Mundo Corporativo: João Paulo Figueira, da Special Dog, ensina como fazer uma transformação cultural em empresas que não têm o ESG no DNA

Photo by Cong H on Pexels.com

“Inovação é premissa para sustentabilidade” 

João Paulo Figueira, Special Dog Company

A sustentabilidade está no DNA da empresa. Quantas vezes, você já ouviu essa frase? Dezenas? Talvez, centenas de vezes! A ideia é convencer as pessoas de que a empresa nasceu predestinada a atuar dentro das normas que pautam a governança ambiental, social e corporativa — mesmo que nem sempre a afirmativa expresse a verdade. De tão comum na fala de presidentes, CEOs e gestores, quando algum líder começa a entrevista dizendo o inverso disso, ficamos surpresos. Foi o que aconteceu na conversa com João Paulo Figueira, gerente de desenvolvimento sustentável na Special Dog Company, no quinto episódio do Mundo Corporativo ESG:

“A Special Dog Company vem de uma trajetória de 21 anos e se eu falasse aqui que a sustentabilidade está no DNA da Special Dog, eu estaria mentindo”.

João Paulo disse que a ideia de sustentabilidade foi sendo construída ao longo do tempo. Em 2014, por exemplo, a empresa entendeu que a gestão voltada para o lucro e rentabilidade faria sentido se esta fosse um meio para se conquistar algo maior, se estivesse pautada na responsabilidade socioambiental, na mitigação do impacto ambiental e no aprofundamento de uma relação mais harmoniosa com as pessoas e o planeta. Um ano depois, foi criado o departamento de desenvolvimento sustentável, liderado por ele com a proposta de impulsionar uma transformação cultural no grupo, que nasceu há duas décadas na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, no interior de São Paulo:

“Inicialmente (transformação cultural) do nosso público interno, dos nossos colaboradores, mas com o passar dos anos isso foi extrapolando os muros da empresa e chegando até a nossa cadeia de valor, fornecedores, clientes, a nossa comunidade”. 

Foi em 2017, que o ESG passou a fazer parte da estratégia de negócio da Special Dog, com as intenções e ações ocorrendo de forma transversal, ou seja, com cada gestor e líder assumindo a responsabilidade de incluir atitudes sustentáveis em suas áreas e ‘cascateando’ isso para todos os públicos que estão ao seu alcance.

Zootecnista por formação, tendo migrado para a área de sustentabilidade após nove anos atuando dentro de sua especialidade na Special Dog, João Paulo identifica dois movimentos que exemplificam o compromisso assumido pela empresa na agenda ESG. 

Um deles é a redução do uso da água nos seus processos e a consequente resiliência hídrica, causada por essa mudança. Até 2020, a gestão hídrica era vista de forma parcial, com o consumo de água atrelado ao volume de produção; agora, a empresa passou a olhar o consumo de água de forma absoluta, o que permite que se identifique o impacto real provocado na bacia hídrica e se tenha metas mais apropriadas para se alcançar redução no consumo de água. 

“Nós queremos aumentar em 60% o uso de fontes alternativas de água até 2025 e reduzir em 50% o uso de água potável, até 2030”.

O outro projeto destacado por João Paulo, batizado de “igual para igual”,  tem como foco a diversidade e a inclusão:

“Estamos no estágio inicial para a equidade de gênero. Assumimos um  compromisso público com a Rede Brasil do Pacto Global de avançar com o número de mulheres em cargos de alta liderança até 30%, em 2025. Nós estávamos, em 2019, com 18%, ja chegamos a 23,3%, e esperamos atingir 25% ainda este ano”.

Uma indústria voltada para a fabricação de alimentos PETs não poderia deixar de atuar em frentes que beneficiam os animais de estimação. Um dos programas desenvolvidos dentro da agenda ESG é o ‘Doe Amor’, em que a Special Dog incentiva, através de serviços de comunicação, cerca de 3 mil médicos veterinários e púbico em geral a levarem seus cães e gatos a doarem sangue, beneficiando cerca de 60 instituições, tais como hemocentros e bancos de sangue.

Já falei parágrafos acima que João Paulo é zootecnista por ‘nascença’ e gestor de sustentabilidade por ‘vivença’. A trajetória profissional dele, é motivo de inspiração para outros profissionais que estejam, neste momento, prospectando o mercado de trabalho e identificando oportunidades de emprego que o tema ESG, cada vez mais presente nas empresas, possa gerar:

“O guarda-chuva de sustentabilidade ou ESG, ele é muito amplo, então é um conhecimento genérico que é importante de entender todas as interfaces, de conhecimento, mas sem dúvida nenhuma é necessário trazer foco e priorização ao trabalho. Ter um conhecimento amplo, mas focar naquilo que tem mais sinergia com o negócio da empresa”.

Assista à entrevista de João Paulo Figueira, gerente de desenvolvimento sustentável na Special Dog Company e tutor de dois cães, a Belinha e a Pandora — das quais mantém ‘guarda compartilhada’ com a esposa e as filhas.

O Mundo Corporativo tem a colaboração do Renato Barcellos, Bruno Teixeira, Débora Gonçalves e Rafael Furugen. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN; aos domingos, às dez da noite, em horário alternativo; e a qualquer momento em podcast.

Para encantar clientes, hotel oferece serviço de luxo aos cães

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

Its-A-Pets-Life-002

 

Para aqueles que não podem sequer pensar na ideia de deixar seus animais de estimação em casa durante uma viagem, uma notícia perfeita: o luxuoso hotel Pera Palace Jumeirah (Istambul) lançou um novo menu, “Four Legged Luxury”, no qual oferece mimos para que os pequenos animais de estimação de seus hóspedes possam experimentar o mesmo serviço impecável que seus donos vivenciam.

 

O menu “in-room” foi especialmente desenvolvido com aprovação veterinária e inclui salmão e filé de carne bovina, entre outras coisas. Todos os pratos são preparados sem qualquer tempero ou ossos, garantindo que sejam saudáveis para os bichinhos.

 

Pera_Palace_Hotel_Jumeirah_-_Inonu_Suite

 

Projetado pelo renomado arquiteto Alexander Vallaury, o Pera Palace Hotel Jumeirah já recebeu uma impressionante lista de convidados, incluindo Ernest Hemingway, Alfred Hitchcock e Agatha Christie. Hoje, o hotel mantém o estilo clássico elegante que o tornou famoso, com características do século 19.

 

Talvez ao ler esse artigo, muitos leitores pensarão que trata-se de futilidade. A verdade é que quem tem um animal de estimação, o tem como membro da família, e existe uma relação de amor incondicional. Além disso, é incontestável que o mercado de produtos e serviços para pets cresce cada vez mais.

 

Antenado com as tendências mundiais, o Pera Palace Hotel Jumeirah, com esse programa especial, está encantando ainda mais os seus clientes, e encantar no mercado do luxo é algo que exige que as empresas não meçam esforços quando o desejo é a questão principal. O hotel está ainda empenhado em ações beneficentes e recentemente fez uma parceria com uma instituição de caridade para arrecadar fundos para um abrigo de animais abandonados nas proximidades.

 

Luxo contemporâneo e consciente!

 


Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Para aumentar a taxa de ocitocina dos nossos cães. E a nossa, também!

 

Cachorros2_Fotor_Collage

 

Foi a ciência que nos inspirou a tratar do assunto, mas foi o coração que falou mais alto.

 

Carlos Heitor Cony e Artur Xexéo dividiram com os ouvintes do Liberdade de Expressão, quadro do Jornal da CBN, a experiência de ambos com seus animais de estimação. Foram provocados pelo estudo de pesquisadores japoneses que dizem ter encontrado em um hormônio, a ocitocina, a resposta para a ligação forte entre humanos e cães.

 

Deixando os dados científicos de lado, Xexéo já se apresentou como “cachorreiro” e daquele tipo que, ao ver um dos seus morrer, jura que nunca mais terá outro, para, em seguida, repetir a experiência. Olha ele aí com Arya:

 

CCzAQdQXIAAPLc4.jpg-large

 

Cony foi mais longe, lembrou-se de Mila, uma cadela que, segundo o próprio, o escolheu e foi personagem de crônica escrita no jornal Folha de SP, em 1975. Até hoje, nosso cronista recebe recados de leitores querendo saber um pouco mais da “moça” que, infelizmente, já se foi.

 


Ouça aqui a nossa conversa no Liberdade de Expressão.

 

Nosso bate-papo não havia se encerrado e no meu Twitter já surgiam as imagens de dezenas de animais de estimação amados por seus donos, cada um com seu olhar e nome especiais. Foi uma sequência de lembranças e juras de amor. Coisa de chamar a atenção.

 

cachorro1_Fotor_Collage

 

No meu e-mail, recebi a mensagem do Elmano Baroncelli, do Rio de Janeiro:

 

Da indiferença à paixão. É como podemos chamar a emocionante narrativa do Cony sobre o olhar dos cachorros. Deu pra sentir vc ali no programa com agonia do tempo restrito  correndo e  sem “coragem” de interromper narrativa tão interessante e de uma pessoa que muitos esperavam frio com esse tipo de sentimento. Vivi deve ter cedido, discretamente, seu tempo para se deleitar e também se emocionar com o que estava escutando. Deu pra “ver” a cadela pedindo para voltar com ele no Karman-Ghia e não ser devolvida; deu pra sentir o carinho que ele foi adquirindo por ela. No final, até livro dedicado ela ganhou! Onde vemos a utilização muito engraçada desse “olhar sedutor” dos animais é no filme Gato de Botas com a voz do Antonio Banderas. Quando aquele gato esperto quer alguma coisa lança um olhar irresistível de coitadinho e sempre consegue o que quer! Sou daqueles caras, como disse bem o Xexéo, que quando perde o cão que estimava diz que não vai ter mais nenhum outro, mas que acaba tendo.  Estou na fase do “não quero ter mais nenhum outro”.  Se tiver – e acho que é o que vai acabar acontendo – vai ser uma cadela como a outra que perdi e vai se chamar MILA. Com certeza.

 

Com tantos interessados, na conversa, resolvi buscar nos arquivos da Folha, a coluna escrita pelo Cony. Vale a leitura:

 

Mila Cony

 

Depois de ler em voz alta, aqui em casa, Eros e Ramazzotti, meus cães de estimação, me olharam com aquele olho de quem pede uma crônica igual. Pobres coitados! Posso me comprometer em cuidar muito bem deles, mas escrever como o Cony, ninguém será capaz. Resta-me seduzi-los publicando a foto dos dois aqui no blog. Espero que ao verem este post, a dose de ocitocina aumente:

 

Cachorros3_Collage

Nova estação, redobre os cuidados com seu animal de estimação

 

Por Dora Estevam

 

 

Quem tem um animal de estimação em casa? Quase todos nós. Como eu também tenho, duas delas, a Natacha (Labrador fêmea) e a Hanna (Husky fêmea), pensei em fazer um post para você falando um pouco sobre estes bichinhos que são as nossas fofuras. As minhas “meninas” sofrem quando muda a estação, no inverno, então, ficam resfriadas, caem os pelos – o quintal fica totalmente coberto de pelos brancos e beges. Saio correndo atras do veterinário. Como já estou mais bem instruída. penso nesses cuidados um pouco antes do inverno. Conversando com veterinários percebi que é comum apesar de muita gente ainda estranhar tais comportamentos. Tem outros cuidados também que passam despercebidos e um especialista pode nos ajudar. Para esclarecer estas questões, entrevistei o dr. Marcelo Ruiz, da Clínica Veterinária Paulista, do Morumbi, em São Paulo.

 

Ouça aqui a entrevista que gravei com o veterinário Marcelo Ruiz ou leia a seguir:

 

Quais os cuidados com os pets nesta época do ano?

 

Dr. Marcelo: É mais comum nesta época do ano aparecer doenças viróticas, tipo traqueíte virótica ou traquiobronquite dos cães, tem que se fazer as vacinas anteriormente antes que chegue o inverno, pois as gripes são contagiosas entre os cães,é como uma gripe humana. Em dias de frio os cachorros mais sensíveis têm crises de asma, precisa ventilar a casa, principalmente os que ficam confinados em casa. Tem também a troca de pelagem, a alimentação vai influenciar bastante nesta troca, uma ração de alta qualidade pode ajudar a não cair muito os pelos e não vai ficar com falhas no animal, evitando falhas e infecções de pele no animal.

 


Os banhos são necessários?

 

DR. marcelo: A rotina é a mesma. O banho precisa ser em um petshop que têm os secadores especiais e secam bem os pelos até a profundidade para não dar alergia.

 


Eles têm problemas com alergias?

 

Dr. Marcelo: Sim, muitos cães são propensos as alergias, tanto de contato (quando o proprietário limpa o chão com algum produtos não apropriados ) como as respiratórias, sistêmicas, alimentar (precisa dar uma ração especial).

 

As roupas são adequadas para todos os cães?

 

Dr. Marcelo: Os cães não tem tanto frio como nós, só os de pelo curto que tem um pouco de frio e você deve por uma roupa. Já para os de pelo longo é opcional, só que tem que tomar o cuidado de tirar a roupa todos os dias e escovar este animal todos os dias, pois a roupa vai embolar este pelo e isso pode dar problema de pele.

 


Um dica final.

 

Dr. Marcelo: Ame e cuide bem dos seus filhos (pets)

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda, estilon de vida e, também, de PETs, no Blog do Mílton Jung

Dona Antônia do Grajaú, a dona do reciclado

 


Por Devanir Amâncio
ONG EducaSP e colaborador

A ex-gari Antônia Maria Felippe, “Dona Antônia do Grajaú “, mora no Jardim Lucélia, zona sul, nunca participou de encontros e fóruns internacionais sobre o Planeta Terra. Dona Antônia gosta do que faz e acredita no seu empreendimento. Ela sonha em ser empresária da natureza, fabrica em sua casa bolsas cadeiras e pufes de garrafas Pet:

 Gari faz trabalho com reciclado
 
– “Hoje só não ganha dinheiro quem não quer.”
 
– “Vendo um pufe e uma cadeira por 30 reais cada um, a bolsa  é 30 reais.”
 
– “Para fazer uma cadeira uso 60 garrafas Pet, um pufe  sete, e uma bolsa 20 garrafas.”
 
– “Vou escrever uma carta para  a Dolly voltar a  fabricar garrafa Pet  cor vinho.”
 
– “Qualquer dia vou levar as minhas coisas lá na Fiesp.”
 
– “Eu ainda vou dar de presente uma bolsa de garrafa Pet para a presidenta Dilma. Vai dar um ibope danado ela chegar para uma reunião com gente importante no exterior carregando uma bolsa de garrafa Pet.”
 
 
– “Se a Prefeitura quisesse resolveria  parte do problema dos moradores de rua com a reciclagem. Na Praça da Sé ficam uns homens ‘tudo fortão’ sem fazer nada um dia inteiro, à noite vão para o albergue, comem , bebem , dormem e no outro dia estão na rua outra vez .”
 
 
 – “Por que  a Prefeitura não  abre  uma fábrica de cadeiras de gafarrafas Pet e bota esse pessoal pra trabalhar, ganhar dinheiro? E a própria Prefeitura poderia comprar as cadeiras e pufes para escolas e creches.”
 
– “Já pensou o Prefeito Kassab sentado numa cadeira de garrafa Pet!?.. A cadeira parece um troninho.”
 
 A dona Antônia não para por aí. Está empenhada em abrir até o fim do ano uma loja de produtos  reciclados na garagem da casa dela no Jardim Lucélia.

Cocô de cachorro, quem pega ?

 

Por Dora Estevam

Passeando com Gisele

A cena é a seguinte: a babá leva o cachorro em lugar de um bebê, passeia lentamente, aos passos do cachorrinho, é claro. Cumprimenta as pessoas das lojas, o porteiro, alguém mais que não identifiquei. Enquanto isso o cachorro aproveita para dar uma cheiradinha na grama, que lhe parece familiar. Para e pumba: cocô na calçada.
 
Quem pega? É pegar ou largar.
 
A moça não pode fazer feio na frente do amiguinho, então recolhe a caca, põe num saquinho de plástico, amarra bem amarradinho e depois, e depois … tchan tchan … atira ao pé da primeira árvore que encontra pela frente.
 
Situação como esta que vi dia desses acontece diariamente por todas as ruas dos bairros residenciais  da cidade. O caso desta moça foi apenas um exemplo, são muitas as pessoas que passeiam com seus cães e não pegam a sujeira. Fica lá aquele cocô na calçada que você é obrigada a desviar para não se sujar. As calçadas com grama ficam  insuportáveis, tem que andar pela rua. Nas residenciais misturadas com comércio, então, é uma constante briga entre lojistas e passeadores de cães.
 
O problema é do dono do cachorro, e pronto!
 
Incrivelmente é do conhecimento de todos que o caso virou Lei e se não recolher o cocô e jogá-lo na lata de lixo é multa (na incerta).
 

Elegância de Sienna Miller

Tenho falado aqui na coluna sobre comportamento, moda, beleza e estilo de vida. Sempre na intenção de inspirar e não criticar. Mas eu não posso deixar de falar da falta de educação destas pessoas que continuam agindo de má fé.
 
Eu não posso acreditar que o dono ou a dona de um animal de estimação não tenha consciência  que o bicho também faz as necessidades  dele e estas não são feitas em privadas, mas em quintais e gramas, muitas do vizinho.
 
Da mesma maneira que você passa no Pet Shop para fazer compras para o seu doguinho deveria aproveitar para se informar qual a melhor saída na hora de recolher o que ele deixa pra trás.
 
A vergonha e falta de educação é você largar a sujeira na calçada achando que com a primeira chuva vai tudo embora. Ou colocar em saquinhos plásticos e abandoná-lo no pé da árvore. Quem vai pegar aquilo? A faxineira da loja ou do salão de beleza, é isso?

Sem contar que aquele saquinho deve demorar anos para se dissolver na natureza (outra questão que já foi tema de debate aqui neste blog) – ou seja, deixarão de herança uma montanha de plástico recheada de cocô de cachorro.

As fezes na rua podem trazer muitas doenças através das moscas que atraem. E você não vai querer que a sua família seja contaminada por isso, vai?
 
Para você que tem animal em casa, certifique-se de que a pessoa que esta saindo com ele recolhe a sujeira e a despeja no lixo da sua casa. Melhor ainda, dê você mesmo o exemplo e mostre qual o procedimento correto.
 
Seja um fiscal da sua calçada e se vir alguém cometendo esta falta de educação não deixe de alertá-la.  
 
Tenha um bom e elegante passeio com o seu dog!

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

Um cachorro na prefeitura

 

O pedido inusitado está no no boletim Landmarketing, da Madiamundomarketing, que tem a frente Francisco Madia. Mas antes de deixar comentários aqui ou lá, leia até o fim, sem preconceito:

“Segundo estudos realizados pela FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA da USP, o chamado CENSO ANIMAL, em 2030, mantidas as taxas de crescimento atuais, o número de cães poderá superar o número de habitantes da cidade de São Paulo. Se até lá formos uma democracia de verdade, deveríamos eleger um cachorro para prefeito, e um gato para vice. Brincadeiras a parte, até que não seria uma má idéia, considerando a “qualidade” dos prefeitos da cidade de São Paulo, e da quase totalidade das cidades brasileiras.

O crescimento da população de cães e gatos na cidade de São Paulo é de arrepiar. De preocupação, e para muitos, de medo. Enquanto o número de paulistanos cresceu 3,6% nos últimos 6 anos, a população de cachorros cresceu 60%, e a de gatos – ATENÇÃO – cresceu 152%. Ou seja, o que já aconteceu em muitos países que famílias estão trocando seus cães – pelo trabalho que dão e envolvimento emocional que provocam – pelos gatos, também acontece por aqui. Uma outra razão pela preferência crescente pelos gatos, é que cães demandam espaços físicos maiores e gatos se ajeitam em qualquer cantinho.

Segundo o CENSO ANIMAL, a população canina oficial da cidade de São Paulo totalizou 2,4 milhões, e a felina, 580 mil. No CENSO ANIMAL anterior, 2002, o número de cães era de 1,5 milhão, e o de gatos, 230 mil. O CENSO constatou, também, total relação entre a presença de animais e lares com maior concentração de idosos, casais com filhos pequenos, ou grandes famílias.

Considerando-se que esse comportamento deve prevalecer em todos os próximos anos, o chamado PET MARKET continuará crescendo a taxas expressivas, e atraindo, cada vez mais, um número maior de empresas.

Com um cão na prefeitura recuperaríamos o verdadeiro sentido da expressão “eleger nossos representantes”.


Leia mais artigos do boletim Landmarketing clicando aqui