectativa sobre o impacto das manifestações contra a corrupção, deflagradas a partir da imagem de Jaqueline Roriz recebendo propina. Quem esperava a repetição de 1984 na Campanha das Diretas ou de 1992 na caçada ao Caçador de Marajás, terá que aguardar. Talvez breve, em 12 de outubro.

Até lá, é bom lembrar que munição para esta guerra contra a corrupção não falta. Aumento de salários públicos de forma corporativista, desvios anuais de 49 a 69 bilhões de reais, aumentos projetados de estados federativos para gerar mais cargos e gerir mais e más influências, aumentos de vagas de vereadores, representação desfigurada no Congresso Nacional, não limitação do número de representantes, 25.000 cargos nomeados, nomeações baseadas em troca de favores políticos e não por competência, financiamento das eleições sem origem e destino configurados, destinações de verbas em troca de poder eleitoral, incontestáveis objetivos pessoais de homens públicos em detrimento do bem público, falta de compostura a ponto de registrar promessas em cartório e descumpri-las, ou de negar obviedades como no caso de Jaqueline absolvendo-a pelo fato do crime anteceder a função, como se isso não fosse agravante, etc. etc.

Para os políticos é hora de repensar. A começar pela Presidenta, cuja faxina ao mesmo tempo em que atraiu extenso apoio geral da população, também recebeu a ira dos tais políticos indesejáveis. A ponto de frear o ímpeto inicial, que não pode arrefecer.

Para os contribuintes, é hora de participar. Nem que seja virtualmente.

Para a mídia, é bom que assuma também um papel maior, assim como fez nos grandes eventos do passado. É hora de sair das páginas internas e ir para as capas.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.


A foto deste post é do álbum digital de André Pereira Homer, no Flickr

Sete de setembro: Dia do Grito contra a corrupção

 

Carlos Magno Gibrail

Jaqueline Roriz conseguiu que a maioria de seus colegas, ou comparsas, deputados eleitos pelo povo brasileiro, acobertados pelo voto secreto, votassem pela não cassação de seu mandato.

Diante da série intensa de casos de corrupção, eis que as excelências de Brasília inovam ao desconsiderar o velho ditado de que uma imagem vale mais do que muitas palavras. E, foram adiante, alegaram que a cena do crime mostrada pela câmera que registrou o fato – a cidadã Roriz recebendo dinheiro – era anterior ao seu mandato.

É argumento ao revés, pois um fato anterior de tal gravidade deveria reforçar o engodo que foi levado aos 100mil cidadãos que votaram nesta senhora. Certamente currículo deste nível para os eleitores seria considerado suficiente para não elegê-la.

Esta corrupção endêmica, não é especialidade nacional. Pelo menos ainda não tivemos político imitando Berlusconi, que chamou a Itália de país de m—-, como se a nação fosse como alguns deles. Mas, isto não é consolo, e muito menos motivo para não reagirmos.

A senhora Roriz deverá contribuir para mudanças éticas e práticas.

“João Ubaldo Ribeiro no Estadão sugere uma “Reforma na corrupção”, estabelecendo um Fundo Nacional de Governabilidade Sustentável”, para substituir o mensalão e as trocas-trocas, chamadas de sistemas de barganhas e concessões. Fina ironia, para sistematizar o crime, já explícito.

Tutty Vasques não se conforma com o sorriso da “loira da farra do dinheiro”, pois acha que é indefinível por que alguns meliantes cobrem o rosto diante das câmeras e alguns o mostram.

Para quem estiver disposto a se manifestar contra políticos e afins, hoje, Sete de Setembro, Dia do Grito, haverá manifestações públicas. Já no domingo, a jornalista Isadora Perón informou que pela convocação só do Facebook mais de 75 mil internautas tinham confirmado presença.

Currículos e imagens podem ser ignorados pela maioria dos deputados, mas certamente eles não serão ignorados pela maioria dos brasileiros.

(Veja aqui onde serão realizadas manifestações de combate à corrupção)

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve, às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Combate à corrupção: calendário de manifestações

 

Está indignado com a corrupção. Ficou incomodado com a absolvição da Jaqueline Roriz. Acha que tá na hora de dizer o que você pensa. Não aguenta mais ver Desfile Militar no Sete de Setembro. Ou está sem programa para este feriado. Seja qual for o motivo, participe das manifestações nesta quarta-feira pelo Brasil. Para ver onde e a que horas será a concentração onde você mora ou debater o tema nas redes sociais, clique no nome do seu Estado e cidade:

ACRE – RIO BRANCO
Coreto da Praça da Revolução (Plácido de Castro) – Centro
15h00


ALAGOAS – MACEIÓ

Praça Multieventos da Pajuçara
13h00

BAHIA – SALVADOR
Em frente a Câmara de Veradores
13h00

BAHIA – ILHÉUS
Catedral de São Sebastião
13h00


DISTRITO FEDERAL

Ao lado do Museu Nacional
10h00

ESPÍRITO SANTO – VITÓRIA
Avenida Getúlio Vargas
13h00

GOIÁS – GOIÂNIA
Praça do Trabalhador até a Praça Cívica
13h00


MARANHÃO – SÃO LUIS

Praça Deodoro em frente à biblioteca Benedito Leite
13h00


MATO GROSSO – CUIABÁ

Praça das Bandeiras
13h00


MATO GROSSO DO SUL – CAMPO GRANDE

Praça Ari Coelho
13h00

MINAS GERAIS – BELO HORIZONTEL
Praça da Liberdade Hotel
12h00


MINAS GERAIS – ALFENAS

Saída do Centro Vivencial (Antiga Rodoviária)
9h00

MINAS GERAIS – UBERABA
Calçadão da rua Artur Machado
10h00


MINAS GERAIS – UBERLÂNDIA

Praça Tubal Vilela
8H00

MINAS GERAIS – ITAJUBA
Em frente a Câmara Municipal – Praça da Amélia Braga, 45
9H00

PARÁ – BELÉM
Avenida Presidente Vargas, próximo da Estação das Docas
9h00

PARANÁ – CURITIBA
Praça Santos Andrade
13h00

PARANÁ – LONDRINA
Avenida Leste Oeste próximo ao Terminal (local do desfile)
8h00

PARANÁ – CASCAVEL
Calçadão em frente a Matriz
13h00

PERNAMBUCO – RECIFE
Praça Oswaldo Cruz
9h00
Marco Zero (praça Rio Branco)
13h00

RIO DE JANEIRO – CAPITAL
Câmara dos Vereadores
9h00
Tribunal de Justiça dop Estado do Rio de Janeiro
11h00
Câmara dos Vereadores
14h00

RIO DE JANEIRO – PETRÓPOLIS
Praça Rui Barbosa
13h00

RIO GRANDE DO SUL – PORTO ALEGRE
Monumento Açorianos
9h00

RIO GRANDE DO SUL – CARAZINHO
Praça Abilio Hillebrand
15h00


SANTA CATARINA – FLORIANÓPOLIS

Trapiche Beira Mar
14h00


SANTA CATARINA – JARAGUÁ DO SUL

Praça Angelo Piazera
13h00


SANTA CATARINA – JOIVILLE

Em frente ao Shopping Muller
13h00

SANTA CATARINA – BALNEÁRIO CAMBURIU
Praça Tamandaré
13h00

SÃO PAULO – CAPITAL
MASP
9H00
14H00

SÃO PAULO – SANTOS
AVvenida Vicente de Carvalho
13h00
SÃO PAULO – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Parque Vicentina Aranha
9h00

SÃO PAULO – MAIRIPORÃ
Praça da Antiga Rodoviária
13h00

SÃO PAULO – CAMPINAS
Centro de Convivência
15h00

SÃO PAULO – SÃO CARLOS
Praça Coronel Salles
13h00

SÃO PAULO – SANTO ANDRÉ
Praça IV Centenário

SÃO PAULO – ITU
Praça Souza

SÃO PAULO – BAURU
Vitória-Régia

SÃO PAULO – RIBEIRÃO PRETO
Praça XV
9h00


Leia mais sobre as maifestações no post “Sociedade no combate à corrupção”