Caia nos braços de Morpheu: seu cérebro agradece!

Por Simone Domingues

@simonedominguespsicologa

Imagem: Pixabay

 

O sono e os sonhos despertam fascínio na arte, literatura e filosofia, adquirindo conotações inclusive místicas para algumas pessoas ou culturas, como entre os gregos antigos, para quem os sonhos eram considerados como mensagens divinas. Embora ainda não haja consenso entre os pesquisadores sobre a função exata do sono, os estudos apontam que a privação de sono tem efeitos imediatos na cognição, como prejuízos na tomada de decisão, planejamento, atenção, memória, criatividade e alterações de humor.

Em 1963, Randy Gardner, um estudante com 17 anos de idade, ficou 11 dias sem dormir para concluir um projeto para a Feira de Ciências de San Diego, sob os olhares de pesquisadores do sono, sem fazer uso de drogas ou cafeína. Após 2 dias sem dormir, apresentou irritação, náuseas e problemas de memória. No quarto dia, teve delírios e fadiga intensa. No sétimo dia teve tremores e dificuldades na articulação da fala, com episódios de paranoia e alucinações. Quando finalmente dormiu, o seu sono durou quase 15 horas e ao acordar, quase todos os sintomas já haviam desaparecido, com remissão completa após uma semana.

Randy não teve efeitos prejudiciais duradouros, mas o mesmo não ocorre com alguns animais que são privados do sono. Pesquisas feitas com ratos que são mantidos acordados por longos períodos mostram que eles perdem peso apesar de comer mais, tornam-se fracos, apresentam úlceras e hemorragias internas, chegando à morte. 

O sono reduzido em qualidade e quantidade também pode produzir alterações metabólicas, como aumento do nível de cortisol – hormônio do estresse – elevar a pressão arterial e os níveis de glicose, favorecendo algumas doenças, como diabetes e obesidade.

Em setembro deste ano, um estudo publicado por pesquisadores chineses mostrou a associação entre a duração do sono e a função cognitiva. O estudo envolveu mais de 20 mil participantes e os resultados mostraram que a duração do sono insuficiente (até 4 horas por noite) ou excessiva (acima de 10 horas por noite) está associada a um declínio cognitivo, sendo a memória o principal domínio cognitivo alterado.

O declínio cognitivo é detectado objetivamente através de testes neuropsicológicos que avaliam as diversas esferas cognitivas, como atenção, memória e funções executivas, com resultados abaixo do esperado para idade e/ou escolaridade, porém, sem comprometimento na realização das atividades de vida diária, como cozinhar, trabalhar ou cuidar das finanças. No declínio cognitivo, quando há prejuízo da memória, este pode ser considerado o fator de risco para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer.

Esses dados indicam a importância de se monitorar a função cognitiva em idosos que apresentam duração de sono insuficiente ou excessiva, bem como promover hábitos de higiene do sono, como medida de prevenção ou adiamento dos impactos cognitivos, especialmente tendo em vista o aumento da proporção de idosos nas últimas décadas e as projeções de aumento futuro.

Por outro lado, os cuidados com o sono não devem ser limitados aos adultos de meia-idade ou idosos. Numa sociedade caracterizada pela competitividade, somos estimulados a produzir cada vez mais, seja no trabalho, nos estudos, nos cursos extras, nas longas jornadas que privam o descanso até mesmo nos finais de semana, dormindo-se cada vez menos. Além disso, o uso excessivo de eletrônicos e o tempo gasto em redes sociais também prejudicam o sono.

Como medidas que podem contribuir para o sono adequado, os especialistas sugerem que se deve reduzir as atividades, diminuir a iluminação (incluindo as telas) e o barulho, e evitar o consumo de bebidas à base de cafeína e do álcool, próximo ao horário de dormir. A respiração mais profunda e a criação de imagens mentais agradáveis também promovem um relaxamento mais efetivo e, portanto, maior facilidade para adormecer.

A importância de uma boa noite de sono é reconhecida desde tempos remotos. Para os gregos, uma boa noite de sono era resultado da ação de Morpheu, deus do sonho e Hypnos, deus do sono. Hoje, sabemos que a melhor estratégia para uma boa noite de sono são ajustes no nosso estilo de vida e uma boa higiene do sono. Esses hábitos saudáveis, muito mais do que remédios, ainda são o melhor caminho para os “braços de Morpheu”. 

Saiba mais sobre saúde mental e comportamento no canal 10porcentomais

Simone Domingues é Psicóloga especialista em Neuropsicologia, tem Pós-Doutorado em Neurociências pela Universidade de Lille/França, é uma das autoras do perfil @dezporcentomais no Instagram. Escreveu este artigo a convite do Blog do Mílton Jung

Minimalismo de boteco

 


Por Carlos Magno Gibrail

 

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Dias atrás, deparo-me na Veja SP com reportagem sobre botecos onde a palavra minimalismo é usada indevidamente. “O conceito é minimalista, poucos metros quadrados e pequena quantidade de mesas”. É a frase que inicia o artigo “Boteco para os íntimos”.

 

Na verdade o texto não tem nenhuma intimidade com o minimalismo. Como sabemos, minimalismo é o significado de um movimento ocorrido nas artes, na decoração, na moda e, no estilo de vida, na busca do requinte, em que o menos é o mais. No sentido de qualidade e singularidade. Nada a ver com tamanho.

 

O maltrato a uma expressão tão cara a quem milita em área em que a palavra minimalismo é técnica, gerou de minha parte um e-mail ao editor da Veja, e uma ratificação do valor do tecnicismo vocabular. Tão criticado por muitos.

 

É fato que em algumas áreas como a Medicina e a Economia realmente há exageros, gerando os pejorativos medicinês e economês. Entretanto, por mais que se critique a comunicação técnica, não há como fugir em determinadas ocasiões de palavras que representam significados específicos.

 

Culposo e doloso, por exemplo, são termos jurídicos que podem confundir, mas não podem ser evitados. Culposo, como se sabe significa a culpa sem intenção, enquanto doloso representa a culpa intencional. Na Administração, organograma que é a representação gráfica da estrutura hierárquica, e o fluxograma o desenho dos processos, são muitas vezes confundidos ou trocados.

 

O caminho para evitar dissonâncias é a naturalidade. Aos técnicos deve caber o uso sem abuso dos termos restritos ao entendimento de leigos. Aos leigos recomenda-se não entrar em área desconhecida, mesmo que aparentemente palavras como minimalismo possa indicar tamanho reduzido.

 

O melhor mesmo é ser minimalista, comunicando-se através de palavras comuns, sem excessos, articuladas com simplicidade e objetividade.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Equação: esporte + música + street dance

 

Por Dora Estevam

 

 

Responda-me uma coisa:  garra e determinação você tem, certo? Ah tá, está meio com a bola baixa e não está se animando com nada. Eu dou uma força para você sair dessa. Vem ver estes vídeos que eu separei na minha pastinha, eles animam bem  e dão um  pique total! Uhuhuh!

 

 
 

 

 
Som, som, som… Cenas do filme Street Dance 2, fiquei eufórica.

 

 

 

 
Este é bem velhinho mas só de olhar já muda o astral.

 

 

 
 
 
A esta altura quem estava de mau humor já deu uma sacudida na cadeira, não? É isso ai, a ideia é trazer notícias que inspirem pensamentos e atitudes positivas, a vida fica bem melhor assim, o que você acha?
 
Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton jung, aos sábados.

É tendência que não acaba mais

 

Por Dora Estevam

Enquanto durarem Primavera e Verão, até 2012, você vai ver muito destas tendências nas vitrines. Cedo ou tarde. Cedo porque no Brasil está uma mania de lançar o Verão antecipado (2012 em 2011) e fazer liquidação antes de acabar o ano. E quando o ano começa, o cliente do varejo vai às lojas e já encontra roupa de Inverno. Aliás, nem deveria se chamar Verão 2012, no Brasil, e sim 2011. Foi apenas uma crítica, um desabafo.

Dito isso, prefiro acompanhar os desfiles internacionais – hoje podemos vê-los todos na internet – e acreditar no calendário deles. De todas as marcas quese apresentaram nos últimos meses, consegui separar com ajuda das agências de noticias de moda e revistas internacionais as peças que vão virar hit, ou mania, ou a expressão que você achar melhor para definir esta situação.

O discurso mais ouvido nos últimos tempos, tanto por editoras e consultoras brasileiras como as de fora, é que hoje em dia se usa de tudo, não tem mais aquela coisa definida de comprimento de saia, por exemplo. Usa-se de tudo. O que continua valendo é o bom senso de usar o que lhe cai bem, uma roupa com a qual você se identifica. É mais ou menos aquela coisa antiga de dizer que tal roupa tem a sua cara. É feio mais vale.

Então é assim: pode usar saia micro? Pode.
Pode usar saia longa? Pode.
Pode usar saia midi? Pode.
É por ai.
Bom, vamos às fotos:

Inspiradas em pin-up, água, impressões Africanas, tons pastel, descubra o seu estilo.

Aqui a inspiração no branco monocromático que vem com tudo para as próximas estações. A moda do branco se estende para outras áreas também: automobilística e decoração.

Lembra que falamos dos tons pastel? Rosa clarinho, verde água e azul bebê… para quem quer suavizar a energia dos blocos coloridos. Givenchy, Louis Vuitton e Balman usaram nas coleções.

E tendência minimalista? Lembra? Pois, também reapareceram nas coleções da Lanvin, Givenchy e Roberto Cavalli. Aquele estilo que tem base essencial de se vestir como os homens: tipo blazer-jaqueta nas composições. Como é Verão eles aparecem sem as mangas, sem os bolsos, mas com detalhes de costuras aparentes. Um olhar perfeito para a androginia.

Jaquetas, serão muitas, nos tecidos mais inusitados.
Notaram os tamanhos das saias?

O duo preto e branco também está de volta. Será uma ótima opção para a noite. É uma tendência unânime entre as marcas Christian Dior, Gucci e Stella McCartney. Sofisticação com descrição. Um contraste que será bem-vindo.

Bloguetes, eu adoraria ficar falando das outras tendências que são pelo menos mais 10, mas, ficará para a próxima. Aliás, nos últimos posts falamos das músicas badaladas nas passarelas e da maquiagem que será usada neste verão. Agora sãoas roupas. Tudo perfeito para você passar a Primavera e o Verão em alto estilo.

Aproveite este sábado!

Dora Estevam é jornalista e aos sábados escreve sobre moda e estilo de vida, no Blog do Mílton Jung

Visagismo: mostre ao mundo quem você é

 

Por Dora Estevam

Depois deste feriado prolongado se você sentir que precisa mudar o visual por algum motivo não pense duas vezes, a dica é procurar um profissional que trabalha com a técnica do visagismo. Chega de fogo de palha faça uma mudança pra valer e descubra o seu próprio estilo, que vai muito além da moda, é claro. Pelo material de fotos que tenho visto as mudanças são incríveis. E o que pude perceber é que são mudanças sérias, pois todas as características de comportamento e estilo de vida são levadas em conta na hora da avaliação.

Os profissionais envolvidos vão dos cabeleireiros a dentistas. O visagista que divulgou a técnica no Brasil é o inglês Philip Hallawell, o construtor de imagens que transforma as pessoas de maneira significativa.

Veja algumas das transformações e se tiver tempo visite o site Visagismo:

Para a transformação, o profissional faz uma análise da pessoa através da personalidade (sanguínea, colérica, melancólica, fleumática). Ele decifra alguns dados que permitem a mudança, como formato de rosto, gestos, cor de pele, a profissão, gostos pessoais e comportamento. Todos os elementos visuais são importantes, nada escapa aos olhos do inglês.

O visagismo trabalha com a ideia da transparência da sua personalidade e da sua beleza através do seu cabelo. Veja se você se identifica com alguns dos modelos citados.

Cabelos com linhas verticais e retas: transmitem estrutura .

Cabelos com linhas retas horizontais: transmitem estabilidade. No entanto, uma franja reta e um cabelo com linhas verticais e base na horizontal, por exemplo, cria uma espécie de barreira e mostra que a pessoa é convencional; passa falta de jogo de cintura.

Cabelos com linhas inclinadas: transmite dinamismo. Os cabelos com linhas inclinadas (desfiados ou repicados) que se voltam para dentro representam introversão e dinamismo, o que segundo o visagista Philipi Hallawell, é algo perigoso, pois mostra desequilíbrio. O ideal são as linhas inclinadas voltadas para fora, pois elas mostram que a pessoa é dinâmica e extrovertida.

Cabelos com linhas curvas: os cabelos estilo “Gisele Bündchen” transmitem amplitude, sensualidade, lirismo e romantismo.

Cabelos com linhas mais fechadas (cachos): transmite uma imagem emocionalmente conturbada.

Cabelos com linhas quebradas (encaracolados): segundo Hallawell, trata-se de uma linha lúdica, que transmite infantilidade. Os encaracolados normalmente não são levados a sério. “Por isso que a maioria das mulheres, quando chega à idade adulta não gosta desse tipo de cabelo. Elas reagem emocionalmente, instintivamente ao se olhar no espelho. E essa é a mesma reação de quem as vê”, explica.

Esta dica também serve para os homens, principalmente para aqueles que perderam alguns fios e querem fazer um implante moderno.

Transforme-se.

Dora Estevam é jornalista e escreve, aos sábados, sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

Afaste a angústia, pinte as unhas com estilo

 

Por Dora Estevam

Outro dia, conversando com uma amiga, ouvi a confissão dela de algo que chega ser embaraçoso: a moça mordia as unhas ao ponto de mastigá-las – hábito compartilhado por muitas adolescentes. Ela tentou vários remédios caseiros, mas não davam certo. Só resolveu o problema quando começou a pintar as unhas com bases fortalecedoras e a se empolgar com os esmaltes coloridos da moda. Desde então, desistiu de morder as unhas. E a ideia foi de uma manicure. Resultado: sem angustia e com as unhas lindas.

A quantidade de marcas e a cartela de cores de esmaltes que existem no mercado são fantásticas. Nacionais ou importados, são de enlouquecer. Digo o mesmo para os produtos que tratam as unhas. Hoje, estes aparecem com vitaminas capazes de oferecer proteção.

Uma unha forte, lisinha, crescida e bem feita é um sonho. E no caso das moças que comem unha uma motivação para deixá-las crescer.

Além das marcas tradicionais, muitas grifes de roupas também lançam o esmalte para agradar as clientes. Assim como nas roupas, as mulheres ficam de olho nas unhas das manequins para saber qual será a tendência da marca.

Você sabia que atrás das unhas das celebridades tem manicure celebridade? Acreditem. Foi o que descobri em pesquisa sobre esmaltes. Débora Lippmann é a mulher responsável por algumas das melhores cores e tendências de esmaltes do planeta, incluindo os glitters.

Se você nunca reparou olhe a capa das revistas que abrem este post. Todas as mãos foram feitas pela linha Débora Lippmann.

A mulher é figura autêntica no mundo da beleza. Débora se tornou a maninure mais famosa de Hollywood e das revistas de moda. Depois que ela fez um esmalte especial para combinar com o vestido da Mariah Carey no Academy Awards, em 1998, batizado “Satin Doll”, transformou sua vida e passou a lançar linhas exclusivas.

Em São Paulo tem um lugar especial para quem ama fazer as unhas e busca as novidades em esmaltes. É o espaço da designer Adriana Barra, o “Picnicdric”. Ela é uma maníaca por esmaltes e mantém o local, dentro da própria loja, com uma decoração de babar. São 300 opções de esmaltes guardados em um armário casinha de boneca. Tudo lá é um sonho. Se você ainda não conhece ao menos visite o site de Adriana Barra.

Agora, para as amigas que não saem de Nova York.

Imagine fazer as unhas e em vez de algumas revistas para olhar, um laptop estiver bem ao alcance das mãos. O salão Tenoverten oferece esta possibilidade às clientes.

Um luxo!

Pra lá de conveniente, o salão mantém as preferências de cor das clientes gravadas em um arquivo, manda lembretes um dia antes da hora marcada e faz reservas por e-mail.

Para muitas mulheres, manicures e pedicures são terapeutas. É o horário que dá para descansar a cabeça e relaxar o corpo. Com estes designers cada vez mais modernos fica ainda mais gostoso frequentá-las. Para quem ama esmaltes a possibilidade de escolher as cores e marcas é incrível, imagina se você tivesse que comprar todos eles.

Espaço agradável e meninas atenciosas tudo que queremos na hora da beleza.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Corte o cabelo e faça sua cabeça

 

Por Dora Estevam

Mudanças à vista!

Mulher quando põe na cabeça que vai mexer no cabelo ninguém segura. Nem os namorados! Não é pra menos, são tantas as variedades de cortes, cores e estilos que se torna impossível fugir das tentações.

As campeãs em mudanças são as celebridades. Como elas mudam; parece tão fácil !

Tem uns modelos que são super fofos. Eu, por exemplo, gosto muito das tranças, usei muito quando era garota. Elas são tão joviais e sensuais, dependendo do momento e do estilo.

Quem não se lembra das trancinhas da Britney Spers no clip Baby One More Time

O diretor Nigel Dick jura que nem havia pensado no cabelo da cantiora e quando ela apareceu, achou uma gracinha. E ficou mesmo, ainda mais com os lacinhos em rosa. Foi o primeiro vídeo dela, em 1998, e a ideia era ter a escola como cenário. Tudo combinando: tranças, colégio … o resultado você já sabe (se não, confira no vídeo).

As últimas mudanças mais comentadas em Hollywood são das celebs Blake Lively e Scarlett Johansson. Do loiro foram para o vermelho strawberry. As coloristas que fizeram as mudanças aconselham a quem quiser o cabelo cereja para que não exagerem, faça aos poucos.

Vale lembrar que estas moças famosas mudam em função dos filmes; na vida real a coisa funciona diferente. Não vá sair colorindo ou cortando os cabelos só porque achou bonito, dependendo do que você fizer o estrago será razoável, além de aguentar amigos e parentes falando sobre o desagradável estrago.

O nosso corte de cabelo muda muito e, na maioria das vezes, a gente nem percebe. Só quando olha as fotos, aí, sim, a surpresa; e as diferenças são apreciadas. Separei algumas fotos de cabelos que marcaram época e foram muito imitados. Você vai se lembrar e pode até ser que já tenha usado um deles.

Nos anos 80, a moda que marcou muito foi a dos cabelos enormes, quanto maior era volume mais bonito. Madonna e Witney Houston usaram. Nos 90, da androginia, as mulheres optaram pelos cortes mais curtos, bem curtos, popularizados pelas tops e atrizes Linda Evangelista, Winona Ryder e Demi More. E, em torno de 2007, Victoria Beckham e Rihanna revolucionaram com os fios assimétricos.

Há vários motivos para uma pessoa mudar o cabelo: mudança de trabalho, casamento, namoro, idade, cidade, conquistas, status social, entre infinitos propósitos. O legal é saber que existem muitos profissionais no mercado que podem te ajudar (não vai sair feito criança picotando a franja, por exemplo). Além de vídeos que estão na internet, os quais mostram mudanças e esninam a fazer os cortes, como usar tinturas e apliques, mesmo nos casos mais difíceis.

Veja esta moça o que fez com o próprio cabelo. Ela estava cansada de esperar pelos fios mais longos e optou por uma peruca. É uma boa ideia para enfrentar a ansiedade. Ficou interessante e criativo.

Natural ou sintético, o importante é fazer uma boa escolha para não chorar mais tarde. Agora,se algo der errado não se esqueça que cabelo é igual grama, crescem depois do corte.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Na moda do inverno

 

Por Dora Estevam

A calça jeans se renova com olhar nos anos 70 e ganha o nome de flare. É a mesma boca de sino, uniforme da era do Paz e Amor, que está de volta.

Tem cós normal, pouco mais alto, valorizando o corpo da mulher; perna menos justa, proporcionando mais conforto; e a boca larga, começando dos joelhos, dando o ar da moda.

Para variar, a calça já virou febre por todos os lados: NY, London, Milão, Paris, por onde quer que vá as moças estação com elas. E claro, as celebs, também. Sem contar os editoriais ensinando como usar a sua nova calça flare.

As produções com calça e camisa; calça e casaco; não mudam muito. Nas ruas não é diferente, vejam este ensaio:

 

Uma outra proposta é a cintura  peplum, com cós alto e babado. Com tecido abundante na cintura vai depender muito da sua imaginação na hora de vestir.

Eu gosto desta ideia porque tem a possibilidade de colocar um cinto que deixa mais feminino ainda, embora eu já ouvi mulheres dizendo que não gostam de nada “amarrado no meio”.

Vai depender do gosto mesmo. Longa ou curta, com cinto largo ou fino, dá para fazer várias produções.

 

Para cobrir os pés que tal uma botinha bem quentinha? Elas não são nenhuma novidade em se tratando de inverno, mas para este as que estão mais em voga são as de cano curto.

As botas aparecem de várias formas e estilos. O interessante do cano curto é que fica bem com calça ou saia. Aliás, muito bem com saia. No frio forte é só colocar uma meia bem grossa e compor com jaquetas e malhas bem quentinhas; ou fazer a linha mais chic sóbria com saia e blazer, fica bonito também.

 

Estas são algumas das novidades e hits da nova estação.  Espero que gostem.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung