Mundo Corporativo: “o melhor líder é o melhor ser humano”, diz a consultora Luciane Botto

“Um líder cada vez mais, além de pensar em resultado, tem de pensar nas pessoas. E conseguir fazer este equilíbrio entre o resultado, a técnica, a ferramenta, o processo, as pessoas … conseguir trazer o time junto é o que cada vez mais a gente precisa dentro das nossas organizações”

Luciane Botto, consultora

A alta competitividade dentro das organizações, a busca incessante de resultados e a insegurança quanto aos cenários que se desenham nesta pandemia potencializam os desafios impostos aos líderes. É preciso coragem e sensibilidade para as tomadas de decisão, além de consciência do impacto que seus atos terão sobre as pessoas com as quais tem relação. Para a consultora Luciane Botto, que se dedica ao desenvolvimento de lideranças e realiza consultoria organizacional, quanto mais nos desenvolvemos como seres humanos íntegros, responsáveis e autênticos, mais efeitos tendemos a nos tornar como líderes e mais plenamente seremos capazes de viver nossas vidas.

Em entrevista ao programa Mundo Corporativo, da CBN., Luciane falou da necessidade de os profissionais trabalharem com o conceito de liderança integral:

“Um líder cada vez mais, além de pensar em resultado, tem de pensar nas pessoas. E conseguir fazer este equilíbrio entre resultado, a técnica, a ferramenta, o processo, as pessoas, conseguir trazer o time junto é o que cada vez mais a gente precisa dentro das nossas organizações”.

Em “Liderança Integral — a evolução do ser humano e das organizações”(Editora Vozes), Luciane e seus colegas José Vicente Cordeiro e Paulo Cruz Filho, identificam cinco atitudes para quem pretende exercer na plenitude o seu papel de líder:

  • Propósito — “.. a razão pela qual algo é feito ou criado, ou para a qual algo existe.”
  • Accountability —  “… assumir sua responsabilidade pelos resultados produzidos em sua organização e na sua vida.”
  • Integridade — “… dar o máximo de nós mesmos pelas nossas causas, mas sem ir contra os nossos valores pessoais e os das organizações.”
  • Humildade — “reconhecer que aquilo que vemos lá fora não são fatos absolutos e, sim, nossas interpretações do que acontece no mundo”….portanto devemos “permanecer abertos às interpretações dos outros acerca do que está acontecendo.”
  • Veracidade  — “…ser sincero consigo mesmo e com os outros.”

O exercício dessas atitudes permite que se identifique forte conexão da equipe de trabalho e se melhore o ambiente da organização, mesmo com alguns setores da economia mantendo seus profissionais atuando à distância, desde o início da pandemia. Líderes incapazes de exercerem esse papel tendem a ser responsáveis pela criação de empresas tóxicas, segundo Luciane. Estudo da Harvard Business School com mais de 60 mil funcionários mostra que o ambiente ruim desanima as equipes e afetam os resultados. Quando o gestor é muito grosseiro, diz a consultora, 80% das pessoas se sentem descomprometidas, 38% reduzem a qualidade do trabalho e 25% transferem essa frustração ao cliente.

“Se o melhor líder é o melhor ser humano, ele tem de estar preocupado não só em ser um excelente gestor, mas também ser um colega que compartilha informação, que está disposto a ensinar, a aprender, a dar o seu melhor, a muitas vezes pedir ajuda, a ter humildade suficiente para falar que não tem todas as respostas, que não é o super-herói”

O programa Mundo Corporativo é apresentado pelo jornalista Mílton Jung, pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no Canal da CBN no Youtube e no Facebook, e é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. O Mundo Corporativo tem a colaboração de Débora Gonçalves, Juliana Prado, Bruno Teixeira e Rafael Teixeira.

Sobre memórias, doces e afetos

 

Por Simone Domingues
@simonedominguespsicologa

 

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Foto: Abigail Costa

 

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”
Fernando Pessoa

 

 

Você se recorda onde estava no dia 11 de setembro de 2001 ou o que estava fazendo quando soube que Ayrton Senna havia sofrido um acidente automobilístico e tinha morrido? Essas perguntas são frequentemente feitas para elucidar como as emoções influenciam os processos de memorização, aumentando a probabilidade de se recordar uma experiência ou um evento vivido.

 

Diversos estudos em neurociências evidenciam o papel das emoções e os mecanismos fisiológicos envolvidos na formação de memórias, sugerindo que no momento da aquisição das informações, o organismo ativa uma série de neurotransmissores e hormônios, como adrenalina e corticoides, que agem sobre o cérebro e modificam a ação dos neurônios. Quanto maior a intensidade da emoção, mais essas substâncias serão liberadas e vão agir sobre os neurônios responsáveis pelos processos de memória.

 

Não são apenas os conteúdos negativos ou eventos trágicos que serão mais facilmente armazenados. As memórias carregadas de emoções positivas também permanecerão por mais tempo no cérebro.

 

Proponho, então, novas perguntas: como é o lugar que você mais gostou de conhecer? Onde fica? Qual a música que te remete às boas lembranças da infância? Qual o cheiro mais gostoso que vinha lá da cozinha da sua avó ou da sua mãe? Qual o sabor daquela comida que para você é especial? Qual situação foi a mais divertida ou romântica que você passou com a pessoa amada?

 

Essa coletânea que guardamos sobre nossas experiências pessoais e conta sobre nós mesmos em tempos e lugares chama-se memória autobiográfica. Recorda a nossa história, as pessoas com as quais convivemos e o que vivemos.

 

Popularmente, quando essas lembranças são repletas de carga emocional positiva, são chamadas de memórias afetivas. São lembranças fortemente associadas a estímulos sensoriais, como estímulos visuais, auditivos, táteis e olfativos. Recordamos o local onde estávamos, com quem estávamos, a música que tocava ao fundo enquanto o jantar acontecia, o friozinho que vinha pela porta de entrada e o cheiro bom do chá para encerrar a noite… A música ou o cheiro do chá, em outras situações, serão estímulos suficientes para que as lembranças sobre aquele evento sejam ativadas. Evocar memórias que são emocionalmente significativas confere vivacidade às nossas experiências, resgata um pouco (ou muito) de nós mesmos.

 

Minhas filhas dizem que gosto de fazer doces e oferecer às pessoas para registrar a importância que elas têm para mim. Concordo. Um brigadeiro gostoso tem textura, cor, cheiro de chocolate e um sabor único. Memória salva com sucesso! Lá vou eu pensando nas memórias e nos afetos… Faço uma caixa com brigadeiros e envio para um casal de amigos. Apoiada nas palavras de Fernando Pessoa, demonstro meu afeto para essas pessoas incomparáveis e espero que seja intenso o suficiente para construir memórias que tornem esse momento inesquecível.

 

Simone Domingues é Psicóloga especialista em Neuropsicologia, Pós-Doutorado em Neurociências pela Universidade de Lille/França, e escreveu este artigo a convite do Blog do Mílton Jung

 

Vai passar e pessoas sempre serão essenciais

 

Por Christian Müller Jung

 

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Foto: Pixabay

 


Texto escrito originalmente para o site Coletiva.net

 

Quando a notícia sobre a pandemia da COVID-19 chegou ao Brasil, escrevi artigo sobre os impactos no mercado de eventos — foquei o olhar na área em que mais atuo: o cerimonial público. Refleti sobre a mudança do comportamento nas solenidades e o emprego do protocolo respiratório.

 

Não tinha a mínima ideia, naquele momento, assim como a maioria da população, o quanto essa pandemia impactaria não apenas o meu setor, mas toda a nossa vida —- e, provavelmente, toda a dinâmica da sociedade no futuro.

 

A Covid-19 é um mistério para os médicos e cientistas. Sua influência no comportamento humano é uma dúvida para todos nós. Ao mesmo tempo em que priorizamos a saúde e a sobrevivência diante dos riscos que o vírus nos impõe, um vazio se apresenta no horizonte.

 

A empresária Luiza Trajano, do Magazine Luiza, que liderou a transformação digital da empresa nos últimos anos, iniciativa que permitiu que a sua rede de varejo sobrevivesse à crise e fortalecesse parceiros de negócios, micro e pequena empresários, é uma das primeiras a alertar: “ninguém sabe o que realmente vai acontecer no pós-Covid-19. Quem disser quer sabe, escreva um livro porque se acertar, vai ganhar muito dinheiro”.

 

No setor em que atuo, assistimos ao cancelamento de todos os eventos presenciais, esvaziando a agenda de trabalho da maior parte dos profissionais — a minha, inclusive —-, e atingindo nossa principal fonte de renda. Em poucos dias, o caos estava estabelecido.

 

A necessidade de se reinventar transformou-se em questão de sobrevivência tanto quanto uma barreira para muitos de nós que atuamos há anos nesse segmento. Uns não sabiam fazer além do que já faziam; outros não desenvolveram as habilidade exigidas nesse novo cenário; e todos —- ou quase todos —-, mesmo aqueles que acreditavam estarem prontos para as mudanças, não encontrávamos oportunidade de trabalho.

Agenda sem evento é como cabeça vazia: oficina do diabo. Na mesma velocidade em que o vírus contaminava as pessoas, uma avalanche de informações predizendo o futuro se espalhava entre profissionais do setor de cerimonial. Muitos apontando para o fim das atividades presenciais —- mensagem que potencializava a sensação de medo que a pandemia por si só já provocava em cada um de nós pelos riscos à saúde.

A previsão de que a função exercida por vários dos profissionais que conheço estava em extinção colocava em xeque tudo que se aprendeu até hoje —- a percepção é de que a experiência acumulada ao longo da jornada teria perdido seu valor.

 

Uma onda de novas formas digitais para realização de eventos nos atingiu. Além de exigir investimento pesado em infra-estrutura tecnológica —- computador de ponta, placa de vídeo poderosa, câmera e microfone de qualidade, espaço em casa adequado e sinal de internet eficiente e estável —, o profissional acostumado às solenidades analógicas, trocou o calor proporcionado pela presença do público por uma sala fria e distante; e o olhar antes voltado às pessoas na plateia e no palco, fixou-se em uma câmera à sua frente.

 

Como uma cura para uma doença, ainda que fosse um propósito para um novo mercado de trabalho, a quantidade de informações reescrevendo o futuro, muitas delas repetitivas e sem consistência e outras tantas apenas para preencher o conteúdo vazio de uma live, criaram um cenário apocalíptico. E quanto mais informações e previsões, mais excluídos parecíamos deste novo mundo dos eventos.

 

Com que autoridade deram um ponto final à nossa história —- e profissão?

Quem é capaz de acreditar na ideia de que pessoas não mais precisarão de outras pessoas? Que eventos presenciais deixarão de existir? Que estamos dispostos a abrir mão da troca de experiência, conhecimento e networking proporcionados por seminários? Que ninguém mais deseja celebrar com seus pares uma formatura ou a conclusão de um período da vida? Você realmente acredita que a política só se fará no palanque eletrônico?

Sinceramente, a despeito da mudança de comportamento que teremos, especialmente em relação a proteção à saúde, não me ocorre que deixaremos de ter uma vida presencial e os eventos, na forma como tínhamos até o início deste ano, nunca mais se realizarão. Creio que, a partir do momento em que os países se estabilizarem e tivermos acesso a uma vacina ou alguma outra forma efetiva de controle da doença, o mercado voltará à ativa.

 

Pode demorar, precisaremos ser resistentes e ter fôlego para suportar essa passagem. Da mesma maneira que precisaremos nos adaptar como já fizemos tantas outras vezes na história da humanidade. Atente-se para o tanto que você aprendeu em tão pouco tempo isolado dentro de casa. E o quanto se descobriu produtivo em atividades às quais talvez jamais se imaginou capaz de realizar.

 

Podemos, sim, realizar eventos conectados com o mundo! Nossa experiência e o conteúdo desenvolvido até aqui serão necessários para este novo momento —- seja ele qual for. A bagagem acumulada nessa viagem não será um peso no caminho que teremos de percorrer. Nela está a riqueza do repertório que nos trouxe até aqui.

Os tropeços diante do microfone, o sistema de som falhando, o vídeo que não roda, os textos modificados em cima da hora, o roteiro sendo adaptado às circunstâncias e a plateia nem sempre disposta a ouvir o conteúdo preparado pela organização. Tudo isso foram desafios que você já venceu. E motivos para encorajá-lo a seguir em frente sem medo de ser engolido por essa garganta gigante que se chama evolução.

Sinceramente meus amigos que tão bem representam o nosso setor de eventos, por mais que o mundo virtual seja uma ferramenta produtiva de multiplicação da informação, nunca substituirá por completo o real. Em diversas outras atividades já vimos que esses dois mundos se complementam.

 

Nesses meses de pressão psicológica com bombardeio de mensagens negativas, não nos deixemos contaminar por prognósticos que — convenhamos —- se baseiam em suposições, sem nenhuma garantia do que nos aguarda ali na esquina ou no próximo evento. A incerteza que nos cerca não dá a ninguém a autoridade para decretar o fim de uma atividade.

 

Vamos aproveitar este momento para aprender um pouco mais, desenvolver habilidades que se não nos ajudarem profissionalmente nos elevem como seres humanos. Lembre-se: se tem uma coisa que jamais vai mudar no mundo dos eventos é que ele continuará sendo feito por pessoas.

 

Christian Jung é publicitário, locutor e mestre de cerimônias

Mundo Corporativo: só mandar não basta, tem de convencer, diz Eduardo Ferraz, consultor de gestão de pessoas

 

 

“Diariamente, a gente tem de convencer alguém sobre alguma coisa, seja da capacidade técnica que a gente tem na empresa, seja da necessidade ganhar um aumento de salário, por exemplo, ou de ser promovido; em casa a gente tem de convencer a esposa, o marido, o filho, os parentes sobre uma viagem ou onde vai almoçar no fim de semana; quando a gente vai lidar com o sócio, a gente está em uma pequena empresa, você tem o tempo inteiro de estar convencendo o sócio, e quem é chefe pode estar pensando: mas eu mando, eu sou chefe. Só mandar não funciona, muito melhor do que comandar ou exigir, você precisa convencer os seus subordinados a melhorar o desempenho. Então, na prática, a gente passa quase todos os dias tentando convencer ou precisando convencer alguém sobre algo”. Constatada essa realidade, o consultor Eduardo Ferraz tem se dedicado a ajudar pessoas a desenvolverem seu potencial de convencimento, tema sobre o qual foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN.

 

Ferraz diz que é preciso conhecer as características estruturais mais marcantes da nossa personalidade e usá-las ao máximo, assim como temos de ser capazes de ajustar o que está faltando por meio do acabamento para aumentar nosso poder de persuasão. Com base em ensinamentos de James Heckman, o consultor em gestão de pessoas calcula que de 70% a 80% da nossa personalidade é estrutural e o restante, acabamento: “o prédio não muda de lugar, mas você pode mudar o acabamento”. Ele é autor do livro “Gente que convence – como potencializar seus talentos, ideais, serviços e produtos” (Planeta Estratégia).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, no site e na página da CBN no Facebook, às quartas-feiras, 11 horas. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Luiza Silvestrini e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Ruy Shiosawa do GPTW mostra por que é importante investir nas pessoas

 

 

Empresas que cuidam melhor dos seus funcionários tendem a valer mais, ganhar mais dinheiro e alcançar resultados melhores. É o que se constata em estudo realizado pelo GPTW – Great Place to Work, consultoria que realiza pesquisa e desenvolvimento profissional, apresentado no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, o presidente do GPTW Brasil, Ruy Shiosawa, alerta que é preciso mudar o foco dos administradores que tendem a reclamar da dificuldade que enfrentam ao tratar com os profissionais da empresa: “o primeiro passo é vencer esta barreira e encarar o desafio, temos de gerir pessoas de uma maneira exemplar, porque os resultados de uma empresa virão através das pessoas e não apesar delas”

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participaram do Mundo Corporativo Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo entrevista Sérgio Nogueira, RH da Kimberly-Clark

 

˜O resultado vem das pessoas, o que elas fazem, o que elas produzem, o que elas acreditam; interferem imediatamente nos resultados, no clima; então, o principio é: se eu confio na empresa, se eu confio nos lideres, se eu sei para onde esta empresa vai, e se eu posso contribuir e se a minha opinião é importante, eu vou dar o máximo” A afirmação é de Sérgio Nogueira, diretor de Recursos Humanos da Kimberly Clark em entrevista ao jornalista Mílton Jung do programa Mundo Corporativo da CBN. Nogueira fala das estratégias usadas para criar um espírito de equipe em uma empresa que tem cinco mil funcionários espalhados em cinco fábricas e três centros de distribuição no Brasil. Recentemente foi anunciada a troca de comando do grupo com a chegada do colombiano Sérgio Cruz que substitui João Damato, um momento de transição que exige do setor de recursos humanos cuidados especiais, principalmente em relação a comunicação.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo e em primeira mão, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN, com participação pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo entrevista Carlos Ewandro da Endesa Brasil

 

 

“A palavra comunicação é dita ‘como única ação’. Você quando separa isso, dá uma dimensão maior a questão da comunicação, porque se você não comunica e não se aproxima – e a comunicação é falar mas essencialmente escutar – alguém comunica por você. Se você não fala, o Sindicato vai falar, o corredor vai falar, a fofoca vai falar”. O alerta é de Carlos Ewandro, responsável pelo RH da Endesa Brasil, empresa do setor energético, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Evandro diz que a troca de informações entre os chefes e os colaboradores tem de ser valorizada, por isso “nós temos modelos robustos de comunicação na Endesa e para se ter ideia as salas dos executivos não tem porta”. O resultado desta troca de experiência foi o uso de câmeras que registram toda a movimentação das equipes que realizam serviços de implantação e reparo da rede elétrica, método que teria reduzido o número de acidentes de trabalho e aumentado a confiança dos consumidores.

 

Você pode assistir, ao vivo, o programa Mundo Corporativo, toda quarta-feira, 11 horas da manhã, pelo site da rádio CBN (www.cbn.com.br) e participar com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @miltonjung, usando a hashtag #MundoCorpCBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: estratégias de RH da Unilever

 

“Ajudar a organização e as pessoas, entender este ambiente um pouco mais completo de hoje, lidar com as diferenças, saber como valorizar estas diferenças, serão as grandes contribuições de RH dentro das organizações”. A opinião é do vice-presidente de Recursos Humanos da Unilever, Eduardo Reis, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da CBN. Nesta conversa, o executivo fala de programas e estratégias usadas por uma das maiores corporações do mundo para tornar o ambiente de trabalho mais produtivo e saudável.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da Rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Você também pode se inscrever no grupo Mundo Corporativo da CBN, no Linkedin. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: gestão baseada nas pessoas

 

“São as pessoas que geram resultados, nós temos números, mas quem faz os números são as pessoas, então, nós temos que ter as pessoas próximas, pessoas comuns tem de estar próximas dos líderes, e estes lideres trabalhando com essas pessoas levam ao resultado, desde que sigam uma certa trajetória”. A afirmação é do médico Joamel Bruno de Mello entrevistado pelo programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Ao lado da especialista em Recursos Humanos Marlene Ortega, ele escreveu o livro “Práticas da Gestão Empresarial de Alta Performance Baseada em Pessoas”, no qual apresentam parte da experiência desenvolvida no gerenciamento de empresa do segmento de saúde.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, no site da CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN.