Com tudo, é melhor apostar no Facebook

 


Por Carlos Magno Gibrail

 

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Mark Zuckerberg, presidente e principal acionista do Facebook, empresa que congrega o maior grupo mundial de mídia social, composto do Facebook Messenger, do Whatsapp e do Instagram, teve que se apresentar no dia 10 aos comitês de Comércio e Judiciário, do Senado e no dia 11 ao Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Representantes, nos Estados Unidos.

 

A acusação central era a influência exercida na votação do Brexit e na eleição de Trump, através da utilização ilegal de dados retirados do Facebook.

 

Concluiu-se que o caso da Cambridge Analytica não foi o único, ao mesmo tempo em que Mark não demonstrou abertura para a regulação. De outro lado se comprometeu a barrar as notícias falsas, embora duvide do sucesso no caso da influência estrangeira.

 

Hoje, na Folha, Helio Schwartsman lembra o aparecimento do “deep fake” graças ao avanço da tecnologia, ao possibilitar reproduções tão perfeitas que irão quase impedir aos técnicos de distinguir o falso do verdadeiro. Ao mesmo tempo ressalta que a linguagem que foi criada para facilitar o entendimento sempre teve que se precaver do falso.

 

Provavelmente o extremo a que se chegou ao aperfeiçoamento para extrair informações e deduções, junto com a falsificação esmerada, equipara-se à grandiosidade do universo alcançado pelas mídias sociais. Em particular ao Facebook, com dois bilhões de usuários no mundo. No Brasil, 80 milhões, correspondente a 40% do total da população, acessam diariamente a rede. Mensalmente, 55% ou 110 milhões de pessoas participam da rede social, das quais 90% usam celulares.

 

A relevância é que essa disponibilidade de plataforma e de acessos tem chamado a atenção de empresas que estão usando o Facebook através de suas fanpages e alternativas comerciais de divulgação.

 

Desde pessoas se conectando e vendendo serviços e produtos entre si até a divulgação paga a partir de R$ 1,00. Antecipando um futuro próximo da criação de um Market Place como já está sendo feito nos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

 

Entre acreditar na obsolescência e descrença do Facebook, é melhor apostar no potencial de oportunidades que ora se oferece.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

#ComunicarParaLiderar : comunicação agrega muito valor às marcas

 

 

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Comunicar bem faz bem — é uma das lições que se aprende ao analisar o desempenho das marcas mais valiosas no Brasil, segundo ranking anual BrandZ Brasil, divulgado pela WPP e Kantar Millward Brown.

 

 

Os bancos brasileiros que o digam.

 

 

O Bradesco, segundo na classificação, valorizou 58% de um ano para o outro, enquanto o Itaú, que pulou do quarto para o terceiro lugar, cresceu 42%. As duas marcas estão o tempo inteiro expostas ao público através de campanhas de comunicação em seus mais diversos formatos.

 

 

De acordo com os especialistas da Kantar, a comunicação agrega muito valor às marcas e quem mais se destacou neste quesito foi o Itaú.

 

 

Aliás, os bancos bombaram este ano — foi o segmento que teve o maior crescimento em relação a 2017, com 44% de valorização e representa agora quase 26% do total das marcas mais valiosas do Brasil.

 

 

A alta foi tão expressiva que Bradesco e Itaú se aproximaram do líder da classificação, a Skol, que hoje vale US$ 8,2 bilhões e se mantém no topo por mais um ano.

 

No total, 60 marcas foram avaliadas e juntas representam US$ 65 bilhões:

 

 

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Além da análise de dados financeiros, avaliações de mercado e outras informações objetivas que ajudam na elaboração do ranking, os organizadores também levam em consideração o que as pessoas pensam sobre as marcas que compram — e aqui a comunicação ajuda muito, pois projetos bem elaborados mexem com a percepção do consumidor o que é considerado chave na determinação do valor da marca.

 

 

O pessoal da Kantar mostra que as marcas são uma combinação de desempenho de negócios, entrega de produtos, clareza de posicionamento, e liderança. E põe a comunicação entre os cinco princípios considerados vitais para o crescimento e sucesso delas no Brasil:

 

 

1.propósito muito claro
2.cultura de inovação
3.boa comunicação
4.experiência com a marca
5.amabilidade (atributos emocionais)

 

 

Sou fã de carteirinha deste assunto pois acredito na ideia que marcas, assim como pessoas, que investirem na melhoria da comunicação tendem a ter resultados melhores nos mercados em que atuam. Mais do que isso: ajudam a própria sociedade pois tornam as informações mais acessíveis e transparentes — e boa informação é essencial em meio a confusão de mensagens que vivemos. Ajuda a fazermos melhores escolhas.

 

 

Falamos sobre isto no livro Comunicar para liderar, que escrevi ao lado da Leny Kyrillos, onde apresentamos uma série de estratégias que podem ser realizadas para que empresas e profissionais desenvolvam essa competência.

 

 

Mais um destaque do ranking das marcas mais valiosas:

 

 

O setor de varejo cresceu de um ano para o outro especialmente pelo desempenho de Havaianas — que teve a maior valorização entre todas as marcas avaliadas (+ 156%) —, Magazine Luiza (+ 133%) e Arezzo (+ 101%).

 

 

Reproduzo aqui a explicação de Eduardo Tomiya — CEO da Kantar sobre o desempenho do Magazine Luiza.

 

 

“… o Magazine Luiza vem junto com o movimento forte do varejo omnichannel, apostam no e-commerce, com a vantagem de possuir loja física. A união do e-commerce com o varejo físico demonstrou resultados concretos”.

 

 

E se faço essa referência é para lembrar que a tese há muito é discutida no blog pelo meu colega Carlos Magno Gibrail, basta conferir as participações dele sobre o tema.

Mundo Corporativo: a biografia de Vicente Falconi, o maior consultor de empresas do Brasil

 

 

Sem medição não há gestão. Essa é uma das muitas lições ensinadas pelo mais famoso consultor de empresas do Brasil, Vicente Falconi, personagem do livro escrito pela jornalista Cristiane Correa, entrevistada do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ela tem se dedicado a escrever a história dos principais empresários e gestores do país desvendando algumas das estratégias que transformaram as empresa em sucesso e identificando falhas que cometeram ao longo de suas carreiras.

 

Em “Vicente Falconi, o que importa é o resultado”, Correa descreve como o consultor ajudou o Brasil a escapar de um apagão que seria catastrófico para a economia nacional. Por outro lado, revela sua surpresa ao descobrir que o homem que salvou muitas empresas enfrentou dificuldades para tocar o seu próprio negócio.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN e aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Participaram do programa Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: “Diversidade não é sinônimo de inclusão”, diz Ricardo Sales

 

 

“Somos um país em que 54% da população se declara negra, um país que tem 51% de mulheres e que tem 23,7% das pessoas com algum tipo de deficiência, além de ter milhões de pessoas LGBT. Pensar a diversidade é olhar para dentro das nossas empresas e refletir se esses grupos que não são minoras – são maiorias que normalmente estão excluídas – estão representadas dentro da organização”. Quem explica a questão é Ricardo Sales, consultor de comunicação e diversidade e pesquisador da ECA-USP.

 

Em entrevista ao jornalista Roberto Nonato, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Sales esclarece que o conceito da diversidade está ligado a como as organizações refletem em seu quadro os diferentes grupos que formam a sociedade. Já a inclusão é um passo além: como as empresas lidam e trabalham com essa diversidade.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e domingo, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o programa Juliana Causin, Débora Gonçalves e Rafael Furugen.

Mundo Corporativo – Nova Geração: Glaucy Bocci ajuda as empresas a entender o que atrai os jovens

 

 

“Não mais, como se dizia no passado, as pessoas se atraem por questões apenas intangíveis, o fato é que questões financeiras tem tido peso na atração de talentos”.

 

A informação é de Glaucy Bocci, diretora de gestão de talentos da Willis Towers Watson, consultoria que desenvolve estudos para entender, entre outros aspectos, quais os fatores que conquistam a atenção dos jovens nas empresas. Essa mudança de olhar das novas gerações apareceu com destaque nas duas últimas pesquisas desenvolvidas em diversos países, nos anos de 2014 e 2016.

 

Para ela “questões materiais ou financeiras vem ganhando peso até em função da crise global na qual nós passamos e mais acentuada até na economia brasileira”. Bocci foi entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN.

 

Quando o tema é atração de talentos, a pesquisa mostra que os três fatores mais importantes para os jovens são salário base, oportunidade de carreira e tarefas desafiadoras. Já quando a pesquisa aborda os motivos que fazem com que um profissional se mantenha na empresa ou busque outro emprego, além do salário base e oportunidade de carreira, surge como terceiro fator o tempo de deslocamento até o trabalho.

 

Em relação a convivência no mesmo ambiente de trabalho de gerações tão diversas, como ocorre atualmente, Bocci alerta para a necessidade de as pessoas que estão na posição de líder, sejam jovens ou veteranos, criarem um espaço de troca de experiência: “os dois lados tem de estar dispostos a ouvir, a estarem abertos para uma discussão franca e serem parceiros das áreas de capital humano para implementarem essas políticas”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site ou na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN ou domingo às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com este Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: empresários tem de saber usar o potencial das pessoas com deficiência, ensina Guilherme Braga

 

 

Foi olhando ao seu redor que o advogado Guilherme Braga percebeu que as pessoas com deficiência simplesmente não existiam nos ambientes profissionais, aqui no Brasil. Uma situação bastante diferente daquela que havia encontrado pouco tempo antes, nos Estados Unidos, quando convivia com cegos, surdos, pessoas com restrição intelectual ou dificuldades para se locomover. Profissionais que tinham enorme capacidade de desenvolvimento e com nível de produtividade semelhante aos dos demais trabalhadores.

 

Diante desta realidade, Braga foi estudar o cenário brasileiro e descobriu que muitos empresários, por falta de informação, não eram capazes de cumprir a lei de cotas, de 1991, que obriga empresas a partir de 100 funcionários a oferecerem de 2% a 5% das vagas a pessoas com deficiência. Criou a Egalitê, empresa de tecnologia que conecta esses profissionais com as empresas, em 2010, no Rio Grande do Sul. Três anos depois estava em São Paulo e, atualmente, já abriu espaço no mercado de trabalho para cerca de 4 mil pessoas com deficiência em 300 empresas, em 16 estados brasileiros.

 

“O que a gente precisa é que o gestor entenda que uma pessoa com deficiência não é um problema para ele, é uma grande potencialidade que ele tem na mão e que isso pode realmente trazer grandes benefícios para a sua equipe”, disse Braga ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Para ele, o empresário brasileiro ainda não é capaz de perceber que ao fechar o mercado para esses profissionais está desperdiçando grandes oportunidades.

 

E o potencial é grande mesmo: o Brasil tem em torno de 403 mil pessoas com deficiência trabalhando formalmente, enquanto a lei de cotas, se cumprida, poderia oferecer mais de 807 mil vagas.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, com transmissão pelo site e pela página da CBN no Facebook.

 

O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Débora Gonçalves, Juliana Causin e Rafael Furugen.

A simbiose burocrática de Galbraith e a corrupção solta no Brasil

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Quando os holofotes persistem em mostrar as relações espúrias entre as grandes corporações públicas e privadas é impossível não se lembrar da obra de John Kenneth Galbraith. O economista que na década de 1960 alertou para o perigo da tecnoestrutura, na qual personagens tecnocráticas e políticas dos setores governamentais e privados agiriam pelos interesses próprios. A tecnoburocracia seria um sistema promíscuo e corrupto, designado como “simbiose burocrática”.

 

O acerto dessa previsão basta para recomendar a obra deste professor de Harvard e economista do presidente John F. Kennedy, com um invejável acervo de notáveis, tanto seguidores como críticos.

 

Milton Friedman, assim como Paulo Krugman, que o designava como um “economista da mídia”, eram adversários intelectuais.

 

O economista Paul Samuelsen rebateu-os:

 

“Galbraith será lembrado e lido quando a maioria de nós, laureados com o Prêmio Nobel, estiver enterrada em notas de rodapés nas estantes empoeiradas das bibliotecas”.

 

Samuelsen estava certo quanto a utilidade da obra de Galbraith, onde se destacam “A sociedade afluente” (1958), “O novo estado industrial“ (1967) e “A economia e o objetivo público” (1973).

 

Nos Estados Unidos, durante o governo Bush, a “simbiose burocrática” atingiu níveis históricos. Na administração Clinton a subordinação estatal às prioridades dos grandes grupos econômicos foi um fato.

 

O Brasil, então agora tido como campeão mundial da “simbiose”, dispensa apresentações. Apenas a ressaltar a atuação de Eduardo Suplicy, como intelectual e acadêmico da obra de Galbraith.

 

Articulista da Revista de Economia Política da FGV, como professor e Ph.D. em Economia pela Michigan State University, Suplicy citou inúmeras vezes a contribuição de Galbraith. Em dezembro de 2006, publicou um artigo em que relata:

 

No Brasil, a “simbiose burocrática” está presente em muitas áreas. Forma-se um quadro de crescente interação entre grupos privados e funcionários governamentais que acaba contaminando as políticas de governo e colocando-as a serviço de interesses especiais e particulares. Isso é um fato, um fenômeno da vida tanto das sociedades desenvolvidas como de países em desenvolvimento, como o nosso. Os quadros técnicos se movimentam das grandes empresas para o governo e vice-versa, configurando uma situação de captura das alavancas decisórias governamentais.

 

Pena que o ex-senador Suplicy, que já tinha assinado em 2005, aos prantos, pela CPI da corrupção do governo de seu partido, o PT, e, em 2009, deu cartão vermelho da tribuna do Senado a José Sarney, não tivesse levado o artigo acadêmico à ação e impedido a explosão de corrupção que assolava a nação.

 

Será um desmentido à epigrama de Bernard Shaw?

 

“Quem sabe faz, quem não sabe ensina?”

 

Ou afirmação à fala de Carlos Lacerda?

 

“Somos um povo honrado, governado por ladrões”

 

Honradez essa considerada discutível por Carlos Heitor Cony em seu artigo de domingo, na Folha de São Paulo.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Mauro Halfeld ajuda você a controlar as contas da sua empresa

 

 

“As pessoas tem de descer do pedestal que muitas vezes o mundo corporativo nos coloca. Ele é falso. Tire o terno, tire a gravata, tire a sua roupa sofisticada, e aprenda a fazer tarefas simples, não tenha vergonha”. A recomendação é de Mauro Halfeld, comentarista da CBN, especialista em finanças e empreendedor. Ele conta sobre essa experiência e faz alertas importantes para que os donos de negócios mantenham suas contas em dia na entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Sobre o controle do orçamento, Halfeld avisa: “quem não tem contabilidade fidedigna, contabilidade realista, não tem uma bússola, está dirigindo com o seu parabrisa tampado”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar aos sábados, às 8h10 da manhã, no Jornal da CBN, ou aos domingos, 11 horas, em horário alternativo. O programa é reproduzido em vídeo no site e na página da CBN no Facebook. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Atue onde você tem a capacidade de influenciar

 

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

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Atuar onde você tem a capacidade de influenciar é de certa forma uma ampliação do princípio que está dentro do tema que abordamos há uma semana: “o momento, a pessoa e a tarefa mais importante”.

 

 

Nizan Guanaes, na Folha de ontem, lembrava que no início da crise brasileira dizia que o remédio era focar dentro da empresa onde o empresário tinha o poder e esquecer o que ocorria fora dela.

 

 

Agora, aos primeiros sintomas de melhoria econômica, a sugestão é reforçar a questão do propósito. Se para o vendedor o propósito é encantar o cliente, para o empresário é obter lucro servindo as pessoas e o meio ambiente que participam nesta tarefa.

 

 

A inspiração de Guanaes veio do discurso de Zuckerberg ao voltar recentemente à Harvard, de onde saiu sem diploma, para receber homenagem e o título honorífico.

 

 

O tema foi o Propósito. E consistiu em atribuir à vida de cada um o Propósito individual e o de ajudar os outros a atingirem seus Propósitos.

 

 

Para exemplificar, Zuckerberg recorreu a um episódio de Kennedy em visita a NASA. O Presidente perguntou a um faxineiro que andava com uma vassoura na mão o que ele fazia na agência espacial:

 

 

“Sr. Presidente, estou ajudando a levar o homem à Lua”

 

 

Nizan também ilustrou sua tese com o caso de uma freira americana cuidando de leprosos e um milionário, que ao vê-la ali naquela situação afirmou:

 

 

“Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo”.
Ao que ela respondeu:
“Eu também não”.

 

 

De nossa parte, enquanto os políticos e o poder público, em sua maioria, cunham seus propósitos em interesses pessoais e de ataques aos adversários, sugiro que concentremos nos propósitos sugeridos por Guanaes e Zuckerberg.

 

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: boa governança evita problemas éticos na empresa, ensina Sandra Guerra

 

 

Cada vez mais empresas médias e familiares têm adotado conselhos de administração como uma boa prática para diminuir conflitos de interesse e reduzir riscos que surgem diante de atitudes equivocadas. Para entender como essas experiências podem ajudar inclusive quem tem um pequeno negócio, mas uma grande preocupação com sua reputação, o jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, entrevistou Sandra Guerra, fundadora do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Autora do livro “A caixa preta da governança – para todos aqueles que precisam entender como o comportamento impacta a sala dos conselhos” (Best Business), Guerra diz que “uma empresa bem governada tem mecanismos claros e precisos de evitar que qualquer atividade da empresa seja feita a revelia, ao arrepio de uma conduta ética”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da rádio CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, às 8h10 da manhã, no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.