Somos 36 milhões de empreendedores

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

Na segunda feira, dentro da SGE – Semana Global do Empreendedorismo aconteceu o 99FASHION, evento que faz parte do movimento internacional para a divulgação da Cultura Empreendedora.

 

Como se sabe o setor de vestuário é potencializado para novos empreendedores, pois as barreiras iniciais de capital e de tecnologia, comuns a muitos setores, não são tão intensas na moda. Fernanda Yamamoto e Rita Comparato da Neon, marcas de nicho e já consagradas, expuseram seus acertos e erros na implementação de seus negócios.

 

Se ainda convivemos em nosso país com sérios problemas em determinadas áreas, no que se refere ao espírito empreendedor estamos na dianteira, com louvor.

 

A GEM – Global Entrepreneurship Monitor descobriu que 30% dos brasileiros, ou seja, 36 milhões estão iniciando ou operando como empreendedores. A GEM é uma das mais respeitadas entidades de pesquisa do empreendedorismo global. No Brasil tem o IBQP – Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade como representante nacional, o SEBRAE como master, a FGV como parceiro acadêmico e foca seus trabalhos nas pessoas mais do que nos empreendimentos. Em pesquisa recente feita em 2012, levantou 10 mil indivíduos entre 18 e 64 anos e constatou que entre 2002 e 2012 houve um crescimento de 20milhões para 36milhões de pessoas atuando como empreendedores. Verificou também que os três maiores sonhos dos brasileiros são: 50% viajar pelo Brasil, 48% ter casa própria e 44% ter negócio próprio.

 

Ao mesmo tempo, a SGE – Semana Global do Empreendedorismo que ocorre em mais de 130 países no mês de novembro, teve no ano passado 3861 atividades em 341 cidades no Brasil, números que nos deram o primeiro lugar no mundo.

 

Certamente este ano deveremos estar repetindo o destacado papel de 2012. E com a colaboração do Mundo Corporativo da CBN, quando Mílton Jung no início de novembro apresentou: “A receita para abrir o seu negócio” entrevistando Henriley Domingos da Doctor Trade. Além da modesta contribuição do autor deste texto, ao abrir o 99FASHION com o tema “Empreendedorismo na Moda”.

 


Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Por que boas causas são bons negócios?

Reproduzo a seguir texto de divulgação do evento do qual estarei participando na quinta-feira, dia 28, na abertura da ONG Brasil, encontro que se realiza no Expo Center Norte, em São Paulo. Espero contar com a participação de você que acredita na possibilidade de agirmos como cidadãos para transformar as pessoas e a sociedade:

 

 

A Humanitare Foundation que atua em diplomacia social como ponte de conexão entre os atores da sociedade e as temáticas promovidas pela ONU, em conjunto com a KMPG, empresa de consultoria que incentiva a cidadania corporativa como modelo de transformação social convidam você a discutir a questão “Happy Returns” Por que boas causas são bons negócios? durante o Painel de abertura do Congresso ONG Brasil 2013.

 

Os temas de empreendimentos sociais serão debatidos por Ceos de empresas e Institutos Empresariais: Maria Antonia Civita (Verde Escola), Michael Hastings (KPMG), Luciana Quintão (Banco de Alimentos), Sheila Pimental (Humanitare Foundation), Joris van Wijk (UBM), Cônsul Lothar Wolff (Honorário do Brasil em Áustria),e as participações dos jornalistas Milton Jung (CBN) e Patrícia Trudes (Folha de São Paulo).

 

Por que boas causas são bons negócios estarão representados em cases de sucesso nos exemplos como o da Ong Banco de Alimentos que segue no objetivo de minimizar os efeitos da fome através do combate ao desperdício e promover educação e cidadania. Resultado: O Banco de Alimentos entrega 44 toneladas de comida por mês para 22 mil pessoas em 52 Instituições, outras 110 entidades estão na fila para serem atendidas.

 

Outro caso é o Instituto Verdescola que acompanha cerca de 300 adolescentes e jovens da comunidade de Sahy em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Com projetos educacionais, eles estão sendo capacitados para atender o turismo gerando investimentos para a região.

 

A Humanitare Foundation abordará experiências internacionais e contribuições da diplomacia social no contexto global e local dos negócios sociais sustentáveis baseados na essência de jovens lideranças e plataformas de e-contents para o desenvolvimento e as bases da nova economia.

 

Serviço:
ONG Brasil 2013
Local: Expo Center Norte – rua José Bernardo Pinto, 333 São Paulo/SP Seminário Happy Returns – dia 28/11 – horário 9h00 – 11:00

Mundo Corporativo: aprenda com as empresas familiares centenárias

 

 

A história de cinco empresas familiares que completaram 100 anos, no Brasil, foi o ponto de partida do estudo realizado pelo consultor Renato Bernhoeft e a jornalista Chris Martinez que identificou as estratégias desenvolvidas por seus proprietários para se manterem fortalecidas mesmo diante da troca de comando para as gerações mais novas. No programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, o empresário e conferencista Renato Bernhoeft falou de alguns aspectos que considerou mais importantes para essa longevidade. As cinco empresas escolhidas para esse trabalho foram a Gerdau, Sul América, Ypióca, Casa da Bóia e Cedro Cachoeira.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras, a partir das 11 horas da manhã, no site da Rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br, no Twitter @jornaldacbn ou no grupo de discussões do Mundo Corporativo da CBN, no Linkedin. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: entenda o comportamento do seu consumidor

 

 

Conhecer a cabeça do consumidor é fundamental para traçar as estratégias comerciais das empresas. É com esse objetivo que a Pesquisa Já desenvolve soluções para o mercado de marketing de varejo. Para o gerente de negócios Fernando Menezes “o monitoramento de informações, realizado em tempo real, não apenas capta e antecipa possíveis falhas no ponto de venda, mas também abre um importante precedente para avaliar os hábitos de consumo e entender o comportamento do consumidor”. Ele é o entrevistado do programa Mundo Corporativo da rádio CBN.

 

Você pode assistir, ao vivo, ao Mundo Corporativo toda quarta-feira, 11 horas, no site da rádio CBN, e enviar perguntas para o email mundocorporativo@cbn.com.br e para o Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Lápis e canetas: escrevendo uma história de luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

 

Quando pensamos em lápis e canetas nos lembrarmos de nossa infância escolar ou em crianças. E, inevitavelmente, vem uma marca em nossa mente: a alemã Faber-Castell. Porém, engana-se quem pensa que a marca, criada em 1761, faz sucesso apenas com seus icônicos lápis de cor e giz de cera. Famosa nas salas de aulas e marcando gerações, também possui uma linha especial com muito luxo e que aposta em materiais finos e brilhantes.

 

 

A caneta Elemento, criada em edição limitada, da coleção Graf von Faber-Castell é um dos exemplos de produtos da fabricante alemã com foco no consumidor de alto poder aquisitivo. Feita à mão por artesões, foram produzidas apenas 1.761 unidades, em homenagem aos 250 anos da Faber-Castell, há 2 anos. O modelo traz metais nobres como platina e ouro, e detalhes em madeira de oliva. Criada e produzida na matriz da Faber-Castell, na Alemanha, une estética e funcionalidade, com acabamentos de luxo. A Graf von Faber-Castell possui também, desde 2003, a linha Pen Of The Year, onde em cada ano uma caneta exclusiva é criada com edição limitada. A peça criada em 2012 foi uma combinação de folhas de ouro com o raro carvalho do pântano, além de sua tampa que inclui pedra de quartzo citrino.

 

O lápis, ícone da marca, não poderia ficar de fora do segmento Premium: “O Lápis-Perfeito”, linha de lápis exclusiva da coleção premium “Graf Von Faber-Castell”, é feito de cedro californiano, com acabamento canelado, acompanha um extensor com banho de platina que, além de proteger a ponta do lápis e possibilitar seu uso mesmo quando ele for pequeno, possui um apontador embutido. Sua borracha é protegida por uma capa também com banho de platina. Com uma única peça é possível escrever, corrigir e apontar.

 

 

Presente no Brasil há alguns anos, a linha Premium mostra a sabedoria com que a marca vem otimizando sua expertise na produção de lápis e canetas, criando linhas exclusivas e de edições limitadas com a qualidade e alto valor percebido, combinando materiais com beleza estética, mas sem deixar de pensar no quesito funcionalidade. A caneta ou o lápis, instrumentos de escrita universais, agora podem ser vistos como uma simplicidade luxuosa, objeto de desejo e prova de experiência proporcionada ao consumidor.

 

Se por um lado muitas grifes de luxo começaram a fazer produtos mais acessíveis para expansão da marca, a Faber-Castell movimenta-se ao contrário. Além de artigos a princípio simples como lápis, vem apostando em produtos para atingir um público mais sofisticado – um mercado certamente repleto de desafios.

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: a receita para abrir o seu negócio

 

 

Abrir um negócio é como ter um bebê, para que tudo dê certo é importante fazer o pré-natal. Ao se lançar no mercado e não fazer o planejamento correto, os empreendedores brasileiros geram o aumento na taxa de mortalidade das empresas, impedindo que boas ideias se transformem em grandes negócios. A constatação é de Henriley Domingos, da Doctor Trade Consultoria e Assessoria de Negócios, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. O consultor alerta que o futuro da empresa quem determina é o cliente e, portanto, o empresário pode ter uma grande força de vontade, um grande sonho, mas se o cliente não estiver disposto a sonhar junto, vai ficar apenas no desejo: “de cada dez empresas que nascem no Brasil, sete são por oportunidade que o empreendedor identificou no mercado, mas seja qual for o motivo que o levou a abrir seu negócio é preciso entender se o cliente está no seu bairro, onde será atendido, de que forma você vai entregar o valor que pretendia”. Na entrevista, Domingos fala da dificuldade que muitos empresários têm de identificar que é o seu cliente.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido ao vivo pelo site da rádio CBN, com perguntas enviadas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Os riscos à banalização das marcas de Luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

 

O Luxo ganha cada vez mais espaço no cenário mundial. Apesar de ser um segmento de negócios, o tema em si vem sendo explorado ou até mesmo discutido de forma equivocada ou com enfoque supérfluo. Assim como o Luxo tem seu conceito banalizado, as marcas de luxo também correm este risco. Houve uma democratização do luxo: antes pertencentes a famílias tradicionais, que fabricavam seus produtos de forma artesanal, sob medida e em quantidades limitadas, muitas marcas de luxo passaram, desde os anos 80, a fazer parte de grandes conglomerados empresariais, abrindo seu capital e tendo que prestar contas aos investidores, sentindo, a partir daí, a necessidade de aumentar seu lucro.

 

A globalização e o crescimento agressivo de uma marca de luxo merecem muita atenção e podem ser perigosos. Algumas delas, para gerar maiores lucros, buscam aumentar as vendas em excesso e, inevitavelmente, passam a focar o mercado com perfil de consumidores menos afluentes, tornando o luxo mais disponível a pessoas de perfis diferentes aos de seus privilegiados consumidores. Essa prática faz com que a lealdade do real público-alvo diminua e este perceba menor valor à marca antes por ele prestigiada e admirada.

 

 

A falsificação também é um fator importantíssimo. Extremamente nociva à marca, a prática se caracteriza na venda de forma ilegal e através de cópias de qualidade inferior, podendo tornar banal ou vulgar a imagem do produto. O consumidor de luxo pode perder o sentimento de unicidade e especialidade ao ver um produto falso da mesma marca que o seu original sendo comercializado em locais considerados populares. A verdade é que as marcas são muito cobiçadas, tanto por consumidores de alta renda como por aqueles que não têm menor poder de compra. Ao usar o produto de certas marcas, o consumidor se declara membro de um grupo que concorda com a mensagem que ela remete. Os logotipos de marcas de luxo denotam riqueza, status e bom gosto para muitos. Essa busca de inclusão em um determinado grupo é que faz com que aumente o desejo por algumas marcas perante os consumidores.

 

A promoção de vendas também merece cuidados. Muitas marcas de luxo, como Hermès e Louis Vuitton não possuem políticas de descontos ou qualquer forma de promoção em seus pontos de venda. A promoção é válida, mas desde que planejada e respeitosa ao conceito luxuoso da marca, pois caso contrário, o cliente pode perceber que há facilidade de aquisição do produto, descaracterizando-o como luxuoso e caracterizando-o como simples.

 

Na gestão de marcas de luxo, é extremamente importante que ocorra uma política de distribuição, precificação e comunicação seletivas, principalmente os considerados, pela hierarquia do luxo, produtos de luxo inacessível e intermediário. A distribuição, se realizada de forma coerente com a política da marca, poderá evitar a banalização bem como manter a exclusividade, conceito-chave de produtos desse segmento.

 


Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: a importância da inovação nos negócios

 

 

“Inovação é quando o conhecimento tem aplicação de mercado, gera faturamento, receita, redução de custo e aumento de produtividade. Se difere de invenção que é quando o conhecimento é apenas aplicado a um produto. Para ser inovação precisa ter valor de mercado”. A definição é do diretor de inovação da CNI – Confederação Nacional da Indústria, Paulo Mol, entrevistado do Mundo Corporativo, da rádio CBN. Para ele, a inovação é algo que acontece nas empresas, jamais pode estar desconectado do mundo empresarial. Nesta entrevista o dirigente mostra experiências inovadoras e estratégias que as empresas devem desenvolver para terem um ambiente criativo que proporcione ideias geradoras de novos negócios e melhores resultados.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN. E o programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corporativo: gestão de crise e comunicação

 

 

No passado, os manuais de crise recomendavam que as empresas se pronunciasse até uma hora após o surgimento do problema. Hoje, têm 15 minutos para falar com o público. As estratégias para que as corporações não sejam surpreendidas diante deste novo cenário da comunicação fazem parte da entrevista com o jornalista João José Forni, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Forni é o autor do livro “Gestão de Crise e Comunicação – o que os gestores e profissionais de comunicação precisam saber para enfrentar crises corporativas”, publicado pela Editora Atlas.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, no site da rádio CBN. E você pode participar pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

A estratégia do luxo na busca de novos consumidores

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

No mercado internacional, com a concorrência acirrada e a globalização, um dos maiores desafios para as marcas de produtos e serviços de luxo é manter seu crescimento. A expansão da marca para outras classes tem sido a estratégia adotada, criando novos produtos: perfumes Hermès, camisetas e chaveiros Ferrari, relógios Mercedes-Benz, por exemplo. Cresce cada vez mais o número de grifes de alto luxo de segmentos como automóveis, moda e joalheria investindo buscando segmentos diferentes de sua principal área de atuação.

 

A estratégia de extensão de marca consiste em aumentar a categoria de produtos para a mesma base de consumidores, sempre se preocupando com uma distribuição seletiva. Porém, no mercado com foco no consumidor AAA novas categorias de produto só devem ser exploradas se estiverem alinhadas ao conceito da marca.

 

Até que ponto pode uma marca de luxo usar esta estratégia sem arranhar o seu posicionamento e sem possibilitar a banalização perante o consumidor? É imprescindível estar atento para que não se modifique a proposta de seu valor ao ampliar a acessibilidade e atrair público muito diferente daquele que compra, por exemplo, um automóvel Ferrari, uma bolsa Chanel ou uma joia Cartier. É necessário que se mantenha um alto nível de relacionamento do público com a marca. Uma expansão realizada sem critério pode confundir o que a essa representa, diluindo seu valor.

 

 

Há casos de extensão de marcas de luxo para outras categorias de produtos que aproveitaram a oportunidade sem prejudicar seu posicionamento. Grifes como Chanel e Dior, ícones da alta costura, apostam em produtos de entrada (considerados acessíveis) como perfumes, cosméticos e acessórios para conquistar o consumidor, que, com o tempo, poderá ser um comprador de seus produtos de categorias mais elevadas, como as renomadas bolsas Chanel.

 

A grife Armani é um exemplo também interessante, pois expandiu para o segmento de homeware criando a grife Armani Casa, especializada em móveis e itens de decoração com foco no público AAA, ou seja, sustentando-se nos pilares de sua marca-mãe: tradição, alta qualidade, sofisticação e design. A Armani também expandiu com sucesso criando marcas no segmento de moda (extensão de linhas) como também na hotelaria, com dois hotéis luxuosos, em Milão e Dubai.

 

 

A extensão de marca no segmento do luxo deve ser avaliada e estudada com rigor e só é válida se os novos produtos destinarem-se ao mesmo perfil de consumidor, seguindo o conceito de excelência, exclusividade e mantendo as mesmas políticas de preço, distribuição e comunicação seletivas da marca-mãe. Mesmo ciente de que seus novos produtos poderão atingir o consumidor aspiracional ao mercado de luxo, se a empresa já atua neste segmento e busca atingir um número maior de clientes, deve manter sua essência e principalmente zelar por seu prestígio. Essa estratégia diminui os riscos e os custos, aumentando a cobertura de mercado e fortalecendo os valores e interesses pela marca, imprescindíveis no mercado de luxo.

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.