De gatos, gafes e gafanhotos

A imagem de um advogado com cara de gato participando de sessão virtual em um tribunal do Texas circula na velocidade da internet e leva as pessoas às gargalhadas, onde quer que esteja sendo assistida. O caso —- vou repetir por praxe jornalística já que todos vocês, caros e raros leitores deste blog, devem ter visto o vídeo — teve como protagonista Rod Ponton que apareceu conversando com os colegas e o juiz tendo em lugar de seu rosto o avatar de um gato de pêlo branco e olho azul. O juiz bem que tentou avisá-lo, mas era tarde e enquanto buscava entender o que acontecia, saiu-se com um “estou aqui ao vivo, não sou um gato”. Ufa, devem ter respirado aliviado os coadjuvantes da cena. 

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Vídeo gravado, divulgado e viralizado —- está na hora de eliminarmos esta expressão diante de tudo que o vírus corona tem nos proporcionado —-, vieram as explicações. Na  plataforma Zoom para reuniões virtuais é possível usar filtros que cobrem a sua face mantendo as expressões dos olhos e o movimento da boca. —- uma forma de se divertir nos encontros com os amigos. Ponton alegou que usava o equipamento de uma assistente e para surpresa dele o filtro foi ativado, causando o constrangimento e a frase esclarecedora.

Estas assistente, viu! Servem sempre de desculpas para as nossas gafes.

Fui vítima de uma delas —- no papel de coadjuvante, é verdade. Em 2003, apresentava o Jornal do Terra, o primeiro ‘telejornal’ na internet. Entrevistava o procurador geral do Estado de Roraima, Darlan Airton Dias. Era coisa séria. O Ministério Público havia deflagrado a Operação ‘Praga do Egito’ que logo ganhou o apelido de ‘Gafanhoto’. 85 denúncias, 52 processos abertos e a família do governador  Neudo Campos envolvida até os bolsos —- naquele momento a mulher dele era alvo de investigação. Por ser governador, a operação lhe preservava até então. E por ironia, perguntei ao procurador se havia alguma possibilidade de toda a família estar envolvida e o governador não saber de nada. A resposta veio em forma de gargalhada com trejeitos de galanteio e seguida por um suspiro acompanhado do nome de uma mulher: “ahhhhh, Luciana!!!”.

Fiquei sem jeito apesar de logo perceber que havia uma linha cruzada. A entrevista se encerrou e a desculpa é que alguém na procuradoria, inadvertidamente, apertou o botão errado do PABX e levou em ‘rede mundial de computadores’  —- era assim que a gente chamava naquela época —- parte da sua conversa com uma das assistentes. O resultado da paquera, não quis saber. De minha parte, guardei o vídeo por curiosidade. Já o ex-governador Neudo Campos esteve preso até pouco tempo e foi libertado depois de o ministro do STF Gilmar Mendes reconsiderar a decisão que ele próprio havia tomado em favor da prisão do Rei dos Gafanhotos.

O que diz Bocelli, meu especialista, sobre pensão alimentícia para animais

 

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Ana e o marido viveram felizes enquanto foi possível. Não faz muito tempo entenderam que não se amavam o suficiente para continuarem juntos nem se odiavam a ponto de terem uma separação litigiosa. Além dos laços afrouxados que os distanciaram havia os gatos a aproximar o casal —- três gatos para ser mais preciso. E um cachorro, também.

 

Ficou a cargo dela manter os gatos Cristal, Lua, Frajola e o cão Frederico, na casa onde moravam, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. A cultura brasileira ainda tem dessas coisas. No momento da separação, por mais amigável que seja, os filhos ficam com a mulher, geralmente. O homem — nem todos, é lógico — pega as crianças em dias determinados para passear e se divertir; e terceiriza para a esposa, ou melhor, para a ex-esposa a educação, a disciplina e todas aquelas coisas chatas que precisamos fazer para criamos crianças saudáveis, justas e éticas. Pelo visto, o mesmo ocorre no caso dos filhos de pelo —- como recentemente passaram a chamar gatos e cães de estimação.

 

Sei que separação de casal, guarda compartilhada, divisão de responsabilidade sobre os filhos e até mesmo os pets já ocorreram aos montes e na maioria dos casos não mereceram uma só nota de rodapé no jornal nem uma crônica (?) neste blog. Mas a história do fim do relacionamento da Ana e do marido — que teve seu nome preservado e eu sei lá o motivo disso — ganhou o noticiário por uma curiosidade jurídica. Pela primeira vez, o tribunal determinou o pagamento de pensão alimentícia aos animais de estimação.

 

Segundo reportagem do G1, o acordo estabelecido entre os pais dos animais prevê que a mãe fique com os gatos e o cachorro e o pai pague o valor referente a 10,5% do salário mínimo, o que hoje equivale a R$104,79 por mês. Ele também tem direito a visitas e passeios.

 

A justiça brasileira já havia decretado a guarda compartilhada de animais anteriormente, mas não previa —- até agora —- pensão alimentícia. Ribeirão Preto parece faz história em defesa dos animais.

 

E se não pagar a pensão? Pergunta de gaiato. Acontece isso mesmo que você está pensando: vai para a cadeia. Sabe-se que se tem coisa que se leva a sério no Brasil é esse negócio de pensão. Sem dor nem perdão. Não pagou, prendeu — às vezes até de maneira injusta, como já tratamos neste blog.

 

Em casos como esse —- que me foi apresentado pelo Frederico, não o cachorro do ex-casal, mas o Goulart, âncora do CBN Primeira Notícias — prefiro recorrer a palavra de especialistas. Consultei o Bocelli, meu gato persa. Adianto-lhe que ele é um gato de poucas palavras, mas tive a impressão de que recebeu bem a notícia, pois sabe quanto custa manter um bichano, imagine três — ah, e o cachorro, também.

 

Bocelli ficou em dúvida apenas em relação ao valor. Achou pouco. Sabe que a lei fala apenas em custear comida mas deve ter pensado no preço da ração (especialmente a dele que é de primeira), que se soma ao da areia para a caixinha, às visitas ao veterinário e ao banho mensal —- apesar dele achar que isso tem muito mais a ver com cão do que com gato. De qualquer forma, acredita ser um bom início de conversa.

 

A incomodá-lo apenas a informação passada pela advogada Taís Roxo, responsável pelo caso, de que “tem no Congresso já em trâmite um projeto de lei nesse sentido (em favor da pensão alimentícia para animais)”. Logo lhe veio à mente, os gatos de rua do vizinho que vão começar a coagi-lo a participar de manifestações em favor do projeto de lei, além de os aproveitadores de protesto que envergarão suas faixas contra a reforma da Cãovidência, pelo fim do CCZ ou pela volta da Carrocinha.

 

Para acalmá-lo, sugeri que convidasse seus colegas de raça a se manifestarem através do aplicativo O Poder do Voto, onde podem pressionar deputados e senadores e expressar suas opiniões a favor ou contra os projetos de lei que estão no Congresso. Como Bocelli é gato moderno, adorou a ideia de se transformar em um militante digital.

 

Antes de encerrar nossa conversa, deixei claro que, a persistirem os sintomas, ele jamais precisará se preocupar com essas coisas de separação, guarda compartilhada e pensão alimentícia, ao menos enquanto ficar aqui em casa. Juro que ouvi um miado de satisfação.

Personagens da semana: gatos, gatunos e carrões

 

Por Milton Ferretti Jung

 

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Sempre que não encontro inspiração para escrever o texto das quintas-feiras,compromisso que venho mantendo de longa data com o Mílton,procuro assunto no jornal Zero Hora. E encontro. Já estava quebrando cabeça quando resolvi apelar para a ZH e fui virando as páginas do fim para o começo. É um velho hábito. O futebol,em primeiro lugar,para ver o que se passa com o Grêmio e,como não,com o Inter. Aqui, no Rio Grande amado,Grêmio e Inter fingem que se odeiam. Na verdade,porém,são bem mais do que coirmãos:um não vive sem o outro. Creio que não sobreviveriam se não fosse assim. Dificilmente,no entanto,descubro assunto nas páginas dedicadas aos esportes,apesar da maioria deles. Só deixo minhas opiniões sobre aquele que cheguei a chamar,idoso que sou,de “esporte bretão”.

 

Passo agora para as matérias que me chamaram a atenção na Zero Hora,começando por uma lida na segunda-feira,22 de setembro (que bom reencontrar a primavera). A manchete é uma pergunta,coisa rara: “Comércio de animais deveria ser proibido?”. Lê-se abaixo que “ativistas estão elaborando projeto de lei e recolhendo assinaturas para tentar proibição da venda de cães e gatos em lojas especializadas”. Quando topo com qualquer coisa que parte de “ativistas” – que me desculpem pela desconfiança com a qual encaro o termo – mas temo pelo resultado.Esses, poucas vezes são satisfatórios.

 

Eu começaria a tirar os gatos da parada. Tenho uma gata preta cujas fotos enfeitam,volta e meia,o meu Facebook. Micky,é o nome dela, esteve fadada a ser um animal sem dono.Era o que aconteceria se eu e Maria Helena,minha mulher,não a tivéssemos achado, ainda bem pequena,miando baixinho,debaixo de uma cerca viva. É nossa desde 2007. Gatos a cães sobrevivem mesmo que não tenham quem os cuide. Os bichanos,todavia,fazem apenas o que lhe dá na telha,ao contrário dos cães,bem mais dependentes do seus donos. Seja lá como for,eu me pergunto qual é o problema desses dois animais serem vendidos em lojas especializadas,onde são bem tratados para agradar aos que se interessam por os ter como “peta”. “O animal não existe para o uso”,afirma Lidvar Schulz,coordenador do grupo de libertação animal. Não sei o que esse senhor quer dizer com isso. Não tenho conhecimento de que cachorras sejam confinadas submetidas a cruzas forçadas,mas se isso ocorre,tem que ser combatido por quem de direito e não por essas ONGs sem eira nem beira.

 

Da ZH,igualmente,saiu o meu segundo assunto. Os exemplos de ganância que levaram quem sofre desse terrível mal a virar notícia nas páginas policiais dos jornais e da mídia,em geral,são inúmeros. Não fazem,entretanto,que os gananciosos se corrijam. Eles seguem em frente como se tivessem um escudo que os proteja de serem flagrados pelos agentes da lei. Um deles teve a sua foto postada nos jornais dessa terça-feira e é um gaúcho acusado de fraude milionária envolvendo ações da antiga CRT. Jamais imaginei que essas ações produzissem tanta grana.O doutor Maurício Dal Agnol que o diga.Preso em Passo Fundo,ele esperava poder fugir da Polícia Federal,mas acabou ao sair do seu escritório portando uma sacola repleta de dinheiro e um passaporte com visto dos Estados Unidos. Triste engano. Não bastasse ser ganancioso ao extremo,era um homem de maus bofes,eis que,além da fraude,sua prisão foi agravada por porte de armas,entre elas,um fuzil.

 

Bem mais amena e saudável é a notícia que a Zero Hora publicou,também nessa terça-feira,Porto Alegre deve passar com carros elétricos para alugar. Neste sábado,os engenheiros Cezar Reinbrecht e Lucas de Paris,em evento acerca de mobilidade urbana promovido pela UFRGS,em parceria com a ONG Net Impact Porto Alegre,essa sim uma Organização Não Governamental que vale a pena,vão apresentar o projeto Sivi – Sistema Veicular Inteligente. Sei que os meus filhos Mílton e Christian,são fãs de biciclestas,mas duvido que não venham a adorar os carros elétricos.

 

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

‘Cat Sense’ revela o que seu gato está pensando (e o Bocelli, também)

 

 

Bocelli costuma acompanhar passo a passo meu início de dia que, como você deveria saber, começa ainda de madrugada (que horas você pensa que eu acordo para apresentar o Jornal da CBN às seis da manhã?). Basta me levantar da cama e ele me pede para abrir a porta do quarto. Dali até embarcar no carro, me acompanha no banho, na barba, no vestir a roupa e no café da manhã. Quando volto para casa, costuma sair debaixo da árvore onde gosta de passar a manhã e me segue até a mesa do almoço. Soube nesses dias que Boccelli está incomodado com minha ausência em casa, corre para porta sempre que surge um movimento e retorna cabisbaixo ao perceber que não cheguei. Bocelli é meu gato de estimação, para que não haja nenhum dúvida sobre de quem estou escrevendo neste post. Descubro, agora, que ele me vê como outro gato, gigante e muito dócil. É o que ensina o biólogo John Bradshaw, autor de Cat Sense, livro que encontrei no topo da lista dos mais lidos do jornal The New York Times.

 

Bradshaw dedicou mais de 30 anos de sua vida ao estudo de comportamento dos animais domésticos e explica, no livro, porque os gatos agem como agem quando encontram os humanos. Diferentemente dos cachorros, os gatos foram acasalados com a intenção de torná-los mais bonitos e não mais dóceis, o que explicaria o fato deles serem menos domesticáveis. Calcula que 85% das “transas” que levam à procriação se dão entre gatos selvagens, já que os domesticados costumam ser castrados, o que dificulta o comportamento social da raça (desculpa aí, Bocelli!).

 

O pesquisador britânico desmistifica a ideia de que os gatos são indiferentes às pessoas: para ele, os gatos têm fortes emoções, mas tendem a sofrer em silêncio (pobre Boccelli, distante de mim, triste e com sentimentos enrustidos; garanto que volto logo, amigo!). Quando eles se esfregam nas suas pernas reproduzem o mesmo gesto de proximidade que realizam ao encontrar outro gato e, de forma afetiva, estão sinalizando que o consideram um gato não hostil. O rabo reto é uma espécie de saudação: “é provavelmente a maneira mais clara do gato mostrar sua afeição por nós”, garante o autor.

 

No livro, Bradshaw justifica o fato de os gatos largarem suas presas no meio da casa, o que muitos traduzem como sendo a demonstração de que eles querem alimentar seu proprietário. Para o pesquisador, os gatos apenas tentam levar a caça para um lugar mais seguro, mas logo percebem que a ração oferecida pelo dono é muito mais saborosa e a abandonam.

 

Tudo lido e revisto, a sugestão é que você deixe de chamar seu gato de “meu bebê”. Prefira “meu amigo”, “cara” ou “mano”. Provavelmente, ele se identificará muito mais com você.

 

Eu continuarei chamando o meu de Boccelli.

Animais descartáveis

 

Por Milton Ferretti Jung

Vivendo e aprendendo é um dos ditados populares mais antigos dos muitos que conheço. Permitam-me que lhe faça um pequena modificação: lendo e aprendendo. Foi lendo um texto de Fabrício Carpinejar, cronista do jornal Zero Hora, que tomei conhecimento de um fato que me deixou muito revoltado, qual não seja o do descarte de “animais de estimação” (leia-se cães) em rodovias do Rio Grande do Sul, especialmente na freeway, que liga Porto Alegre, de onde escrevo, a uma série de praias do Rio Grande do Sul. Sou hoje um cachorreiro sem cão (coloquei “animais de estimação” entre aspas porque foi como estava no subtítulo da matéria do jornal) Tento me consolar desta carência com minha gata Micky. Os felinos, ao contrário dos cachorros, são interesseiros por natureza e não se submetem à vontade do seus donos. Logo, não são substitutos à altura para apreciadores de cães. Quem não tem cão, caça com gato, reza outro conhecido ditado.

Possuí vários cães, entre eles uma cadela dálmata, uns dois sem raça definida, um irrequieto daschund e, finalmente, um sheepdog que, como lembra o seu prenome – sheep – parece um ovelha. Sobrevivi a todos, mas tenho mais saudade do último, que fui obrigado a doar para uma empregada doméstica. Sejam eles como foram, cada um com suas peculiaridades, sempre os tratei com carinho. Hoje, distraio-me com os animais de estimação dos meus filhos. Até aproveito para passear com Malu, uma lhasa que adora crianças e, em especial, meninos que andam de skate.

Mesmo que não apreciasse cães, jamais me passaria pela cabeça lhes fazer mal. Que péssima índole têm esses cretinos que levam os seus a uma rodovia qualquer, onde os abandonam bem longe de suas casas. O resultado dessa prática hedionda é que 32% dos atropelamentos de cães ocorreram só no trecho Porto-Alegre-Gravataí,segundo a concessionária Concepa. Em boa hora e visando a evitar que o descarte prossiga, a Secretaria Especial dos Direitos dos Animais da Prefeitura da capital gaúcha e a Concepa iniciam no dia 7 de janeiro, no pedágio de Gravataí, campanha de conscientização contra o abandono de animais. Nesta época, a prática criminosa se intensifica uma vez que muita gente viaja para o litoral. Convém lembrar a quem pensa que pode se livrar dos “animais de estimação” (?) sem enfrentar problemas, que existe Lei Federal prevendo detenção por um ano e multa para os que maltratam bichos.

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Um cachorro na prefeitura

 

O pedido inusitado está no no boletim Landmarketing, da Madiamundomarketing, que tem a frente Francisco Madia. Mas antes de deixar comentários aqui ou lá, leia até o fim, sem preconceito:

“Segundo estudos realizados pela FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA da USP, o chamado CENSO ANIMAL, em 2030, mantidas as taxas de crescimento atuais, o número de cães poderá superar o número de habitantes da cidade de São Paulo. Se até lá formos uma democracia de verdade, deveríamos eleger um cachorro para prefeito, e um gato para vice. Brincadeiras a parte, até que não seria uma má idéia, considerando a “qualidade” dos prefeitos da cidade de São Paulo, e da quase totalidade das cidades brasileiras.

O crescimento da população de cães e gatos na cidade de São Paulo é de arrepiar. De preocupação, e para muitos, de medo. Enquanto o número de paulistanos cresceu 3,6% nos últimos 6 anos, a população de cachorros cresceu 60%, e a de gatos – ATENÇÃO – cresceu 152%. Ou seja, o que já aconteceu em muitos países que famílias estão trocando seus cães – pelo trabalho que dão e envolvimento emocional que provocam – pelos gatos, também acontece por aqui. Uma outra razão pela preferência crescente pelos gatos, é que cães demandam espaços físicos maiores e gatos se ajeitam em qualquer cantinho.

Segundo o CENSO ANIMAL, a população canina oficial da cidade de São Paulo totalizou 2,4 milhões, e a felina, 580 mil. No CENSO ANIMAL anterior, 2002, o número de cães era de 1,5 milhão, e o de gatos, 230 mil. O CENSO constatou, também, total relação entre a presença de animais e lares com maior concentração de idosos, casais com filhos pequenos, ou grandes famílias.

Considerando-se que esse comportamento deve prevalecer em todos os próximos anos, o chamado PET MARKET continuará crescendo a taxas expressivas, e atraindo, cada vez mais, um número maior de empresas.

Com um cão na prefeitura recuperaríamos o verdadeiro sentido da expressão “eleger nossos representantes”.


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