Mundo Corporativo: Joana Cortez diz como a neurociência ajuda na formação dos novos líderes

 

 

“O que é esperado do líder é que ele consiga desenvolver as pessoas; e para você desenvolver as pessoas, entender como funciona o cérebro é fundamental” — Joana Cortez, consultora da Fellipelli

As novas exigências do mercado de trabalho têm desafiado líderes e colaboradores. Para tornar essa relação mais saudável e produtiva, o uso da neurociência é um dos caminhos que empresas e gestores têm percorrido. Por isso, o Mundo Corporativo foi entrevistar Joana Cortez, consultora em desenvolvimento humano da Fellipelli, que trabalha com avaliação e desenvolvimento de pessoas. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, Cortez listou alguns dos benefícios que as ferramentas de neurociência podem trazer aos profissionais das mais diversas áreas:

“A segurança emocional é tão importante para o profissional assim como entender o papel dele na empresa”

Para os novos líderes, a consultora identifica três habilidades essenciais:

  1. Autoconhecimento —- todos sabem onde estão seus pontos mais fortes e mais fracos, mas é preciso olhar para sim mesmo, entender seu comportamento e se comprometer com a transformação.

  2. Escuta ativa —- tem de saber escutar o outro, ouvir suas ideias, frustrações e sugestões.

  3. Saber desenvolver a ideia —- não importa de onde vem a ideia, é preciso se dedicar a desenvolvê-la e, para isso, não ter medo de contratar gente melhor do que ele.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN e nas páginas do Facebook e do Instagram (@CBNOficial). O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN e aos domingos, às 22h30. E fica à disposição na lista de podcast.

Comunicar para liderar foi destaque em Felicidade iLTDA

 

 

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A experiência de ser entrevistado nem sempre me deixa à vontade. Fui treinado para entrevistar pessoas. Quando se está do outro lado, sempre fica a apreensão de que seu desempenho poderia ser melhor. A resposta não foi tão clara quanto gostaria. Talvez tenha desperdiçado a oportunidade de contar algo mais produtivo para as pessoas. Dia desses tive de encarar esse desafio a convite de João Paulo Pacífico, empreendedor, inspirador e apresentador do programa Felicidade iLTDa, na Rádio Globo.

 

Verdade que a tarefa de ser entrevistado foi facilitada pela forma simpática e tranquila com que o Pacífico fez a mediação. Além de o fato de estar sentado à mesa com uma colega super competente e minha grande amiga: a Leny Kyrillos, com quem escrevi o livro “Comunicar para liderar” (Contexto). Ao lado dela, a conversa sempre se torna agradável e produtiva.

 

Falamos de comunicação e liderança, contamos curiosidades de nossas carreiras —- como o motivo que me levou a deixar o esporte pelo jornalismo — e apresentamos dicas para ajudar os profissionais a se relacionarem melhor com seus colegas, parceiros de negócios e clientes.

 

O programa —- como o próprio nome nos induz a pensar — é sobre felicidade no trabalho e se propõe a tratar de assuntos que mostrem como as empresas podem contribuir para um futuro melhor. Foi o que me fez lembrar do poder da palavra na comunicação e o cuidado que devemos ter ao nos dirigirmos às outras pessoas, especialmente quando estamos diante da necessidade de avaliar o seu comportamento ou o seu desempenho profissional:

 

“… uma palavra bem dita, muda e transforma a vida do outro; assim como a palavra mal dita, fere”.

 

Esse poder é ainda maior quando se aprende — como disse Leny Kyrillos — que a comunicação contagia e constrói imagens. A propósito, ao ser provocada a identificar os  pecados na comunicação dos líderes, Leny ressaltou que o mais grave deles é a falta de autenticidade:

 

“(a pessoa) se sente cobrada e pressionada por uma série de coisas e começa a acreditar que ela precisa desempenhar um papel que não é o dela, e muitas vezes perde sua essência”.

 

Espero ter sido autêntico na conversa com a Leny e com o João Paulo Pacífico — mesmo quando fui levado a contar uma piada em um dos quadros propostos pela produção do programa.

 

Ouça  muitas outras dicas e curiosidades no podcast de Felicitade iLTDA.

 

Mundo Corporativo: o RH tem de se reportar ao CEO, diz Fernando de Mello

 

 

“Sempre deve ter um humano fazendo o julgamento do outro humano. A gente tenta logicamente transformar o desempenho de algumas áreas em métricas. Mas a gente nunca deixa só a métrica reinar” — Francisco Homem de Mello, CEO Qulture.Rocks

 

A área de recursos humanos está em plena transformação —- novos negócios, novos desafios e muita tecnologia. O uso de ferramentas digitais têm colaborado para um desempenho melhor do setor e conseguido resultados efetivos, mas Francisco Homem de Mello, da Qulture Rocks, alerta que o fundamental é que o RH seja visto como estratégico dentro da empresa, sob o risco de se desperdiçar todo o investimento tecnológico. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, Mello apresentou resultados de pesquisa que ouviu cerca de 1.800 líderes empresariais — vice-presidentes, diretores e gestores — e ajuda a entender o cenário atual deste setor.

 

Para 61% dos entrevistados o RH participa efetivamente das decisões estratégicas da empresa enquanto e para 64% deles, o RH se reporta diretamente ao CEO:

 

“É otima a posição do RH se reportando ao CEO. Acho que cultura, gestão de desempenho, gente é prioridade número 1 de CEO e, portanto, a área do RH tem de se reportar ao CEO”

 

Para ter acesso aos resultados completos da pesquisa “Panorama de RH no Brasil 2018”, acesse esse link.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da CBN, na página da emissora no Facebook e no perfil do instagram @CBNoficial. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 22h30, em horário alternativo. Participaram deste programa o Guilherme Dogo, Ricardo Correia e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: RH é papel dos líderes, alerta Cláudia Lourenço

 

 

“Não tem como fazer RH somente com os profissionais da área através das suas ferramentas e programas; recursos humanos é o papel de cada líder que recebe cada colaborador todo o dia, que olha no olho, que eventualmente sabe como ele está se sentindo, se ele está contribuindo bem ou se ele está com algum problema” — Claudia Lourenço, diretora de RH da Europ Assistant Brasil

 

Propor ações que promovam o desenvolvimento profissional dos colaboradores e engajar os líderes nestes programas são alguns dos desafios da área de recursos humanos tratados por Cláudia Lourenço, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN. Lourenço é diretora de RH da Europ Assistant Brasil e foi considerada uma das executivas de RH mais admiradas do Brasil.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas no site, na página do Facebook e no Instagram da CBN. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN, ou domingo, às 10h30 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Débora Gonçalves e Isabela Medeiros.

Mundo Corporativo: esteja atento para o que os novos líderes têm a ensinar

 

 

“Acho que a gente tem de preparar os nossos jovens, mas tem de saber entender as demandas que estão chegando, a gente está em um mundo acelerado, onde as transformações cada vez mais acontecem aos nossos olhos muitas vezes sem que a gente perceba. Então, temos que estar atentos a isso” —- Pedro Salomão, Radio Ibiza

 

Para ser um líder eficiente e pronto para os novos desafios é preciso estar atento ao que os jovens tem a nos ensinar e estar preparado para revelar a eles os caminhos possíveis na carreira. Conectar gerações tem sido uma das tarefas de Pedro Salomão, empreendedor e criador da Radio Ibiza, entrevistado por Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Autor do livro “Lyderez, o exercício da liderança para conectar gerações”, Salomão provoca as pessoas a olharem de maneira diferente para o mercado de trabalho

 

“Eu gosto de trabalhar a ideia de que um dos caminhos para sermos bons líderes — e nós somos líderes e liderados o tempo inteiro — é inverter aquela lógica de viver pelo resultado … Eu acho que quando a gente aprende a se encantar pelo processo — que é mais longo, mais duradouro, tem caminhos mais tortuosos — do que pelo próprio resultado, a gente consegue ter um entendimento maior do macro. E a gente consegue ressignificar algumas coisas”

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da CBN, no perfil @CBNOficial do Instagram e na página da Rádio CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10h30, em horário alternativo. Você encontra o programa também na lista de podcast da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo o Guilherme Dogo, o Rafael Furugen, a Débora Gonçalves e a Isabella Medeiros.

Mundo Corporativo: o líder ensina as pessoas a pensar, diz César Souza

 

 

 

 

 

“O papel do líder não é ficar ensinando como fazer; o papel do líder é ensinar as pessoas a pensar, ensinar as pessoas a descobrir o líder que têm dentro de si; é criar as condições para que a pessoa se desenvolva como líder e aprenda a ser líder” César Souza, consultor

 

 
O mercado de trabalho tem enfrentado uma escassez de líderes —- realidade que se identifica também no cenário político, na escola e na própria família. O consultor César Souza, fundador da Empreenda Consultoria, que tem se dedicado a analisar o que ele chama de apagão de líderes entende que este fenômeno se deve a falta de preparo das pessoas e dos profissionais para a mudança de época que se vive no momento. No livro “Seja o líder que o momento exige”, Souza diz que existem novas circunstâncias impactando as relações tais como a transição do mundo industrial para o do serviço; do foco no produto para o foco no cliente; da filosofia da propriedade para a economia do compartilhamento; entre outros aspectos.

 

 
Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, o consultor oferece algumas saídas para os profissionais e as empresas se adaptarem a esse novo momento:

 

 

“… esse líder tem de ser mais um líder inspirador do que um líder controlador; o que a gente precisa no futuro e daqui para a frente é um líder que inspire as pessoas não pela autoridade, inspire as pessoas pelos valores, pelo propósito, pelo rumo”

 

 
O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, pelo site, pelo Facebook e pelo Instagram da rádio CBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e fica disponível no canal da CBN do You Tube. Colaboram com o Mundo Corporativo: Gabriela Varella, Ricardo Gouveia e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: o feedback é positivo, diz Daniela do Lago

 

 

‘O feedback, apesar de ser uma crítica, visa o crescimento, é para a pessoa aprender, portanto ele é positivo” Daniela do Lago

O que você pensa quando um colega critica o seu trabalho? E quando o chefe chama para conversar sobre a sua performance? Tem gente que se assusta, tem quem não goste e acha que está sendo perseguido e tem o pessoal que aproveita esse momento e sai daquela conversa melhor do que entrou. Essa é a ideia do feedback, ferramenta muito usada nas empresas mas nem sempre feita com o planejamento necessário, segundo a consultora Daniela do Lago, entrevistada do jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN.

 

Professora na área de gestão de pessoas, Daniela propõe algumas estratégias para quem dá e para quem recebe esta avaliação que deve ocorrer no cotidiano no trabalho. Autora do livro “Feedback —- receita eficaz em 10 passos” (Integrare), ela sugere que, ao receber o feedback, o colaborador use a estratégia dos três As — acolher, agradecer e analisar:

 

“Nem todo mundo que faz uma critica a você tem razão. Nem todo mundo. Agora não vá pensando que todo mundo está errado e só você é o correto nisso. E aí, para você conseguir gerar bem este terceiro A, que é o poder de análise, você tem de se conhecer; a pessoa que não se conhece está condenada a ser vítima”

 

O Mundo Corporativo vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10h30 da noite, em horário alternativo. O programa tem a colaboração de Gabriela Varella, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: líderes medíocres geram resultados medíocres

 

 

“Se a gente tem líderes que chegam só até um patamar de desenvolvimento humano, a gente não pode esperar que essa empresa vá além disso, porque essa capacidade está diretamente relacionada a capacidade de mudança e desenvolvimento das pessoas que estão liderando”. A necessidade de as empresas investirem no potencial de seus líderes e de terem consciência da influência que eles exercem sobre os colaboradores é defendida por Renata Abreu, coach executiva e consultora organizacional. Ela foi entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN.

 

Abreu defende a aplicação de técnicas da psicologia positiva na formação dos profissionais para que se tenha ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos: “nós fomos socializados para acreditar que se a gente se esforçar muito a gente vai ter sucesso, e finalmente quando a gente tiver sucesso a gente vai ser feliz, e não tem nada errado de a gente querer mais, o errado esta em a gente apostar na nossa felicidade depois desse sucesso”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN, ou domingo, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo Gustavo Boldrini, Ricardo Gouveia e Débora Gonçalves.

Crise de abastecimento e de confiança

 

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Caminhões bloqueiam rodovia Raposo Tavares/SP em foto de Renata Carvalho/Helicóptero CBN

 

O posto de combustível está fechado. O supermercado está vazio. A feira livre tem apenas algumas barracas. A faculdade suspendeu a aula. O aluno não tem van para chegar na escola. O trabalhador tem pouco ônibus para chegar ao trabalho. O paciente teve o atendimento suspenso. Os clientes não apareceram. Enquanto isso, na estrada, parte dos motoristas de caminhão segue parada a despeito das concessões feitas pelo Governo Federal.

 

Sem força para negociar, Temer entregou o que pode — porque o cargo ele não solta de jeito nenhum. Anunciou redução de imposto, vai controlar o preço do diesel, tabelar o valor do frete, reduzir o pedágio e tirar dinheiro de onde já não havia. Vai aumentar o nosso imposto, também. Mandou as Forças Armadas para liberar estradas e escoltar caminhão de combustível. Investigou empresários que incentivaram a greve e está de olho em líderes de caminhoneiros que se recusam a recuar apesar das demandas atendidas.

 

Na boleia do caminhão tem de tudo um pouco. Motorista que não consegue mais pagar as contas porque o frete está barato e o diesel cada vez mais caro.
Tem empresa que não quer pagar a conta e força a mão para reduzir os custos.
Tem gente que não aguenta mais este governo.
Tem quem não aguente mais nenhum governo.
Tem quem que queira chegar ao governo.

 

Chegamos ao nono dia de paralisação. Alguns já deixaram o caminhão na empresa e voltaram para casa. Outros, entregam o que restou na carroceria. Há os que estão sem rumo, na expectativa que as negociações cheguem a bomba de combustível e ao seu bolso. Apesar de o número de manifestantes ter diminuído, os focos de protestos permanecem — são radicais, baderneiros ou resistentes, depende do seu ponto de vista.

 

No cenário que levou a essa situação, está uma economia que ficou aos frangalhos, tomada pela corrupção e má-gestão. E se o país não cresce, não tem carga para entregar. Sem carga, o frete é pouco e barato. O Governo reluta em cortar gastos, mantém uma máquina muito cara e não encara os problemas estruturais. Para sustentar tudo isso, cobra alto através de impostos na produção, na distribuição, na venda, na compra e na contratação.

 

Tem também o olhar errado — erro histórico — que nos levou a concentrar o transporte de cargas nas rodovias — responsável por mais de 60% do que se leva e traz no Brasil — quando todo país que se preze divide o peso também com ferrovias e hidrovias.

 

O que está descentralizado é o tipo de liderança por trás dos movimentos sociais — e essa característica se transforma em encrenca para quem quer negociar e desafio para a própria sociedade. Por isso, mais uma vez somos surpreendidos com manifestações que surgem nas redes e se espalham pelas ruas — desta vez, pelas rodovias.

 

Assim como em 2013, quando não havia líderes para negociar em nome das massas, em 2018 os líderes negociam sem o apoio das massas. Comandam sindicatos, associações, federações e confederações, mas não lideram as pessoas.

 

A crise no abastecimento é também a crise de confiança — e de liderança.

 

Enquanto chefes discutem no gabinete e assinam acordos, o WhatsApp corre solto de um celular para o outro e se transforma em uma enorme rede de intrigas, sem controle e sem limite. Todos os desejos cabem nas mensagens enviadas, ilusões circulam livremente e salvadores da pátria são elencados.

 

Confia-se muito mais no que circula na rede do que se publica no Diário Oficial.

 

O abastecimento se resolve com caminhão circulando — e não se sabe ainda quando isso voltará a ocorrer com regularidade —; a confiança, por sua vez, vai demorar para chegar — e temo que partidos e políticos estejam prontos para desperdiçar a oportunidade que as eleições desses ano nos abriria para essa mudança de comportamento.

 

Lá vamos nós para o nono dia de greve dos caminhoneiros.

Mundo Corporativo – Nova Geração: riscos e oportunidades para os novos líderes

 

 

O profissional que pretende se transformar em líder na empresa em que atua precisa pensar no todo e menos no individual e tem de mostrar habilidade de coordenação não apenas nas atividades que realiza mas, principalmente, na forma de mobilizar as pessoas. A sugestão é do consultor Alexandre Marins entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo – Nova Geração, da rádio CBN.

 

Marins é diretor de desenvolvimento de talentos para a América Latina da Lee Hecht Harrison LHH. Ele tem ajudado CEOs de primeira viagem a percorrem com mais segurança e melhor performance a nova função:

 

“Você não pode olhar só para o resultado, o resultado acontece através das pessoas, então o líder tem o papel fundamental de escolher bem as pessoas, desenvolver bem essas pessoas, motivar e engajar essas pessoas no sentido de dar clareza no que é esperado, como ele está indo e o que a gente está fazendo juntos”

 

O Mundo Corporativo que vai ao ar no último sábado do mês é dedicado às novas gerações. O programa tem a colaboração de Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.