Mundo Corporativo: Roberto Shinyashiki fala da nova lógica do sucesso

 

 

Para ter sucesso você precisa ser o líder da sua carreira, não se iludir acreditando que o seu chefe ou a sua equipe é quem vai puxar você. A recomendação. Para o consultor e palestrante Roberto Shinyashiki você precisa assumir a responsabilidade pelas coisa a sua volta: “tem que convidar inclusive os colegas e tem de chamar o chefe; hoje em dia, eu falo, você tem de liderar o seu chefe”. Shinyashiki traz outras dicas para acelerar a sua vida profissional nesta entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN, na qual falou sobre seu livro mais recente: “A nova lógica do sucesso”(Editora Gente).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br . O programa é reproduzido, ao sábados, a partir das 8h10 da manhã, no Jornal da CBN.

O varejo de Shopping não está fechando a conta

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

Tapumes em lugar de  vitrines nas lojas de shopping

Tapumes em lugar de vitrines nas lojas de shopping

 

O varejo está no ritmo atual do país, recessivo e apreensivo.Entretanto, as lojas Satélites*, a quem cabe a conta maior por metro quadrado, têm apresentado os piores resultados.

 

Por exemplo, uma loja de 50m2 com bom desempenho, cuja venda mensal é de R$2 mil por m2, ou seja, R$100 mil, tem a seguinte composição de custo:

 

Custo da mercadoria vendida 50mil (50%)

 

Custo total de ocupação 15mil (15%)

 

Mão de obra 12mil (12%)

 

Impostos 10mil (10%)

 

Despesas adm. fin. 10mil (10%)

 

LUCRO OPERACIONAL 3mil (3%)

 

Os três mil não cobrem a sobra de estoque nem a depreciação de instalação. Um dos problemas é o custo de ocupação, que inclui aluguel, condomínio, fundo de promoção e tem se apresentado acima dos 15%, chegando a 20% ou mais. O que leva a um resultado acentuadamente negativo.

 

Como os demais itens, ou seja, impostos, folha e despesas gerais, não são suscetíveis de redução, às mercadorias caberia uma redução que aumentaria o Mark-up**. Talvez com três vezes o preço da mercadoria, chegando a 33% de custo da mercadoria vendida, poderia ter certo equilíbrio no resultado, pois teríamos 20% de lucro operacional.

 

Convenhamos que para um varejo que não produz a mercadoria ou que faz a compra do exterior, reduzir o seu preço acentuadamente não será tarefa fácil.

 

Para que esta composição volte a dar lucro será preciso redefinir a contribuição que cada tipo de loja venha dar. Aos shoppings caberá redistribuir as despesas que ora sobrecarregam as lojas Satélites.

 

Talvez até com as Megalojas*** e as lojas Âncoras****, mas, principalmente, consigo mesmo. Uma tarefa muito democrática para um capitalismo tão forte como o nosso. Mas é melhor fazer logo para não perder as Satélites.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras

 

*Lojas satélites- as lojas menores com produtos específicos. Exemplo:Cacau Show, Arezzo, Stroke,VR
**Mark-up – é o acréscimo ao preço de compra da mercadoria para chegar ao preço de venda
***Megalojas – são as lojas maiores do que as satélites e que usufruem de melhores negociações com os shoppings. Exemplo: Luigi Bertolli, Le Lis Blanc, GAP, Polishop
****Lojas Âncora – são grandes lojas com preços mais acessíveis que para isso obtém condições especiais de ocupação. Exemplos: Renner, Riachuelo, C&A, Forever 21

Mundo Corporativo: estratégias para as empresas e organizações engajarem pessoas em causas públicas

 

 

“As empresas estão buscando se posicionar em relação as causas, mas quais causas? Aquelas que fazem sentido com seu propósito. Muitas vezes a empresa tem dificuldade de identificar o seu propósito ou seja é preciso que a causa nasça da essência da organização”. A sugestão é de Rodolfo Guttilla que participou com seu sócio Leandro Machado da entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, quando falaram de estratégias que as empresas, órgãos governamentais e instituições podem desenvolver, sempre de forma integrada, para engajar, conscientizar e mobilizar as pessoas em torno de de temas relevantes como educação, primeira infância, combate à miséria, entre outros. Gutilla e Leandro fundaram com Mônica Gregori a Cause, agência de comunicação especializada em causas e assuntos de interesse público.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site cbn.com.br e o programa é reproduzido, aos sábados, no Jornal da CBN. Participam do Mundo Corporativo Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Maserati e Zegna combinam elegância e dinamismo em moda e automobilismo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Ermenegildo Zegna e Maserati criaram uma coleção especial de acessórios de moda em homenagem ao lançamento da participação da empresa italiana de alta-costura no interior de novos modelos do fabricante de carros, o Maserati Ghibli e o Quattroporte. A coleção inclui casacos em couro, tênis de edição especial, lenços de seda, itens de marroquinaria e óculos de sol dobráveis.

 

Mestres artesãos de Zegna criaram um tecido de seda pura com um impacto visual extremamente elevado para o cockpit e assentos dos dois modelos que unem estilo e exclusividade. O tecido combina a sensação de suavidade suave com a aparência elegantemente técnica para entregar dinamismo e um toque contemporâneo, encontrado nos modelos mais emblemáticos da Maserati.

 

No mercado do luxo, é comum o uso do co-branding, estratégia usada por Zegna e Maserati há alguns anos e agora em novos modelos também. A prática consiste no desenvolvimento de um projeto unindo duas marcas com o objetivo de valorizá-las e fortalecê-las ainda mais.

 

O co-branding é uma das ferramentas mais importantes para posicionar a imagem de uma empresa que atue no luxo. Tem sido explorado com frequência no cenário competitivo global, em que cada vez é mais difícil diferenciar-se diante de consumidores extremamente exigentes.

 

A união parece mais do que perfeita: de um lado um dos ícones da moda de luxo no mundo e de outro um ícone do design automotivo de alto luxo. Parceria perfeita! Que visa reforçar valores, herança, história e tradição – algumas das premissas das marcas de luxo.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em “arketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: Lindolfo Paiva, da Mr Cheney, fala das estratégias para investir no mercado de doces

 

 

“É muito importante pesquisar bem o mercado e o negócio, entender as particularidades que ele tem. É preciso ter o produto, o conceito certo para o público certo”. E foi seguindo sua própria recomendação que o empresário Lindolfo Paiva montou no Brasil uma rede de franquias no setor de alimentação especializada em cookies e doces americanos. O Lindolfo, dono da Mr Cheney, foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, quando falou das estratégias para quem pretende atuar neste ramo.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, e é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participam do Mundo Corporativo o Paulo Rodolfo, o Douglas Mattos e a Débora Gonçalves.

Assim como nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que é caro, é luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Produtos de luxo têm valor de venda alto, principalmente se comparados aqueles destinados ao mercado de massa. Mas será que um produto ou serviço caros são necessariamente de luxo?

 

Primeiramente é essencial entendermos uma questão a respeito de preço de bens e serviços de luxo: quase não tem nenhuma relação com o dinheiro em si. O consumidor desse segmento se dispõe a pagar um preço alto por qualquer bem que queira comprar, mas, claro, não por qualquer produto. Ele busca o raro, o único e o exclusivo – aquele produto feito exclusivamente para ele.

 

O preço de mercado de um produto de luxo é um dos critérios determinantes de sua vinculação a este seleto universo. Porém, vale lembrar, que, apesar de um produto de luxo comumente ter um valor alto, um produto de preço alto em si pode não ser necessariamente de luxo.

 

Inúmeros são os exemplos e em diversos segmentos: muitos empresários, no Brasil, criam marcas próprias, as direcionam para o mercado luxo, investem em pontos de venda em endereços nobre, desenvolvem produtos de qualidade e, consequentemente, cobram caro por isso. Mas se pensarmos no conceito de luxo propriamente dito, para um produto ser considerado como tal é necessário muito além de qualidade e loja bem montada: marcas de luxo têm décadas, às vezes séculos, de história, prestígio e renome. Estão nessa categoria porque marcaram época.

 

Outro exemplo interessante, encontramos no setor de turismo. Ao pesquisar hotéis em sites especializados, é comum ver, no mesmo destino, hotéis de diferentes níveis com preços similares. O consumidor que, eventualmente, não seja um conhecedor do segmento, no primeiro momento, pode achar que um determinado hotel considerado comum seja tão luxuoso quanto um hotel renomado, tudo por conta do preço semelhante.

 

Não se engane pelas aparências: produtos de luxo têm, sim, um valor de venda mais alto, mas nem todo preço alto determina a qualidade do produto ou o eleva a posição de luxo. Já aprendemos que nem tudo que reluz é ouro!

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em “arketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

 

A foto que ilustra este post é do álbum de Duchess Flux, no Flickr, e segue certificado de criação comum proposto pelo autor

Mundo Corporativo: Ricardo Jucá mostra como fazer acontecer na sua empresa e na sua carreira

 

 

“Fazer acontecer é entregar resultados, apesar das barreiras, com as pessoas e de forma ética”. Assim o consultor Ricardo Jucá explica, de forma objetiva, o grande desafio dos profissionais em construir estratégias para executar aquilo que planejou na sua empresa e na sua carreira. Nesta entrevista, ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Jucá ressalta a necessidade de se focar nas coisas realmente importantes para garantir que o resultado desejado seja obtido e, para que este caminho seja seguido, ele sugere que se defina de forma clara e disciplinada o que está sendo feito para alcançar estes objetivos. Ricardo Jucá é sócio da Atingire, uma empresa de educação corporativa, e autor do livro “A pirâmide do fazer acontecer” (Papirus/7 Mares).

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site http://www.cbn.com.br e o programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: José Ricardo Noronha ensina a vender mais, gastando menos e fazendo melhor

 

 

“É importante que a gente desmistifique essa ideia de que não somos vendedores e, mais importante do que isso, que saibamos nos vender, que nos entendamos, claro, entre aspas, como produtos. E quanto melhor for a nossa competência por vender o melhor produto do mundo, que somos nós mesmos, maiores são as chances de a gente atingir o tão sonhado sucesso”. É assim que o consultor José Ricardo Noronha defende a ideia de que todos devem estar preparados para vender e se vender, desenvolvendo estratégias e habilidades essenciais para o progresso na carreira profissional. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, Noronha se propõe a ajudar as pessoas a vender mais, gastando menos e fazendo melhor. Além de vendedor apaixonado pela profissão, ele é autor do livro “Vendas, como eu faço?”, publicado pela Editora Évora.

 

Você assiste ao vivo, o programa Mundo Corporativo, no site http://www.cbn.com.br, todas as quartas-feiras, 11 horas da manhã, e participa com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN).

A crença na inovação leva shopping center para a internet

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

IMAGEM

 

Há 15 anos, a internet atraiu a atenção de muitos setores. O e-commerce começou a tomar corpo. Nesta década e meia dos 200 milhões de brasileiros 91 acessam a web e 61 milhões já compraram pela internet. O vestuário, que diziam ser inadequado para venda sem tocar e provar, é o primeiro da lista. O varejo virtual, tido como adversário do físico, é hoje aliado indispensável onde se configura o “omni channel”, que significa que físico e virtual juntos aumentam a venda.

 

Ao constatarmos essa evolução do e-commerce, no qual surgiram grandes operações, identificamos um contraponto no mundo físico em seu formato de maior sucesso que é o shopping center. Até hoje, nenhum deles apresentou-se na web. É um fato que não encontra explicação pela obviedade da extensão e da compatibilidade. Agravada pela alternativa da compensação da queda de vendas atual no mundo físico e justificada apenas pela acomodação do sistema estabelecido. Diferentemente do que ocorre no novo mundo, onde surgem inovações como podemos ouvir nas entrevistas de Mílton Jung com jovens empreendedores. Eles têm exposto conceitos e atitudes inovadoras. Acompanhe algumas das suas opiniões:

 

João Cristofolini, 25 anos, MBA Empreendedor.com entre outros

”Inovação não é necessariamente criar algo novo. Pode ser uma solução nova. Inovação é a combinação de pontos que já existem de uma forma mais eficiente, seja a melhoria de um processo interno, a melhoria de um produto, ou, até mesmo, algo disruptivo no mercado”.

 

Débora Emm, 29 anos, Inesplorato

”Inovação para mim é provar todos os dias que a gente está vivo, quando a gente para de pensar, de fazer as coisas de uma forma melhor, de evoluir nossas ideias, de evoluir nossos processos de trabalho, significa que a gente não está mais vivo, então, para mim, é como respirar, é o nosso oxigênio, inovar é um exercício diário de provarmos que a gente está acordado e que a gente merece estar aqui vivo”.

 

Artur da Silva, 29 anos, Conta do Lar

”Inovação para mim é uma constante, é romper com o tradicional, para encontrar novas soluções para problemas já existentes”.

 

Embasado nesse espírito buscamos um empreendedor que acolhesse a inovação de colocar na web o seu shopping center físico. E, encontramos. Finalmente, durante os últimos 12 dias estamos trabalhando em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro, para a implantação do PIRATAS ON LINE, a réplica do Shopping Piratas, que há muito já oferecia acesso por terra, ar e mar. A plataforma é robusta em tecnologia (SOKS) e avassaladora na venda, partindo de um CRM de 42 milhões de consumidores. Ainda assim a adesão à inovação não é de todos. Afinal nem todos são iguais ao João, a Débora e ao Artur, mas todos estão convidados no dia 20 de outubro a acessar:

http://www.piratasonline.com.br

A primeira réplica

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Antonio Carlos Soares, da Runrun.it, fala de gestão do tempo e produtividade

 

 

Apenas 39% do tempo das pessoas são de fato gastos para aquilo que elas foram contratadas, os demais 61% são usados para participar de reuniões, responder e-mails e coletar e agregar informações referentes ao trabalho que devem executar. A estatística é apresentada por Antonio Carlos Soares, CEO da Runrun.It, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Soares mostra como aumentar a produtividade, organizar suas tarefas e gerir melhor o tempo no ambiente de trabalho. O runrun.it é um software de gestão de tarefas, que tem como meta ajudar você a melhorar a produtividade do seu negócio.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site http://www.cbn.com.br com participação dos ouvintes pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, às 8h10 da manhã, no Jornal da CBN.