Oferta de secador em “manto sagrado” dá confusão

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A Casa & Vídeo, tradicional empresa de varejo de eletrodomésticos, utilizou a torcida do Botafogo, emblemático clube do futebol carioca, para promover a sua marca. Lançou uma campanha de escolha de um produto para ofertar em homenagem ao Dia da Mulher. E usou como veículo a camisa do Botafogo. Foi no clássico com o Fluminense, disputado domingo no Maracanã.

 

Não bastasse o inédito e bizarro processo de comunicação, o secador de cabelo, produto escolhido pela torcida botafoguense, teve dois preços. Os jogadores entraram em campo com a oferta de R$ 49,00 e trocaram de camisa no segundo tempo da partida, com o secador anunciado em nova camisa por R$ 39,00.

 

Se Heleno, Nilton Santos, Didi ou Garrincha, jogadores que honraram a camisa botafoguense, presenciassem a derrota no domingo, certamente se espantariam não com o resultado, talvez nem tanto com a promoção, mas com a anuência e a participação de torcedores, que normalmente consideram a camisa do clube como um manto sagrado.

 

Se, no atual contexto nacional ações que buscam vantagens financeiras, legais ou ilegais, tornaram-se rotinas, nada mais há que deveria surpreender. Entretanto, o torcedor de futebol normalmente é um fanático por definição. Colocando muitas vezes o amor pelo clube acima das paixões mais convencionais, como as da família.

 

Endossar uma oferta de secador na camisa do clube que ama foi de espantar. Assim como foi de mal gosto a direção do Botafogo aprovar.
E, para congestionar o verossímil, ontem, a Secretária do PROCON, Cidinha Campos, anunciou que irá processar a Casa & Vídeo por propaganda enganosa, além de encaminhar ao CONAR a questão. Está inconformada com rebaixamento de preço em prazo curto demais.

 

Se a moda pegasse, o mundo iria esquecer o 7×1. Zombariam das futuras promoções que viriam. Ou virão?

 


Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Facetas: na prática a teoria é a mesma

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

Facetas

Logo ao entrar para a universidade, uma das questões que entendi foi que o preconceito popular contra a teoria não tinha fundamento. Ora, se para uma prática chegar a teoria é preciso comprová-la através da metodologia científica, então podemos afirmar que a teoria é uma prática comprovada.

 

De posse dessa descoberta que teoria e prática caminham juntas, e não se opõem, abracei ambas e cheguei até a decisão do tema da dissertação de mestrado. Escolhi a indústria de moda, onde atuava, para aplicar a teoria aprendida e a prática vivida.

 

Após a graduação no mestrado de Administração, decidi que já tinha as condições para lecionar. Comecei então a dar aulas em cursos de pós-graduação na área de moda.

 

Em 2013, quando completava 40 anos de trabalho, resolvi que estava apto para escrever um livro. “Marketing de Moda” foi o tema. Fui ao SENAC, que era a editora mais indicada, mas o “Marketing & Moda” estava no prelo e, embora a semelhança fosse apenas ao título, tive que procurar editoras não especializadas. Não deu certo.

 

Finalmente, no início deste ano, José Marton, designer de produtos, cenários e lojas, um dos profissionais com quem mais tenho conectado a teoria e a prática da arquitetura do varejo de moda, convidou-me para biografar a sua obra de Arquitetura. Patrocinado pelo Banco TOYOTA, com apoio do Ministério da Cultura, Marton obteve capital para lançar o livro “FACETAS – A arte e o design na obra de JOSÉ MARTON”. Em quatro volumes, Arte, Arquitetura, Cenografia e Design.

 

Em Arquitetura foram inúmeros trabalhos, com destaque para a Arquitetura de Varejo. A loja é o fim da cadeia produtiva dos produtos, e o inicio da batalha no Marketing do consumo. Cabe à arquitetura representar todo espectro tangível e intangível das marcas para atrair o consumidor alvo. Nestes projetos, Marton não abriu mão dos recursos existentes na arte, arquitetura, design, comunicação, pesquisa de mercado, comportamento, e, sobretudo, teoria e prática conjugadas com emoção e talento. Biografar neste contexto foi puro prazer.

 

Nota do editor: o lançamento do livro é nesta terça, dia 25 de novembro, na Galeria Vermelho, rua Minas Gerais, 350, em São Paulo. Carlos Magno estará lá ao lado de Marton.

 


Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Felipe Gomes, da Allianz Seguros, fala da estratégia na Arena do Palmeiras

 

 

O grupo Allianz Seguros pretende alavancar seus negócios no Brasil a partir do investimento que fez para comprar o direito de explorar o nome da arena multiuso do Palmeiras, que está sendo construída pela WTorres, e deve ser inaugurada no segundo semestre do ano. A estratégia é semelhante a usada pela Allianz em mais cinco países, onde grandes praças de esporte e espetáculos levam a marca do grupo. O diretor executivo da Allianz Felipe Gomes explica as ações que já estão sendo planejadas para que a empresa recupere o investimento feito ao longo de 20 anos, nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo, feita pelo jornalista Mílton Jung.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras,11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: o que seu sucesso tem a ver com o frescobol

 

As empresas que investem na ideia da cooperação já estão ganhando mais por isto. De acordo com o presidente do Instituto de Marketing Industrial José Carlos Teixeira Moreira pesquisas mostram que “as companhias que estão no foco do cliente, não as que perguntam o que o cliente quer, mas as que sabem o que ele precisa, vendem seus produtos de 5 a 27% acima do preço de mercado”. Nesta entrevista ao Mundo Corporativo da CBN, José Carlos Teixeira Moreira chama atenção para lições que as corporações devem aprender observando a natureza e o ser humano. Em uma das suas metáforas, mostra como o frescobol pode ajudar a entender as novas relações de trabalho.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, às 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: construa sua marca pessoal

 

“Hoje nós vivemos uma situação muito nova no mundo e nos temos uma quantidade imensa de pessoas com características maravilhosas, então as pessoas tem de se diferenciar e elas tem de saber se diferenciar sem ser arrogantes, puxa-sacas e etc …”. A afirmação é da psicóloga e coach Marie-Josette Brauer que defende que desenvolvam técnicas de marketing pessoal para construir suas carreiras. Na entrevista ao Mundo Corporativo, da rádio CBN, Brauer explica o conceito de personal branding, atividade que desenvolve seja com grandes executivos seja com jovens que ainda não deram início a sua vida profissional.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar aos sábados, 11 horas, no site da CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Marketing de interrupção: tira esta propaganda daqui

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

Imagine você, experimentado viajante, num aeroporto vazio esperando a chamada para seu voo, quando um estranho lhe pergunta afavelmente onde fica o portão sete. É provável que o indique calma e educadamente. Agora passe a mesma cena para Congonhas às 8hs da manhã, o saguão cheio e barulhento. Enquanto você ajeita a agenda de reuniões do dia, a mesma pergunta é feita pela segunda, terceira, ou décima vez. Bem, você nesta altura já não aguenta as interrupções e a mesmice das perguntas. Este cenário é a sua vida. Você tem mais coisas a fazer do que o tempo disponível, você está constantemente sendo incomodado por estranhos, você está exposto diariamente ao menos a quatro horas de propaganda através de interrupções que o faz perseguir momentos de paz.

 

É irônico que esta situação seja obra do Marketing, e de autoria dos mais premiados publicitários e marqueteiros. É o Marketing da Interrupção. Se não bastasse isso, vemos atualmente aumento no som dos comerciais nos intervalos dos programas, assim como a transformação do merchandising em venda explicita.

 

A solução ao Marketing da Interrupção é o Marketing da Permissão, proposto por Seth Godin, e autor da situação acima descrita.

 

Enquanto não há interrupção ao Marketing da Interrupção surge a possibilidade de seu abrandamento. Graças à Folha de São Paulo, que em 2010 publicou pesquisa na qual demonstrava que as emissoras estavam até quatro vezes acima dos decibéis permitidos aos comerciais. E os programas infantis exibiam sons acima da lei. Inclusive o Cartoon Network com decibéis cinco vezes mais. O Ministério Público pediu então a aplicação da lei de 2001 assinada por FHC. A Procuradoria entendia que a função era da ANATEL, mas em março a juíza Leila Paiva Morrison determinou que a função fosse da AGU Advocacia Geral da União. E deu 120 dias para o cumpra-se. Aguardemos.

 

Que os talentos da comunicação tenham éticas próprias, fazendo obras que estimulem consumos inapropriados, se entende. O que não se entende é como não enxerguem a impropriedade de aborrecer a quem precisam enobrecer: sua majestade o consumidor.

 

Enquanto isso, vemos propagandas explicitas nos enredos de novelas e filmes. Da simples aparição de carros da mesma marca chegamos ao lançamento de modelos com descrições dignas das garotas propagandas do início da TV. Apple e Starbucks estão sendo mal copiadas. Kia, Volkswagen, Natura e Itaú têm exagerado. Os vendedores de carros devem considerar que somos um mercado de surdos no amplo sentido, a Natura com toda a reputação positiva nos obriga a visitar sua fábrica na novela global como se fosse parte natural da trama, o Itaú lança produtos interrompendo sem cerimônia o enredo. Melhor que fique nos intervalos do tênis, como o fez com categoria no sábado, embora cobrindo graciosamente as pernas da Sharapova.

 

Obs. Sobre o Marketing Permitido, o abordaremos posteriormente.

 

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Mundo Corporativo: Seja inesquecível para o seu cliente

 

“Excelência em atendimento é tornar-se inesquecível para o seu cliente, superar a concorrência e a expectativa do consumidor”. A definição é do professor-titular da PUC-SP de Graduação e Pós-Gradução de Marketing, Alexandre Luzzi Las Casas, que, nesta entrevista ao Mundo Corporativo, da Rádio CBN, fala das estratégias a serem implantadas no seu negócio para transformar o atendimento em diferencial competitivo. Durante a entrevista, ele responde a uma série de perguntas de ouvintes-internautas interessados em compreender como melhorar o relacionamento com os clientes e reduzir o número de reclamações recebidos pelas empresas prestadoras de serviço. Alexandre Las Casas é o coordenador do livro “Marketing em Atendimento ao Cliente”, lançado pela MBooks.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Jânio da Silva Quadros e o marketing político

 

Por Nelson Valente
Professor universitário, jornalista e escritor

As peças publicitárias de caráter oficial apresentavam o candidato numa postura mais séria, em estilo tradicional, com cabelos penteados e roupas alinhadas. Já as peças publicitárias produzidas por simpatizantes demonstram um Jânio carregado de traços regionais, incorporando costumes e tradições das várias regiões do país em estilo bem populista. É o caso da capa de um pequeno livro, sem referência do local, mas pelas características da figura produzido a partir de um personagem típico do nordeste: o cangaceiro. Na animação é mostrada uma charge de Jânio com a barba por fazer, bigode desalinhado, olhos arregalados, usando um chapéu de cangaceiro e tocando uma sanfona. Logo abaixo vem a mensagem: “Ó xente! O povo falou tá falado!”.

Nas várias regiões do país o povo construía a imagem de JQ a sua maneira, as habilidades físicas e sensitivas do candidato produziam várias imagens no receptor que, de alguma forma, encontravam ressonância no povo. Ele soube compreender as tradições regionais do país e aplicá-las adequadamente conforme a sua intuição. Na propaganda soube, a partir de São Paulo, se desdobrar em vários “jânios” pelo resto do país, nunca perdendo a individualidade, mas incorporando outras características conforme os contrastes regionais.

A propaganda política de JQ em 1960 demonstrou que não se pode impor um estilo pasteurizado de valores e conceitos pré-estabelecidos. Mas que as referências devem ser trabalhadas considerando os diversos aspectos culturais, de modo a estabelecer uma relação entre o nacional e o local. O reforço e a solidificação de valores e atitudes foram explorados em detrimento da imposição de novos estilos. Entre os discursos de campanha, comia sanduíches de mortadela e pão com banana, numa tentativa de identificar sua imagem com o eleitorado mais pobre. Jânio procurou sempre se diferenciar dos outros políticos. Vestia roupas surradas, usava cabelos compridos, deixava a barba por fazer, os ombros cheios de caspa e exibia caretas aos fotógrafos.

Sua sintaxe era um caso à parte. Em seus discursos procurou sempre utilizar um vocabulário apurado, recheado por frases de efeito. É um enigma saber como conseguia se comunicar de forma eficiente com seus eleitores, a maioria sem instrução escolar.

Chefe do Executivo fosse municipal, estadual ou federal, o autoritarismo e o carisma foram seus traços característicos. Seus bilhetinhos, com ordens a subordinados, se tornaram célebres.

Segundo seus adversários, Jânio sempre demonstrou desprezo pelos partidos e pelo Poder Legislativo. Ao longo de sua carreira, trocou de legenda sucessivamente. Essas demonstrações de força aumentaram sua popularidade junto a diversos segmentos do eleitorado. Jânio parecia diferente dos outros políticos.

Eleito pela Segunda vez prefeito de São Paulo, em 1985, seu primeiro ato ao tomar posse, em 1º de janeiro de 86, foi desinfetar a cadeira de seu gabinete. Alguns dias antes da eleição, seu adversário de campanha, Fernando Henrique Cardoso, candidato do PMDB, ocupou a cadeira para ser fotografado pela imprensa.

J.Quadros, vereador

A imagem política de J.Quadros foi sendo composta associando-se modernização à eficiência da administração pública. Ele se apresentava como um político novo e refazendo a liguagem política no Brasil, com práticas voltadas para critérios impesssoais e na defesa da racionalização do Estado.

J.Quadros, deputado estadual

Para essa campanha  confeccionou cartazes com a frase: ” Jânio pede o seu voto ” e contou com simpatizantes para distribuí-los no interior do Estado de São Paulo. E como deputado, sempre defendendo o direito do consumidor.

J.Quadros, campanha à prefeitura de São Paulo

Surgiu um dos mais expressivos slogans de sua carreira política: ” A revolução do tostão contra o milhão” . Simbolizava a luta de um candidato humilde, sem o apoio da máquina política.
 
 
Em se tratando de simbologias, o maior símbolo politico de J.Quadros: A VASSOURA ( criação de Eloá do Valle Quadros, esposa de JQ). Ela se tornaria a maior referência eleitoral de sua carreira política e colaboraria para projetar JQ para as classes mais abastadas.

J.Quadros, campanha ao governo de São Paulo

Surge em sua campanha o seguinte slogan: ” Honestidade e Trabalho “. Na realidade JQ se apresentou novamente como um candidato pobre, de saúde combalida. Seu perfil magro lembrava um sujeito mal-alimentado. O jingle “Varre, varre, varre, vassourinha…” para a campanha política de Jânio Quadros a Governador de São Paulo, em 1954.

Os bilhetinhos de JQ foram uma excelente estratégia política para o governador atrair a imprensa, sem pedir que ela o procurasse.

Jânio – Deputado Federal


 
JQ lançou-se candidato a deputado federal pelo Paraná pelo PTB, em 1958. Venceu com a maior votação do Estado e passou a ocupar os dois cargos simultaneamente.

Jânio – Presidente da República

Nascia o MPQ – Movimento Popular Jânio Quadros – Slogan : ” Jânio vem ai ! (Ilustração que abre este artigo)). Vendas de botons e vassorinhas no famoso livro de Ouro. O jingle “Varre, varre, varre, vassourinha…” para a campanha política de Jânio Quadros à presidência da república, popularizando em nível nacional.

O jingle musical sobre a vassourinha de Jânio se popularizou muito na campanha presidencial de 1960, a ponto de surgirem pelo país compositores que produziram outras marchinhas e canções em oferecimento ao candidato J.Quadros. Em algumas ocasiões os autores mandavam as partituras para os coordenadores da campanha avaliarem se era possível transformá-las em material de campanha. As letras também endossavam as mensagens ideológicas de outras peças publicitárias. 



Mundo Corporativo: Marketing para consumir a cultura

 

O aprimoramento das leis de incentivo cultural pode oferecer maior diversidade de oferta e acesso às artes, permitindo que mais artistas tenham oportunidade de apresentar seu trabalho e o consumo neste mercado também aumente. A opinião é do professor da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ Manoel Marcondes Neto entrevistado do Mundo Corporativo da CBN. Com o tema “economia da cultura”, o programa discutiu caminhos para que o marketing cultura atenda as diferentes demandas do setor sem interferir na qualidade e conteúdo da obra. Manoel Marcondes Neto escreveu Lusia Angelete Ferreira, o livro “Economia da Cultura: contribuições para a construção do campo e histórico da gestão de organizações culturais no Brasil”.

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. A entrevista é reproduzida aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corporativo: O valor está na rede

 

A tendência no marketing de relacionamento é trabalhar não apenas o cliente, mas a rede que cada um deles dispõe. E o verdadeiro valor deste cliente não será o que ele compra, mas a influência que tem em suas relações. A opinião é de Marcelo Miyashita, conselheiro líder da Miyashita Consulting e professor de marketing em cursos da MBA e pós-graduação de algumas das principais faculdades do país, entre elas Cásper Líbero e Madia Marketing School. Ele foi entrevistado pelo Mundo Corporativo e falou da 3ª geração do Marketing de Relacionamento. Nesta conversa, Miyashita fala do comportamento do consumidor moderno e as estratégias que as empresa têm explorado para conquistar e manter seus clientes.

O Mundo Corporativo é transmitido, ao vivo, toda quarta-feira, às 11 horas, no site da CBN, e reproduzido, aos sábados, no Jornal da CBN. A participação dos ouvintes-internautas é feita pelo Twitter @jornaldacbn e pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br