Foto-ouvinte: Feira livre e o lixo, também

 

Feira livre na Aimberé

Moradores de dois pontos distantes da cidade de São Paulo reclamam, nesta manhã, pela falta do serviço de coleta de lixo nas feiras livres. Desde ontem, a sobra da feira da rua Sílvio Torres (Artur Alvim) e da Aimbé (Perdizes) permanece espalhada.

A foto é do ouvinte-internauta Armindo e foi feita na Aimberé, esquina com a Caiowaa.

Agora o outro lado

A Limpurb, responsável pelo serviço de limpeza urbana, informou que a coleta deixou de ser feitas em várias feiras livres da cidade por falha da empresa contratada Loga que será multada.

Foto-ouvinte: Feira e sujeira livres

 

Sujeira da feira livre no Belenzinho

A sujeira deixada para trás pelos feirantes que ocuparam a rua Irmã Carolina, no Belenzinho, em São Paulo, na manhã de quinta-feira, espantou o ouvinte-internauta Luis Fernando Gallo, sempre presente com ótimo material fotográfico neste blog. Escreveu para dizer que a limpeza da rua somente se iniciou às 7 e meia da noite, tendo a feira se encerrado por volta das 2 da tarde.

“Gostaria de pagar 200% de IPTU, ter cidade limpa, ensino municipal de respeito, mais música, mais teatro, mais cinema e um mínimo de segurança para ir e vir”, lamentou.

Li na lei municipal que regula o funcionamento das feiras livres na capital paulista, que é obrigação dos feirantes “manter permanentemente limpa a área ocupada pela banca, bem como o seu entorno, desde sua montagem até sua desmontagem, instalando recipientes apropriados para receber o lixo produzido, que deverá ser acondicionado em sacos plásticos resistentes, os quais permanecerão nas calçadas para posterior recolhimento pelo serviço de limpeza pública, bem como cumprir, rigorosamente, no que for aplicável, o disposto na Lei nº 13.478, de 30 de dezembro de 2002, e alterações subseqüentes”

Escolha o melhor pastel de feira de São Paulo

 

Gorduroso demais, com a casquinha crocante, com mais vento do que com carne. Tem pastel de feira para todos os sabores na capital paulista. A prefeitura de São Paulo calcula que sejam 730 pasteleiros que trabalham nas feiras-livres e agora eles serão colocados à prova. Divididos em cinco regiões, os concorrentes terão uma urna lacrada em sua barraca e os consumidores poderão dar a nota, em fichas padronizadas (e toda engordurada, é lógico).  Contam na avaliação: limpeza na barraca, sabor, organização, higiene, entre outros ítens que podem sensibilizar o cliente.

Dois pasteleiros mais bem votados de cada região participarão da final a se realizar na Praça Charles Miller, quando os dez estarão reunidos e terão seu trabalho avaliado por uma comissão julgadora.

Qual o melhor pastel de feira de São Paulo para você ?