Mundo Corporativo: Fernando Leira, da Landor, apresenta as marcas mais ágeis do mundo

 

 

Samsung, Android, Wikipedia, Google, Dyson, Apple, YouTube, Microsoft, Ikea e Disney são as marcas mais ágeis do mundo de acordo com estudo realizado pela Landor, agência global de branding. A pesquisa foi realizada em quatro etapas e contou com a participação de 80 mil consumidores e análise de mais de 5.200 marcas. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN, Fernando Leira, gerente-geral da Landor, diz que são consideradas marcas ágeis as que permanecem fiéis à própria essência, mas se adaptam e reagem positivamente às transformações do mercado.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a colaboração do Paulo Rodolfo, do Douglas Matos e da Debora Gonçalves.

Chegando aos 50, shopping terá que renascer

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Às vésperas do cinquentenário do formato Shopping Center, o setor apresenta o pior desempenho dos últimos dez anos. Mesmo com a inclusão de 19 novos empreendimentos.

 

É um negócio de R$145 bilhões, com 893 unidades, 140 mil pontos de venda, 1,3 milhões de empregos, que recebe, mensalmente, 2,3 vezes a população brasileira, e, de forma geral, usufrui prazerosamente dos serviços e produtos ofertados.

 

O resultado ruim deste ano pode ser creditado ao momento econômico, como avaliou a ALSHOP, através do presidente, Nabil Sahyoun, citando o dólar, o crédito, a inflação, as incertezas econômicas e políticas. Ou a redução do fluxo nos Shoppings pelo Black Friday como registrou o diretor Luís Ildefonso, de Relações Institucionais.

 

Um olhar mais atemporal mostrará que, em 49 anos, as crises não afetaram o modelo dos Shoppings tão significativamente. O positivo do resultado ruim de hoje é que a diminuição de vendas está mostrando a necessidade de mudanças na estratégia da operação para se adaptar a novas demandas do mercado.

 

É o caso das lojas satélites cuja a participação no mix é de aproximadamente 70% e estão sobrecarregadas em benefício de outras áreas. Cinema, alimentação e lazer deverão absorver mais espaço e mais custos.

 

As satélites, se não forem tratadas de acordo, serão reduzidas e poderão migrar para outros canais. Um deles é a internet, mercado estimado de R$ 50 bilhões, cujas vendas tiveram acréscimo de 17,6 milhões de pedidos em relação a 2014. Nesse Natal, enquanto os Shoppings tiveram queda de 1%, a internet cresceu 26%.

 

Destino que várias cadeias de loja e algumas âncoras estão seguindo, isoladamente ou em Market Places. Enquanto se prevê abertura de mais de cem Shoppings Center para os próximos anos, a Söks, que fez a plataforma para lançar o Piratasonline, primeiro shopping a se apresentar na web, está programando a abertura de três réplicas de shopping físico para implantar online em 2016.Além disso, apenas um empreendedor está se preparando para a web.

 

Será que os Shoppings dos R$ 145 bilhões continuarão a ver a expansão das Agências de Afiliação e os novos Market Places dos R$ 50 bilhões e ficarão fora deste mercado que cresce na crise?

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung.

 
 

Acertos e erros na estratégia dos shoppings de luxo neste Natal

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Então, é Natal!

 

Muitos esquecem o verdadeiro significado da data e, independentemente da religião de cada um, é notável como o consumo é palavra-chave para boa parte de nós.

 

E por falar em consumo, já que aqui no Blog do Mílton Jung escrevemos sobre o mercado do luxo, inevitável não observar e analisar as políticas de promoções dos principais shoppings de luxo, em São Paulo. Ressalte-se que promoção, neste caso, não significa desconto ou liquidação e, sim, as estratégias para incentivar a venda.

 

Tem sido comum durante décadas, os shoppings, independentemente do segmento econômico em que atuam, promoverem sorteios de carros de luxo, como BMW e Mercedes-Benz. Este ano, a estratégia foi mantida apenas pelos shoppings do mercado de massa e premium; os de luxo preferiram caminhos diferentes.

 

Visitei os principais shoppings de luxo, na capital paulista, e me chamou atenção a promoção realizada pelo Cidade Jardim, na Marginal Pinheiros, zona Oeste, que ofereceu aos seus clientes um cupom, para cada R$850,00 em compras, que lhes dava o direito a concorrer a uma viagem para a Suíça – estratégia bastante coerente com o mercado do luxo contemporâneo, no qual o consumidor busca cada vez mais experiências diferentes do que simplesmente produtos. Viagens como essa têm enorme potencial para se tornarem inesquecíveis e gerar momentos incríveis na vida de cada um.

 

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Na mesma região de São Paulo, outros dois shoppings de luxo, Iguatemi e JK Iguatemi,deixaram os sorteios de lado. Investiram na promoção “compre e ganhe”, na qual o cliente deveria gastar R$650,00 em compras e de prêmio teria o direito a dois panettones, no JK; e R$ 850,00 para ter direito a um panettone com um pote de Nutella, no Iguatemi. Inacreditável, não?

 

A meu ver, ambas foram promoções incompatíveis com empresas que lidam com clientes de alto poder aquisitivo. Como sabemos, o comportamento do consumidor AAA varia muito e sua compra é geralmente ligada a aspectos emocionais. Raramente um cliente nesta categoria se motivaria a consumir por conta de um sorteio qualquer ou de pequenos presentes.

 

Será que os shoppings não se esqueceram que parte de seus frequentadores é composta por clientes aspiracionais? Ou seja, são pessoas que talvez não consumam frequentemente em lojas de alto luxo, mas, sim, ocasionalmente, e pudessem ser motivadas a comprar mais neste período de Natal se houvesse uma promoção inspiradora.

 

Um shopping de luxo não pode querer atrair e manter fiéis seus clientes fazendo este tipo de oferta. Chega a ser patético o consumidor, depois de ter desembolsado R$ 850,00, ficar horas numa fila para ganhar panettone, por mais saboroso que este seja.

 

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Bem verdade que bastaram alguns dias de promoção para o estoque de brindes “prometidos” ter se esgotado, o que nos remete a outra situação constrangedora: depois de clientes na fila do panettone, assistimos a clientes na fila de espera do panettone.

 

Sou admirador de ambos os shoppings, mas não há como negar o meu desapontamento.

 

Onde o Shopping Iguatemi não deixou a desejar foi na decoração (como você pode ver na imagem que abre este post), o que aliás já é uma tradição do empreendimento. Desta vez, foi assinada por Jeff Leatham, um dos melhores floristas do mundo e diretor artístico do luxuoso hotel Four Seasons George V, em Paris – impecável e de extremo bom gosto.

 

Consumo, erros e acertos à parte, não esqueça:

 

É Natal! Seja feliz!

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: Jorge Coelho criou a franquia de asfalto para pequenos e médios empresários

 

 

Com uma “usina” 20 vezes menor do que as convencionais, o empresário Jorge Coelho, da Único Asfalto, conseguiu desenvolver na sua empresa um modelo de franquia no setor de fabricação de massa asfáltica. Esse é um mercado amplamente dominado por grandes empreiteiras, mas com a inovação implantada nos equipamentos e o tipo de produto aplicado foi possível gerar oportunidades também para pequenos e médios empresários.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no quadro Mundo Corporativo, da rádio CBN, Coelho conta detalhes do negócio que criou e explica o que é necessário para ser um empreendedor neste setor: “tem de gostar de colocar a mão na massa, tem de ser comercial, tem de ser articulado, tem que ser empreendedor, tem de pensar grande; nosso franqueado tem de sair a campo, tem de trabalhar, tem de oferecer e convencer, e se houver disponibilidade, ele vai ficar na mesa do cliente e na mesa do fornecedor. Eu não tenho mesa e não quero que o meu franqueado tenha mesa”.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboraram neste quadro Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Range Rover Evoque, o luxo inglês agora conversível

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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A montadora britânica Land Rover acaba de lançar o novo Range Rover Evoque Convertible, chamado de “primeiro SUV compacto de luxo conversível”. O modelo é baseado em sua versão de três portas, mas ao invés do teto rígido, traz uma capota elétrica que é recolhida em 18 segundos e erguida em 21 segundos.

 

Design, requinte, sofisticação sem jamais deixar de pensar na segurança: em caso de capotamento, um sistema automático leva apenas alguns segundos para levantar duas barras atrás da segunda fileira de bancos para proteger os passageiros.

 

O Evoque Convertible fará sua estreia durante o Salão de Los Angeles, e começará a ser vendido no Reino Unido em 2016, e posteriormente deve chegar ao mercado brasileiro.

 

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Será que o modelo de luxo conversível terá que enfrentar a Crise no Brasil?

 

Ao que os números indicam, o modelo da montadora britânica tende a ter suas vendas bem sucedidas no Brasil. Se por um lado o mercado automotivo de massa vive um momento péssimo por conta da situação do país, o mercado de alto luxo nesse segmento vai muito bem, obrigado. De acordo com dados do jornal O Estado de São Paulo, as marcas BMW, Audi e Mercedes-Benz, que juntas dominam 70% do mercado automotivo de alto padrão no Brasil, venderam cerca de 14 mil unidades de janeiro a abril, o que representa um crescimento de 18% somente nesse período. São veículos com preços que variam de R$ 96 mil a R$ 960 mil reais.

 

Seguindo os números acima, certamente o Evoque Convertible terá sucesso de vendas no país. O preço internacional do veículo é a partir de USD 50 mil (cerca de R$ 200 mil). Se pensarmos nos impostos que incidem nos produtos importados no Brasil, certamente o veículo terá um valor de venda bem acima desse montante, ou seja, “acessível” a poucos e privilegiados consumidores.

 


Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Já não se faz mais como antigamente

 

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Em conversas frequentes com estudantes de jornalismo, esforço-me para mostrar que a escolha que fizeram faz muito sentido em uma época na qual a informação e, por conseguinte, o desenvolvimento de conteúdo são essenciais. Tento não repetir o que ouvia já nos meus tempos de faculdade – e lá se vão mais de 30 anos – quando éramos visitados por profissionais, alguns bastante respeitados pelos jovens, que insistiam em nos desestimular pela falta de perspectiva que haveria na profissão: “já não se faz mais jornalismo como antigamente”. E não se fazia mesmo. Como hoje, aliás. Esse, porém, é assunto para outro texto.

 

Escrevo sobre o saudosismo que me parece permear as emoções de muitos dos profissionais já estabelecidos no mercado, e alguns, inclusive, afastados por aposentadoria consentida ou forçada, para destacar opinião do ex-jogador Tostão, publicada em reportagem do jornal O Globo, na edição de sábado, 21 de novembro. O gancho para o texto do jornalista Carlos Eduardo Mansur foi a reclamação de alguns dos atuais jogadores da seleção brasileira, expressa em entrevista por Daniel Alves, quanto as críticas proferidas por comentaristas esportivos que já jogaram futebol.

 

É verdade que a seleção brasileira, treinada por Dunga, não é empolgante e o porre do 7×1, sob comando de Luis Felipe Scolari, deixou-nos com uma ressaca que será eterna enquanto dure. Mas também é verdadeiro o fato de que projetar as glórias, táticas e dribles do passado para os gramados atuais é uma injustiça, pois a forma de jogar futebol mudou por completo diante de estratégias mais bem organizadas e pelo desenvolvimento físico de atletas – haja vista a força e a velocidade com que atuam hoje.

 

Não quero, porém, me ater ao futebol. O que me interessa na opinião de Tostão é a explicação que dá para esta reação comum na maioria de nós quando nos referimos a realidade vivida no passado, às vezes, recente:

 

“Isso não é pecado, não é deturpação, não é vigarice. É da vida, é de todo tipo de atividade. Há o ex-jogador que vive ligado ao passado, não assume ou não se identifica com a sua vida atual. Vive enamorado do que ele foi: “Na minha época era melhor”. É a tal memória afetiva. O sujeito vive uma época de glória e tem dificuldade de viver o momento. São componentes humanos habituais, até mesmo o receio de que surja alguém melhor do que ele foi”.

 

Gosto de ler o craque – do jogo e das palavras – porque sintetiza com clareza pensamentos que minha capacidade de se expressar, muitas vezes, não permite.

 

A reflexão feita por Tostão deve servir de alerta para profissionais de todas as áreas, independentemente de onde atue. Em nome do saudosismo, criticamos o que é feito aqui e agora, ficamos a nos lamentar e a praguejar o novo com o qual nos deparamos no escritório e na empresa (ou na redação, no caso dos jornalistas). Exaltamos o passado por temer nossa incapacidade de se adaptar ao que está para acontecer. Assim como remetemos o pensamento ao que foi porque a memória é seletiva e nos faz esquecer quanto difícil eram os processos e quantos erros cometíamos.

 


Sem perder as referências que ajudaram a construir seu conhecimento, deixe o saudosismo para trás, prepara-se para as mudanças e se adapte a regra do jogo. Ou invente o seu próprio jogo. Pois já não se faz mais nada como antigamente.

 

A foto que ilustra este post é do álbum de Rhea Monique, no Flickr, e segue as recomendações de criação comum

Mundo Corporativo: Renato Santos, da S2Consultoria, diz como reduzir riscos de corrupção, fraude e assedio

 

 

As empresas chegam a perder cerca de 7% de sua receita bruta devido a fraudes, segundo o consultor Renato Santos, sócio diretor da S2Consultoria. Ele, porém, alerta que a preocupação das organizações têm de ir além de questões como corrupção, apropriação indevida ou manipulação de resultados. É preciso estar atento para os casos de assedio – moral, sexual e corporativismo – que representam até 52% das ocorrências dentro das empresas. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN, Santos sugere a realização de testes de integridade como forma de reduzir os riscos de desvio de conduta no ambiente de trabalho, a serem aplicados tanto nos candidatos como nos colaboradores das organizações.

 

O Mundo Corporativo é apresentado às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, pelo site http://www.cbn.com.br e reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participam deste quadro Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: João de Lima diz como alcançar os resultados na sua empresa

 

 

“Não é o lucro, o principal resultado. O principal resultado do negócio é a perpetuação. E para ter a perpetuação do negócio, ele tem que ter pessoas que se comprometam durante longo tempo com a empresa e acreditem na causa da empresa. Então, a função do líder é obter desempenho de um lado e comprometimento de outro” A sugestão é de João de Lima, consultor de empresas, em entrevista na qual falou sobre gestão de resultados, ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN. De Lima explica como os resultados podem acontecer em uma empresa a partir da implantação do “Modelo Fractal de Gestão”, representado por um grande triângulo dividido em 16 partes, desenvolvido por ele:

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João de Lima é autor do livro “Gestão e cultura de resultados – um modelo para gerir e liderar pessoas realizadas em empresas de sucesso” (Ed Gente).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no programa Jornal da CBN, da rádio CBN.

Uma gaúcha centenária que tem estilo, se atualiza, cresce e dá lucro

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A Lojas Renner, mantendo o crescimento e a lucratividade do início do ano, apresentou no último trimestre faturamento de R$ 1,25 bilhão, maior em 20% ao da mesma época de 2014. O lucro líquido ficou 30% a mais. No período de nove meses a venda cresceu 21%. Um fenômeno.

 

Desde a gestão de seu fundador, Antonio Jacob Renner, iniciada em 1912, até hoje, com José Galló, é fácil detectar que a adaptação às mudanças foi realizada com estilo próprio e priorizando as pessoas como o item principal do marketing mix. Não descuidou dos demais componentes: ponto, produto, praça, processo, preço, propaganda e promoção, mas a Renner se destacou na atenção às pessoas, quer como consumidores ou funcionários.

 

Do antigo slogan: “Renner, a boa roupa, ponto a ponto” ao “Você tem estilo, a Renner tem todos”, vale repassar alguns episódios.

 

Em 1998, a J.C.Penney adquiriu o controle acionário, facilitando o acesso a fornecedores internacionais de produtos, processos e serviços.

 

Em 2002, a Whitaker International foi contratada para implantar nova abordagem de criação, baseada menos nas amarras das grandes tendências de moda, e mais no comportamento das consumidoras reais. Refletindo na criação, exposição e comunicação dos produtos.

 

Com a loja organizada por seis estilos de vida e atenção na redução do tempo de processo para estar com produtos atualizados aos desejos do consumidor, a imagem de inovação creditou um frescor importante como negócio de moda.

 

A saída da J.C.Penney e a entrada na Bolsa de Valores SP em 2005 deram um novo impulso. A atenção às pessoas foi redobrada e no ano de 2008 foi criada a OSCIP organização da sociedade civil de interesse público, que busca a inserção da mulher no mercado de trabalho.

 

A consultoria Aon Hewitt, em 2011, considerou a Renner a segunda melhor empresa em gestão de pessoas, atrás apenas da AmBev. Na pesquisa atual, os 87% de engajamento dos funcionários lhe deram o primeiro lugar, ficando 25 pontos acima da média global.

 

Mais do que estes fatos marcantes, o diferencial é o atendimento. Enquanto os concorrentes lidam com o auto-atendimento, a Renner oferece o encantamento, que boa parte dos brasileiros gosta.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Obs. Os números foram extraídos da Istoé DINHEIRO 939.

Mundo Corporativo: Ruy Shiosawa do GPTW mostra por que é importante investir nas pessoas

 

 

Empresas que cuidam melhor dos seus funcionários tendem a valer mais, ganhar mais dinheiro e alcançar resultados melhores. É o que se constata em estudo realizado pelo GPTW – Great Place to Work, consultoria que realiza pesquisa e desenvolvimento profissional, apresentado no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, o presidente do GPTW Brasil, Ruy Shiosawa, alerta que é preciso mudar o foco dos administradores que tendem a reclamar da dificuldade que enfrentam ao tratar com os profissionais da empresa: “o primeiro passo é vencer esta barreira e encarar o desafio, temos de gerir pessoas de uma maneira exemplar, porque os resultados de uma empresa virão através das pessoas e não apesar delas”

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participaram do Mundo Corporativo Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.