Casa Cor 2017 aposta no essencial e no crescimento

 

Por Carlos Magno Gibrail 

 

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Com 31 anos, a “Casa Cor 2017”, o maior evento de decoração da América, reflete a maturidade e confiança da própria idade. Crescimento e “Foco no Essencial”, que é o tema desta edição, podem ser sentidos na visitação da mostra instalada no Jockey paulistano.

 

A área de 10 mil metros quadrados passou para 15 mil; os 45 dias foram estendidos para 60 dias de visitação; e o público deverá ser aumentado para 110 mil visitantes.

 

Para sustentar esta contra-mão da atualidade econômica nacional, a Mostra, além dos 70 módulos de exposição de arquitetos e decoradores consagrados, traz novidades para preencher os espaços e os dias aumentados.

 

A tradicional escola italiana, o IED Istituto Europeo di Design oferecerá cursos de design com enfoque na universalidade e acessibilidade.

 

A “Casa do Chef” por Duratex patrocinará aulas com chefs renomados, jantares exclusivos e degustações.

 

MARTON

 

A “Loja Casa Cor” por “Armazém do Marton”, instalada como última etapa da visita, como se fora uma loja de museu, abriga surpresas em produtos pela variação e pelo design das peças expostas. São centenas de artigos com assinatura de designers.

 

Sergio Rodrigues, Jean Gillon e Joaquim Tenreiro, imortais, bem como Heloisa Galvão e Ruy Otake, fazem presença marcante ao lado de empresas como Seletti, De Longhi, Kenwood e St. James. Todos com produtos que se destinam ao uso pessoal ou à casa.

 

E o mais interessante, além do catálogo, que a maioria dos visitantes compra, haverá a possibilidade de sair com uma peça de design na medida do bolso de cada um. Os preços variam de R$ 29  a R$ 29 mil.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

 

Minimalismo de boteco

 


Por Carlos Magno Gibrail

 

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Dias atrás, deparo-me na Veja SP com reportagem sobre botecos onde a palavra minimalismo é usada indevidamente. “O conceito é minimalista, poucos metros quadrados e pequena quantidade de mesas”. É a frase que inicia o artigo “Boteco para os íntimos”.

 

Na verdade o texto não tem nenhuma intimidade com o minimalismo. Como sabemos, minimalismo é o significado de um movimento ocorrido nas artes, na decoração, na moda e, no estilo de vida, na busca do requinte, em que o menos é o mais. No sentido de qualidade e singularidade. Nada a ver com tamanho.

 

O maltrato a uma expressão tão cara a quem milita em área em que a palavra minimalismo é técnica, gerou de minha parte um e-mail ao editor da Veja, e uma ratificação do valor do tecnicismo vocabular. Tão criticado por muitos.

 

É fato que em algumas áreas como a Medicina e a Economia realmente há exageros, gerando os pejorativos medicinês e economês. Entretanto, por mais que se critique a comunicação técnica, não há como fugir em determinadas ocasiões de palavras que representam significados específicos.

 

Culposo e doloso, por exemplo, são termos jurídicos que podem confundir, mas não podem ser evitados. Culposo, como se sabe significa a culpa sem intenção, enquanto doloso representa a culpa intencional. Na Administração, organograma que é a representação gráfica da estrutura hierárquica, e o fluxograma o desenho dos processos, são muitas vezes confundidos ou trocados.

 

O caminho para evitar dissonâncias é a naturalidade. Aos técnicos deve caber o uso sem abuso dos termos restritos ao entendimento de leigos. Aos leigos recomenda-se não entrar em área desconhecida, mesmo que aparentemente palavras como minimalismo possa indicar tamanho reduzido.

 

O melhor mesmo é ser minimalista, comunicando-se através de palavras comuns, sem excessos, articuladas com simplicidade e objetividade.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Guia pra não perder o namorado na Copa

 

Por Dora Estevam

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Verde ou amarelo?
Bandana ou chapéu; corneta ou apito; shorts ou camiseta;
Bandeira grande na janela ou bandeirinha no vidro do carro;

Já escolheu o seu adereço para celebrar ou torcer pelo Brasil na Copa da África do Sul ?

Devo lembrar que neste mesmo mês de muitos jogos, no dia 12 de junho comemora-se o Dia dos Namorados brasileiro. Será um páreo duro. Saem o vermelho e rosa, entram o verde e amarelo.

Você vai dizer: coisa de mulher pensar em romantismo essa hora. Mas não é mesmo ! Mulheres adoram o Dia dos Namorados e homens amam os jogos que, por coincidência, serão pela Copa do Mundo.

O que fazer? Se você não pode com o inimigo, junte-se a ele.

Hoje no mercado é fácil encontrar tudo na temática da Copa.

Tem lingerie, sapatilhas, lindas camisetas bordadas com muito brilho, brincos… Compre uma bandeira daquela bem grande e use a sua imaginação, só não vale ficar aborrecida. Você pode fazer uma produção bem especial sem sair do ‘climão’ da Copa.

Para abastecer a casa: copos, saco de pipoca, brinquedos, tem muita bugiganga por ai. Encha a casa delas e todos ficarão contentes. Não fique isolada nesta jogada, faça tudo para agradar, entre no clima e se divirta.

Convide casais para assistir aos jogos, divida as funções com os maridos, vai ficar bem bacana.

E se os seus filhos são daqueles que pintam a rua de verde amarelo para torcer não seja chata, saia de uma olhada, converse um pouco e, se der vontade, caia no pagode.

Uma outra dica também é decorar o nome dos jogadores da seleção escolhidos por Dunga (ele é técnico da seleção brasileira, isso você sabe, né ?). Se não consegue, imprima e cole na geladeira, não vai fazer feio dizendo que não sabe nome de jogador, isso é coisa do passado, lembre-se você é uma pessoa antenada.

Confira a lista de Dunga:
• Goleiros: Júlio César, Gomes e Doni
• Laterais: Maicon, Daniel Alves, Gilberto e Michel Bastos
• Zagueiros: Juan, Lúcio, Luisão, Thiago Silva
• Meias: Gilberto Silva, Felipe Melo, Josué, Kleberson, Elano, Ramires, Kaká e Júlio Baptista
• Ataque: Luis Fabiano, Nilmar, Robinho e Grafite

E por favor, só use a vuvuzela em casos extremamente conflitantes. Faça tudo com muita alegria e moderação. Afinal, futebol é a grande paixão do brasileiro.

Dora Estevam é jornalista, torce para a seleção brasileira e escreve no Blog do Mílton Jung

Veja outras imagens da galeria de Emarquetti no Flickr

São Paulo na Copa

 

Sucata em ritmo de Copa

Soube de gente atrapalhada com a decoração para a Copa do Mundo com medo da lei Cidade Limpa (deu no Estadão de domingo). Mesmo assim, repórteres e ouvintes-internautas da CBN tem registrado algumas expressões alusivas a seleção brasileira, como é o caso desta imagem feita no Atelier da Alegria, mantido pelo funileiro aposentado Paulo Marino Egílio, de 74 anos. Com material de sucata e outras coisas mais, seu Marino cria os mais curiosos objetos e sempre está disposto a receber visitas na Rua Norma Pieruccini Giannoti, 557, no bairro da Barra Funda. Chamou atenção do ouvinte-internauta Fábio Porlan que fotografou e nos enviou para publicarmos aqui no Blog.