Rio vai proibir estacionamento no Centro

 

A cidade do Rio de Janeiro vai comemorar o Dia Mundial Sem Carro proibindo o estacionamento no centro da cidade, reduzindo a velocidade máxima para os veículos que andarem no bairro de Copacabana e colocando 100% da frota de ônibus nas ruas. Política pública de mobilidade não se constrói apenas com ações datadas e pontuais, podem soar hipócritas se não fizerem parte da estratégia de desenvolvimento da cidade. Mas é significativo que o Rio esteja atuando desta maneira, enquanto São Paulo ainda não anunciou nenhuma atividade para a data. Por enquanto, todas as ações estão sendo organizadas pela sociedade civil, conforme você pode ver em post publicado nessa terça-feira.

A notícia a seguir foi publicada no G1:

No próximo dia 22, a cidade do Rio adere à campanha do Dia Mundial sem Carro, uma iniciativa que já é um sucesso em grandes capitais do mundo e tem como objetivo estimular o uso do transporte público e de outras alternativas de locomoção, como a bicicleta e a caminhada em trajetos curtos.

Entre as ações previstas para o dia no Rio, a principal será a proibição, por meio de decreto, do estacionamento no quadrilátero que tem como limite a Rua Santa Luzia, a Avenida Presidente Antônio Carlos, a Rua da Assembleia e a Avenida Rio Branco, todas no Centro da cidade. Esse trecho concentra 510 vagas entre o Rio Rotativo e vagas oficiais.

No Buraco do Lume, também no Centro, haverá atividades culturais e educativas, sempre com o intuito de estimular a reflexão da população sobre o uso excessivo dos carros.

Nos prédios municipais, também será proibido o estacionamento de carros, com exceção apenas para os veículos operacionais. Serão sorteados passes de bicicletas públicas entre os servidores.

Leia a notícia completa no G1

Foto-ouvinte: Calçada insegura

Calçada insegura

A obra na cobertura que há na entrada do prédio da Secretaria Estadual de Segurança, na rua Libero Badaró, centro de São Paulo, interrompeu a calçada. E para tornar a situação ainda mais prejudicial ao pedestre, este carro que aparece na foto feita pelo ouvinte-internauta Mário Bonfá está estacionado em local proibido. Na calçada do órgão responsáveis por manter a ordem no Estado, respeitar a lei não é uma regra.

“Placa Azul” é inviolável mas não é intocável

Placa Azul ataca mais uma vez

A Convenção de Viena está às vésperas de completar 46 anos e em seu artigo 41 trata da “Inviolabilidade Pessoal dos Funcionários Consulares”. Privilégio que, em nenhum momento, exime o representante ou funcionário de corpo diplomático de ser punido por descumprir as leis de trânsito. No Brasil – assim como em outros vários países -, contudo, os proprietários de veículos com licença diplomática cometem as maiores barbaridades.

O coordenador-geral de privilégio e imunidades do Ministério das Relações Exteriores José Wilson Moreira afirmou que o desrespeito tende a diminuir com a resolução do Conselho Nacional de Trânsito que obriga os veículos de placas azuis a serem registrados no Renavam, assim como ocorre comigo, com você e qualquer outra pessoa que tenha carro no território nacional.

O coordenador-geral de privilégio e imunidades do Ministério das Relações Exteriores José Wilson Moreira

A cultura da impunidade, porém, deverá persistir por um bom tempo, ainda. Enquanto entrevistávamos o representante do Ministério das Relações Exteriores, recebi duas mensagens denunciando a falta de respeito dos embaixadores, cônsules, diplomatas, seus parentes e funcionários que usam carros com placa azul.

O ouvinte-internauta Luis Fernando Oliveira enviou do telefone celular dele a imagem que ilustra este post flagrando o ataque de um “Placa Azul”. Não me informou a rua, mas a irregularidade é evidente.

Sem como registrar a foto, mas disposto a contar o fato, o professor de ética da Unicap Roberto Romano encaminhou mensagem transcrevendo o abuso:

“Não tive oportunidade de usar a máquina fotográfica do meu celular, por isto não lhe envio a foto de uma contravenção grave do gênero AZUL (Corpo Diplomático). Mas anotei os dados: dia 03/03/2009, 13: 45 PM, no sinal que permite a entrada, da Avenida Brasil para a Atlântica. A perua CC 4278, Ford Prateada, entrou no vermelho, atravessou a Brasil e seguiu pela Atlântica, sem maiores cerimônias, ultrapassando a fila dos que aguardavam a abertura do farol que permitiria a referida conversão. Aliás, tenho testemunhado nos Jardins constantes violações deste tipo, cometida por veículos do corpo diplomático. Daí meu interesse na sua campanha”.

Professor Romano, seu interesse na campanha bem que poderia render uma tese sobre a falta de ética desses senhores.

Foto-ouvinte: Sem correção

Corregedoria irregular

A corregedoria da Câmara Municipal de São Paulo existe para coibir atos ilegais dos vereadores e julgar irregularidades denunciadas contra parlamentares. E quando é a própria que comete abuso como neste flagra do ouvinte-internauta Maicon Marçal Catarino como é que fica ?

O pior é que se houvesse fiscalização e a CET tivesse multado o motorista quem pagaria a conta seríamos nós, contribuintes. Em tempo: o corregedor da Câmara é o vereador “adotado” Wadih Mutran (PP).

Chegou agora, pelo Flickr: “Alameda Joaquim Eugênio de Lima com Av. Paulista.
Aí o trânsito já não é bom, com um carro atrapalhando assim, piora 10 vezes mais”
, escreveu Thiago Albulquerque.

Foto-ouvinte: Quem vai multar ?

Quem vai multar ?

Ironia do ouvinte-internauta Daniel Aveiro que acompanha a discussão sobre a multa que não é lavrada contra os carros com licença diplomática, os “Placa Azul”. Este carrinho aí, estacionado de maneira irregular, foi flagrado na rua Vergueiro, zona sul de São Paulo. “O que é mais difícil de multar, o Placa Azul ou o sem-placa da foto ?”, pergunta em mensagem enviada ao blog.

Foto-ouvinte: Um caminhão de desrespeito

Caminhão irregular

Um não. Dois caminhões. Foi o que o ouvinte-internauta Márcio Cresmaschi encontrou no caminho dele para casa, na rua Batista da Mata, no bairro de Santana, na zona norte de São Paulo. Ambos estacionados de maneira irregular enquanto descarregam a carga de vinho. Segundo ele, o fato se repete durante a semana, no fim da tarde, sem que nunca a loja que recebe a carga e os funcionários da transportadora sejam incomodados pela CET. Já os pedestres e motoristas que circulam no local tem de aguentar o transtorno provocado pelos caminhões.