Mundo Corporativo: André Machado, da AsQ, explica como deixar líderes longe da empresa ajuda na criatividade

“… ele tem de ter uma gestão muito mais participativa, trazer os objetivos, discutir com a equipe, usar a tecnologia que está super a favor da gente para coletar as ideias” —- André Machado, AsQ

Profissionais com facilidade de adaptação, resilientes diante dos desafios que tendem a surgir com maior frequência e que saibam proteger sua vida pessoal para que não seja impactada pela profissional —- a medida que ambas passam a dividir o mesmo espaço com o sistema de home office. Essas são algumas das características de colaboradores que têm se destacado ao longo desta pandemia, na opinião de  André Machado, CEO da AsQ, em entrevista ao programa Mundo Corporativo da CBN.

Especializada em gestão de saúde privada, a AsQ foi lançada em agosto do ano passado, no auge da pandemia, após gestores e executivos perceberem a oportunidade de negócio que havia naquele momento crucial para operadoras de planos de saúde, empresas e seus beneficiários. Além de desenhar seus escritórios para a nova realidade e manter muitos funcionários trabalhando à distância, André conta que a partir da troca de experiências da equipe, criou-se um sistema que passou a ser chamado de “ócio criativo”:

“A gente criou uma tarde, uma manhã,  um turno do dia da semana, em que o gerente não está disponível para o trabalho, mas terá de fazer algo que estimule a oxigenação, a criatividade … ele não está disponível para a gente, para as pessoas da empresa”

Segundo André, a estratégia atende a dois aspectos: a formação de novos líderes, pois o gerente é obrigado a delegar autoridade a pessoas de sua equipe; e a busca de soluções que surgem a partir do instante em que o gestor é estimulado a desestressar.

Além de equipes bem preparadas, o CEO da AsQ cita o fato de que a empresa está baseada na tecnologia, com pessoal dedicado a inovação e aberto a troca de informação com os parceiros de negócio. Uma das novidades que estão sendo trabalhadas, a partir do compartilhamento de conhecimento, é a de tecnologia vestível que propiciará uma experiência melhor para as pessoas, diz André.

“Tem pouquíssimas pessoas que querem voltar para o escritório e como eu presto serviço de saúde, tenho de trabalhar muito para dentro de casa, então eu mantenho o apoio ao colaborador para que ele tenha uma sustentação psicológica e de saúde para se manter nesta lógica do trabalho”.

Quanto ao papel dos líderes, André Machado identifica a necessidade deles encontrarem novas formas de administrar suas equipes:

“… o gestor tem de estar muito envolvido nisso, em querer servir; e esse trabalho à distancia, eu acho, deixou isso muito mais forte; ele tem de estar muito mais disposto a isso”

O Mundo Corporativo é gravado às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido ao vivo no canal da CBN no Youtube, no Facebook e no site cbn.com.br. O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN, aos domingos, às dez da noite, em horário alternativo ou pode ser ouvido a qualquer momento em podcast. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Prado, Bruno Teixeira, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Rafael Lucchesi, do SESI, defende novas relações de produção e trabalho, para superar a pandemia

 

 

 

“As sociedade que se adaptarem mais rápido a essas novas tendências, seguramente vão subir o elevador da produtividade; as suas empresas vão crescer; vão ganhar mercado e, é claro, a sociedade vai se desenvolver. É o que nós chamamos de um círculo virtuoso de desenvolvimento” — Rafael Lucchesi, SESI

A indústria brasileira precisa estar pronta para se adaptar às tendências de mercado que surgiram ou se aceleraram devido a pandemia do coronavírus. Se muitos setores sofreram com a queda de produtividade, também é preciso entender as oportunidades que se apresentam, como a descentralização da fabricação de algumas linhas de produto —- o que ficou evidente a partir das dificuldades de compra, venda e distribuição de equipamentos de saúde. Ao mesmo tempo, é necessário aproveitar as possibilidades que surgem com as transformações digitais e treinar os funcionários para esse novo momento.

 

No programa Mundo Corporativo, da CBN, Rafael Lucchesi, diretor-superintendente do Serviço Social da Indústria — SESI falou de temas que têm sido o foco das discussões do setor industrial brasileiro.

“Como tendência, seguramente nós vamos ter maiores cuidados com saúde, uma agenda maior de capacitação, de uso mais intensivo de tecnologia e, também, uma agenda voltada a novas ferramentas que têm ganho de produtividade e que vão impactar os resultados das empresas”.

O dirigente do SESI lembrou que o mundo vive a quarta revolução industrial, com digitalização, uso de inteligência artificial e de algoritmos, por exemplo. Soma-se a isso a produção industrial aditiva em que é possível fabricar produtos com o uso de impressoras 3D tornando desnecessário que a empresa mantenha uma grande manufatura, concentrada em uma determina região do mundo, substituindo esse modelo por uma estrutura industrial muito mais distribuída, criando uma cadeia de fornecedores próxima do seu mercado:

“Com três fotografias do seu pé, você poderá adquirir um tênis feito sob medida da mesma maneira que se faz com os atletas de alta performance, ajustado a sua biometria, e não em função de uma biometria padrão … com isso, a escala de produção será um fator menos relevante no futuro e muito mais a logística de produção distribuída. Isso vai mudar o ambiente de escritório e de chão de fábrica”.

A pandemia obrigou a indústria a acelerar esses processos que já estavam em andamento, segundo Rafael Lucchesi. A medida que as empresas têm mudado seu modelo operacional, o dirigente entende que essa transformação levará a uma revisão nos contratos de trabalho —- o que chama de modernização na relação de emprego. Apesar da reforma trabalhista, que entrou em vigor há pouco mais de um ano, outras questões estarão na pauta:

“… seguramente há um consenso que une as lideranças empresariais e dos trabalhadores, que é estabelecer algo que permita que a sociedade gere mais emprego e mais renda … é preciso construir uma agenda de futuro para o Brasil”

O aumento da preocupação dos profissionais e seus familiares com as questões sanitárias, por causa da pandemia, além de um número crescente de afastamentos das funções, por doenças relacionadas ao trabalho, vão exigir um acompanhamento maior das empresas, de acordo com o dirigente. Isso traz outro desafio ao setor produtivo devido aos custos em relação a assistência médica dos profissionais:

“Esse é um problema grave porque é a inflação que mais cresce no Brasil e tem sido um dos maiores custos das empresas brasileiras, por isso o SESI com a CNI tem apoiado às empresas a estabelecerem um entendimento melhor nas negociações com os planos de saúde”.

Independentemente dos novos desafios que se se apresentam, ele chama atenção para o fato de a indústria ter de estar atenta a relação com seus colaboradores:

“As organizações mais produtivas são aquelas que melhor cuidam do principal talento das organizações, dos seus trabalhadores, dos seus colaboradores. Então, aquelas que vão melhor performar, serão seguramente as mais abertas ao diálogo daquilo que mais preocupa que são hoje as questões de cuidados à saúde”.

O Mundo Corporativo pode ser ouvido aos sábados, no Jornal da CBN; aos domingos, às dez da noite, em horário alternativo; ou a qualquer momento em podcast. Colaboram com o programa Juliana Prado, Guilherme Dogo, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: ensino à distância ajuda profissional a reduzir lacuna de habilidade

 

 

Sempre existe uma lacuna de habilidade — o que você pode oferecer para a empresa e o que a empresa espera de você —-, e cabe a nós profissionais estarmos sempre atrás de reduzirmos esta distância. A opinião é de Sérgio Agudo, country manager da Udemy, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Agudo tem se dedicado a expansão da plataforma de ensino à distância no Brasil e falou sobre como é possível usar os recursos disponíveis na internet para ampliar o conhecimento e, também, das oportunidades que este mercado oferece.

 

O Mundo Corporativo é apresentado às quartas-feiras, 11 horas da manhã, e pode ser assistido no site e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 10h30 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo, Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: Luiz Carlos de Souza diz como estar preparado para tomar a decisão certa

 

 

“Todos os personagens que estão dentro do mundo corporativo são tomadores de decisão, independentemente do cargo ou função que a pessoa ocupe” – Luiz Carlos Pereira de Souza, professor da área de negócios.

 

 

O ambiente de trabalho exige dos profissionais tomadas de decisão rápidas e precisas a todo momento e para que isso ocorra é fundamental que se tenha consciência dos vários aspectos que nos influenciam: sociais, financeiros, psicológicos e espirituais.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN, Luiz Carlos Pereira de Souza fala de estratégias e cuidados que precisam ser adotados antes de uma decisão. Por exemplo, saber ouvir o outro, agir sem precipitação e analisar o ponto de vista da corporação que representa.

 

Ele ensina que uma palavra mágica diante de um pergunta que lhe exija uma resposta muito rápida é “depende”:

 

“Fundamental quando nós vamos tomar uma decisão é poder respirar, refletir, e quando você fala depende você ganha essa oportunidade”.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, ou aos domingos, às 22h30, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: indústria 4.0 exigirá mudança na educação de profissionais, diz Gustavo Leal, do Senai

 

 

“A inovação aumenta a produtividade, que aumenta a renda, que aumenta os negócios, que aumenta os investimentos, que gera mais emprego: agora, os empregos mudam e vão mudar profundamente e vão estar muito mais assentados em competências que exijam uma educação mais elaborada, mais trabalhada, daí a importância do país se dedicar a projetos educacionais”.

 

A afirmação é de Gustavo Leal, diretor de operações do Senai Nacional, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN.

 

Leal falou dos impactos das tecnologias digitais a medida que forem implantadas pela indústria brasileira. Entre essas novas tecnologias estão a Internet das Coisas, a Inteligência Artificial, a Impressão 3D e o Big Data, que serão fundamentais para a competitividade das empresas.

 

O dirigente do Senai defende a ideia de que os profissionais continuarão sendo necessários para o andamento dos processos: “o trabalho humano não é substituído por essas novas tecnologias, por esses novos paradigmas; ele tem de se adaptar a isso”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Participam do programa Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Se o esporte é o espetáculo, não pode ser submetido ao espetáculo

 

 

 
Por Carlos Magno Gibrail

 

 

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reprodução de imagem do SporTV

 

 

Na semifinal da Copa São Paulo de Futebol Júnior, segunda-feira, em Barueri – região metropolitana, o futebol foi ignorado pelo árbitro Thiago Luis Scarati, ao dar inicio do segundo tempo da partida entre São Paulo e Internacional, num campo cujo piso estava totalmente alagado e recebendo enorme quantidade de raios nas proximidades.

 

 

A assustadora imagem de uma imensa poça de água protagonizada por um festival de raios e trovões não foi suficiente para Scarati absorver um mínimo de equilíbrio mental e paralisar a partida, que jamais deveria ter sido reiniciada.

 

 

Só mesmo a força da natureza, embalada em um raio que caiu nas proximidades dos jogadores, fazendo com que vários atletas sentissem nos pés a alteração gerada e um repórter da Globo tivesse seu corpo absorvido parte da descarga, fez com que Thiago Luis paralisasse o jogo.

 

 

O futebol e os demais esportes que se profissionalizaram têm se curvado ao capital que os mantém. Entretanto, é hora de proteger os atletas, também valiosos e valorizados pelo mesmo capital.

 

 

A melhor forma deverá ser a criação de normas de condições mínimas para a prática de cada modalidade. E, neste caso, o futebol está atrás de vários outros esportes que já possuem limites. É evidente que deixar a critério de uma única pessoa, que no caso do futebol nem é profissionalizada, não funciona e estaremos correndo riscos como o de Barueri.

 

 

A grande desvantagem do futebol no contexto geral dos esportes é que os jogadores são a parte de menor poder em todo o sistema. Os atletas por várias vezes tentaram um espaço mais participativo, mas pelas ameaças de clubes e federações nunca lograram sucesso.

 

 

Os recentes astros aposentados poderiam abraçar esta missão, principalmente os que tiveram maior notabilidade na carreira e aptidão de comunicação.

 

 

De pé de obra à mão de obra com microfone na mão.

 

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: Sílvia Freitas, do Berlitz, traz dicas para quem quer trabalhar no exterior

 

 

“Conhecer a si próprio, conhecer o outro, não importa se você está no Brasil interagindo globalmente ou você está assumindo uma posição global ou em outro país, você precisa de fato saber da cultura do país que você está interagindo”. A dica é de Sílvia Freitas, diretora de relações corporativas do Berlitz Brasil, ao se referir a forma como os profissionais devem se preparar para aproveitar oportunidades de trabalho no exterior. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, da rádio CBN, Freitas defende a ideia de que “a pessoa tem de entender a outra cultura e como eles se relacionam para que o negócio de certo”

 

O Mundo Corporativo é gravado às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, ou aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: empresários tem de saber usar o potencial das pessoas com deficiência, ensina Guilherme Braga

 

 

Foi olhando ao seu redor que o advogado Guilherme Braga percebeu que as pessoas com deficiência simplesmente não existiam nos ambientes profissionais, aqui no Brasil. Uma situação bastante diferente daquela que havia encontrado pouco tempo antes, nos Estados Unidos, quando convivia com cegos, surdos, pessoas com restrição intelectual ou dificuldades para se locomover. Profissionais que tinham enorme capacidade de desenvolvimento e com nível de produtividade semelhante aos dos demais trabalhadores.

 

Diante desta realidade, Braga foi estudar o cenário brasileiro e descobriu que muitos empresários, por falta de informação, não eram capazes de cumprir a lei de cotas, de 1991, que obriga empresas a partir de 100 funcionários a oferecerem de 2% a 5% das vagas a pessoas com deficiência. Criou a Egalitê, empresa de tecnologia que conecta esses profissionais com as empresas, em 2010, no Rio Grande do Sul. Três anos depois estava em São Paulo e, atualmente, já abriu espaço no mercado de trabalho para cerca de 4 mil pessoas com deficiência em 300 empresas, em 16 estados brasileiros.

 

“O que a gente precisa é que o gestor entenda que uma pessoa com deficiência não é um problema para ele, é uma grande potencialidade que ele tem na mão e que isso pode realmente trazer grandes benefícios para a sua equipe”, disse Braga ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Para ele, o empresário brasileiro ainda não é capaz de perceber que ao fechar o mercado para esses profissionais está desperdiçando grandes oportunidades.

 

E o potencial é grande mesmo: o Brasil tem em torno de 403 mil pessoas com deficiência trabalhando formalmente, enquanto a lei de cotas, se cumprida, poderia oferecer mais de 807 mil vagas.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, com transmissão pelo site e pela página da CBN no Facebook.

 

O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Débora Gonçalves, Juliana Causin e Rafael Furugen.

A diferença que faz um sorriso no rosto

 

 

Nesta semana escrevi o texto “Você é o melhor antídoto para o mau humor corporativo”, baseado em duas entrevista que realizei nos últimos dias para o Mundo Corporativo e o CBN Professional, dois dos programas que apresento na rádio CBN.

 

 

Hoje, dedilhando minha timeline do Twitter, encontrei o tweet da jornalista Eliane Catanhêde, colunista do Estadão e comentarista da Globonews, com a história de uma profissional que é descrição límpida e clara de tudo o que escrevi no texto.

 

 

Catanhêde elogia o comportamento de uma atendente de cafeteira, em  Congonhas, que a despeito de toda confusão comum para uma sexta-feira em aeroportos brasileiros – especialmente em São Paulo – oferecia um sorriso a cada cliente

 

 

Quando foi a última vez que você sorriu para um cliente, um colega de trabalho ou, simplesmente, para aquela pessoa que você cruza todo dia a caminho da empresa ?

 
 

 

 

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Mundo Corporativo: Vera Martins diz o que é preciso para desenvolver sua inteligência emocional

 

 

A pessoa inteligente emocionalmente, diante de uma situação difícil, não fica focada no problema, foca na solução; a pessoa que não é assertiva, foca no problema para se desculpar de tudo que está enfrentando. Essa diferença de comportamento define na maior parte das vezes o sucesso frente aos desafios que o profissional encara no mercado de trabalho, segundo a educadora e coach Vera Martins. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Martins elenca aspectos importantes que nos ajudam a desenvolver a inteligência emocional, tais como resiliência, atitude e auto-percepção. Vera Martins é autora do livro “O emocional inteligente – como usar a razão para equilibrar a emoção” (Auta Books Editora).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a colaboração de Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.