Pelotas 1 x 3 Grêmio
Gaúcho – Boca do Lobo/Pelotas (RS)

Compromisso profissional me afastou da transmissão do jogo na tarde deste domingo. Mas fiquei com a impressão de que de alguma maneira dei uma forcinha para a turma do tricolor que foi a Boca do Lobo, estádio dos mais treme-treme do futebol gaúcho.
Havia uma televisão próxima de mim. Na primeira chance, liguei na partida: vi Leandro, com ginga de craque, receber falta após um belo drible. E assisti ao primeiro gol do Grêmio pelos pés do redivivo William Magrão.
Voltei ao trabalho e na oportunidade seguinte, resolvo dar uma bisolhada na TV. E não é que a bola estava saindo dos pés de Douglas e aterrissando na cabeça do zagueiro Rodolfo para o segundo gol ? Mal havia percebido que a partida estava empatada novamente.
Demorou para aparecer mais um tempo para respirar. Mas este apareceu e eu, prontamente, disparei o controle remoto na direção da TV. Dois jogadores do Grêmio estavam próximos para cobra a falta. Lucio foi quem a lançou para dentro da área. E lá atrás dos zagueiros do adversário apareceu mais uma vez um zagueiro nosso. Era o gol de cabeça de Rafael Marques.
Acredite, três vezes que liguei a TV, três Avalanches assisti. Longe de mim pensar em predestinação, sorte ou qualquer coisa que o valha. Provavelmente é apenas coincidência e oportunismo – meu e do Grêmio. E um futebol cada vez mais maduro.


