Ralph Lauren: a filantropia como parte de seus valores

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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O estilista americano Ralph Lauren participou fortemente por mais um ano ajudando na batalha contra o câncer. Durante este último Outubro Rosa, a fachada de algumas de suas lojas, como a loja-conceito da Quinta Avenida e a do Soho, ambas em Nova York, foram decoradas e iluminadas com a cor rosa, podendo assim atrair ainda mais consumidores para a causa. Foi além, com presença marcantes em redes sociais como Instagram e Facebook, onde a modelo Sanne Vloet vestia peças de sua coleção Pink Pony, criações exclusivas com 25% das vendas, nos Estados Unidos, destinados à Pink Pony Foundation, entidade criada por ele, que cuida de mulheres que sofrem de câncer de mama.

 

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O engajamento de Ralph Lauren, vale lembrar, não resume ao Outubro Rosa. Há mais de 20 anos, Lauren participa ativamente em projetos de filantropia. O estilista mantém em plena Madison Avenue, um dos endereços mais cobiçados de Manhattan, o The Ralph Lauren Center for Cancer Care and Prevention, que desde 2005 tem parceria com o Memorial Sloan Kettering Cancer Center. O centro oferece exames, diagnósticos, tratamento para câncer e psicoterapia, hematologia, cirurgia da mama e serviços de gastroenterologia.

 

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Além desse comprometimento de Lauren com um trabalho contínuo e sério, o visionário designer americano cria campanhas sazonais como em 2010 quando, com a terrível tragédia ocorrida no Haiti, fabricou uma camisa polo com a bandeira do país, sendo que 100% das vendas foram revertidos para ajudar na reconstrução do Haiti. Outro exemplo, em 2012, com o furacão Sandy, ocorrido em Connecticut, Estado de NY, quando Ralph Lauren fez uma doação de mais de 2 milhões de dólares.

 

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Ao abraçar a luta contra o câncer, Lauren se diferencia com seu empenho em contribuir e engajar as pessoas em um comportamento consciente de prevenção e filantropia, uma tendência cada vez mais presente nas empresas que lutam por um mundo melhor. Esse é o luxo contemporâneo.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Ralph Lauren abre restaurante em Nova York

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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O designer americano Ralph Lauren abriu seu primeiro restaurante em Nova York no início deste ano, localizado na privilegiada 55th street, entre a Quinta Avenida e a Madison Avenue, próximo à loja conceito de sua linha Polo Ralph Lauren, inaugurada há alguns meses na cidade que nunca dorme.

 

The Polo Bar, nome do restaurante, tem uma proposta casual mas sem deixar de ser requintado. Seu ambiente leva em sua decoração toda a herança do mundo equestre de Lauren, seguindo o estilo da grife e suas lojas, em maioria, com paredes em madeira e sofisticação típica do estilista. Seu cardápio traz itens clássicos da gastronomia americana com pratos inspirados nos preferidos de Mr. Lauren: carnes, hambúrgueres, aperitivos e ainda pratos vegetarianos.

 

Este não é o primeiro passo de Lauren na gastronomia. O designer – dono da marca que leva seu nome e cujo símbolo é o discreto cavalinho estampado em suas pólos – já possui restaurantes em Chicago (RL Chicago) e Paris (Ralph’s). Lauren não mediu esforços para que seu novo restaurante seja um ícone na Big Apple: o restaurante conta com uma sala privativa de jantar, com capacidade para até 14 pessoas, ideal para comemoração em família e entre amigos.

 

A grife investe em sua expansão para outros segmentos, com gestão rigorosa, o que é imprescindível no mercado do luxo: sempre manter a qualidade acima das expectativas de seus clientes, ter distribuição seletiva e, no caso de Lauren, o refinamento, que lhe é peculiar em todas as criações.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

O dia em que o candidato comprou um livro

 

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A cobertura jornalística da campanha eleitoral, em rádio e TV, tem várias limitações impostas pela legislação e, algumas vezes, se transforma em um “agendão”, como costumamos dizer nas redações. O candidato está aqui, vai até lá e passou acolá. Informações ilustradas por imagens de político sorridente em meio a multidão que se espreme na feira livre e a rua de comércio popular. Gostam também de aparecer no palco de seminários de engravatados, onde recebem propostas de governo que assinam e jamais serão cumpridas. Com o pé no chão ou no palanque, estas agendas costumam render cenas para a campanha, talvez votos e, em alguns casos, infecção estomacal. Um dos lugares preferidos desta semana é a Bienal do Livro, que leva hordas de estudantes e fãs de escritores para os corredores no Parque do Anhembi, em São Paulo.

 

Há uns dois dias, vi um dos candidatos à presidência, ao lado de seu vice, caminhando entre “eleitores” e encenando para selfies que serão distribuídos nas redes sociais. Nos estandes, folhavam livros e posavam para as câmeras como se estivessem interessados na leitura. E nós jornalistas relatando o acontecido. Encenação que me lembrou história contada pelo jornalista Lucas Mendes, na época em que trabalhamos juntos na redação da TV Cultura. Ele já dava expediente em Nova York quando o presidente Fernando Collor acabara de ser eleito no Brasil. Antes da posse, Collor fez viagem para os Estados Unidos, não lembro se para descansar e recuperar o fôlego da intensa campanha eleitoral ou se para mais uma vez viver no mundo do faz de conta, o que lhe era típico. Cada passo que dava era coberto com curiosidade e intensidade pela imprensa brasileira que deslocou suas equipes de jornalistas atrás do primeiro presidente eleito desde o fim da Ditadura Militar.

 

Conta Lucas Mendes que, entre os programas realizados, Collor entrou em uma livraria e começou a olhar as estantes em busca não se sabe de que livro. Dezenas de repórteres cinematográficos e fotógrafos entraram correndo para registrar o momento, assuntando a dona da livraria. Ela se dirigiu a Lucas Mendes, que observava tudo da periferia da confusão, e quis entender “por que toda esta gente?”. Lucas explicou que o novo presidente do Brasil estava comprando um livro. E foi obrigado a ouvir da atônita livreira americana: “ele nunca comprou um antes?”

Nova sala VIP em NY, velhos problemas em Guarulhos

 

Por Ricardo Ojeda Marins 

 

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Já falamos em alguns de nossos artigos aqui no Blog do Mílton Jung sobre cartões de crédito de luxo. Seletivos e cobiçados, esses cartões oferecem, entre seus principais benefícios, salas VIPs em aeroportos ao redor do mundo. Há apenas alguns dias, a American Express, que tem um dos cartões mais elitizados do mercado, abriu nova sala VIP no Aeroporto La Guardia, em Nova York.

 

A entrada para o Centurion Lounge, localizado no Terminal B, possui mais de 400 metros quadrados, elegantes e modernamente decorados, sendo cortesia aos associados The Platinum Card e Centurion Card, e seus familiares, ou até dois companheiros de viagem. Associados de outros cartões da bandeira American Express podem comprar o acesso ao lounge por um dia mediante o pagamento de USD 50. As comodidades incluem mimos como criações gastronômicas de Cédric Vongerichten – chef executivo no prestigioso restaurante Perry St, coquetéis e vinhos premium, espaço com acesso a internet, assessoria a clientes para reservas com restaurantes, companhias aéreas, hotéis e outros.

 

Impossível não compararmos o novo espaço com a sala vip da Amex no Aeroporto de Guarulhos (SP). Seja pelo que observei em minha últimas passagens pelo Centurion Lounge de GRU Airport seja pelo que leitores e amigos descrevem, é triste dizer que o serviço vem decaindo consideravelmente. Sala cheia, espaço Kids lotado de pessoas (adultas) sentadas no chão, demora na reposição dos alimentos, demora na limpeza das mesas;  enfim, nota-se que o serviço está muito longe da excelência que promete e distante do conceito que se busca: ser impecável. Para um cartão cuja anuidade é R$ 1.200, impecável é o mínimo que todo cliente espera de um atendimento. No Brasil, desde 2006, a marca American Express está sob os cuidados do Banco Bradesco.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

O luxo de ser hóspede em seu próprio apartamento no Trump Soho

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

 

O hotel Trump SoHo, um dos mais luxuosos de Nova York, acaba de lançar oito novas suítes de cobertura, sendo agora o hotel com o maior número de coberturas com dois quartos em Manhattan. Vistas deslumbrantes da cidade, conforto e elegância, e localização privilegiada são apenas algumas das experiências inesquecíveis que se pode vivenciar da cidade, em especial no charmoso bairro do SoHo.

 

Por ser hotel-condomínio, o Trump SoHo oferece a oportunidade de atender a hóspedes como também a compradores de apartamentos em seu prédio de 46 andares, todo revestido em vidro prateado, localizado na Spring Street, no coração do sofisticado SoHo. Há opções de quartos (studios), suítes e coberturas incríveis. Essas últimas são, sem dúvida, sonho de consumo para os mais abastados. Variam de 74 a 216 metros quadrados. Nas coberturas do 43º andar, por exemplo, os clientes podem escolher vistas para o pôr do sol no rio Hudson, ou a paisagem urbana de Manhattan, ou ainda, aproveitar a vista do Empire State Building da banheira da suíte face norte.

 

 

Ter um apartamento ou uma cobertura no Trump SoHo pode representar experiências que vão muito além do luxo, conforto e sofisticação de um hotel prestigiado. Um apartamento ali costuma ser a segunda (terceira, quarta…) residência de muitos clientes, principalmente pelo fato de poderem usar o imóvel por até 120 dias por ano e assim sentirem-se vivendo em Nova York, de pertencerem à cidade, celebrarem ocasiões especiais, oferecerem jantares em família ou com amigos. É possível ainda usufruir da estrutura do hotel e experimentar coquetéis no The Library, refugiar-se no Bar d’Eau com seu deck de piscina ao ar livre, ou apreciar as criações da gastronomia japonesa no Restaurante Koi – uma forma de vivenciar experiências inesquecíveis, retrato do luxo contemporâneo. O investimento mais baixo para se ter um apartamento no Trump SoHo é de USD 1,2 milhões, enquanto o valor de se concretizar este sonho é inestimável.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

No estúdio de tatuagem do “NY Ink” símbolos familiares

 

 

No Soho, visitei o estúdio The Wooster St. Social Club, cenário do seriado “NY Ink”, transmitido pelo canal a cabo TLC, para atender o pedido da turma mais jovem de casa, que admira as histórias vividas pelos integrantes da casa de tatuagem mais famosa de Nova York. Terem encontrado Megan Massacre, uma das estrelas da área, foi o ponto alto da visita ao estúdio. Enquanto conversavam com a moça de pele (muito bem) desenhada, minha atenção se voltou para dois detalhes bastante familiares em meio a desorganização criativa daqueles artistas. Fiz a foto e publico para ver se você os identifica, também.

Adrenalina é cartão de crédito na 5a. Avenida

 

Por Abigail Costa

Geralmente o tempo é muito curto. Com sorte pode chegar a quatro, cinco minutos, se o assunto for interessante. Caso contrário não se segura no ar. Como eles adoram falar: “Não paga o tempo gasto”.

O “menor” tempo não siginifica jogo rápido. A reportagem pode durar míseros 1 minuto e 30 segundos – dá um trabalho! O que faz muita gente pensar que esse “emprego” é dos bons: “Imagina a maioria trabalha pouco, aparece na TV e ganha bem”.

Foi isso que o Paulo, zelador do prédio, perguntou à minha mãe: “Como o serviço da sua filha é bom! É só um pouquinho”.

Nesse “pouquinho” você, literalmente, roda a cidade quando não sai dela.

100, 150 quilômetros na estrada. Até pegar a dita cuja, até conseguir se livrar do trânsito, lá se foram algumas horas.

Certo dia saímos do asfalto para encontrar o entrevistado. Ainda tinha pela frente uma outra estrada de terra vermelha. “A poeira você tira de letra. Fecha os vidros, liga o ar e relaxa”, dirão. Impossível !

Se é estrada de terra tem buraco, se tem buraco o pneu entra e sai, e você vai junto, vai pra esquerda, volta pra direita, feito aqueles bonecos de posto de gasolina. Só que o boneco é de plástico, não tem quadril, não tem nervo ciático.

Os humanos (eu) têm.

Vou me queixar com quem? Mas tenho que falar, isso dá uma aliviada.

Como é que tem gente que faz raly ? E as costas?, disse alto

Imagine pegar um fim de semana pra isso? Solavancos!

Ao lado, meu companheiro de “serviço” que também pulava revelou que esse era seu esporte preferido: “Adrenalina na veia!” – gritou entusiasmado.

Isso te faz sentir o sangue correr mais rápido? Pois eu prefiro um cartão de crédito.

Quinta Avenida, Manhatan, Loja Channel, bolsa 2.55. Pede para a vendedora. Sente o cheiro do couro. Passa os dedos sobre a corrente dourada gelada. Próximo passo: é MINHA!

Entrega o cartão pra moça…. Espera ela digitar o valor. Coloca os quatro números da senha.

Isso é adrenalina pura. Sem poeira, sem buraco, sem dor nas costas.

Ok, um peso maior na consciência. Mas passa, assim que a fatura é paga. Simples assim.

Abigail Costa é jornalista e escreve no Blog do Mílton Jung, adora esportes radicais

O roteiro está pronto mas a viagem não é minha

 

Por Abigail Costa

Marianne me pediu um favor, daqueles irrecusáveis.



As malas estão prontas (quer dizer umas três peças estão dentro de uma, a outra vai vazia e o resto se traz de lá), mas não tenho ideia do que fazer. 

Destino, ai aí aí, Nova York. ADORO.



Usei sem exagero umas quatro, cinco horas, colocando no papel o que já tinha feito por lá e o que valia a pena recomendar.



Primeiro a lista, vai gostar, tem que ver, tem que comprar.



Lugares. A parada obrigatória é no High Line, um parque suspenso, numa área de uma antiga linha de trem, o primeiro desse tipo no país, a nove metros de altura da rua Gansevoort. A localização é perfeita. No badalado distrito de Meatpacking, com lojas e gente descolada. Além de funcionar como mirante na cidade – do alto se vê o Rio Hudson, Estátua da Liberdade e o Empire State – o lugar é perfeito para um brunch – piquenique mesmo. Antes de subir, passe em uma das lojinhas no andar de baixo e compre delícias. Quando o pedido é feito “to go” vem numa cestinha. Super-fofa !



E a lista continua. Agora nos cosméticos (não vou colocar nome de loja, não faço publicidade de graça, aliás nem pagando). 

Muitos são os departamentos recheados de cremes e afins. A novidade do momento é um rímel que promete deixar os cílios EL – grandes e largos. Um shampoo de ginseng com cereja – dá prá imaginar? – da fruta, o antioxidante; da raiz, o desestresse; e o cansaço das madeixas, até relaxei….



Seguindo: ela vai viajar com o pai (quer coisa mais aconchegante? viajar com o pai depois dos vinte e tanto de idade!) que adora comida italiana, então  dicas de restaurantes que servem deliciosos raviólis com recheios a gosto, desde que o creme seja de mascarpone, e de sobremesa bolo de pistache com sorvete de creme (chocolate também cai bem).



Como ninguém é de ferro, pelo menos para as mulheres, uma bolsa. Só uma. DAQUELAS!



Antes de passar para o computador pedi ajuda para minha querida Aline, descoladérrima, das minhas, nunca acha que exagero, mas sempre que eu mereço.



Aline já tinha um roteiro de onde ir, o que comprar, pra onde olhar. Tudinho pronto.



Coloquei as minha dicas e as dela no “pacote” e  entreguei a minha amiga com uma recomendação: leitura de bordo.



Me senti fazendo parte da viagem da Marianne. Mesmo sem bilhete comprado, sem reserva no hotel, eu também vou.



Quero estar ao lado dela nas entradas aos restaurantes, nas visitas aos parque, nas compras….



Fico imaginando o olhar de satisfação em comemorar o aniversário numa das cidades mais lindas do mundo junto com  o que considero  o mais importante no mundo: a família.



– Quer alguma coisa de lá?  


- Quero!



Mari, quero muito que essa viagem seja inesquecível.



Ps. Muita fotos, por favor.

Abigail Costa é jornalista, escreve às quintas-feira no Blog do Mílton Jung e está sempre de malas prontas

‘Adote um vereador’ contra corrupção em Nova Jersey

“A corrupção é um câncer que está destruindo os valores fundamentais do Estado” – Ed Kahrer, FBI

A tese nos é familiar, mas se refere a ação da polícia federal americana, nesta quinta-feira no estado de Nova Jersey. Foram presas 44 pessoas dentre elas prefeitos de Hoboken, Ridgefield and Secaucus.  Dois legisladores e vários rabinos também tiveram seus nomes envolvidos em caso de corrupção e venda de órgãos. O negócio preferido deles era regatear rins.

Fui surpreendido no meio de minhas férias com esta informação que caiu na internet de algo que ocorria tão próximo de onde estou nesta semana. Antes, porém, de qualquer maledicência, principalmente daqueles colegas de trabalho que costumam acordar muito cedo na rádio CBN, a cidade de Ridgefield, envolvida nesta história, é homônima da que me encontro nesta semana. Esta é do estado de Connecticut, aquela de Nova Jersey.

Mesmo para um estado com rico histórico de denúncias e falcatruas, os americanos dizem que as barbaridades cometidas pelos supostos integrantes da quadrilha, desta vez, teriam superado todos os limites. Dezenas de milhões de dólares teriam sido lavados através de ações de caridade promovidas por rabinos que envolviam negócios em Nova Jersey, Nova Iorque e Israel.

O moço da foto é o parlamentar democrata Daniel Van Pelt no momento em que deixava a corte acusado de aceitar U$ 10 mil de suborno.

Algumas semelhanças, no cargo dos envolvidos, na forma de agir e de se esconder das câmeras de fotografia me levam a pensar que está na hora de propor uma espécie de “Adote um Vereador” versão Nova Jersey.

Parque suspenso de Manhattan é Minhocão civilizado

High Line conquistou nova-iorquinos desde a inauguração em junho

High Line conquistou nova-iorquinos desde a inauguração em junho

Uma estrada de ferro abandonada foi transformada em parque público na cidade de Nova Iorque com uma atração especial: o parque é elevado. Ainda que mal comparando, é como se o Minhocão em São Paulo estivesse desativado e fosse transformado em área para passeio e piquenique.

Desde a inauguração, em 9 de junho, os nova-iorquinos invadiram o High Line e o transformaram em local de descanso e bate-papo. Com os celulares nas mãos, fotografam ângulos ainda não vistos de Manhattan graças a nova construção que tem, até aqui, concluída apenas a primeira fase.

O trecho pronto do High Line começa próximo do Rio Hudson na Gansevoort Street e vai até a 20th. O prefeito Michael Bloomberg anunciou que a extensão até a 30th será entregue em 2010. Que o faça logo, haja vista o sucesso que o parque suspenso está provocando. Em bares na região de Chelsea, com U$ 15 você compra uma cesta de piquenique Hig Line com sanduíche, picles, batata chips, cookies e bebida.

Após ler reportagem do The New York Times, nesta quarta, vou pegar o trem para Manhattan e conhecer mais de perto esta nova atração.