“Pela primeira vez que ouvi falar em Armando Nogueira foi na época em que dirigiu o Jornal Nacional,da Globo. Depois,comecei a ler os seus maravilhosos textos que,de tâo bonitos,conseguiam dar ao futebol uma beleza que nem sempre ele tinha. Os jovens que não chegaram a conhecer o Armando Nogueira que,além de entender do riscado,escrevia sobre o esporte, que é a paixão dos brasileiros,transformando-o,muitas vez,em poesia pura,talvez não saibam o que perderam. Nós,que de alguma forma o conhecemos,sabemos que sua morte nos priva do autor dos melhores textos que eu li sobre futebol”
Milton Ferretti Jung, jornalista, 75 anos de vida, 54 de rádio, meu pai
A lei do barulho foi suspensa pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, após o pedido feito pela prefeitura de São Paulo que entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin). Com isso, até segunda ordem a denúncia anônima contra os barulhentos que ocupam a cidade continua valendo. (ouça a reportagem)
Acompanhe outras notícias que foram destaque no CBN São Paulo desta sexta-feira:
Sem telefone e sem luz – Moradores de São Paulo ainda reclamam da falta de energia elétrica que ocorre desde o temporal de ontem à tarde. E cerca de 1.700 telefones ainda estão sem linha desde o acidente em uma obra do Metrô. A Telefônica informa que as pessoas prejudicadas serão ressarcidas. O advogado do IDEC Guilherme Varella explica como os consumidores podem cobrar seus direitos.
O quarto dia do julgamento do caso Isabela é marcado pelo depoimento do pai e da madrastra da menina. Os repórteres da CBN atualizam as informações na programação, no site e no Twitter. No CBN SP, juiz eleitoral esclareceu a decisão do TRE sobre o primeiro recurso de um dos 23 vereadores cassados em primeira instância (leia mais no post acima) e o secretário Estadual de Educação Paulo Renato Souza respondeu às críticas em relação ao processo de avaliação do magistério. Além disso, lembramos o aniversário da 25 de Março (foto de Cátia Toffoletto)
Greve dos professores – O sistema de avaliação do magistério leva em consideração a assiduidade, tempo de permanência na mesma escola e resultado em exame promovido pelo Estado. O secretário de Educação Paulo Renato Souza disse, ainda, que com este método o professor não é prejudicado pela diferença de estrutura oferecida em cada escola ou cidade. Depois de ouvir a entrevista com Paulo Renato aqui aproveite e acompanhe a conversa que tivemos com dois professores da área de educação sobre o mesmo tema que também está na página da CBN.
Época SP na CBN – Três bons programas vão deixar muito paulistano em dúvida na hora de escolher qual show assistir: Frank Jorge, Banzé e Thiago Pethit, nas dicas do Rodrigo Pereira
O lixo volta a ficar acumulado, o primeiro dos 23 vereadores cassados em primeira instância é absolvido e a greve dos professores estaduais estiveram entre os destaques do CBN SP, nesta quarta-feira. No e-mail dos ouvintes-internautas os assuntos foram muito variados, mas um me chamou atenção em especial: Eduardo Mucillo escreveu “Ouvindo as notícias do lixo e a previsão do tempo … Difícil não ter enchentes hj, então, né ?”
Tem razão, o Eduardo. Nada ocorre isoladamente – ou quase nada -, por isso a cidade precisa discutir com profundidade soluções criativas que mexam na infraestrutra urbana. Razão pela qual chama atenção a falta de interesse de alguns vereadores com a CPI das Enchentes que apenas hoje conseguiu quórum para se iniciar.
Adote um Vereador – A lei eleitoral brasileira é das mais complicadas do mundo, foi uma das afirmações do advogado Antônio Augusto Maya dos Santos, nosso colega no Blog, ao comentar a absolvição do vereador Carlos Apolinário (DEM) no Tribiunal Regional Eleitoral. Ele havia sido cassado em primeira instância por receber doação ilegal durante a campanha de 2008. Antônio Augusto analisa a decisão do TRE-SP e o reflexo da medida para os demais denunciados.
Greve dos professores – O sistema de avaliação dos professores do Estado deveria levar em consideração as condições de trabalho e a estrutura da escola, segundo os convidados a participar do debate sobre a greve no magistério, em São Paulo. Cesar Minto, professor na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), e Neide Barbosa Saisi, professora de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) conversaram sobre um dos temas criticados pelos sindicatos que organizam a paralisação que está em sua terceira semana. Ouça o debate aqui.
Esquina do Esporte – Palmeiras, São Paulo e Corinthians jogam pelo campeonato paulista nesta quarta-feira. Deva Pascovicci e Marcelo Gomes falam sobre as chances de cada um dos times nesta rodada.
Época SP na CBN – O guitarrista de Nando Reis apresenta projeto paralelo no Studio SP que tem “rodada dupla” nesta noite. E os ingressos para show de Nelly Furtado estão à venda no Via Funchal. Acompanhe as sugestões do Rodrigo Pereira.
Nascido na Liberdade e crescido em um dos mais tradicionais bairros da cidade, o presidente da Associação Comercial de São Paulo Alencar Burti reconhece a importância de sua avó e dos amigos na sua formação. No depoimento que gravou no estúdio montado pelo Museu da Pessoa, no Pátio do Colégio, durante o CBN SP em comemoração aos 456 anos de São Paulo, ele voltou aos tempos de menino que acompanhava as dicussões esportivas dentro um clube de futebol fundado na parte mais baixa da casa de vovó Rosália, no bairro do Bixiga:
Grave seu depoimento e participe do Conte Sua História de São Paulo. Para agendar sua entrevistan, ligue para o número 011 2144-7150, ou entre no site do Museu da Pessoa.
Sim, é negócio dos mais interessantes e interessados com múltiplos interesses.
A recente discussão sobre os pontos corridos e mata-mata reflete a diversidade de objetivos entre a TV Globo, a CBF, o Clube dos Treze, os demais clubes, os consumidores e o futebol propriamente dito.
Há duas semanas num seminário de MAXIMÍDIA em São Paulo, o diretor da Globo Esportes, Marcelo de Campos Pinto , embora o tema fosse a Copa 2014, colocou um assunto fora do contexto : “Futebol não é entretenimento. É negócio. E, por isso, precisamos tomar muito cuidado com o atual formato do Brasileirão. Estamos largando dinheiro na mesa” . J.Hawilla, concessionário Globo, e Paulo Saad, parceiro global, o apoiaram. Apenas Júlio Casares contestou ao que ouviu: “Você acha que esse modelo funciona porque o SPFC é tricampeão”, como se não tivesse sido também antes dos pontos corridos.
“Se o argumento da Globo prega que futebol é negócio, é necessário entender de que negócio se está falando. Se o negócio é o futebol, os clubes melhoraram suas receitas com bilheteria e seus contratos de patrocínio na era dos pontos corridos. Também acabaram com o risco da eliminação em novembro. A Globo pensa no bem do futebol ou da TV? Afinal, que negócio é esse?” Paulo Vinicius Coelho.
“Tenho 80 mil argumentos para defender os pontos corridos. No ano passado, apenas uma partida chegou à rodada decisiva sem valer nada. A média de público de 17 mil pessoas é semelhante a da França” Ricardo Teixeira, CBF.
Nos bastidores do Clube dos 13, Marcelo Campos Pinto, começou a campanha para a volta do campeonato em que os oito melhores se classificam e disputam, em mata-mata, uma vaga na final.
A Rede Globo ganhou um importante aliado nesta briga. A diretoria do Corinthians. Mas, o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, gremista, tem o apoio da diretoria do São Paulo e de parte de seus integrantes para seguir com os pontos corridos. “Hoje, há maioria entre os dirigentes de clubes, pela continuidade dos pontos corridos” é a fala de outro peso pesado, o palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo.
Em dezembro de 2007, a GGSV, Golde Goal Sports Venture, empresa especializada em gestão esportiva, publicou uma análise do Brasileirão daquele ano e, apesar de constatar que a média de público por partida (17,4 mil) havia sido a melhor dos últimos 20 anos, concluiu que isso não bastava para se afirmar que o sistema de ‘pontos corridos’ havia caído no gosto popular. Para a GGSV , o maior responsável pelo aumento de público em relação ao campeonato de 2006 (39%) foi principalmente a presença dos 12 clubes de maior torcida do país na Série A – algo que jamais havia ocorrido desde a introdução dos pontos corridos.
Recentemente a GGSV editou: “Público no Brasileirão 2008 e reflexões sobre o modelo dos pontos corridos”. A previsão para 2008 era de que a média de público caísse substancialmente devido a fatores como: a ausência do Corinthians, a alta no preço dos ingressos e, principalmente, a saída da promoção da Nestlé. Pois eis que com tudo isso, o campeonato teve uma boa média de público: 17 mil torcedores por jogo ( pequena redução, relativa ao ano anterior).
Mas, como sabemos, o futebol é paixão antes, durante e depois de qualquer coisa. Não há isenção, mesmo que se queira.
Veja então os motivos que os autores relacionam para “provar” que “pontos corridos” não é bom:
1. Em 60% das partidas o público foi inferior àquele da média do campeonato; ou seja, o público se concentra nas partidas mais importantes
2. Há a valorização de objetivos secundários (briga por vaga na Libertadores) para aqueles que não brigam pelo título até o fim
3. No formato atual, muitos clubes são ‘eliminados’ muito cedo da competição
4. Os campeonatos mais importantes do mundo têm mata-mata (Champions League, Libertadores, Copa do Mundo)
Podemos intuir que para os partidários dos pontos corridos estes motivos provam exatamente o contrário:
1. É o que também acontece nos campeonatos com mata-mata
2. Libertadores é meta principal assim como outros objetivos são benéficos
3. Eliminados de verdade serão os times fora dos 8. “Eliminados” muito cedo podem ser campeões como o SPFC com 11 pontos a menos e o Real Madrid agora bem perto do primeiro colocado.
4. Campeonatos importantes mata-mata são por falta de tempo. Já temos Libertadores, Copa do Brasil, Sul Americana, Paulistão. Para que mais?
Consta que o Clube dos 13 fará uma pesquisa para saber a opinião dos torcedores, que, certamente, refletirá a paixão. Times fortes e organizados deverão gerar votos nos pontos corridos. Consumidores e torcedores de times fracos e desorganizados preferirão torneios de mata-mata e regionais. Libertadores é para quem conhece Geografia.
É o que confirma Milton Jung: “Em um futebol no qual a honestidade nem sempre é a principal marca, a fórmula de pontos corridos é a mais honesta com os clubes que investem seriamente no esporte”. E, convenhamos é uma opinião a ser levada a sério, pois o Grêmio é time forte em mata-mata.
Juca Kfouri, instigado pela descoberta do diretor global, de que entretenimento não é negócio e intrigado com Ricardo Teixeira defendendo boa causa, insinua surgimento de teorias. Certamente a conspiratória, publicada no Painel FC da Folha de ontem, onde se leu que Marcelo Campos é próximo de Teixeira, que o blinda, e o apóia ante a resistência ao mesmo dentro da Globo. A ponto de facilitar a Copa 2018 e até mesmo a sucessão na CBF.
Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e bate um bolão aqui no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.
Gráfico mostra a influência do vereador em cada uma das regiões
O investimento nos campos de futebol de várzea, projeto que poderia se transformar em apoio a prática do esporte e incentivo as atividades de entreterimento nas periferias desasistidas da capital, se confunde com a estratégia eleitoral de vereadores e candidatos a tal, em São Paulo. Reportagem do Estadão de domingo, assinada pelos jornalistas Bruno Paes Manso e Diego Zanchetta, mostra que a prefeitura desembolsou cerca de R$ 800 mi, desde 2007, para recuperar mais de 300 campos, 1/4 dessa verba saiu de emendas parlamentares.
Das muitas frases das cinco reportagens publicadas em duas páginas, uma me preocupa em especial: “Alguns líderes comunitários, contudo, reclamam que atualmente só conseguem melhorias quando se comprometem com parlamentares”. No momento em que a construção e recuperação dos campos estão relacionadas ao apoio de vereadores, todos os objetivos do programa ficam desvirtuados. Contamina-se uma prática que deveria ser incentivada.
O Orçamento é público e a este deve servir, única e exclusivamente. No momento em que sua execução se torna refém dos desejos de vereadores, torna-se privado.
Deixarei aqui os links das duas reportagens que estão abertas ao público:
E reproduzo trecho do artigo “O que mantém o clientelismo vivo”, do professor Fernando Antonio Azevedo, cientista político e docente da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que, infelizmente, está bloqueado e apenas pessoas cadastradas podem acessá-lo:
… Como tudo isso funciona? Na elaboração do Orçamento, o parlamentar destina verbas para atender sua base eleitoral. Como o Orçamento no Brasil não é impositivo, mas autorizativo, o Poder Executivo ganha grande margem de manobra para barganhar apoio político com os parlamentares: emendas são liberadas quase sempre de acordo com conveniências e necessidades políticas do governo. E o parlamentar aparece diante da sua clientela política como patrono dos benefícios.
É por isso que São Paulo terá mais de 622 campos para a prática do futebol de várzea. Isso pode não nos tornar uma potência olímpica, mas levará os políticos ao pódio eleitoral.
Enquanto se recuperava do câncer de mama, Valéria Baraccat encontrou na atividade física uma das formas de enfrentar as barreiras que costumam surgir desde que se descobre a doença. Auto-estima mantida, combater o câncer nos últimos cinco anos tornou-se uma tarefa menos complicada do que para a maioria das mulheres.
É para compartilhar histórias e conhecimento adquiridos durante este período, que foi criado o Instituto Arte de Viver Bem que lança, hoje, a primeira de quatro cartilhas que serão distribuídas pela Secretaria Estadual de Saúde. Nesta primeira, o tema vai desde prevenção até fisioterapia, para as mulheres que contraem a doença.
“Não falo sobre hipótese”, Ricardo Teixeira semana passada em Nassau, ao responder sobre a possibilidade de entrar uma das cidades não incluídas, caso alguma das escolhidas não cumprisse as obrigações.
“Quem não cumprir os prazos será substituído”, Ricardo Teixeira no Rio, alguns dias depois, ameaçando as cidades escolhidas.
Diante de tal incerteza proveniente da autoridade que definirá tudo a respeito da COPA, o melhor é enveredar pela certeza dos números.
Inclusive para se afastar também das ultimas notícias, sem fonte, supostamente oriundas da FIFA e ditas à CBF, tentando desqualificar São Paulo como cidade da Abertura.
São Paulo responde a partir do seu brasão histórico: “Pro Brasília fiant eximia”. “Pelo Brasil façamos o melhor”, e neste contexto os dados devem ser levantados.
A cidade, com orçamento de 31 bilhões de reais, com 15% do PIB do Brasil, 6% da população e, portanto, disparada em primeiro lugar quanto às possibilidades econômicas financeiras, tão importantes para uma COPA, reflete em infindável relação de quesitos esta posição.
É a primeira cidade turística, tendo recebido em 2008 mais de 11 milhões de visitantes. Seus 401 hotéis possuem 42.000 unidades habitacionais enquanto o Rio 26.000, Brasília 20.000 e BH – segundo Juca Kfouri forte concorrente se Aécio for indicado para Presidente – 8.000 .
E os hotéis de São Paulo comemoraram em 2008 uma taxa de ocupação de 68,5%, com um valor médio de 109 reais por unidade habitacional. Os 90.000 eventos realizados certamente contribuíram.
12.500 Restaurantes, 15.000 bares, 3.200 padarias oferecem como opção 52 tipos de cozinhas diferentes. 77 Shoppings, 59 ruas comerciais, 51 segmentos, 240.000 lojas, comercializam produtos do mundo todo.
Para a cultura, 110 museus, 160 teatros, 260 cinemas, 90 bibliotecas, 40 centros culturais, 105 faculdades e 28 universidades.
No transporte, o aeroporto de Cumbica recebeu 20 milhões de passageiros em 2008, Congonhas 14 milhões e os três terminais rodoviários 16 milhões. São 89 estações de trem, 55 estações de metrô e 83 km de linha, 200 heliportos. 32.000 taxis, 15.000 ônibus. E o porto de Santos fica a 70 km de São Paulo.
Na política, Estado e Município estão integrados na execução da COPA na cidade. Para Caio Luiz de Carvalho, Presidente da SP Turismo, São Paulo não terá problemas para absorver tantos visitantes. “Em hotelaria e entretenimento, somos imbatíveis. Na rede hospitalar, 17 centros com certificação internacional garantirão o atendimento dos visitantes – dois deles Albert Einstein e São Luiz – a cinco minutos do Estádio do Morumbi”.
São Paulo vai investir cerca de R$ 33 bilhões em obras que pretendem ordenar o trânsito da cidade. “O grande legado de um evento da grandeza de uma Copa não está em equipamentos esportivos – até porque, muitas vezes, eles viram elefantes brancos. O importante é aquilo que fica para o cidadão ao fim do evento”, diz Caio coordenador do projeto paulista. Tanto que o Estádio do Morumbi, que pertence ao São Paulo e deve ser reformado, é a aposta paulistana para o Mundial.
“O governador José Serra vai terminar a Linha Amarela do Metrô, fazer a Linha Laranja (da Freguesia até o Pacaembu), mais o Expresso Aeroporto que sairá do terminal 3 de Guarulhos para a Estação da Luz, mais o Expresso Jabaquara, com trens de superfície, para ligar aquele terminal a Congonhas, mais a recuperação de 274 km de malha férrea da CPTM, mais a Perimetral e o término do Rodoanel”, diz Caio.
“A prefeitura vai fazer a ampliação do túnel Lineu de Paula Machado, sob o Rio Pinheiros, que é caminho para o Estádio do Morumbi, obras na Chucri Zaidan, a ligação da avenida Roberto Marinho com a Imigrantes; obras no complexo viário Sena Madureira com Domingos de Moraes, para melhorar no fluxo que vem de Santos e do ABC. É importante pensar na ligação com Santos, pois haverá muitos navios hotéis ancorados lá, com gente de fora que vem para os jogos”.
E, o apoio parece que vem também do Governo Federal:
“Observamos aspectos da mobilidade urbana e do estádio como um todo e acredito que o Morumbi pode não apenas ser sede da Copa do Mundo, como receber a abertura da Copa, principalmente, porque a direção do São Paulo está aberta para atender todas as exigências da FIFA”, afirmou o ministro Orlando Silva. Mas se São Paulo e o Morumbi estão absolutamente engajados, inclusive na separação capitalista ideal, distinguindo o público do privado, por que tantas críticas ?
Del Nero, pós-punição, pode estar sonhando com a construção de um novo estádio, Ricardo Teixeira esperando uma definição do quadro sucessório presidencial. Ambos precisam ver que pelos dados a cidade estará preparada.
O risco de se contrapor a tanta consistência não é pequeno.
Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda, escreve às quartas no Blog do Milton Jung e quer ir a pé assistir à abertura da Copa de 2014.