Mundo Corporativo: Marco A. Gioso ensina como cuidar de lojas de animais de estimação e veterinária

 

 

“Quando o veterinário está atendendo, quem é o mais importante no consultório: o animal, o dono do animal ou ele próprio?” A resposta para essa pergunta define na maior parte das vezes o resultado do trabalho realizado pelo profissional que atua no setor de clínica veterinária, petshop e loja para animais de estimação, de acordo com o médico e gestor Marco Antonio Gioso. Ele foi entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, e falou dos cuidados que devem ser adotados para gerenciar finanças, equipes e marketing neste setor que movimenta cerca de R$ 15 bilhões por ano, no Brasil. Gioso lembra que é muito comum no país, os serviços de veterinário, tosa e banho, e venda de prdutos serem oferecidos no mesmo local, o que exige estratégia ainda mais apurada para que um não prejudique financeiramente o outro. Autor do livro “Gestão da Clínica Veterinária”, Marco Antonio Gioso recomenda que os empreendedores interessados em abrir um negócio fazem planejamento e busquem conhecimento para desenvolver ferramentas de gestão, pois muitos agem de forma instintiva, não conseguem adminsitrar as contas pessoais e da empresa separadamente, acabam tendo prejuízos e fechando o negócio.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido, ao vivo, pelo site da rádio CBN (www.cbn.com.br). Os ouvintes-internautas participam com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br ou pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Maurício Goldstein fala de gestão inovadora

 

 

Uma crença fundamental no ser humano, este foi o fator diferencial que os consultores Maurício Goldstein e Vicente Gomes, da Coral, encontraram nos líderes de 24 empresas identificadas por eles como adaptadas as atuais exigências do mercado. O resultado desta pesquisa está no livro “Novas organizações para uma nova economia – Um mundo onde as empresas, as pessoas e o planeta prosperam juntos”, ponto de partida da entrevista do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Goldstein destacou ainda que essas corporações geralmente têm um fundador ou um líder muito forte, carismático e um sonho mobilizador.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN (www.cbn.com.br), com participação dos ouvintes pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Marcelo Pinto dá sugestões para gerenciar o humor na sua empresa

 

 

Cuidar do humor no seu local de trabalho pode render muito mais do que boas risadas, é o que pensa o advogado trabalhista Marcelo Pinto, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. O consultor oferece inúmeras sugestões que colaboram com a criação de um ambiente criativo e saudável nas empresas. O método que defende é composto por etapas que reunidas formam num acróstico a palavra SMILE – Sorria, Mude de atitude, Identifique oportunidades, Lidere positivamente, Envolva e execute. “O humor é uma competência que começa a ser valorizada pelas empresas”, diz o autor do livro que leva o mesmo nome do método que propõe: “O Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor no ambiente de trabalho – Um guia prático para humanização corporativa”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN (www.cbn.com.br) e você participa com e-mails para mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Bruno Caravati, da Fisk, fala de gestão de negócios

 

 

“Transparência, honestidade e olhar no olho da pessoa com a qual está trabalhando, sem isso você não consegue absolutamente nada, se você não tratar estas coisas com seriedade você não ganha credibilidade, portanto você pode esquecer. Por que se você sair dessa linha a possibilidade de você não conseguir sucesso é grande”. Essa é a estratégias para uma boa gestão na área de educação na opinicão de Bruno Caravati, CEO das Escolas de Inglês FISK, entrevistado pelo programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Com mais de 40 anos de carreira, Caravati falou dos desafios na administração de empresas e contou curiosidades sobre a história do grupo construído por Richard Fisk, no Brasil.

 

Você participa do programa Mundo Corporativo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, assistindo ao programa, ao vivo, pelo site da rádio CBN e enviando perguntas para o e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Minoru Kimizuka e dez chocolates para o sucesso

 

 

“O chocolate veio para simbolizar a forma como se coloca diante das equipes. É o líder que não deixa de cobrar, vai ser rígido diante das metas, porém vai colocar-se de maneira sempre positiva, sempre reconhecendo e elogiando os progressos dos funcionários e, com isso, eles vão se auto-motivando, o clima da empresa melhora, e os resultados, também”. Assim o coach Minoru Kimizuka define o papel do líder chocolate, assunto do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ele escreveu com Ademir Stein o livro “Dez chocolates para o sucesso” (Editora Alaude) e apresenta algumas dicas de como criar, motivar e recompensar sua equipe de trabalho.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, e você pode assistir, ao vivo, pelo site da rádio CBN, e participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitter @jornaldacbn e @miltonJung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Daniel Mendez da Sapore ensina a servir 1mi de refeições/dia

 

 

Transformar os refeitórios das empresas em praças de alimentação foi uma das estratégias usadas pelo empresário Daniel Mendez para fazer da Sapore a maior empresa de refeições coletivas do Brasil. Nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo, da CBN, Mendez fala de sua trajetória profissional, que se iniciou como garçom no restaurante do pai, e como enfrentou uma crise que quase acabou com a sua empresa. Hoje, a Sapore serve 1 milhão de refeições por dia e está atuando também no México e na Colômbia.

 

Você assiste ao vivo o Mundo Corporativo às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da rádio CBN e participa com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O prorama é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN​

Mundo Corporativo entrevista Sérgio Nogueira, RH da Kimberly-Clark

 

˜O resultado vem das pessoas, o que elas fazem, o que elas produzem, o que elas acreditam; interferem imediatamente nos resultados, no clima; então, o principio é: se eu confio na empresa, se eu confio nos lideres, se eu sei para onde esta empresa vai, e se eu posso contribuir e se a minha opinião é importante, eu vou dar o máximo” A afirmação é de Sérgio Nogueira, diretor de Recursos Humanos da Kimberly Clark em entrevista ao jornalista Mílton Jung do programa Mundo Corporativo da CBN. Nogueira fala das estratégias usadas para criar um espírito de equipe em uma empresa que tem cinco mil funcionários espalhados em cinco fábricas e três centros de distribuição no Brasil. Recentemente foi anunciada a troca de comando do grupo com a chegada do colombiano Sérgio Cruz que substitui João Damato, um momento de transição que exige do setor de recursos humanos cuidados especiais, principalmente em relação a comunicação.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo e em primeira mão, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN, com participação pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN.

Atendimento a clientes por telefone: o luxo ainda não chegou aqui

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

 

Telefonar para central de atendimento a clientes. Quem não se arrepia de ter que fazer isso muitas vezes? Seja para tirar dúvidas, solicitar segunda via de fatura de cartão de crédito ou reparos na sua TV a cabo, a tarefa sempre exige tempo e paciência do cliente. Se a necessidade for cancelar um produto ou serviço então… prepare-se para no mínimo meia hora de espera e ainda ter de ouvir todos os argumentos de benefícios que você muitas vezes já conhece, mas mesmo assim deseja o cancelamento do produto.

 

Empresas de telefonia, bancos e administradoras de cartões de crédito são campeãs de reclamações. Uma das principais queixas dos clientes na verdade nem é a solicitação ou a reclamação em si, que a princípio seria o propósito da chamada. O que mais irrita os consumidores é a famosa frase “vou transferir sua ligação para o setor responsável”. E quando o segundo funcionário lhe atende, você informa novamente TODOS os seus dados, e tem que repetir a solicitação a ele. Em muitos casos, este segundo atendente verifica que a chamada foi transferida para o setor indevido, e novamente vai o cliente se explicar a um terceiro. Neste processo todo, o cliente perde tempo, se irrita, e muitas vezes desiste. Mas, onde fica a imagem da empresa? Para o cliente, a imagem ficou extremamente negativa, o que vai provocar com que ele compartilhe toda sua ira sobre esta empresa com seus contatos, principalmente nas redes sociais. Afinal, a cultura estabelecida pelos consumidores, clientes, investidores, e pela sociedade é a imagem ou a percepção da marca.

 

As empresas investem em tecnologia, centrais de atendimento modernas e equipadas. Mas a questão é: por que este tipo de serviço no Brasil ainda é tão ruim? A verdade é que as empresas não investem em pessoas. Esquecem de treiná-las, capacitá-las e motivá-las para a função. Callcenters são repletos de funcionários em geral mal remunerados, muitos deles terceirizados e, é nítido durante a ligação, que não querem atender ao cliente. Muitas vezes são solicitações simples, que o cliente percebe que o atendente desconhece o produto, algo que um treinamento teria um peso importante para ao menos reduzir os problemas de conhecimento do produto e de comportamento.

 

O departamento de Recursos Humanos de algumas empresas ainda está longe se ser estratégico, o que é lastimável. Em um ambiente empresarial mutável, global e tecnologicamente exigente, obter e reter talentos são as “armas” no campo de batalha competitivo. As organizações empresariais no futuro competirão agressivamente pelos melhores talentos. Na verdade, hoje elas já competem. As empresas bem-sucedidas serão aquelas mais experientes em atrair, desenvolver e reter seus talentos com habilidades, perspectiva e experiência suficientes para conduzir um negócio global e atingir a satisfação de seus clientes.

 

Infelizmente, o atendimento a clientes por telefone no Brasil ainda é um artigo raro e inacessível.

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Não é assim que costumamos fazer, ainda bem!

 

 

A minha admiração pelos produtos da Apple já foi declarada dezenas de vezes como podem testemunhar os raros e caros leitores deste blog. Estou, porém, distante de ser um xiita incapaz de ver quando os concorrentes apresentam equipamentos de qualidade ou desenvolvem ações inovadoras. Ainda neste domingo, li na revista MacMais, em editorial assinado pelo jornalista Sérgio Miranda, que, pela primeira vez depois de cinco anos visitando a International CES 2014, ele percebeu que o Iphone não era o gadget mais usado por quem foi à feira de tecnologia em Las Vegas. O Galaxy apareceu com destaque nas mãos dos que lá estiveram mostrando que a Samsung encontrou seu espaço entre os aficcionados por novidades. Eu – e tenho certeza que o Sérgio, também – ainda mantenho-me fiel ao celular da Apple, mesmo reconhecendo os avanços da sul coreana.

 

Nesse fim de semana, também, fui fisgado pela opinião de Satya Nadella, novo diretor executivo da Microsoft, eterna concorrente da Apple. Fiquei bastante satisfeito com a visão estratégica apresentada por ele em entrevista para o The New York Times reproduzida no Brasil pelo Estadão (edição de sábado). Nela, esse indiano, que assumiu recentemente o cargo mais importante da empresa para qual trabalha há 22 anos, descreve seu estilo de gestão e destaca algumas lições aprendidas com seus antecessores. Você pode ler a entrevista original neste link, mas trago aqui dois pontos que considero interessantes:

 

Diz que em conversa com Steve Ballmer, a quem agora substitui, quis saber como estava se saindo em relação àqueles que exerceram o cargo que ocupava antes dele. Steve disse: “Quem se importa com isso? O contexto é muito diferente. Para mim, a única coisa que importa é sua maneira de jogar com as cartas que você tem nas mãos agora. Quero que mantenha seu foco nisso, em vez de se preocupar com as comparações”.

 

Perguntado sobre os comentários que o irritam nas reuniões, Satya diz ficar louco quando alguém chega para ele e fala que “costumávamos fazer assim” ou “é assim que fazemos”.

 

Satya tem razão no que aprendeu e no que tenta evitar. Boa parte das vezes queremos usar o passado como referência sem perceber que aquelas soluções se encaixavam em outro cenário. As circunstâncias mudaram completamente. Não podemos mais medir a performance das pessoas pela mesma régua de cinco, dez anos atrás. Aliás as empresas de tecnologia, como a Microsoft e a Apple, são responsáveis por isso. Com o conhecimento circulando mais rapidamente, a troca constante de informação e a velocidade imposta à criação, a chave do sucesso de agora não abrirá mais portas daqui a pouco. A todo instante, as corporações terão de buscar a nova fórmula sob o risco de ficarem ultrapassadas e os gestores terão de fomentar a inovação. Para Satya, a questão é “como fazemos para usar o capital intelectual de 130 mil pessoas e inovar de maneira que nenhuma das definições das categorias do passado continue relevante?”

 

Na próxima reunião, quando você der uma ideia e alguém disser que não é assim que costumamos fazer, lembre-se de Satya e não se acanhe em responder: ainda bem.

Mundo Corporativo entrevista Carlos Ewandro da Endesa Brasil

 

 

“A palavra comunicação é dita ‘como única ação’. Você quando separa isso, dá uma dimensão maior a questão da comunicação, porque se você não comunica e não se aproxima – e a comunicação é falar mas essencialmente escutar – alguém comunica por você. Se você não fala, o Sindicato vai falar, o corredor vai falar, a fofoca vai falar”. O alerta é de Carlos Ewandro, responsável pelo RH da Endesa Brasil, empresa do setor energético, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Evandro diz que a troca de informações entre os chefes e os colaboradores tem de ser valorizada, por isso “nós temos modelos robustos de comunicação na Endesa e para se ter ideia as salas dos executivos não tem porta”. O resultado desta troca de experiência foi o uso de câmeras que registram toda a movimentação das equipes que realizam serviços de implantação e reparo da rede elétrica, método que teria reduzido o número de acidentes de trabalho e aumentado a confiança dos consumidores.

 

Você pode assistir, ao vivo, o programa Mundo Corporativo, toda quarta-feira, 11 horas da manhã, pelo site da rádio CBN (www.cbn.com.br) e participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @miltonjung, usando a hashtag #MundoCorpCBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.