Mundo Corporativo: Olga Curado diz como o fenômeno Trump pode ajudar você a cuidar melhor da sua imagem

 

 

Donald Trump criou uma mensagem emocional para um grande público que não era ouvido e, principalmente, transmitiu autenticidade em seu discurso para vencer as eleições presidenciais dos Estados Unidos. A avaliação é de Olga Curado, consultora de comunicação, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Além de analisar o modelo de comunicação do presidente eleito americano, Curado fala das estratégias necessárias para preservarmos nossa imagem e construirmos reputação em um cenário de forte exposição pública e influenciado pelas redes sociais.

 

Olga Curado é autora do livro “A imagem revelada – do que é feito e como construir o nosso patrimônio mais valioso”.

 

O Mundo Corporativo é apresentado ao vivo, às quartas-feiras, no site da CBN e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo – Nova Geração: Mara Luquet dá dicas para você não ficar refém do emprego e do salário

 

 

“A vida vai ser longa, se ela vai ser boa depende do que você vai fazer agora”. Com esse alerta Mara Luquet, jornalista da CBN, da Tv Globo e Globonews, tenta chamar atenção dos jovens que estão iniciando sua carreira profissional para a necessidade de planejar sua vida financeira desde cedo. Ela conversou com Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, dedicado às novas gerações.

 

Na entrevista, Mara Luquet apresenta uma série de dicas que podem fazer com que os jovens consigam construir uma carreira sustentável para não se transformarem em reféns do salário e do emprego. Ela fala também de seu mais recente livro “O futuro é … viajar, malhar, estudar, namorar e investir” (Benvirá), que tem ilustrações de Camila Mamede.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, pela internet, às quartas-feiras, 11 horas. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboraram com este programa Juliana Causin, Carlos Mesquita e Debora Gonçalves.

No varejo de multicanal os cinco sentidos fazem sentido

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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O programa da NRF-National Retail Federation 2017, uma das mais importantes convenções de varejo do mundo, que será realizada em janeiro, na cidade de New York, reflete o foco atual das marcas comerciais. Tecnologia, internet, omni channel e fidelização de clientes são o cardápio principal.

 

Em uma análise das palestras pode-se a priori deduzir que devido ao surgimento e ao crescimento dos novos canais o espaço e a atenção reservados à loja física estão divididos.

 

Na verdade, há recursos exclusivos para as lojas físicas ainda não totalmente exploradas. Por exemplo, a utilização dos cinco sentidos. Nesse contexto remontamos a 2005 através de Martin Lindstrom e sua publicação de “BRAND SENSE construindo poderosas marcas através do Tato Paladar Olfato Visão e Audição”.

 

Essa obra, baseada na pesquisa da Millward Brown a respeito da ligação entre as marcas e o grau de sensibilidade que despertam nos consumidores, levou empresas a posições invejáveis no mercado. A Singapore Airlines, a Apple e a Disney se colocaram nos três primeiros lugares do ranking elaborado pela Interbrand.

 

A importância de cada sentido é relacionada ao setor em que a marca está relacionada.

 

Perfume, por exemplo, retrata o olfato como primordial; Roupa a Visão e o Tato. Entretanto, em linhas gerais a Interbrand concluiu que 83% das marcas usam a Visão, e 40% dos consumidores focam no Tato. Mas, o fato significativo é que ao usar o segundo sentido a marca cresce 30% e ao agregar o terceiro aumenta 70%.
Assim, se uma loja de roupa, ou de calçado, agregar a à Visão e Audição os demais sentidos –  Tato, Olfato e Paladar –  está armada a estrutura para uma experiência de compra real e emocional.

 

Esclareça-se que o Paladar é efetivado por servir algo que possa se tornar um ícone da marca como uma bebida, um doce ou outra forma de alimento capaz de seduzir e marcar.

 

Portanto, usar os cinco sentidos faz todo o sentido.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Simone Simon diz como tornar mais fácil uma negociação

 

 

 

Uma boa negociação depende de confiança, respeito e ética, e para torná-la mais fácil é preciso planejamento. Tem de saber analisar quais são os seus interesses e, em seguida, entender quais são os interesses do outro, identificar os pontos de conflito e onde você pode ceder. Essas são algumas das sugestões de Simone Simon, especialista em negociação, entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Simon é palestrante e autora do livro “Faça ser fácil – negocie e obtenha resultados extraordinários na vida, na carreira e nos negócios” (Editora Gente).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN e na página no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Os produtos desejados pelas mulheres

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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As mulheres, como se sabe, são as grandes compradoras do mundo. Palpitam até mesmo nas compras masculinas. E, convenhamos, têm conhecimento e autoridade para tanto, pois são mais antenadas que os homens na diversidade comercial.

 

Por isso mesmo a quantidade de pesquisas sobre a preferência feminina é imensa. Continuadamente, vemos rankings sobre marcas, lojas, sites e blogs que mais agradam as mulheres.

 

Entretanto, no setor de moda onde predominam de forma absoluta, há estudos e pesquisas de segmentos e marcas, mas poucas informações sobre desejos femininos de produtos específicos. O que seria uma grande ajuda para os agentes econômicos desta área, inclusive para os próprios consumidores.  Principalmente nesta véspera de Natal para escolha dos presentes femininos.

 

Contribuição que pretendo apresentar, em função de anos de pesquisa qualitativa nos setores de vestuário, acessórios e sapatos.

 

A roupa é considerada pelas mulheres como preponderante. Tanto é que unanimemente dizem:

 

“Ao acordar, por melhor que tenha sido a noite, a primeira coisa que penso é na roupa que vou usar”. 

 

Os acessórios – joias, semi-joias e bijuterias – contribuem bastante para a autoestima feminina, mas o brinco é o destaque:

 

“O brinco é peça fundamental. Já me esqueci de colocar a calcinha e não voltei, mas voltei quando me esqueci do brinco”. 

 

Os sapatos atuam emocionalmente na consumidora, que os compra preenchendo os desejos de posse e paixão. É o estímulo ao prazer e ao poder.

 

“O sapato é paixão. O salto alto remete a poder e sexo.”

 

“Com salto alto me sinto poderosa e atraente”.

 

Depois de tantas pesquisas, chegamos finalmente a uma simples realidade:

 

A roupa é preponderante, o brinco é a peça mais importante e o sapato é o produto mais apaixonante.

 

Agora é só escolher em que área dos sentimentos e desejos atuar na compra para a mulher a ser presenteada. Atente apenas para o estilo dela, e se não entender do assunto, peça auxílio a outra mulher.

 

Elas entendem!

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

 

Obs. As pesquisas que serviram como base ao texto foram realizadas nos últimos seis anos, com a metodologia padrão das qualitativas. As frases inseridas foram tiradas destes trabalhos.

Mundo Corporativo: Jean Soldatelli mostra que o engajamento é uma via de mão dupla

 

 

 

 

O engajamento é um conjunto de conexões racionais e emocionais que gera resultado positivo para o funcionário e para a empresa, em uma relação de mão dupla: “isso é sempre bom de salientar, o profissional tem de ser engajado com a empresa e a empresa tem de ser engajada com o profissional”. O alerta é de Jean Soldatelli, sócio da consultoria Santo Caos, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN.

 

 

O consultor explica que, conforme estudo desenvolvido pela Santo Caos, foram identificado cinco pilares que fundamentam o nível de engajamento nas empresas:

 

 

conscientização – o funcionário tem de conhecer a empresa e a empresa tem de conhecer os funcionários que tem.
Compromisso – relacionado ao compromisso e dedicação que o funcionário tem com o trabalho que realiza e a empresa tem com ele.
Pertencimento – o funcionário tem de estar identificado com a empresa e ele não pode ser visto apenas com mais um no grupo ou simplesmente um número na equipe de trabalho.
Orgulho – o funcionário e a empresa tem de estar conectados pelas mesmas causas e valores.
Compartilhamento – o funcionário exerce função que vai além do seu trabalho, tem de ser um recrutador de talentos ou ser um consumidor do produto ou serviço que a empresa desenvolve, por exemplo.

 

 

De acordo com Soldatelli, as empresas costumam trabalhar de maneira pontual com o tema do engajamento e analisam sua performance apenas com um ou dois desses pilares. Porém, para que os resultados sejam efetivos, o nível de satisfação se eleve e a produtividade seja alcança de forma eficiente, é necessário olhar para os cinco pilares.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar aos sábados, às 8h10, no programa Jornal da CBN, da rádio CBN. Tem a colaboração de Juliana Causin, Carlos Mesquita e Débora Gonçalves

O varejo avança e a “loja do futuro” pode ser do passado

 

 

Por Carlos Magno Gibrail

  

 

  

 

Com o acentuado avanço da tecnologia e da expansão do comercio eletrônico, as lojas físicas estão diante de um cenário de rara oportunidade e simplicidade. Na medida em que a experiência de compra se torna o diferencial para as lojas físicas, é hora de atentar para o relacionamento humano com os clientes.

  

 

A reinvenção necessária do varejo físico deve considerar tanto a aplicação dos recursos tecnológicos à disposição quanto os antigos métodos de aproximação com os consumidores.

  

 

Por exemplo, é possível evitar as filas nos caixas e não se entende porque as lojas ainda não eliminaram esta função, criada dentro das condições de séculos atrás. Sob a luz da Teoria das Filas, de fácil acesso na Pesquisa Operacional, e usando aplicativos atuais, os vendedores podem executar esta tarefa, eliminando custos e melhorando o atendimento.

  

 

Através de CRM – Customer Relashionship Management, conceito originado há décadas, as informações disponibilizadas podem antecipar necessidades e desejos dos consumidores. E aplicadas na loja com o necessário calor humano.

  

 

A customização, a interatividade produto-consumidor, o co-branding e o conceito 24/7, que significa disponibilidade total em 24 horas 7 dias por semana, são opções que podem ser oferecidas e reconhecidas.

  

 

Nesse contexto, um bom exemplo é Jack Mitchell. Com duas lojas e um livro sobre gestão humana de varejo, Jack foi convidado para a NRF – National Retail Federation, de 2005, para expor aspectos de seu sucesso como lojista e autor. “Hug yours customers”, traduzido pela Sextante como “Abrace seus clientes”, teve excepcional avaliação pelos presidentes da Coca Cola, Ralph Lauren, Xerox, IBM, e Zegna, cujo comentário é bem elucidativo ao nosso texto:
 

 

 

“Devido à combinação de valores de ontem e de hoje, e também ao conceito de acolhimento, creio que a parceria Mitchells/Zegna – duas empresas familiares – sobreviverá aos desafios desta nova era de incertezas e oportunidades”.

  

 

E, Warren Buffett, não deixou por menos:

  

 

“Este livro é uma joia”

 
 

 

Jack Mitchell não decepcionou a plateia, sua palestra foi um sucesso. E, onze anos depois, com o avanço dos canais de varejo, vemos que a sua abordagem é a solução para a formatação da loja física atual.

  

 

O balcão, tirado há décadas das lojas, permite agora o abraço nos clientes. Vamos a ele.

  

 

Ilustra este post, palestra realizada há 4 anos por Jack Mitchell e disponível em seu site.
 
 

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Simone Bambini propõe uma relação mais saudável entre empresas e funcionários

 

 

A forma como as empresas costumam se relacionar com seus funcionários tem causado transtornos e distorções de comportamento. Hoje, os profissionais não se satisfazem mais com o salário ou com o fato de se reconhecerem qualificados para a função que exercem. Para sobreviver, precisam do reconhecimento do outro, estão constantemente em busca da visibilidade, fenômeno que pode ser observado na maneira como atuamos nas redes sociais em busca de curtidas e likes.

 

A avaliação é da doutora em comunicação e semiótica Simone Bambini feita em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ela é autora do livro “O corpo como posicionamento de marca na comunicação empresarial” resultado de pesquisa sobre a relação de poder dentro das empresas e como o ambiente de trabalho tem impactado a saúde dos trabalhadores. Ao conversar com médicos que trabalham nas empresas, identificou que é muito comum encontrar entre os funcionários doenças como depressão, estresse e síndrome do pânico.

 

Bambini lembra que somos provocados a trabalhar e a trabalhar muito para alcançarmos o “reino dos céus”, que no caso das corporações é o cargo de CEO, porém ao chegar no topo muitos descobrem que estão isolados e a sensação de alegria plena não se realiza. Há uma insatisfação permanente que leva as pessoas a adoecerem e ficarem mais tristes.  Bambini convida empresas e profissionais a se conscientizarem da importância de se buscar uma nova forma de comunicação interna capaz de melhorar o relacionamento no ambiente corporativo.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site www.cbn.com.br e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN.

Lemann e Diniz, conceitos e preceitos

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Atrás das diferenças de estilo de Jorge Paulo Lemann e Abílio Diniz há muitas semelhanças no modo de encarar os negócios.

 

É o que se pode depreender através do trabalho da jornalista Cristiane Corrêa, apresentado nos livros de sua autoria sobre a trajetória empresarial de Lemann e Diniz.

 

“Sonho Grande”, lançado em 2013, e “Abílio”, neste ano, ambos pela “Primeira Pessoa”, são duas obras essenciais para colocar a tarefa que eles realizaram, além do devido e adequado destaque já obtido, à disposição de todos com as informações e detalhes que foram construídas.

 

Os pontos de convergência entre empreendedores tão gabaritados em principio os avalizam tecnicamente.

 

Duas das frases mais usadas por Abílio Diniz refletem preceitos que considera relevantes e que também estão na cartilha de João Paulo Lemann:

 

“Ele não sabia que era impossível, e foi lá e fez”.
“Se você não tem competência para criar, tenha ao menos coragem para copiar”.

 

A escolha do consultor norte americano Jim Collins, professor de Stanford e especialista no tema da durabilidade das empresas, é o ponto mais forte de identidade entre Lemann e Diniz. Ambos sempre recorreram a Collins nos momentos mais acentuados dos respectivos negócios.

 

Curioso é que Jim Collins, autor do prefácio de “Sonho Grande”, apresenta 10 principais lições que aprendeu com Lemann. Nada mau para quem se vê como professor.

“No final das contas, sou um professor” Lemann se auto introduz no livro.

Criativo é o texto de José Salibi Neto da HSM ao comparar, no prefácio de “Abílio”, Diniz com Tony Stark no papel de o “Homem de Ferro”. Com a ressalva de que falta apenas criar outros Abílios, como Stark.

 

Há, entretanto, um aspecto com Lemann que fica sem explicação, que é a questão dos investidores do Garantia que perderam dinheiro, como Raul Boesel, ficando por conta do risco de aplicação.

 

Quanto a Abílio, gastar junto com Jean Charles Naouri R$ 500 milhões em bancas de advocacia para reverter contrato assinado, pode ter sido a primeira aparição do “Homem de Ferro”.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo – Nova Geração: Denis Giacometti fala de frustração e perspectivas para a turma dos 30 anos

 

 

 

 

“62% estão frustrados com relação a sua vida e de outro lado 52% estão frustados com a carreira que escolheram … qual é o ponto comum? a gente acredita muito que o que está faltando é a necessidade do autoconhecimento aprofundado”. A análise é Denis Giacometti, publicitário e coordenador do Projeto 30, que entrevistou 1.200 profissionais que completaram 30 anos de vida para avaliar como foi o desenvolvimento de carreira desses jovens. Giacometti apresenta os resultados da pesquisa ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, que no último sábado do mês se dedica às novas gerações.

 

 

O Mundo Corporativo – Nova Geração tem a participação da Alessandra Dias, Carlos Mesquita e Débora Gonçalves.tá faltando é a necessidade do autoconhecimento aprofundado”.